Questões de Concurso
Para prefeitura de natal - rn
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O posicionamento da cabeça do paciente para a realização do exame radiográfico craniofacial requer o uso de linhas imaginárias. O plano de Frankfourt conecta a borda superior do meato acústico externo com a asa do nariz. Essa é uma linha de referência clássica.
A técnica de escultura progressiva faz uso de ceras com quatro cores distintas: amarelo, vermelho, verde e azul.
O exame radiográfico para confirmar suspeita de fratura de mandíbula deve incluir: panorâmica, Towne reversa, submentovértice e PA do crânio.
As principais vantagens da radiografia panorâmica são: ampla cobertura anatômica, baixa dose de radiação e nitidez de detalhes anatômicos.
Na odontodisplasia regional, radiograficamente os dentes alterados mostram esmalte extremamente delgado e dentina circundando uma polpa radiolúcida aumentada, resultando em uma pálida imagem, com falta de contraste entre dentina e esmalte. As raízes são curtas, os ápices abertos e podem ocorrer nódulos pulpares. Essa condição é conhecida como dente fantasma.
A essência da técnica do paralelismo é a correta orientação filme-dente-raios X. O filme deve estar posicionado paralelamente ao longo eixo do dente, com o feixe de raios direcionado perpendicularmente ao dente. Essa técnica é precisa, indicada para diagnóstico e acompanhamento de doença periodontal.
Sulco gengival histológico é aquele cuja profundidade é definida por sondagem.
A radioterapia oncológica de cabeça e pescoço realizada em crianças, na dependência da dose, do tipo e de intensidade do tratamento, pode alterar os ossos faciais e resultar em micrognatia, retrognatia ou má-oclusão, porém os dentes em desenvolvimento não são alterados nesse processo.
Na técnica da bissetriz, o feixe de raios X central é dirigido a um ângulo reto, formado pelo eixo central do dente e o filme. Se houver uma inclinação do tubo de raios X, em uma angulação vertical excessiva, isso resultará no alongamento da imagem, e uma angulação vertical diminuída resultará em uma imagem encurtada.
In recent years content based instruction has become increasingly popular as a means of developing linguistic ability. It has strong connections to project work, task based learning and a holistic approach to language instruction.
The focus of a CBI lesson is on the topic or subject matter. During the lesson students are focused on learning about something. This could be anything that interests them from a serious science subject to their favourite pop star or even a topical news story or film. They learn about this subject using the language they are trying to learn, rather than their native language, as a tool for developing knowledge and so they develop their linguistic ability in the target language. This is thought to be a more natural way of developing language ability and one that corresponds more to the way we originally learn our first language.
While CBI can be both challenging and demanding for the teacher and the students, it can also be very stimulating and rewarding. The degree to which you adopt this approach may well depend on the willingness of your students, the institution in which you work and the availability of resources within your environment. It could be something that your school wants to consider introducing across the curriculum or something that you experiment with just for one or two lessons. Whichever you choose to do I would advise that you try to involve other teachers within your school, particularly teachers from other subjects. This could help you both in terms of finding sources of information and in having the support of others in helping you to evaluate your work.
Lastly, try to involve your students. Get them to help you decide what topics and subjects the lessons are based around and find out how they feel this kind of lessons compares to your usual lessons. In the end they will be the measure of your success.
Nik Peachey, teacher, trainer and materials writer, The British Council http://news.bbc.co.uk/1/hi/education/ Acessado em 24 de agosto de 2003
Para Nik Peachey, envolver outros colegas professores na CBI
O professor Policarpo Potiguar é licenciado em História. Durante a Licenciatura, Policarpo pôde compreender que o exercício da docência requer uma aliança entre o conhecimento historiográfico e o conhecimento sobre a educação. Nesse sentido, seus professores procuraram mostrar-lhe que, para ser professor de História na escola básica, seria necessário não apenas conhecer fatos históricos, mas pensar o modo como esses fatos são produzidos, como as interpretações da história são construídas e como o ato de transmitir a história não pode ser isolado do ato de produzir o conhecimento, levando em conta as dimensões intelectuais, sociais e políticas do saber.
Policarpo é conhecedor das diferentes correntes historiográficas e das novas propostas curriculares para o ensino de História. Atualmente trabalha na Escola Municipal Sol da Vida, que atende a 620 alunos dos quatro ciclos do Ensino Fundamental. A disciplina História, de 5ª a 8ª séries, é ministrada por três professores: o próprio Policarpo, Maria e Antônio.
O professor Policarpo apóia sua prática docente nos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs). É a partir desse documento curricular que ele estabelece os objetivos, seleciona os conteúdos e pensa nos procedimentos de ensino que deve adotar na disciplina.
Mesmo se empenhando para realizar uma prática coerente com as novas tendências historiográficas e com as novas diretrizes curriculares, o professor Policarpo descobriu que ensinar é um desafio permanente. Ele freqüentemente põe em dúvida suas ações e, muitas vezes, depois de refletir e avaliar seu trabalho, percebe incoerências entre a maneira como concebeu ou conduziu suas atividades e os princípios teóricos que o orientaram.
A questão a seguir gira em torno do universo de atuação dos professores Policarpo, Maria e Antônio.
A professora Maria estranhou o fato de o programa de História do professor Policarpo não conter tópicos que remetessem à história das civilizações. De acordo com o pensamento da professora Maria, seria impossível estudar História sem estudar as civilizações. O professor Policarpo discordou, apresentando o seguinte argumento:
O professor Policarpo Potiguar é licenciado em História. Durante a Licenciatura, Policarpo pôde compreender que o exercício da docência requer uma aliança entre o conhecimento historiográfico e o conhecimento sobre a educação. Nesse sentido, seus professores procuraram mostrar-lhe que, para ser professor de História na escola básica, seria necessário não apenas conhecer fatos históricos, mas pensar o modo como esses fatos são produzidos, como as interpretações da história são construídas e como o ato de transmitir a história não pode ser isolado do ato de produzir o conhecimento, levando em conta as dimensões intelectuais, sociais e políticas do saber.
Policarpo é conhecedor das diferentes correntes historiográficas e das novas propostas curriculares para o ensino de História. Atualmente trabalha na Escola Municipal Sol da Vida, que atende a 620 alunos dos quatro ciclos do Ensino Fundamental. A disciplina História, de 5ª a 8ª séries, é ministrada por três professores: o próprio Policarpo, Maria e Antônio.
O professor Policarpo apóia sua prática docente nos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs). É a partir desse documento curricular que ele estabelece os objetivos, seleciona os conteúdos e pensa nos procedimentos de ensino que deve adotar na disciplina.
Mesmo se empenhando para realizar uma prática coerente com as novas tendências historiográficas e com as novas diretrizes curriculares, o professor Policarpo descobriu que ensinar é um desafio permanente. Ele freqüentemente põe em dúvida suas ações e, muitas vezes, depois de refletir e avaliar seu trabalho, percebe incoerências entre a maneira como concebeu ou conduziu suas atividades e os princípios teóricos que o orientaram.
A questão a seguir gira em torno do universo de atuação dos professores Policarpo, Maria e Antônio.
O professor Antônio, que ensina História de 5ª a 8ª séries no noturno, na mesma escola do professor Policarpo, questionou, em uma reunião pedagógica, o uso dos PCNs de História. Segundo Antônio, esse documento curricular, ao privilegiar o trabalho a partir de temáticas que enfatizam perspectivas multiculturais, faz uma apologia ao relativismo cultural. O professor Policarpo discordou, argumentando que os PCNs de História
O professor Policarpo Potiguar é licenciado em História. Durante a Licenciatura, Policarpo pôde compreender que o exercício da docência requer uma aliança entre o conhecimento historiográfico e o conhecimento sobre a educação. Nesse sentido, seus professores procuraram mostrar-lhe que, para ser professor de História na escola básica, seria necessário não apenas conhecer fatos históricos, mas pensar o modo como esses fatos são produzidos, como as interpretações da história são construídas e como o ato de transmitir a história não pode ser isolado do ato de produzir o conhecimento, levando em conta as dimensões intelectuais, sociais e políticas do saber.
Policarpo é conhecedor das diferentes correntes historiográficas e das novas propostas curriculares para o ensino de História. Atualmente trabalha na Escola Municipal Sol da Vida, que atende a 620 alunos dos quatro ciclos do Ensino Fundamental. A disciplina História, de 5ª a 8ª séries, é ministrada por três professores: o próprio Policarpo, Maria e Antônio.
O professor Policarpo apóia sua prática docente nos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs). É a partir desse documento curricular que ele estabelece os objetivos, seleciona os conteúdos e pensa nos procedimentos de ensino que deve adotar na disciplina.
Mesmo se empenhando para realizar uma prática coerente com as novas tendências historiográficas e com as novas diretrizes curriculares, o professor Policarpo descobriu que ensinar é um desafio permanente. Ele freqüentemente põe em dúvida suas ações e, muitas vezes, depois de refletir e avaliar seu trabalho, percebe incoerências entre a maneira como concebeu ou conduziu suas atividades e os princípios teóricos que o orientaram.
A questão a seguir gira em torno do universo de atuação dos professores Policarpo, Maria e Antônio.
O professor Policarpo, pesquisando material para produzir um texto sobre a Independência do Brasil, procurou diferentes interpretações para esse acontecimento a partir de duas fontes básicas: um livro didático e um livro dedicado à ascensão do patriarcado urbano e à decadência do rural.
No livro didático, ele percebeu que a Independência marcava a passagem da Colônia para o Império. Já no livro sobre o patriarcado urbano, ele detectou que o autor analisou a vida cotidiana e a mentalidade no Brasil na transição do século XVIII para o século XIX, sem enfatizar o acontecimento de 7 de setembro de 1822.
A partir dessas duas interpretações a respeito da Independência e tomando por base a discussão apresentada na obra Domínios da História (Cardoso, 1997), Policarpo formulou a seguinte reflexão: