Questões de Concurso Para prefeitura de maxaranguape - rn

Foram encontradas 566 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3889506 Português

SOLO DE CLARINETA

 

Lembro-me de que certa noite – eu teria uns quatorze anos, quando muito – encarregaram-me de segurar uma lâmpada elétrica à cabeceira da mesa de operações, enquanto um médico fazia os primeiros curativos num pobre-diabo que soldados da Polícia Municipal haviam carneado. (…) Apesar do horror e da náusea, continuei firme onde estava, talvez pensando assim: se esse caboclo pode aguentar tudo isso sem gemer, por que não hei de poder ficar segurando esta lâmpada para ajudar o doutor a costurar esses talhos e salvar essa vida?

Desde que, adulto, comecei a escrever romances, tem-me animado até hoje a ideia de que o menos que o escritor pode fazer, numa época de atrocidades e injustiças como a nossa, é acender a sua lâmpada, fazer luz sobre a realidade de seu mundo, evitando que sobre ele caia a escuridão, propícia aos ladrões, aos assassinos e aos tiranos. Sim, segurar a lâmpada, a despeito da náusea e do horror. Se não tivermos uma lâmpada elétrica, acendamos o nosso toco de vela ou, em último caso, risquemos fósforos repetidamente, como um sinal de que não desertamos nosso posto.

 

Érico Veríssimo. Solo de Clarineta. Tomo I. Porto Alegre: Globo, 1978.

“Se não tivermos uma lâmpada elétrica, acendamos o nosso toco de vela [...]”
A partir da acentuação gráfica dos vocábulos assinalados, é correto dizer que:
Alternativas
Q3889505 Português

SOLO DE CLARINETA

 

Lembro-me de que certa noite – eu teria uns quatorze anos, quando muito – encarregaram-me de segurar uma lâmpada elétrica à cabeceira da mesa de operações, enquanto um médico fazia os primeiros curativos num pobre-diabo que soldados da Polícia Municipal haviam carneado. (…) Apesar do horror e da náusea, continuei firme onde estava, talvez pensando assim: se esse caboclo pode aguentar tudo isso sem gemer, por que não hei de poder ficar segurando esta lâmpada para ajudar o doutor a costurar esses talhos e salvar essa vida?

Desde que, adulto, comecei a escrever romances, tem-me animado até hoje a ideia de que o menos que o escritor pode fazer, numa época de atrocidades e injustiças como a nossa, é acender a sua lâmpada, fazer luz sobre a realidade de seu mundo, evitando que sobre ele caia a escuridão, propícia aos ladrões, aos assassinos e aos tiranos. Sim, segurar a lâmpada, a despeito da náusea e do horror. Se não tivermos uma lâmpada elétrica, acendamos o nosso toco de vela ou, em último caso, risquemos fósforos repetidamente, como um sinal de que não desertamos nosso posto.

 

Érico Veríssimo. Solo de Clarineta. Tomo I. Porto Alegre: Globo, 1978.

“[...] continuei firme onde estava, talvez pensando assim


O termo destacado se trata de um(a):

Alternativas
Q3889504 Português

SOLO DE CLARINETA

 

Lembro-me de que certa noite – eu teria uns quatorze anos, quando muito – encarregaram-me de segurar uma lâmpada elétrica à cabeceira da mesa de operações, enquanto um médico fazia os primeiros curativos num pobre-diabo que soldados da Polícia Municipal haviam carneado. (…) Apesar do horror e da náusea, continuei firme onde estava, talvez pensando assim: se esse caboclo pode aguentar tudo isso sem gemer, por que não hei de poder ficar segurando esta lâmpada para ajudar o doutor a costurar esses talhos e salvar essa vida?

Desde que, adulto, comecei a escrever romances, tem-me animado até hoje a ideia de que o menos que o escritor pode fazer, numa época de atrocidades e injustiças como a nossa, é acender a sua lâmpada, fazer luz sobre a realidade de seu mundo, evitando que sobre ele caia a escuridão, propícia aos ladrões, aos assassinos e aos tiranos. Sim, segurar a lâmpada, a despeito da náusea e do horror. Se não tivermos uma lâmpada elétrica, acendamos o nosso toco de vela ou, em último caso, risquemos fósforos repetidamente, como um sinal de que não desertamos nosso posto.

 

Érico Veríssimo. Solo de Clarineta. Tomo I. Porto Alegre: Globo, 1978.

Acerca das conjunções em destaque, aponte a alternativa correta.
I. “[...] encarregaram-me de segurar uma lâmpada elétrica à cabeceira da mesa de operações, enquanto um médico fazia os primeiros curativos num pobre-diabo [...]”
II. “Desde que, adulto, comecei a escrever romances, tem-me animado até hoje a ideia de que o menos que o escritor pode fazer é acender a sua lâmpada.” 
Alternativas
Q3889503 Português

SOLO DE CLARINETA

 

Lembro-me de que certa noite – eu teria uns quatorze anos, quando muito – encarregaram-me de segurar uma lâmpada elétrica à cabeceira da mesa de operações, enquanto um médico fazia os primeiros curativos num pobre-diabo que soldados da Polícia Municipal haviam carneado. (…) Apesar do horror e da náusea, continuei firme onde estava, talvez pensando assim: se esse caboclo pode aguentar tudo isso sem gemer, por que não hei de poder ficar segurando esta lâmpada para ajudar o doutor a costurar esses talhos e salvar essa vida?

Desde que, adulto, comecei a escrever romances, tem-me animado até hoje a ideia de que o menos que o escritor pode fazer, numa época de atrocidades e injustiças como a nossa, é acender a sua lâmpada, fazer luz sobre a realidade de seu mundo, evitando que sobre ele caia a escuridão, propícia aos ladrões, aos assassinos e aos tiranos. Sim, segurar a lâmpada, a despeito da náusea e do horror. Se não tivermos uma lâmpada elétrica, acendamos o nosso toco de vela ou, em último caso, risquemos fósforos repetidamente, como um sinal de que não desertamos nosso posto.

 

Érico Veríssimo. Solo de Clarineta. Tomo I. Porto Alegre: Globo, 1978.

Atente-se aos verbos realçados, em I e em II, de modo a assinalar o item correto tendo por base as regras de concordância verbal.


I. “[...] enquanto um médico fazia os primeiros curativos num pobre-diabo que soldados da Polícia Municipal haviam carneado.”


II. “[...] por que não hei de poder ficar segurando esta lâmpada para ajudar o doutor [...]”

Alternativas
Q3889502 Português

SOLO DE CLARINETA

 

Lembro-me de que certa noite – eu teria uns quatorze anos, quando muito – encarregaram-me de segurar uma lâmpada elétrica à cabeceira da mesa de operações, enquanto um médico fazia os primeiros curativos num pobre-diabo que soldados da Polícia Municipal haviam carneado. (…) Apesar do horror e da náusea, continuei firme onde estava, talvez pensando assim: se esse caboclo pode aguentar tudo isso sem gemer, por que não hei de poder ficar segurando esta lâmpada para ajudar o doutor a costurar esses talhos e salvar essa vida?

Desde que, adulto, comecei a escrever romances, tem-me animado até hoje a ideia de que o menos que o escritor pode fazer, numa época de atrocidades e injustiças como a nossa, é acender a sua lâmpada, fazer luz sobre a realidade de seu mundo, evitando que sobre ele caia a escuridão, propícia aos ladrões, aos assassinos e aos tiranos. Sim, segurar a lâmpada, a despeito da náusea e do horror. Se não tivermos uma lâmpada elétrica, acendamos o nosso toco de vela ou, em último caso, risquemos fósforos repetidamente, como um sinal de que não desertamos nosso posto.

 

Érico Veríssimo. Solo de Clarineta. Tomo I. Porto Alegre: Globo, 1978.

“[...] enquanto um médico fazia os primeiros curativos num pobre-diabo”. Assim como em pobre-diabo, há um vocábulo formado corretamente, por hifenização, destacado na alternativa:
Alternativas
Q3889501 Português

SOLO DE CLARINETA

 

Lembro-me de que certa noite – eu teria uns quatorze anos, quando muito – encarregaram-me de segurar uma lâmpada elétrica à cabeceira da mesa de operações, enquanto um médico fazia os primeiros curativos num pobre-diabo que soldados da Polícia Municipal haviam carneado. (…) Apesar do horror e da náusea, continuei firme onde estava, talvez pensando assim: se esse caboclo pode aguentar tudo isso sem gemer, por que não hei de poder ficar segurando esta lâmpada para ajudar o doutor a costurar esses talhos e salvar essa vida?

Desde que, adulto, comecei a escrever romances, tem-me animado até hoje a ideia de que o menos que o escritor pode fazer, numa época de atrocidades e injustiças como a nossa, é acender a sua lâmpada, fazer luz sobre a realidade de seu mundo, evitando que sobre ele caia a escuridão, propícia aos ladrões, aos assassinos e aos tiranos. Sim, segurar a lâmpada, a despeito da náusea e do horror. Se não tivermos uma lâmpada elétrica, acendamos o nosso toco de vela ou, em último caso, risquemos fósforos repetidamente, como um sinal de que não desertamos nosso posto.

 

Érico Veríssimo. Solo de Clarineta. Tomo I. Porto Alegre: Globo, 1978.

Analise o tempo e modo dos verbos em destaque para demarcar o item correto.
“Se não tivermos uma lâmpada elétrica, acendamos1 o nosso toco de vela ou, em último caso, risquemos2 fósforos repetidamente, como um sinal de que não desertamos nosso posto.”
Alternativas
Q3889500 Português

SOLO DE CLARINETA

 

Lembro-me de que certa noite – eu teria uns quatorze anos, quando muito – encarregaram-me de segurar uma lâmpada elétrica à cabeceira da mesa de operações, enquanto um médico fazia os primeiros curativos num pobre-diabo que soldados da Polícia Municipal haviam carneado. (…) Apesar do horror e da náusea, continuei firme onde estava, talvez pensando assim: se esse caboclo pode aguentar tudo isso sem gemer, por que não hei de poder ficar segurando esta lâmpada para ajudar o doutor a costurar esses talhos e salvar essa vida?

Desde que, adulto, comecei a escrever romances, tem-me animado até hoje a ideia de que o menos que o escritor pode fazer, numa época de atrocidades e injustiças como a nossa, é acender a sua lâmpada, fazer luz sobre a realidade de seu mundo, evitando que sobre ele caia a escuridão, propícia aos ladrões, aos assassinos e aos tiranos. Sim, segurar a lâmpada, a despeito da náusea e do horror. Se não tivermos uma lâmpada elétrica, acendamos o nosso toco de vela ou, em último caso, risquemos fósforos repetidamente, como um sinal de que não desertamos nosso posto.

 

Érico Veríssimo. Solo de Clarineta. Tomo I. Porto Alegre: Globo, 1978.

“[...] encarregaram-me de segurar uma lâmpada elétrica [...]”


No trecho antecedente, a regência do verbo encarregar-se é:

Alternativas
Q3889499 Português

SOLO DE CLARINETA

 

Lembro-me de que certa noite – eu teria uns quatorze anos, quando muito – encarregaram-me de segurar uma lâmpada elétrica à cabeceira da mesa de operações, enquanto um médico fazia os primeiros curativos num pobre-diabo que soldados da Polícia Municipal haviam carneado. (…) Apesar do horror e da náusea, continuei firme onde estava, talvez pensando assim: se esse caboclo pode aguentar tudo isso sem gemer, por que não hei de poder ficar segurando esta lâmpada para ajudar o doutor a costurar esses talhos e salvar essa vida?

Desde que, adulto, comecei a escrever romances, tem-me animado até hoje a ideia de que o menos que o escritor pode fazer, numa época de atrocidades e injustiças como a nossa, é acender a sua lâmpada, fazer luz sobre a realidade de seu mundo, evitando que sobre ele caia a escuridão, propícia aos ladrões, aos assassinos e aos tiranos. Sim, segurar a lâmpada, a despeito da náusea e do horror. Se não tivermos uma lâmpada elétrica, acendamos o nosso toco de vela ou, em último caso, risquemos fósforos repetidamente, como um sinal de que não desertamos nosso posto.

 

Érico Veríssimo. Solo de Clarineta. Tomo I. Porto Alegre: Globo, 1978.

O verbo demarcado em “[...] eu teria uns quatorze anos [...]” indica:
Alternativas
Q3889498 Português

SOLO DE CLARINETA

 

Lembro-me de que certa noite – eu teria uns quatorze anos, quando muito – encarregaram-me de segurar uma lâmpada elétrica à cabeceira da mesa de operações, enquanto um médico fazia os primeiros curativos num pobre-diabo que soldados da Polícia Municipal haviam carneado. (…) Apesar do horror e da náusea, continuei firme onde estava, talvez pensando assim: se esse caboclo pode aguentar tudo isso sem gemer, por que não hei de poder ficar segurando esta lâmpada para ajudar o doutor a costurar esses talhos e salvar essa vida?

Desde que, adulto, comecei a escrever romances, tem-me animado até hoje a ideia de que o menos que o escritor pode fazer, numa época de atrocidades e injustiças como a nossa, é acender a sua lâmpada, fazer luz sobre a realidade de seu mundo, evitando que sobre ele caia a escuridão, propícia aos ladrões, aos assassinos e aos tiranos. Sim, segurar a lâmpada, a despeito da náusea e do horror. Se não tivermos uma lâmpada elétrica, acendamos o nosso toco de vela ou, em último caso, risquemos fósforos repetidamente, como um sinal de que não desertamos nosso posto.

 

Érico Veríssimo. Solo de Clarineta. Tomo I. Porto Alegre: Globo, 1978.

Em se tratando das classes de palavras enumeradas, é verdadeiro afirmar que:
• “Lembro-me de que1 certa noite encarregaram-me de segurar uma lâmpada elétrica [...]”
• “[...] fazer luz sobre a realidade de seu mundo, evitando que2 sobre ele caia a escuridão [...]” 
Alternativas
Q3889497 Português

SOLO DE CLARINETA

 

Lembro-me de que certa noite – eu teria uns quatorze anos, quando muito – encarregaram-me de segurar uma lâmpada elétrica à cabeceira da mesa de operações, enquanto um médico fazia os primeiros curativos num pobre-diabo que soldados da Polícia Municipal haviam carneado. (…) Apesar do horror e da náusea, continuei firme onde estava, talvez pensando assim: se esse caboclo pode aguentar tudo isso sem gemer, por que não hei de poder ficar segurando esta lâmpada para ajudar o doutor a costurar esses talhos e salvar essa vida?

Desde que, adulto, comecei a escrever romances, tem-me animado até hoje a ideia de que o menos que o escritor pode fazer, numa época de atrocidades e injustiças como a nossa, é acender a sua lâmpada, fazer luz sobre a realidade de seu mundo, evitando que sobre ele caia a escuridão, propícia aos ladrões, aos assassinos e aos tiranos. Sim, segurar a lâmpada, a despeito da náusea e do horror. Se não tivermos uma lâmpada elétrica, acendamos o nosso toco de vela ou, em último caso, risquemos fósforos repetidamente, como um sinal de que não desertamos nosso posto.

 

Érico Veríssimo. Solo de Clarineta. Tomo I. Porto Alegre: Globo, 1978.

Tendo por base o vocábulo destacado, nos excertos I e II, aponte a alternativa correta a seguir.
I. “Lembro-me de que certa noite – eu teria uns quatorze anos, quando muito – encarregaram-me de segurar uma lâmpada elétrica à cabeceira da mesa de operações [...]”
II. “[...] o menos que o escritor pode fazer, numa época de atrocidades e injustiças como a nossa, é acender a sua lâmpada, fazer luz sobre a realidade de seu mundo [...]” 
Alternativas
Q3269677 Matemática
Rodrigo paga mensalmente R$ 50,00 pelo plano de assistência funerária para a sua família. Nesse mês, ele atrasou o pagamento e precisou pagar 1% de multa sobre o valor da mensalidade e 4% de juros, também sobre o valor da mensalidade. O valor que Rodrigo pagou pelo plano nesse mês foi 
Alternativas
Q3269676 Matemática

A questão refere-se às informações contidas no gráfico reproduzido a seguir


O Gráfico representa o número de óbitos em uma cidade nos primeiros três meses de 2022. 

Considerando os dados do Gráfico 1, a probabilidade de uma pessoa ter falecido no mês de março é de
Alternativas
Q3269675 Matemática

A questão refere-se às informações contidas no gráfico reproduzido a seguir


O Gráfico representa o número de óbitos em uma cidade nos primeiros três meses de 2022. 

Analisando o Gráfico 1, conclui-se que 
Alternativas
Q3269674 Matemática
Para construção e manutenção de túmulos no cemitério da cidade, um gerente precisa comprar sacos de cimento e decide fazer uma pesquisa em 5 depósitos de materiais para construção. Os valores encontrados foram:
Imagem associada para resolução da questão
Com base nesses dados, o preço médio do saco de cimento foi de 
Alternativas
Q3269673 Matemática
Um estacionamento público foi projetado para receber carros e motos. Sabendo-se que, na lotação completa do estacionamento, o número total de rodas dos veículos é 130, e o número de motos é o triplo do número de carros, o total de veículos que esse estacionamento comporta é
Alternativas
Q3269672 Matemática
A cidade de Aparecida/SP recebe muitos visitantes, principalmente no dia de finados e no dia da padroeira do Brasil. No ano de 2020, devido à pandemia de COVID-19, a cidade foi bastante impactada com a queda nas visitações. Supondo que em 2020 a cidade de Aparecida/SP recebeu 3.370.000 turistas, o que representa uma queda de 75% com relação ao número de visitantes do ano anterior, então, a quantidade de turistas que visitou a cidade em 2019 foi 
Alternativas
Q3269671 Matemática
A Secretaria Municipal de Serviços Urbanos de uma cidade anunciou que o cemitério público irá funcionar em horário diferenciado no feriado de finados. De acordo com o órgão, o local ficará aberto, ininterruptamente, das 7h às 17h30m, nos dias 1 e 2 de novembro. Sendo assim, a quantidade total de minutos que esse cemitério ficará aberto nesses dois dias será de
Alternativas
Q3269670 Matemática
Uma instituição decide adquirir um terreno para construir o primeiro parque privado da cidade. Essa empresa encontrou um terreno com 2.000m² e dimensões conforme a Figura 1 a seguir. Sabendo que a região do terreno, em formato triangular, será usada para estacionamento, as dimensões de x e y são, respectivamente, 
Imagem associada para resolução da questão
Alternativas
Q3269669 Raciocínio Lógico
Uma empresa realizou uma entrevista com 1200 pessoas sobre quando visitariam seus entes queridos no cemitério da cidade, em 2022. Dessas pessoas, 900 disseram ir no dia de finados e 500 em outro dia. O número de pessoas, entre os entrevistados, que vão a esse cemitério mais de uma vez nesse ano é 
Alternativas
Q3269668 Matemática
Um lote possui formato retangular com dimensões de 200m e 210m. Para atender o abastecimento de água nesse lote, a administração decide passar um tubo pela diagonal do terreno. O comprimento mínimo que esse tubo precisará ter para atender o comprimento da diagonal desse terreno é de
Alternativas
Respostas
41: D
42: A
43: A
44: B
45: D
46: B
47: D
48: C
49: B
50: C
51: C
52: A
53: A
54: A
55: D
56: B
57: A
58: D
59: A
60: C