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Q1662778 Medicina
Paciente, 51 anos, foi submetida à biópsia de colo uterino com o seguinte resultado: NIC III. A melhor conduta a ser tomada é
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Q1623607 Enfermagem
A distócia de parto é definida como qualquer perturbação no bom andamento do parto em que estejam implicadas alterações em um dos fatores fundamentais que participam do parto. A Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO) classificam as distócias de parto. Sobre essa classificação, é correto afirmar:
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Q1623600 Enfermagem
A Enfermagem é comprometida com a produção e gestão do cuidado prestado nos diferentes contextos socioambientais e culturais em resposta às necessidades da pessoa, família e coletividade. De acordo com o Código de Ética do profissional de enfermagem (Resolução 564/2017), é uma proibição:
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Q1623593 Noções de Informática
Na ferramenta de edição de planilhas eletrônicas do LibreOffice, o Calc, há alguns botões que auxiliam no desenvolvimento adequado de trabalhos. A figura abaixo representa um desses botões:
Imagem associada para resolução da questão

Ao clicar no botão, ocorre a:
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Q1623584 Português
A (in)segurança pública e os reflexos na sociedade


José Ricardo Bandeira

        A cada dia que passa os cidadãos das grandes cidades e capitais brasileiras são obrigados a conviver com a explosão de violência e criminalidade que assola o país. Balas perdidas, arrastões, roubos e homicídios já não são surpresas em uma nação que tem a incrível taxa de mais de 60 mil assassinatos por ano.
        E, nessa esteira de violência, muitos políticos são eleitos. Infelizmente, exploram a bandeira da repressão — a exemplo das últimas eleições — com um discurso muitas vezes demagógico e sem profundidade. Falam coisas que o cidadão cansado e acuado espera ouvir. Mas, assim como os anteriores, repetem as mesmas práticas de combate à criminalidade, que, por evidentes razões, não surtiram efeito.
        A saber, nas últimas décadas, tornou-se prática obrigatória no Brasil combater a criminalidade por meio do enfrentamento policial em detrimento de muitas outras medidas racionais e científicas que poderiam trazer resultados sólidos.
        Em uma caixa chamada segurança pública, onde existem diversas outras alternativas, a polícia é única e tão somente uma das ferramentas no combate à criminalidade.
        Apenas para ilustrar como os nossos governantes priorizam o enfrentamento policial, a primeira grande operação no Brasil ocorreu no dia 21 de março de 1963 na “comunidade da favela”, hoje conhecida como morro da Providência, no Rio. Com o apoio de um helicóptero, cerca de 500 policiais cercaram a comunidade e fizeram 200 presos. Daí por diante, essa foi a política de segurança implementada por praticamente todos os governadores do Brasil.
        Entretanto, ao priorizar o enfrentamento policial, os efeitos colaterais são inevitáveis. Há morte de inocentes, caos e transtornos nas grandes cidades e prejuízos ao comércio e turismo, além de graves sequelas psicológicas provocadas naqueles que vivenciam a violência diariamente.
        A segurança pública é uma ciência e, como tal, deve ser tratada e conduzida. Logo, a forma mais eficiente de lidar com a violência nas grandes cidades é por meio de investimento em inteligência, impedindo que drogas, armas e munições cheguem às comunidades dominadas pelo tráfico de drogas e pelas organizações criminosas. Asfixia-se, assim, suas ações e corta-se seus recursos — sem drogas, armas e munições, o crime naturalmente sucumbe.
        Todavia, nesse critério, o governo federal sempre foi o grande vilão da segurança pública, pois nunca impediu que drogas, armas e munições atravessassem fronteiras, percorressem estradas, portos e aeroportos e chegassem às comunidades.
        Em paralelo à aplicação das medidas de inteligência, é necessário também um grande projeto de geração de emprego e renda em substituição ao dinheiro gerado pela narcoeconomia que circula nas comunidades. Infelizmente, enquanto tais medidas não forem implementadas, continuaremos a velha política de enfrentamento e com a triste classificação de termos a polícia que mais mata e que mais morre no mundo. 

Disponível em: <https://www1.folha.uol.com.br>. Acesso em: 16 abr. 2019
Um traço caraterizador da sequência argumentativa presente no texto é
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Q1623580 Português
E, nessa esteira de violência, muitos políticos são eleitos. Infelizmente, exploram a bandeira da repressão — a exemplo das últimas eleições — com um discurso muitas vezes demagógico e sem profundidade.

Falam coisas que o cidadão cansado e acuado espera ouvir. Mas, assim como os anteriores, repetem as mesmas práticas de combate à criminalidade, que, por evidentes razões, não surtiram efeito.
Sobre os verbos em destaque, é correto afirmar:
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Q1619525 Enfermagem
O escore de Apgar é um dos métodos mais utilizados para a avaliação imediata do recém-nascido (RN). É realizado ainda na sala de parto para avaliar a vitalidade do RN. Sobre esse escore, é correto afirmar:
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Q1619500 Português
A (in)segurança pública e os reflexos na sociedade

José Ricardo Bandeira

    A cada dia que passa os cidadãos das grandes cidades e capitais brasileiras são obrigados a conviver com a explosão de violência e criminalidade que assola o país. Balas perdidas, arrastões, roubos e homicídios já não são surpresas em uma nação que tem a incrível taxa de mais de 60 mil assassinatos por ano.
    E, nessa esteira de violência, muitos políticos são eleitos. Infelizmente, exploram a bandeira da repressão — a exemplo das últimas eleições — com um discurso muitas vezes demagógico e sem profundidade. Falam coisas que o cidadão cansado e acuado espera ouvir. Mas, assim como os anteriores, repetem as mesmas práticas de combate à criminalidade, que, por evidentes razões, não surtiram efeito.
    A saber, nas últimas décadas, tornou-se prática obrigatória no Brasil combater a criminalidade por meio do enfrentamento policial em detrimento de muitas outras medidas racionais e científicas que poderiam trazer resultados sólidos.
    Em uma caixa chamada segurança pública, onde existem diversas outras alternativas, a polícia é única e tão somente uma das ferramentas no combate à criminalidade.
    Apenas para ilustrar como os nossos governantes priorizam o enfrentamento policial, a primeira grande operação no Brasil ocorreu no dia 21 de março de 1963 na “comunidade da favela”, hoje conhecida como morro da Providência, no Rio. Com o apoio de um helicóptero, cerca de 500 policiais cercaram a comunidade e fizeram 200 presos. Daí por diante, essa foi a política de segurança implementada por praticamente todos os governadores do Brasil.
    Entretanto, ao priorizar o enfrentamento policial, os efeitos colaterais são inevitáveis. Há morte de inocentes, caos e transtornos nas grandes cidades e prejuízos ao comércio e turismo, além de graves sequelas psicológicas provocadas naqueles que vivenciam a violência diariamente.
    A segurança pública é uma ciência e, como tal, deve ser tratada e conduzida. Logo, a forma mais eficiente de lidar com a violência nas grandes cidades é por meio de investimento em inteligência, impedindo que drogas, armas e munições cheguem às comunidades dominadas pelo tráfico de drogas e pelas organizações criminosas. Asfixia-se, assim, suas ações e corta-se seus recursos — sem drogas, armas e munições, o crime naturalmente sucumbe.
    Todavia, nesse critério, o governo federal sempre foi o grande vilão da segurança pública, pois nunca impediu que drogas, armas e munições atravessassem fronteiras, percorressem estradas, portos e aeroportos e chegassem às comunidades.
    Em paralelo à aplicação das medidas de inteligência, é necessário também um grande projeto de geração de emprego e renda em substituição ao dinheiro gerado pela narcoeconomia que circula nas comunidades. Infelizmente, enquanto tais medidas não forem implementadas, continuaremos a velha política de enfrentamento e com a triste classificação de termos a polícia que mais mata e que mais morre no mundo.

Disponível em: <https://www1.folha.uol.com.br>. Acesso em: 16 abr. 2019

E, nessa esteira de violência, muitos políticos são eleitos. Infelizmente, exploram a bandeira da repressão — a exemplo das últimas eleições — com um discurso muitas vezes demagógico e sem profundidade. Falam coisas que o cidadão cansado e acuado espera ouvir. Mas, assim como os anteriores, repetem as mesmas práticas de combate à criminalidade, que, por evidentes razões, não surtiram efeito.


Sobre o uso dos sinais de pontuação, é correto afirmar:

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Q1619499 Português
A (in)segurança pública e os reflexos na sociedade

José Ricardo Bandeira

    A cada dia que passa os cidadãos das grandes cidades e capitais brasileiras são obrigados a conviver com a explosão de violência e criminalidade que assola o país. Balas perdidas, arrastões, roubos e homicídios já não são surpresas em uma nação que tem a incrível taxa de mais de 60 mil assassinatos por ano.
    E, nessa esteira de violência, muitos políticos são eleitos. Infelizmente, exploram a bandeira da repressão — a exemplo das últimas eleições — com um discurso muitas vezes demagógico e sem profundidade. Falam coisas que o cidadão cansado e acuado espera ouvir. Mas, assim como os anteriores, repetem as mesmas práticas de combate à criminalidade, que, por evidentes razões, não surtiram efeito.
    A saber, nas últimas décadas, tornou-se prática obrigatória no Brasil combater a criminalidade por meio do enfrentamento policial em detrimento de muitas outras medidas racionais e científicas que poderiam trazer resultados sólidos.
    Em uma caixa chamada segurança pública, onde existem diversas outras alternativas, a polícia é única e tão somente uma das ferramentas no combate à criminalidade.
    Apenas para ilustrar como os nossos governantes priorizam o enfrentamento policial, a primeira grande operação no Brasil ocorreu no dia 21 de março de 1963 na “comunidade da favela”, hoje conhecida como morro da Providência, no Rio. Com o apoio de um helicóptero, cerca de 500 policiais cercaram a comunidade e fizeram 200 presos. Daí por diante, essa foi a política de segurança implementada por praticamente todos os governadores do Brasil.
    Entretanto, ao priorizar o enfrentamento policial, os efeitos colaterais são inevitáveis. Há morte de inocentes, caos e transtornos nas grandes cidades e prejuízos ao comércio e turismo, além de graves sequelas psicológicas provocadas naqueles que vivenciam a violência diariamente.
    A segurança pública é uma ciência e, como tal, deve ser tratada e conduzida. Logo, a forma mais eficiente de lidar com a violência nas grandes cidades é por meio de investimento em inteligência, impedindo que drogas, armas e munições cheguem às comunidades dominadas pelo tráfico de drogas e pelas organizações criminosas. Asfixia-se, assim, suas ações e corta-se seus recursos — sem drogas, armas e munições, o crime naturalmente sucumbe.
    Todavia, nesse critério, o governo federal sempre foi o grande vilão da segurança pública, pois nunca impediu que drogas, armas e munições atravessassem fronteiras, percorressem estradas, portos e aeroportos e chegassem às comunidades.
    Em paralelo à aplicação das medidas de inteligência, é necessário também um grande projeto de geração de emprego e renda em substituição ao dinheiro gerado pela narcoeconomia que circula nas comunidades. Infelizmente, enquanto tais medidas não forem implementadas, continuaremos a velha política de enfrentamento e com a triste classificação de termos a polícia que mais mata e que mais morre no mundo.

Disponível em: <https://www1.folha.uol.com.br>. Acesso em: 16 abr. 2019
E, nessa esteira de violência, muitos políticos são eleitos. Infelizmente, exploram a bandeira da repressão — a exemplo das últimas eleições — com um discurso muitas vezes demagógico e sem profundidade. Falam coisas que o cidadão cansado e acuado espera ouvir. Mas, assim como os anteriores, repetem as mesmas práticas de combate à criminalidade, que, por evidentes razões, não surtiram efeito.
Sobre os verbos em destaque, é correto afirmar: 
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Q1618506 Enfermagem
A Rede Cegonha (RC) é uma iniciativa do Ministério da Saúde/MS lançada pelo Governo Federal, em 2011, com objetivo de proporcionar melhor atenção e qualidade de saúde para mulheres e crianças. A RC incentiva a inovação e a excelência na atenção pré-natal, na assistência ao parto e ao pós-parto, bem como nas ações em torno do desenvolvimento da criança durante os primeiros dois anos de vida. Para nortear a reorganização dos processos de trabalho nos serviços obstétrico-neonatais, a Rede Cegonha tem como diretriz(es)
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Q1618505 Enfermagem
No processo de amamentação, podem surgir diversos problemas, dentre eles o ingurgitamento mamário. No ingurgitamento patológico, a mama fica excessivamente distendida, o que causa grande desconforto, às vezes acompanhado de febre e mal-estar. Além disso, pode haver áreas difusas avermelhadas, edemaciadas e brilhantes. Os mamilos ficam achatados, dificultando a pega do bebê, e o leite muitas vezes não flui com facilidade. Assim, é fundamental que o enfermeiro esteja apto a atuar no manejo clínico desse quadro,
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Q1618504 Enfermagem
O enfermeiro obstetra precisa conhecer a fisiologia da gestação e do parto e encaminhar a paciente para o profissional médico em casos de intercorrências clínicas e distócias. Dentre as intercorrências que podem surgir, merecem atenção a Placenta Prévia e o Descolamento Prematuro da Placenta. O profissional precisa ter conhecimentos para realizar o diagnóstico diferencial entre essas duas intercorrências. No que se refere ao diagnóstico diferencial entre placenta prévia e descolamento prematuro da placenta, é correto afirmar:
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Q1618503 Enfermagem
A hemorragia pós-parto é uma das principais causas de morte materna. Os profissionais que assistem a mulher em trabalho de parto e no pós-parto precisam estarem atentos às causas da hemorragia para tomarem as condutas adequadas. Em relação às causas da hemorragia pós-parto, é correto afirmar:
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Q1618502 Enfermagem
Um enfermeiro encontra-se de plantão em uma Maternidade no Estado do Rio Grande do Norte. No alojamento conjunto, ele presta cuidados às puérperas e aos recém-nascidos. A puérpera G.C.M. teve um parto eutócico, há duas horas. O enfermeiro realiza a anamnese e o exame físico a fim de detectar as involuções que estão ocorrendo nessa fase. Ele não detecta intercorrência. Então, nesse caso, a orientação correta à puérpera G.C.M é
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Q1618501 Enfermagem
A parturiente A. K. M, após 10 horas em trabalho de parto, pariu feto vivo, sexo feminino, apgar 9/10. O Recém-nascido foi assistido pelo Enfermeiro Obstetra, que, baseado pelas Diretrizes Nacionais de Assistência ao Parto Normal, deve
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Q1618500 Enfermagem
A parturiente A. K. M., 30 anos, GI P0, encontra-se internada, em trabalho de parto, em uma maternidade pública no interior do Estado do Rio Grande do Norte. O Enfermeiro Obstetra que a assiste, embasado pelas Diretrizes Nacionais de Assistência ao Parto Normal, deve
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Q1618498 Enfermagem
Observe a figura abaixo e analise a situação, apresentação e posição fetal.
Imagem associada para resolução da questão


A nomenclatura obstétrica correspondente à descrição presente na figura é
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Q1618497 Enfermagem
A gestante J. D. S. comparece à unidade básica de saúde no dia 10 de maio de 2019 para realização da consulta pré-natal. Apresenta o resultado do Beta-HCG positivo. O enfermeiro que realiza a consulta pergunta sobre a data da última menstruação da gestante, a qual confirma ter sido em 25 de janeiro de 2019. Após calcular, o enfermeiro registra, no prontuário e na caderneta da gestante,
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Q1618496 Enfermagem
Na gestação, ocorrem alterações fisiológicas decorrentes de fatores hormonais e mecânicos. Na gestante, essas modificações
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Q1618495 Enfermagem
O acolhimento e a classificação de risco levam à tomada de decisões do profissional de saúde a partir de uma escuta qualificada, associada ao julgamento clínico embasado em protocolo fundamentado cientificamente. O Enfermeiro Obstetra que trabalha no acolhimento e classificação de risco obstétrico
Alternativas
Respostas
281: C
282: A
283: A
284: A
285: B
286: D
287: A
288: B
289: D
290: A
291: B
292: A
293: A
294: B
295: C
296: B
297: D
298: C
299: B
300: B