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A figura acima mostra como os sistemas UMTS e GSM podem compartilhar uma única arquitetura de rede, cujos componentes principais são o núcleo, a rede de acesso via rádio e o telefone celular. O núcleo da rede tem dois domínios: comutação por circuitos (CS – Circuit Switching) e comutação por pacotes (PS – Packet Switching).
Com base nessas informações, julgue o item que se segue.
O domínio CS é o responsável por transportar ligações telefônicas pelas diferentes regiões geográficas cobertas pela operadora de rede, de maneira semelhante ao sistema de telefonia fixa. Ao se comunicar com a rede pública de telefonia comutada, ele permite que seus usuários realizem ligações para linhas fixas e usem comutadores de circuitos de outras operadoras.

A figura acima mostra como os sistemas UMTS e GSM podem compartilhar uma única arquitetura de rede, cujos componentes principais são o núcleo, a rede de acesso via rádio e o telefone celular. O núcleo da rede tem dois domínios: comutação por circuitos (CS – Circuit Switching) e comutação por pacotes (PS – Packet Switching).
Com base nessas informações, julgue o item que se segue.
O equipamento de usuário (UE – user equipment) comunica-se com a rede de acesso via rádio por interface aérea, ou interface de rádio. A comunicação no sentido que se origina no celular e finaliza na rede é chamada de enlace direto, enquanto a comunicação no sentido que se origina na rede e termina no UE é conhecida por enlace reverso.
Considere uma situação com MIMO 2×2, largura de banda igual a 20 MHz e relação sinal-ruído média de 10 dB. Nesse caso, a capacidade do canal sem fio pode ser superior a 100 Mbps.
Os sistemas de telefonia celular de primeira geração (1G) utilizavam técnicas analógicas de comunicação e começaram a ser implantados nos anos 1990, quando as células eram pequenas e possuíam grande capacidade para os padrões atuais.
O padrão LTE permite que sejam implantadas redes de quarta geração (4G) nas faixas de 700/800/1.800/2.600 MHz, com arguras de banda de 5/10/20 MHz, entre outras. A sua evolução, chamada LTE-A, poderá operar com agregação de portadoras e multiplexação espacial, e atingir taxas de 1 Gbps.
No sistema UMTS, o WCDMA faz a separação entre as transmissões da estação base e do móvel utilizando a multiplexação por divisão de tempo, e o TD-SCDMA usa a multiplexação por divisão de frequência. Além disso, o WCDMA usa bandas com largura de 5 MHz, enquanto o TD-SCDMA utiliza 2,5 MHz.
A tecnologia 2G predominante no Brasil até hoje é o GSM, que ganhou mercado por oferecer, entre outros serviços, o roaming internacional, o que foi possível devido à compatibilidade do GSM com as tecnologias anteriores: AMPS e TDMA.
Segundo o padrão IEEE 802.3af, conhecido como Power over Ethernet (PoE), telefones IP podem ser alimentados com tensão de 48 V e corrente de 400 mA por meio de cabos de pares trançados em redes Ethernet, sem a utilização de fontes individuais.
Os serviços OTT (over-the-top) estão relacionados ao conteúdo transmitido por canais de áudio e de vídeo em sistemas de radiodifusão.
O IPTV (Internet protocol television) possibilita a distribuição de mídias em terminais com acesso à Internet, o que é feito por acesso agnóstico, ou seja, por redes IP comutadas por pacotes, que transportam os sinais de áudio, de vídeo e de controle.
As NGNs (next generation networks) permitem a implantação de serviços com acessos independentes por meio de redes fixas e móveis, e são baseadas em pacotes que usam IP para o transporte de diversos tipos de tráfego.
O padrão PKCS#7, utilizado no algoritmo Diffie-Hellman, descreve uma sintaxe genérica para dados que podem ser submetidos a funções criptográficas, como assinatura e envelopagem digital, sendo utilizado na ICP-Brasil como formato para a entrega dos certificados digitais aos seus titulares.
Na ICP-Brasil, embora a assinatura digital possua autenticidade, integridade, confiabilidade e não repúdio, ela não garante sigilo ao documento eletrônico.
É desaconselhável a implementação do algoritmo AES em sistemas embarcados, como smartphones e smart cards, visto que esses sistemas dispõem de pouco espaço físico e limitado poder de processamento.
AES, SHA-3 e RSA correspondem, respectivamente, a um algoritmo de criptografia simétrica, a uma função de hash criptográfico e a um algoritmo de criptografia assimétrica.
No certificado padrão X.509, o campo Encrypted identifica o algoritmo usado para a assinatura do certificado.
O SNMPv3 elimina o conceito de gerenciadores e agentes e, por esse motivo, não oferece suporte às operações definidas no SNMPv1 e SNMPv2c.
Caso ocorra, no SNMPv3, incidência na rede, as notificações Trap e Inform podem ser utilizadas por um agente para a comunicação ao gerente sobre o evento ocorrido. A diferença fundamental entre elas é a necessidade de confirmação de recebimento pelo receptor quando se utiliza a notificação Inform.
Entre as vantagens do modelo de gerência SNMP em relação ao CMIP, cita-se o uso do protocolo TCP/IP, em vez da pilha de protocolos OSI, dada a simplicidade do modelo, além do fato de ser implementado na maioria dos dispositivos de rede, como hubs, bridges e routers.
Tanto o padrão IEEE 802.3, de Ethernet, como o padrão IEEE 802.11, de redes locais sem fio, empregam como esquema de múltiplo acesso o CSMA/CD (carrier sense multiple access with collision detection).