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Q2494671 Literatura
Uma das especificidades do discurso literário é a da literatura como elaboração estética de visões de mundo. A partir de tal premissa, pode-se afirmar que:
Alternativas
Q2494670 Linguística
Considerando os estudos acerca dos elementos da comunicação e as funções da linguagem, analise as afirmativas a seguir e indique a correta.
Alternativas
Q2494669 Português
VÍDEO: juiz federal alagoano viraliza nas redes por leveza e bom-humor nas audiências

No Instagram, Kleiton Ferreira compartilha o seu conteúdo com mais de 200 mil seguidores.

      Um juiz federal alagoano tem viralizado nas redes sociais pelo modo bem-humorado como conduz as audiências. Kleiton Ferreira nasceu em Arapiraca, Agreste de Alagoas, mas atua fora do estado. No Instagram, ele compartilha seu conteúdo para mais de 200 mil seguidores.
       O juiz fala sobre assuntos sérios com linguagem simples e bem-humorada e assim tem conquistado os seguidores. Os vídeos compartilhados por ele mostram trechos das audiências, onde Kleiton brinca para deixar todos confortáveis.
         Em um desses momentos, o juiz alagoano questiona a aposentadoria negada pelo INSS a um homem que trabalhou a vida toda na roça, mas tem em seu histórico o trabalho como jogador de futebol profissional.

(Em: g1 AL 05/10/2023.)


Considerando o texto – e contexto – anterior, pode-se afirmar que a caracterização do estabelecimento da comunicação relatada referente à fala do juiz com uma “linguagem simples”, do ponto de vista da linguagem, pode ser relacionado à(ao): 
Alternativas
Q2494668 Português
Considerando-se o desenvolvimento do saber léxico-gramatical nas aulas de Língua Portuguesa, assim como sua relevância no contexto de conhecimento e uso da língua, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q2494667 Português
A partir das definições e associações relacionadas a dois tipos de gramática: descritiva e normativa; relacione adequadamente as colunas a seguir.

1.Gramática descritiva. 2.Gramática normativa.

( ) Natureza científica. ( ) Finalidade pedagógica. ( ) Registro do sistema linguístico em todos os seus aspectos. ( ) Escrita segundo uso e autoridade de escritores, gramáticos e dicionaristas.

A sequência está correta em
Alternativas
Q2494666 Português
A literatura como ferramenta, ontem e hoje


      Em seu texto “Literatura, escola e leitura”, Regina Zilberman (2008) propõe uma visita ao percurso histórico da interface entre literatura e educação. A autora retorna à Antiguidade e reflete sobre a Educação Moral e Social promovida pelas tragédias gregas e epopeias; à Idade Média, período no qual a literatura era entendida como parte da Gramática, Retórica e Lógica; e ao Renascimento, em que a literatura era utilizada para o ensino do Grego e do Latim.

        Entre os séculos XVII e XVIII, surge o modelo moderno de escola e a educação se torna obrigatória e responsabilidade dessa instituição. Nesse momento, a literatura segue com propensão educativa, mas de outra natureza, deixando de ter finalidade ética para privilegiar um caráter linguístico. Em um contexto de consolidação dos Estados Nacionais – isto é, a centralização do poder político e econômico –, o estudo da literatura nacional passa a compor as propostas pedagógicas da escola, como maneira de dar força à língua estabelecida como nacional e às ideologias dominantes.

       Desde então, o ensino da literatura move-se entre dois objetivos: ajuda a conhecer a norma linguística nacional, de que é simultaneamente a expressão mais credenciada; e, arranjada segundo um eixo cronológico, responde por uma história que coincide com a história da região de quem toma o nome e cuja existência acaba por comprovar. (Zilberman, 2008, p. 49.)

      Contemporaneamente, parece-nos que a escola não passou incólume por esse processo. No contexto brasileiro, até a década de 1970, a literatura era entendida como um meio de transmitir a norma culta e incutir valores morais. A partir dessa década, com a entrada da literatura no então 2º grau, é adotada uma abordagem cronológica e historiográfica, com foco em características de uma época, e a literatura também passa a ser utilizada para o ensino da língua.

       Dessa forma, não é exagero dizer que, em contextos escolares, tradicionalmente, a literatura tem funcionado como uma espécie de ferramenta ou apoio (Todorov, 2010), que auxilia no ensino da língua e difunde a história do país e do mundo. Além disso, observa-se uma abordagem calcada na historiografia literária, que busca estabelecer uma série de autores e escolas literárias, com suas características próprias e engessadas.

       Tudo isso nos leva à constatação de que as aulas hoje abordam diversas coisas, mas literatura não é uma delas. Por mais que essa maneira de ensinar pareça um porto seguro – e é frequentemente apregoada por algumas universidades e livros didáticos – acreditamos que se trata, na verdade, de uma armadilha, que pode afastar cada vez mais crianças e jovens de um direito fundamental: o direito à literatura (Candido, 2011).



(Texto – Esdras Soares e Lara Rocha. 07 de agosto de 2023.
Disponível em: <https://www.escrevendoofuturo.org.br/conteudo/revista-digital/artigo/104/a-literatura-os-jovens-e-a-escola-caminhos-para-aleitura-literaria-e-a-formacao-de-leitores. Fragmento.)
Reconhecendo-se o saber elocutivo como um dos planos da linguagem, estabelecendo-se sua aplicação e observação a partir do texto apresentado pode-se afirmar que: 
Alternativas
Q2494665 Português
A literatura como ferramenta, ontem e hoje


      Em seu texto “Literatura, escola e leitura”, Regina Zilberman (2008) propõe uma visita ao percurso histórico da interface entre literatura e educação. A autora retorna à Antiguidade e reflete sobre a Educação Moral e Social promovida pelas tragédias gregas e epopeias; à Idade Média, período no qual a literatura era entendida como parte da Gramática, Retórica e Lógica; e ao Renascimento, em que a literatura era utilizada para o ensino do Grego e do Latim.

        Entre os séculos XVII e XVIII, surge o modelo moderno de escola e a educação se torna obrigatória e responsabilidade dessa instituição. Nesse momento, a literatura segue com propensão educativa, mas de outra natureza, deixando de ter finalidade ética para privilegiar um caráter linguístico. Em um contexto de consolidação dos Estados Nacionais – isto é, a centralização do poder político e econômico –, o estudo da literatura nacional passa a compor as propostas pedagógicas da escola, como maneira de dar força à língua estabelecida como nacional e às ideologias dominantes.

       Desde então, o ensino da literatura move-se entre dois objetivos: ajuda a conhecer a norma linguística nacional, de que é simultaneamente a expressão mais credenciada; e, arranjada segundo um eixo cronológico, responde por uma história que coincide com a história da região de quem toma o nome e cuja existência acaba por comprovar. (Zilberman, 2008, p. 49.)

      Contemporaneamente, parece-nos que a escola não passou incólume por esse processo. No contexto brasileiro, até a década de 1970, a literatura era entendida como um meio de transmitir a norma culta e incutir valores morais. A partir dessa década, com a entrada da literatura no então 2º grau, é adotada uma abordagem cronológica e historiográfica, com foco em características de uma época, e a literatura também passa a ser utilizada para o ensino da língua.

       Dessa forma, não é exagero dizer que, em contextos escolares, tradicionalmente, a literatura tem funcionado como uma espécie de ferramenta ou apoio (Todorov, 2010), que auxilia no ensino da língua e difunde a história do país e do mundo. Além disso, observa-se uma abordagem calcada na historiografia literária, que busca estabelecer uma série de autores e escolas literárias, com suas características próprias e engessadas.

       Tudo isso nos leva à constatação de que as aulas hoje abordam diversas coisas, mas literatura não é uma delas. Por mais que essa maneira de ensinar pareça um porto seguro – e é frequentemente apregoada por algumas universidades e livros didáticos – acreditamos que se trata, na verdade, de uma armadilha, que pode afastar cada vez mais crianças e jovens de um direito fundamental: o direito à literatura (Candido, 2011).



(Texto – Esdras Soares e Lara Rocha. 07 de agosto de 2023.
Disponível em: <https://www.escrevendoofuturo.org.br/conteudo/revista-digital/artigo/104/a-literatura-os-jovens-e-a-escola-caminhos-para-aleitura-literaria-e-a-formacao-de-leitores. Fragmento.)
Mantendo-se a correção gramatical e o sentido original do texto, o período “Tudo isso nos leva à constatação de que as aulas hoje abordam diversas coisas, mas literatura não é uma delas.” (6º§) pode ser reescrito da seguinte forma: 
Alternativas
Q2494664 Português
A literatura como ferramenta, ontem e hoje


      Em seu texto “Literatura, escola e leitura”, Regina Zilberman (2008) propõe uma visita ao percurso histórico da interface entre literatura e educação. A autora retorna à Antiguidade e reflete sobre a Educação Moral e Social promovida pelas tragédias gregas e epopeias; à Idade Média, período no qual a literatura era entendida como parte da Gramática, Retórica e Lógica; e ao Renascimento, em que a literatura era utilizada para o ensino do Grego e do Latim.

        Entre os séculos XVII e XVIII, surge o modelo moderno de escola e a educação se torna obrigatória e responsabilidade dessa instituição. Nesse momento, a literatura segue com propensão educativa, mas de outra natureza, deixando de ter finalidade ética para privilegiar um caráter linguístico. Em um contexto de consolidação dos Estados Nacionais – isto é, a centralização do poder político e econômico –, o estudo da literatura nacional passa a compor as propostas pedagógicas da escola, como maneira de dar força à língua estabelecida como nacional e às ideologias dominantes.

       Desde então, o ensino da literatura move-se entre dois objetivos: ajuda a conhecer a norma linguística nacional, de que é simultaneamente a expressão mais credenciada; e, arranjada segundo um eixo cronológico, responde por uma história que coincide com a história da região de quem toma o nome e cuja existência acaba por comprovar. (Zilberman, 2008, p. 49.)

      Contemporaneamente, parece-nos que a escola não passou incólume por esse processo. No contexto brasileiro, até a década de 1970, a literatura era entendida como um meio de transmitir a norma culta e incutir valores morais. A partir dessa década, com a entrada da literatura no então 2º grau, é adotada uma abordagem cronológica e historiográfica, com foco em características de uma época, e a literatura também passa a ser utilizada para o ensino da língua.

       Dessa forma, não é exagero dizer que, em contextos escolares, tradicionalmente, a literatura tem funcionado como uma espécie de ferramenta ou apoio (Todorov, 2010), que auxilia no ensino da língua e difunde a história do país e do mundo. Além disso, observa-se uma abordagem calcada na historiografia literária, que busca estabelecer uma série de autores e escolas literárias, com suas características próprias e engessadas.

       Tudo isso nos leva à constatação de que as aulas hoje abordam diversas coisas, mas literatura não é uma delas. Por mais que essa maneira de ensinar pareça um porto seguro – e é frequentemente apregoada por algumas universidades e livros didáticos – acreditamos que se trata, na verdade, de uma armadilha, que pode afastar cada vez mais crianças e jovens de um direito fundamental: o direito à literatura (Candido, 2011).



(Texto – Esdras Soares e Lara Rocha. 07 de agosto de 2023.
Disponível em: <https://www.escrevendoofuturo.org.br/conteudo/revista-digital/artigo/104/a-literatura-os-jovens-e-a-escola-caminhos-para-aleitura-literaria-e-a-formacao-de-leitores. Fragmento.)
No terceiro parágrafo, a expressão destacada em “Desde então, o ensino da literatura move-se entre dois objetivos: ajuda a conhecer a norma linguística nacional, de que é simultaneamente a expressão mais credenciada; e, arranjada segundo um eixo cronológico, [...]”: 
Alternativas
Q2494663 Português
A literatura como ferramenta, ontem e hoje


      Em seu texto “Literatura, escola e leitura”, Regina Zilberman (2008) propõe uma visita ao percurso histórico da interface entre literatura e educação. A autora retorna à Antiguidade e reflete sobre a Educação Moral e Social promovida pelas tragédias gregas e epopeias; à Idade Média, período no qual a literatura era entendida como parte da Gramática, Retórica e Lógica; e ao Renascimento, em que a literatura era utilizada para o ensino do Grego e do Latim.

        Entre os séculos XVII e XVIII, surge o modelo moderno de escola e a educação se torna obrigatória e responsabilidade dessa instituição. Nesse momento, a literatura segue com propensão educativa, mas de outra natureza, deixando de ter finalidade ética para privilegiar um caráter linguístico. Em um contexto de consolidação dos Estados Nacionais – isto é, a centralização do poder político e econômico –, o estudo da literatura nacional passa a compor as propostas pedagógicas da escola, como maneira de dar força à língua estabelecida como nacional e às ideologias dominantes.

       Desde então, o ensino da literatura move-se entre dois objetivos: ajuda a conhecer a norma linguística nacional, de que é simultaneamente a expressão mais credenciada; e, arranjada segundo um eixo cronológico, responde por uma história que coincide com a história da região de quem toma o nome e cuja existência acaba por comprovar. (Zilberman, 2008, p. 49.)

      Contemporaneamente, parece-nos que a escola não passou incólume por esse processo. No contexto brasileiro, até a década de 1970, a literatura era entendida como um meio de transmitir a norma culta e incutir valores morais. A partir dessa década, com a entrada da literatura no então 2º grau, é adotada uma abordagem cronológica e historiográfica, com foco em características de uma época, e a literatura também passa a ser utilizada para o ensino da língua.

       Dessa forma, não é exagero dizer que, em contextos escolares, tradicionalmente, a literatura tem funcionado como uma espécie de ferramenta ou apoio (Todorov, 2010), que auxilia no ensino da língua e difunde a história do país e do mundo. Além disso, observa-se uma abordagem calcada na historiografia literária, que busca estabelecer uma série de autores e escolas literárias, com suas características próprias e engessadas.

       Tudo isso nos leva à constatação de que as aulas hoje abordam diversas coisas, mas literatura não é uma delas. Por mais que essa maneira de ensinar pareça um porto seguro – e é frequentemente apregoada por algumas universidades e livros didáticos – acreditamos que se trata, na verdade, de uma armadilha, que pode afastar cada vez mais crianças e jovens de um direito fundamental: o direito à literatura (Candido, 2011).



(Texto – Esdras Soares e Lara Rocha. 07 de agosto de 2023.
Disponível em: <https://www.escrevendoofuturo.org.br/conteudo/revista-digital/artigo/104/a-literatura-os-jovens-e-a-escola-caminhos-para-aleitura-literaria-e-a-formacao-de-leitores. Fragmento.)
“Nesse momento, a literatura segue com propensão educativa, mas de outra natureza, deixando de ter finalidade ética para privilegiar um caráter linguístico.” (2º§) Considerando a afirmativa anterior, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q2494662 Português
A literatura como ferramenta, ontem e hoje


      Em seu texto “Literatura, escola e leitura”, Regina Zilberman (2008) propõe uma visita ao percurso histórico da interface entre literatura e educação. A autora retorna à Antiguidade e reflete sobre a Educação Moral e Social promovida pelas tragédias gregas e epopeias; à Idade Média, período no qual a literatura era entendida como parte da Gramática, Retórica e Lógica; e ao Renascimento, em que a literatura era utilizada para o ensino do Grego e do Latim.

        Entre os séculos XVII e XVIII, surge o modelo moderno de escola e a educação se torna obrigatória e responsabilidade dessa instituição. Nesse momento, a literatura segue com propensão educativa, mas de outra natureza, deixando de ter finalidade ética para privilegiar um caráter linguístico. Em um contexto de consolidação dos Estados Nacionais – isto é, a centralização do poder político e econômico –, o estudo da literatura nacional passa a compor as propostas pedagógicas da escola, como maneira de dar força à língua estabelecida como nacional e às ideologias dominantes.

       Desde então, o ensino da literatura move-se entre dois objetivos: ajuda a conhecer a norma linguística nacional, de que é simultaneamente a expressão mais credenciada; e, arranjada segundo um eixo cronológico, responde por uma história que coincide com a história da região de quem toma o nome e cuja existência acaba por comprovar. (Zilberman, 2008, p. 49.)

      Contemporaneamente, parece-nos que a escola não passou incólume por esse processo. No contexto brasileiro, até a década de 1970, a literatura era entendida como um meio de transmitir a norma culta e incutir valores morais. A partir dessa década, com a entrada da literatura no então 2º grau, é adotada uma abordagem cronológica e historiográfica, com foco em características de uma época, e a literatura também passa a ser utilizada para o ensino da língua.

       Dessa forma, não é exagero dizer que, em contextos escolares, tradicionalmente, a literatura tem funcionado como uma espécie de ferramenta ou apoio (Todorov, 2010), que auxilia no ensino da língua e difunde a história do país e do mundo. Além disso, observa-se uma abordagem calcada na historiografia literária, que busca estabelecer uma série de autores e escolas literárias, com suas características próprias e engessadas.

       Tudo isso nos leva à constatação de que as aulas hoje abordam diversas coisas, mas literatura não é uma delas. Por mais que essa maneira de ensinar pareça um porto seguro – e é frequentemente apregoada por algumas universidades e livros didáticos – acreditamos que se trata, na verdade, de uma armadilha, que pode afastar cada vez mais crianças e jovens de um direito fundamental: o direito à literatura (Candido, 2011).



(Texto – Esdras Soares e Lara Rocha. 07 de agosto de 2023.
Disponível em: <https://www.escrevendoofuturo.org.br/conteudo/revista-digital/artigo/104/a-literatura-os-jovens-e-a-escola-caminhos-para-aleitura-literaria-e-a-formacao-de-leitores. Fragmento.)
De acordo com a observação da estrutura das palavras, objeto de estudo da Morfologia, é possível identificar alguns elementos mórficos ou morfemas. A raiz dos termos indicados e empregados no texto pode ser identificada como equivalente em: 
I. Educação. II. Educativa. III. Escola. IV. Estudo.
Completam corretamente o enunciado o que se afirma em
Alternativas
Q2494661 Português
A literatura como ferramenta, ontem e hoje


      Em seu texto “Literatura, escola e leitura”, Regina Zilberman (2008) propõe uma visita ao percurso histórico da interface entre literatura e educação. A autora retorna à Antiguidade e reflete sobre a Educação Moral e Social promovida pelas tragédias gregas e epopeias; à Idade Média, período no qual a literatura era entendida como parte da Gramática, Retórica e Lógica; e ao Renascimento, em que a literatura era utilizada para o ensino do Grego e do Latim.

        Entre os séculos XVII e XVIII, surge o modelo moderno de escola e a educação se torna obrigatória e responsabilidade dessa instituição. Nesse momento, a literatura segue com propensão educativa, mas de outra natureza, deixando de ter finalidade ética para privilegiar um caráter linguístico. Em um contexto de consolidação dos Estados Nacionais – isto é, a centralização do poder político e econômico –, o estudo da literatura nacional passa a compor as propostas pedagógicas da escola, como maneira de dar força à língua estabelecida como nacional e às ideologias dominantes.

       Desde então, o ensino da literatura move-se entre dois objetivos: ajuda a conhecer a norma linguística nacional, de que é simultaneamente a expressão mais credenciada; e, arranjada segundo um eixo cronológico, responde por uma história que coincide com a história da região de quem toma o nome e cuja existência acaba por comprovar. (Zilberman, 2008, p. 49.)

      Contemporaneamente, parece-nos que a escola não passou incólume por esse processo. No contexto brasileiro, até a década de 1970, a literatura era entendida como um meio de transmitir a norma culta e incutir valores morais. A partir dessa década, com a entrada da literatura no então 2º grau, é adotada uma abordagem cronológica e historiográfica, com foco em características de uma época, e a literatura também passa a ser utilizada para o ensino da língua.

       Dessa forma, não é exagero dizer que, em contextos escolares, tradicionalmente, a literatura tem funcionado como uma espécie de ferramenta ou apoio (Todorov, 2010), que auxilia no ensino da língua e difunde a história do país e do mundo. Além disso, observa-se uma abordagem calcada na historiografia literária, que busca estabelecer uma série de autores e escolas literárias, com suas características próprias e engessadas.

       Tudo isso nos leva à constatação de que as aulas hoje abordam diversas coisas, mas literatura não é uma delas. Por mais que essa maneira de ensinar pareça um porto seguro – e é frequentemente apregoada por algumas universidades e livros didáticos – acreditamos que se trata, na verdade, de uma armadilha, que pode afastar cada vez mais crianças e jovens de um direito fundamental: o direito à literatura (Candido, 2011).



(Texto – Esdras Soares e Lara Rocha. 07 de agosto de 2023.
Disponível em: <https://www.escrevendoofuturo.org.br/conteudo/revista-digital/artigo/104/a-literatura-os-jovens-e-a-escola-caminhos-para-aleitura-literaria-e-a-formacao-de-leitores. Fragmento.)
Em “A autora retorna à Antiguidade e reflete sobre a Educação Moral e Social promovida pelas tragédias gregas e epopeias; à Idade Média, período no qual a literatura era entendida como parte da Gramática, Retórica e Lógica; e ao Renascimento, em que a literatura era utilizada para o ensino do Grego e do Latim.”(1º§), em relação às duas ocorrências de crase pode-se afirmar que:
Alternativas
Q2494620 Inglês

Taking the meme’s verbal and nonverbal clues into account, it is possible to assert that:



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Alternativas
Q2494619 Inglês
A teacher presented students two groups of words with the didactic aim of introducing questions to guide students’ observations and insights. Choose the item displaying the criterion that justifies the teacher’s word choice in both groups.

GROUP 1
taller-smaller-higher-fancier-wider-harder-closer-fatter

GROUP 2
lawyer-teacher-runner-engineer-driver-waiter-swimmer
Alternativas
Q2494618 Inglês
One of the most demanding duties of teachers is to prepare creative materials so that their learners’ interest is kept. Having observed nonverbal language use in the image, mark the assertion picturing what it is meant to convey.

Imagem associada para resolução da questão
Alternativas
Q2494617 Inglês
Texts types, also known as genres, refer to categories with different purposes. Read the text thoroughly to mark the option which describes the communicative purpose desired.


Could Climate Change Cause More Lakes to Turn Bright Pink?


        Ponds with bubblegum-pink water may sound like something straight out of a dream or a fairytale, but some experts say climate change might actually lead to pinker waters across the world. In Hawaii, U.S. Fish and Wildlife Service staff at Keālia Pond National Wildlife Refuge have been monitoring unusually pink water in the park since October 30. Initially, it was feared the color was a sign of a toxic algal bloom, such as the type that produces red tides, but preliminary analysis suggested the culprits were single-celled, salt-loving halobacteria. These bacteria are responsible for turning other bodies of water pink, including the Great Salt Lake’s North Arm in Utah. This area of the lake was separated from the South Arm in the 1950s with the construction of a railroad causeway, this cut off the North Arm from any influx of freshwater, raising its salinity to an average of 26 to 30 percent – double that of the South Arm – and making it an attractive environment for pinkish-orange algae (Dunaliella salina) and violet-pinkish bacteria (Halobacterium and Halococcus).
           Other naturally occurring pink lakes are spread out across the world. Lake Retba in Senegal, Salinas de Torrevieja in Spain and several lakes in the south of Western Australia have all taken on a rosy hue from their resident bacteria. While the lakes may look striking, any increase in Barbie Dreamhouse-colored waters may be a sign of warming temperatures and drier conditions driven by climate change.
       Keālia Pond’s unusual pink water certainly seems connected to drought. As of December 19, much of Maui is under abnormally dry to severe drought conditions. Normally, the Waikapu Stream flows into the pond, raising water levels and reducing salinity. But that hasn’t happened for a long time, so the salinity of the Keālia Pond outlet is currently greater than 70 parts per thousand – twice that of seawater.


(Available in: https://www.smithsonianmag.com.)
Alternativas
Q2494616 Inglês
Read the decription and find out the method it refers to.

         It started being developed by James Asher in the 60s. It’s a method built around the coordination of speech and action where teachers give commands in the target language and students respond with movement. Defenders of the method believed that students learn a second language in the same way that infants learn their native tongue. They claimed that a lot of the linguistic input young children hear is in the form of a command, which activates the right side of the brain, thus allowing them to be able to internalize language immediately.
       On the first day of a Beginner Level English language class, for example, the teacher might initially ask students to stand up, sit down, jump, walk, turn and stop. Then later, commands might include more information, such as touch your head, write the number 3, point to the window and walk to the door.
       As students become more advanced, the teacher will introduce new linguistic elements such as prepositions (walk between John and Mary), adjectives (pick up the red pen) and adverbs (stand behind your chair), and will develop sets of commands with more and more detailed and complicated information.

(Available in: https://www.teachingenglish.org.uk. Adapted.)
Alternativas
Q2494615 Inglês
A teacher supplied students with a list of verbs in their infinitive forms, and asked them to look for the past forms of the indicated verbs (which are regular and irregular ones). He/She oriented learners to observe strutural and spelling similarities and divergencies while accomplishing the task. In order to complete the assignment students would use a cellphone app indicated by the teacher, and also work in pairs. The ability which the activity described specifically seeks to improve is: 
Alternativas
Q2494614 Inglês
Read the text carefully, go through the assertions related to it and choose the correct option.

        Task-based Teaching (TBT) – and Task-based Learning (TBL) – is the approach that TESOL Advantage advocates as best practice when it comes to English language teaching. While TBT’s basic principles are derived from CLT (Communicative Language Teaching), there are some important differences. Critics of CLT have raised the following concerns:

           1.Teachers can struggle with the non-specific requirements of CLT.
       2.Teachers are often worried about giving up too much control during a CLT exercise.
       3.Many learners have low intrinsic motivation to communicate in a foreign language and so struggle with CLT student-centric exercises.
     4.Because CLT is a meaning-focused approach, learners may struggle with grammar issues.
      TBT addresses all of these concerns. It gives teachers a specific requirement to focus on – getting the students to complete a task. Teachers worried about their classes becoming chaotic because of a lack of structure in the lesson now have clear steps that create guidelines and boundaries – a pre-task, task and post-task. Students become more empowered and motivated when they complete tasks because they ‘own’ the language and control the task response. While TBT definitely has a greater focus on meaning than form, teachers can add an optional language focus at the end of a task to cover any grammatical issues that the task highlighted. 


(Available in: https://tesoladvantage.com/methods-and-approaches-of-english-language-teaching.)

I. CLT critics aim at the CLT being a method that is meaning-focused. II. TBT enables introduction of grammar as well as linguistic itens through assignments. III. TBT is a method which refines the CLT method.

There is accuracy in what is stated in 

Alternativas
Q2494613 Inglês
Having as reference the examination of the sentences, state the item which highlights the inconsistencies. 

a. I look forward to seeing the new cabin. b. Could you give me an information? c. The police are investigating the crimes as serial killer action. d. The amount of unemployed is growing up. e. She does have a very good command of spoken German. f. On no account should you be sarcastic to the elders. g. At the end of the vacation, everyone were wishing to get back home. h. All along the centuries, there have been wars. i. There were over 100,000 people at the concert. j. His village is just across the border, by a very lovely stream. k. It seldom rained in the summer, did it? l. Open the window, would you?
Alternativas
Q2494612 Inglês

Read the text to choose the item containing data that does NOT suit poem analysis.



          Dulzura


by Sandra Cisneros.


Make love to me in Spanish.

Not with that other tongue.

I want you juntito a mi,

tender like the language

crooned to babies.

I want to be that

lullabied, mi bien

querido, that loved.

I want you inside

the mouth of my heart,

inside the harp of my wrists,

the sweet meat of the mango,

in the gold that dangles

from my ears and neck.

Say my name. Say it.

The way it’s supposed to be said.

I want to know that I knew you

even before I knew you.



(Available in: https://www.best-poems.net/sandra-cisneros/dulzura.html.)

Alternativas
Respostas
681: D
682: B
683: B
684: A
685: B
686: A
687: C
688: A
689: D
690: B
691: A
692: C
693: C
694: D
695: B
696: D
697: A
698: A
699: D
700: A