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Q78693 Português
                         Pensando nas histórias populares

           Se examinarmos as fábulas populares, verificaremos que  elas representam dois tipos de transformação social, sempre  com final feliz. Num primeiro tipo, existe um príncipe que, por alguma
circunstância, se vê reduzido a guardador de porcos ou  alguma outra condição miserável, para depois reconquistar sua condição real. Num segundo caso, existe um jovem pastor que não possuiu nada desde o nascimento e que, por virtude própria  ou graça do destino, consegue se casar com a princesa e  tornar-se rei.
           Os mesmos esquemas valem para as protagonistas femininas: a donzela nobre é vítima de uma madrasta (Branca  de Neve) ou de irmãs invejosas (Cinderela), até que um príncipe se apaixone por ela e a conduza ao vértice da escala social. Ou  então uma camponesa pobre supera todas as desvantagens da origem e realiza núpcias principescas.
          Poderíamos pensar que as fábulas do segundo tipo são  as que exprimem mais diretamente o desejo popular de uma  reviravolta dos papéis sociais e dos destinos individuais, ao passo  que as do primeiro tipo deixam aparecer tal desejo de forma  mais atenuada, como restauração de uma hipotética ordem  precedente. Mas, pensando bem, os destinos extraordinários do  pastorzinho ou da camponesa representam apenas uma ilusão  miraculosa e consoladora, ao passo que os infortúnios do príncipe
ou da jovem nobre associam a imagem da pobreza com a  ideia de um direito subtraído, de uma justiça a ser reivindicada, isto é, estabelecem no plano da fantasia um ponto que  será fundamental para toda tomada de consciência da época  moderna, da Revolução Francesa em diante.
          No inconsciente coletivo, o príncipe disfarçado de pobre é a prova de que cada pobre é, na realidade, um príncipe que sofreu uma usurpação de poder e por isso deve reconquistar  seu reino.   Quando cavaleiros caídos em desgraça triunfarem sobre seus inimigos, hão de restaurar uma sociedade mais justa, na qual será reconhecida sua verdadeira identidade.

                                                                           (Adaptado de Ítalo Calvino, Por que ler os clássicos)

Está adequada a correlação entre tempos e modos verbais na frase:
Alternativas
Q78692 Português
                         Pensando nas histórias populares

           Se examinarmos as fábulas populares, verificaremos que  elas representam dois tipos de transformação social, sempre  com final feliz. Num primeiro tipo, existe um príncipe que, por alguma
circunstância, se vê reduzido a guardador de porcos ou  alguma outra condição miserável, para depois reconquistar sua condição real. Num segundo caso, existe um jovem pastor que não possuiu nada desde o nascimento e que, por virtude própria  ou graça do destino, consegue se casar com a princesa e  tornar-se rei.
           Os mesmos esquemas valem para as protagonistas femininas: a donzela nobre é vítima de uma madrasta (Branca  de Neve) ou de irmãs invejosas (Cinderela), até que um príncipe se apaixone por ela e a conduza ao vértice da escala social. Ou  então uma camponesa pobre supera todas as desvantagens da origem e realiza núpcias principescas.
          Poderíamos pensar que as fábulas do segundo tipo são  as que exprimem mais diretamente o desejo popular de uma  reviravolta dos papéis sociais e dos destinos individuais, ao passo  que as do primeiro tipo deixam aparecer tal desejo de forma  mais atenuada, como restauração de uma hipotética ordem  precedente. Mas, pensando bem, os destinos extraordinários do  pastorzinho ou da camponesa representam apenas uma ilusão  miraculosa e consoladora, ao passo que os infortúnios do príncipe
ou da jovem nobre associam a imagem da pobreza com a  ideia de um direito subtraído, de uma justiça a ser reivindicada, isto é, estabelecem no plano da fantasia um ponto que  será fundamental para toda tomada de consciência da época  moderna, da Revolução Francesa em diante.
          No inconsciente coletivo, o príncipe disfarçado de pobre é a prova de que cada pobre é, na realidade, um príncipe que sofreu uma usurpação de poder e por isso deve reconquistar  seu reino.   Quando cavaleiros caídos em desgraça triunfarem sobre seus inimigos, hão de restaurar uma sociedade mais justa, na qual será reconhecida sua verdadeira identidade.

                                                                           (Adaptado de Ítalo Calvino, Por que ler os clássicos)

A forma verbal da voz passiva correspondente exatamente à construção:
Alternativas
Q78690 Português
                         Pensando nas histórias populares

           Se examinarmos as fábulas populares, verificaremos que  elas representam dois tipos de transformação social, sempre  com final feliz. Num primeiro tipo, existe um príncipe que, por alguma
circunstância, se vê reduzido a guardador de porcos ou  alguma outra condição miserável, para depois reconquistar sua condição real. Num segundo caso, existe um jovem pastor que não possuiu nada desde o nascimento e que, por virtude própria  ou graça do destino, consegue se casar com a princesa e  tornar-se rei.
           Os mesmos esquemas valem para as protagonistas femininas: a donzela nobre é vítima de uma madrasta (Branca  de Neve) ou de irmãs invejosas (Cinderela), até que um príncipe se apaixone por ela e a conduza ao vértice da escala social. Ou  então uma camponesa pobre supera todas as desvantagens da origem e realiza núpcias principescas.
          Poderíamos pensar que as fábulas do segundo tipo são  as que exprimem mais diretamente o desejo popular de uma  reviravolta dos papéis sociais e dos destinos individuais, ao passo  que as do primeiro tipo deixam aparecer tal desejo de forma  mais atenuada, como restauração de uma hipotética ordem  precedente. Mas, pensando bem, os destinos extraordinários do  pastorzinho ou da camponesa representam apenas uma ilusão  miraculosa e consoladora, ao passo que os infortúnios do príncipe
ou da jovem nobre associam a imagem da pobreza com a  ideia de um direito subtraído, de uma justiça a ser reivindicada, isto é, estabelecem no plano da fantasia um ponto que  será fundamental para toda tomada de consciência da época  moderna, da Revolução Francesa em diante.
          No inconsciente coletivo, o príncipe disfarçado de pobre é a prova de que cada pobre é, na realidade, um príncipe que sofreu uma usurpação de poder e por isso deve reconquistar  seu reino.   Quando cavaleiros caídos em desgraça triunfarem sobre seus inimigos, hão de restaurar uma sociedade mais justa, na qual será reconhecida sua verdadeira identidade.

                                                                           (Adaptado de Ítalo Calvino, Por que ler os clássicos)

Para cumprimento das normas de concordância verbal, será necessário CORRIGIR a frase:
Alternativas
Q78689 Português
                         Pensando nas histórias populares

           Se examinarmos as fábulas populares, verificaremos que  elas representam dois tipos de transformação social, sempre  com final feliz. Num primeiro tipo, existe um príncipe que, por alguma
circunstância, se vê reduzido a guardador de porcos ou  alguma outra condição miserável, para depois reconquistar sua condição real. Num segundo caso, existe um jovem pastor que não possuiu nada desde o nascimento e que, por virtude própria  ou graça do destino, consegue se casar com a princesa e  tornar-se rei.
           Os mesmos esquemas valem para as protagonistas femininas: a donzela nobre é vítima de uma madrasta (Branca  de Neve) ou de irmãs invejosas (Cinderela), até que um príncipe se apaixone por ela e a conduza ao vértice da escala social. Ou  então uma camponesa pobre supera todas as desvantagens da origem e realiza núpcias principescas.
          Poderíamos pensar que as fábulas do segundo tipo são  as que exprimem mais diretamente o desejo popular de uma  reviravolta dos papéis sociais e dos destinos individuais, ao passo  que as do primeiro tipo deixam aparecer tal desejo de forma  mais atenuada, como restauração de uma hipotética ordem  precedente. Mas, pensando bem, os destinos extraordinários do  pastorzinho ou da camponesa representam apenas uma ilusão  miraculosa e consoladora, ao passo que os infortúnios do príncipe
ou da jovem nobre associam a imagem da pobreza com a  ideia de um direito subtraído, de uma justiça a ser reivindicada, isto é, estabelecem no plano da fantasia um ponto que  será fundamental para toda tomada de consciência da época  moderna, da Revolução Francesa em diante.
          No inconsciente coletivo, o príncipe disfarçado de pobre é a prova de que cada pobre é, na realidade, um príncipe que sofreu uma usurpação de poder e por isso deve reconquistar  seu reino.   Quando cavaleiros caídos em desgraça triunfarem sobre seus inimigos, hão de restaurar uma sociedade mais justa, na qual será reconhecida sua verdadeira identidade.

                                                                           (Adaptado de Ítalo Calvino, Por que ler os clássicos)

Está clara e correta a redação deste livre comentário sobre o texto:
Alternativas
Q78688 Português
                         Pensando nas histórias populares

           Se examinarmos as fábulas populares, verificaremos que  elas representam dois tipos de transformação social, sempre  com final feliz. Num primeiro tipo, existe um príncipe que, por alguma
circunstância, se vê reduzido a guardador de porcos ou  alguma outra condição miserável, para depois reconquistar sua condição real. Num segundo caso, existe um jovem pastor que não possuiu nada desde o nascimento e que, por virtude própria  ou graça do destino, consegue se casar com a princesa e  tornar-se rei.
           Os mesmos esquemas valem para as protagonistas femininas: a donzela nobre é vítima de uma madrasta (Branca  de Neve) ou de irmãs invejosas (Cinderela), até que um príncipe se apaixone por ela e a conduza ao vértice da escala social. Ou  então uma camponesa pobre supera todas as desvantagens da origem e realiza núpcias principescas.
          Poderíamos pensar que as fábulas do segundo tipo são  as que exprimem mais diretamente o desejo popular de uma  reviravolta dos papéis sociais e dos destinos individuais, ao passo  que as do primeiro tipo deixam aparecer tal desejo de forma  mais atenuada, como restauração de uma hipotética ordem  precedente. Mas, pensando bem, os destinos extraordinários do  pastorzinho ou da camponesa representam apenas uma ilusão  miraculosa e consoladora, ao passo que os infortúnios do príncipe
ou da jovem nobre associam a imagem da pobreza com a  ideia de um direito subtraído, de uma justiça a ser reivindicada, isto é, estabelecem no plano da fantasia um ponto que  será fundamental para toda tomada de consciência da época  moderna, da Revolução Francesa em diante.
          No inconsciente coletivo, o príncipe disfarçado de pobre é a prova de que cada pobre é, na realidade, um príncipe que sofreu uma usurpação de poder e por isso deve reconquistar  seu reino.   Quando cavaleiros caídos em desgraça triunfarem sobre seus inimigos, hão de restaurar uma sociedade mais justa, na qual será reconhecida sua verdadeira identidade.

                                                                           (Adaptado de Ítalo Calvino, Por que ler os clássicos)

Atente para as seguintes afirmações:

I. Depreende-se do texto que as fábulas populares são expressões diretas de desejos verdadeiros e claramente manifestos.

II. A ideia de um direito subtraído alimenta em cada pessoa pobre a expectativa de que se restaure uma condição anterior mais justa.

III. A expressão inconsciente coletivo é utilizada no texto para exprimir a inconsciência e a inconsequência da imaginação popular.

Em relação ao texto, está correto o que se afirma em
Alternativas
Q78687 Português
                         Pensando nas histórias populares

           Se examinarmos as fábulas populares, verificaremos que  elas representam dois tipos de transformação social, sempre  com final feliz. Num primeiro tipo, existe um príncipe que, por alguma
circunstância, se vê reduzido a guardador de porcos ou  alguma outra condição miserável, para depois reconquistar sua condição real. Num segundo caso, existe um jovem pastor que não possuiu nada desde o nascimento e que, por virtude própria  ou graça do destino, consegue se casar com a princesa e  tornar-se rei.
           Os mesmos esquemas valem para as protagonistas femininas: a donzela nobre é vítima de uma madrasta (Branca  de Neve) ou de irmãs invejosas (Cinderela), até que um príncipe se apaixone por ela e a conduza ao vértice da escala social. Ou  então uma camponesa pobre supera todas as desvantagens da origem e realiza núpcias principescas.
          Poderíamos pensar que as fábulas do segundo tipo são  as que exprimem mais diretamente o desejo popular de uma  reviravolta dos papéis sociais e dos destinos individuais, ao passo  que as do primeiro tipo deixam aparecer tal desejo de forma  mais atenuada, como restauração de uma hipotética ordem  precedente. Mas, pensando bem, os destinos extraordinários do  pastorzinho ou da camponesa representam apenas uma ilusão  miraculosa e consoladora, ao passo que os infortúnios do príncipe
ou da jovem nobre associam a imagem da pobreza com a  ideia de um direito subtraído, de uma justiça a ser reivindicada, isto é, estabelecem no plano da fantasia um ponto que  será fundamental para toda tomada de consciência da época  moderna, da Revolução Francesa em diante.
          No inconsciente coletivo, o príncipe disfarçado de pobre é a prova de que cada pobre é, na realidade, um príncipe que sofreu uma usurpação de poder e por isso deve reconquistar  seu reino.   Quando cavaleiros caídos em desgraça triunfarem sobre seus inimigos, hão de restaurar uma sociedade mais justa, na qual será reconhecida sua verdadeira identidade.

                                                                           (Adaptado de Ítalo Calvino, Por que ler os clássicos)

Considerando-se o contexto, traduz-se adequadamente o sentido de um segmento em:
Alternativas
Q78686 Português
                         Pensando nas histórias populares

           Se examinarmos as fábulas populares, verificaremos que  elas representam dois tipos de transformação social, sempre  com final feliz. Num primeiro tipo, existe um príncipe que, por alguma
circunstância, se vê reduzido a guardador de porcos ou  alguma outra condição miserável, para depois reconquistar sua condição real. Num segundo caso, existe um jovem pastor que não possuiu nada desde o nascimento e que, por virtude própria  ou graça do destino, consegue se casar com a princesa e  tornar-se rei.
           Os mesmos esquemas valem para as protagonistas femininas: a donzela nobre é vítima de uma madrasta (Branca  de Neve) ou de irmãs invejosas (Cinderela), até que um príncipe se apaixone por ela e a conduza ao vértice da escala social. Ou  então uma camponesa pobre supera todas as desvantagens da origem e realiza núpcias principescas.
          Poderíamos pensar que as fábulas do segundo tipo são  as que exprimem mais diretamente o desejo popular de uma  reviravolta dos papéis sociais e dos destinos individuais, ao passo  que as do primeiro tipo deixam aparecer tal desejo de forma  mais atenuada, como restauração de uma hipotética ordem  precedente. Mas, pensando bem, os destinos extraordinários do  pastorzinho ou da camponesa representam apenas uma ilusão  miraculosa e consoladora, ao passo que os infortúnios do príncipe
ou da jovem nobre associam a imagem da pobreza com a  ideia de um direito subtraído, de uma justiça a ser reivindicada, isto é, estabelecem no plano da fantasia um ponto que  será fundamental para toda tomada de consciência da época  moderna, da Revolução Francesa em diante.
          No inconsciente coletivo, o príncipe disfarçado de pobre é a prova de que cada pobre é, na realidade, um príncipe que sofreu uma usurpação de poder e por isso deve reconquistar  seu reino.   Quando cavaleiros caídos em desgraça triunfarem sobre seus inimigos, hão de restaurar uma sociedade mais justa, na qual será reconhecida sua verdadeira identidade.

                                                                           (Adaptado de Ítalo Calvino, Por que ler os clássicos)

No terceiro parágrafo, afirma-se que as fábulas que melhor exprimem a aspiração popular são aquelas em que
Alternativas
Ano: 2009 Banca: FCC Órgão: TCE-SP
Q1234145 Raciocínio Lógico
Desenvolvendo  (√27 + √3 + √2)² obtém-se um número da forma x + y √z , em que x, y e z são racionais. Nessas condições a soma x + y + z é um número
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Ano: 2009 Banca: FCC Órgão: TCE-SP
Q1229147 Redes de Computadores
Um endereço IP localizado entre 240.0.0.0 e 247.255.255.255 é da classe
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Ano: 2009 Banca: FCC Órgão: TCE-SP
Q1222198 Governança de TI
Uma das diferenças na denominação dos Capability and Maturity Levels do CMMI ocorre entre as representações contínua e por estágio, respectivamente, no nível
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Ano: 2009 Banca: FCC Órgão: TCE-SP
Q1221342 Noções de Informática
Google Does, Google Calendar, Zoho, Adobe BuzzWord e Office Live podem ser classificados como ferramentas de automação de escritório que são encontradas na Web 2.0. Dessas, a que oferece um maior número de ferramentas colaborativas, tais como, gerenciador de projetos, processador de texto, e-mail, agenda, planilha, sites e wikis é
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Q1221307 Noções de Informática
É uma ferramenta do Microsoft Office para diagramação dedicada, com ferramentas de desenho sofisticadas e modelos que podem ajudar a criar facilmente diagramas e realizar diversas tarefas, tais como integrar diagramas de dados conectados com outros arquivos do Microsoft Office system e conectar os diagramas a dados de fontes de dados externas. Trata-se do Microsoft Office
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Q1221244 Noções de Informática
O OpenOffice.org é uma suite de produtividade de escritório que, além de manter a compatibilidade com o Office, implementando as mesmas funcionalidades, também inova em alguns aspectos, sendo uma delas um programa que não tem equivalente direto no Office, denominado
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Q1221206 Noções de Informática
Embora existentes no Word 2003, alguns itens da barra de ferramentas foram removidos do Word 2007, tais como
Alternativas
Ano: 2009 Banca: FCC Órgão: TCE-SP
Q1212090 Inglês

Information Systems

    As Information Systems (IS) development becomes more a function of purchasing packages or assembling components, with less emphasis on programming, student enrollment in IS courses at universities continues to decline.

    Sometimes it looks like the IT revolution has moved on and left many IS researchers [ADVERB].

    For example, according to Nokia, the next generation of computers will be in your pocket. About 1.3 billion mobile phones are sold each year, compared to only 300 million personal computers. An increasing number of these phones come with full-blown operating systems that let users access, organize, and use much more information than older handhelds. The mobile software market may soon exceed the current software market for computers, and a wide variety of information systems will rise on top of all the new software. However, only a relatively small percentage of IS research focuses on the mobile revolution.

    Actually, many IS programs in business colleges seem impervious to the wake-up call that information schools provide. Rather, they continue to offer curricula that reflect the past rather than look toward the future. Little wonder that students, whose degrees are based on a very limited number of traditional courses in one area of study, often fail to meet their employers’ expectations. With little integration across disciplines to prepare students for the complex problems they will face, organizations find it necessary to further educate those whom they hire or go abroad to seek appropriate employees with a wider range of skills and knowledge.

(Adapted from http://www.computer.org/cms/Computer.org/ComputingNow/homepage/2009/1009/rW_CO_ISInnovation.pdf)


De acordo com o texto

Alternativas
Ano: 2009 Banca: FCC Órgão: TCE-SP
Q1204824 Noções de Informática
No que se refere a software antivírus, considere:    I. ajuda a proteger seu computador contra a maioria dos vírus, worms, cavalos de Tróia e outros invasores indesejados que podem tomar ações mal-intencionadas, tais como, excluir arquivos, acessar dados pessoais ou usar o computador para atacar outros.    II. ajuda a manter o computador seguro, desde que seja atualizado periodicamente e de preferência no modo offline e com monitoração do usuário.    III. Se já existir um software antivírus instalado no computador e um outro antivírus for instalado, não acarretará conflitos e o sistema estará duplamente protegido, pois o que um não detectar o outro poderá fazê-lo.   IV. A verificação "durante o acesso" ou em "tempo real" deve estar habilitada e também monitorada pelo ícone existente na área de notificação da barra  de tarefas com a exibição de status habilitado/desabilitado.
É correto o que consta APENAS em
Alternativas
Ano: 2009 Banca: FCC Órgão: TCE-SP
Q1200814 Noções de Informática

Instruções: Para responder a questão, considere o texto abaixo.


Is Windows 7 Worth It?

Harry McCracken, PC World

Monday, October 19, 2009 10:00 AM PDT


    Reading about a new operating system can tell you only so much about it: After all, Windows Vista had far more features than XP, [CONJUNCTION] fell far short of it in the eyes of many users. To judge an OS accurately, you have to live with it. Over the past ten months, I've spent a substantial percentage of my computing life in Windows 7, starting with a preliminary version and culminating in recent weeks with the final Release to Manufacturing edition. I've run it on systems ranging from an underpowered Asus EeePC 1000HE netbook to a potent HP TouchSmart all-in-one. And I've used it to do real work, not lab routines. Usually, I've run the OS in multiboot configurations with Windows Vista and/or XP, so I've had a choice each time I turned the computer on: [MODAL] I opt for Windows 7 or an older version of the OS? The call has been easy to make, because Win 7 is so pleasant to use. 

     So why wouldn't you want to run this operating system? Concern over its performance is one logical reason, especially since early versions of Windows Vista managed to turn PCs that ran XP with ease into lethargic underperformers. The PC World Test Center's speed benchmarks on five test PCs showed Windows 7 to be faster than Vista, but only by a little; I've found it to be reasonably quick on every computer I've used it on – even the Asus netbook, once I upgraded it to 2GB of RAM. (Our lab tried Win 7 on a Lenovo S10 netbook with 1GB of RAM and found it to be a shade slower than XP; for details see "Windows 7 Performance Tests.").

     Here's a rule of thumb that errs on the side of caution: If your PC's specs qualify it to run Vista, get Windows 7; if they don't, avoid it. Microsoft's official hardware configuration requirements for Windows 7 are nearly identical to those it recommends for Windows Vista: a 1-GHz CPU, 1GB of RAM, 16GB of free disk space, and a DirectX 9-compatible graphics device with a WDDM 1.0 or higher driver. That's for the 32-bit version of Windows 7; the 64-bit version of the OS requires a 64-bit CPU, 2GB of RAM, and 20GB of disk space.

     Fear of incompatible hardware and software is another understandable reason to be wary of Windows 7. One unfortunate law of operating-system upgrades – which applies equally to Macs and to Windows PCs – is that they will break some systems and applications, especially at first.

     Under the hood, Windows 7 isn't radically different from Vista. That's a plus, since it should greatly reduce the volume of difficulties relating to drivers and apps compared to Vista's bumpy rollout. I have performed a half-dozen Windows 7 upgrades, and most of them went off without a hitch. The gnarliest problem arose when I had to track down a graphics driver for Dell's XPS M1330 laptop on my own - Windows 7 installed a generic VGA driver that couldn't run the Aero user interface, and as a result failed to support new Windows 7 features such as thumbnail views in the Taskbar.

    The best way to reduce your odds of running into a showstopping problem with Windows 7 is to bide your time. When the new operating system arrives on October 22, sit back and let the earliest adopters discover the worst snafus. Within a few weeks, Microsoft and other software and hardware companies will have fixed most of them, and your chances of a happy migration to Win 7 will be much higher. If you want to be really conservative, hold off on moving to Win 7 until you're ready to buy a PC that's designed to run it well.

    Waiting a bit before making the leap makes sense; waiting forever does not. Microsoft took far too long to come up with a satisfactory replacement for Windows XP. But whether you choose to install Windows 7 on your current systems or get it on the next new PC you buy, you'll find that it's the unassuming, thoroughly practical upgrade you've been waiting for − flaws and all.


(Adapted from http://www.pcworld.com/article/172602/windows_7_review.html)


Segundo o texto, o Windows Vista

Alternativas
Ano: 2009 Banca: FCC Órgão: TCE-SP
Q1194537 Redes de Computadores
Um recurso muito útil para evitar que os usuários de computador burlem o proxy, removendo as configurações do browser, obrigando-os a passar pelo proxy, mesmo que as máquinas não estejam  configuradas para tal. Trata-se do uso de um proxy
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Ano: 2009 Banca: FCC Órgão: TCE-SP
Q1190883 Redes de Computadores
Pela ordem, da mais baixa (1a) até a mais alta (4a), as camadas do modelo de referência TCP/IP são
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Ano: 2009 Banca: FCC Órgão: TCE-SP
Q1186778 Inglês
 HP TouchSmart 300: 20-Inch Multitouch All-in-One Has an HDTV Tuner   Nate Ralph   PC World - Dec 24, 2009 5:10 pm   HP is no stranger to the all-in-one market, having churned out a number of multitouch-capable machines under the TouchSmart line. But at $930 (as of 12/23/2009), the HP TouchSmart 300 occupies a somewhat peculiar niche.   At 20 inches, it's a bit small to serve as your primary media center, but it costs more than similarly sized budget all-inone PCs (20 inches or smaller). It also outperforms them all, scoring 98 on the WorldBench 6 test suite. This places the TouchSmart 300 well ahead of touch-enabled, budget-priced competitors like the 20-inch MSI Wind Top AE2010 (60), and tantalizingly close to pricier rivals like the 24-inch Sony Vaio L117FX/B (105). It also scored slightly higher than its larger sibling, the 23-inch HP TouchSmart 600 (92).   The star of the show is HP's custom TouchSmart software. It offers full-screen, touch-friendly widgets for media playback, browsing, and manipulating photos, and for accessing popular Web applications like Hulu, Pandora, and Twitter. But while the software is typically quite responsive, we found its performance on the TouchSmart 300 to be a bit sluggish.   (Adapted from http://www.pcworld.com/reviews.html)    Segundo o texto, o TouchSmart 300 da HP
Alternativas
Respostas
1601: B
1602: A
1603: C
1604: A
1605: E
1606: C
1607: D
1608: A
1609: E
1610: B
1611: C
1612: D
1613: C
1614: A
1615: D
1616: C
1617: B
1618: A
1619: E
1620: E