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Q4191503 Noções de Informática
Utilizando o Pacote Microsoft Office 2013, instalação padrão, português do Brasil, com a célula selecionada, assinale a alternativa que representa o comando Ctrl+N, no programa Excel. (Obs.: O sinal de + não faz parte do comando, significa que as teclas devem ser pressionadas simultaneamente)
Alternativas
Q4191502 Noções de Informática
Utilizando o Pacote Microsoft Office 2013, instalação padrão, português do Brasil, com a palavra selecionada, assinale a alternativa que representa o comando Ctrl+ T, no programa Word. (Obs.: O sinal de + não faz parte do comando, significa que as teclas devem ser pressionadas simultaneamente)
Alternativas
Q4191501 Noções de Informática
Assinale a alternativa que representa um software.
Alternativas
Q4191500 Português
Saudade do que não vivemos


Fomos enganados, acredite em mim.

Esses mal-intencionados donos das grandes redes sociais e de impérios tecnológicos nos convenceram que nossas vidas seriam muito melhores se nós todos nos conectássemos.

Todos nós, amigos, parentes, até você e eu, querido leitor, conectados para sempre.

Nos convenceram de que deveríamos empacotar os nossos relacionamentos profissionais e pessoais, nosso lazer, nossos planos, projetos e sonhos dentro de seus conglomerados.

Disseram que, pela primeira vez na história, o ser humano comum como você e eu, teríamos voz e poderíamos expor nossas opiniões para o mundo inteiro ouvir. E com isso, seríamos muito mais felizes.

Tá. Vai nessa.

Depois de uns dez ou quinze anos dessa mudança sociocultural, não me sinto muito mais feliz do que no passado.

Primeiro porque, sempre que eu decido falar nas redes sociais, ninguém me escuta.

Depois, “estar conectado” com o mundo não tem se mostrado ser uma grande vantagem já que, a cada dia que passa me convenço que o mundo precisa muito mais de mim, do meu tempo e do meu dinheiro, do que eu dele.

Não está nada equilibrada essa brincadeira.

Antigamente, meu jovem, éramos desconectados, mas a vida era simples.

Você acordava pela manhã e ia trabalhar.

No Metrô, lia o jornal do dia, com as notícias de ontem.

Uma vez no escritório, encontrava o chefe em sua sala, os clientes na sala de reunião, os colegas de trabalho no café.

Voltava para casa olhando a paisagem.

Beijava a mulher e os filhos, jantavam todos juntos e depois assistiam o jornal e a novela, que eram – pasmem – de graça.

Hoje tudo mudou.

Acordo e, ainda na cama, repasso todas as notícias do dia, da noite, da véspera e o que vai acontecer pelo mundo nas próximas horas.

Nem tiro a cabeça do travesseiro e já levo, garganta abaixo, um direto de direita de informações.

A caminho do trabalho, sem jornal para ler, eu poderia, quem sabe, conversar com o cidadão sentado ao meu lado no ônibus.

Isso, claro, se ele levanta os olhos da tela, num jogo que aparentemente tem como objetivo organizar guloseimas coloridas.

Ao chegar ao escritório, o chefe, os clientes e os colegas de trabalhos estão nos mesmos lugares que estão sempre: no WhatsApp.

Curiosamente, nenhum deles parece utilizar o mesmo sistema de horas que eu.

Mensagens apitam num fluxo interminável, que não respeita qualquer pausa que eu tente dar ao meu analógico cérebro.

No caminho de volta para casa, a paisagem é, de novo, as guloseimas na tela do sujeito ao lado. Num momento de fraqueza, baixo o jogo e me junto ao exército de zumbis que ocupam a mesma condução.

Em casa, mulher e filhos estão cada um no seu canto.

Um deles pergunta no grupo da família, se alguém pediu comida.

É bem provável que quando a pizza chegar, cada um coma no momento e local que melhor lhe convier.

Quem sabe, no próximo sábado, nos encontraremos na sala. 

Cansado, ligo a TV para assistir a um filme.

A TV não é mais de graça.

Numa conta assim, por cima, descubro que com o que gasto em assinaturas de serviços de streaming, poderia ter comprado um cinema pequeno no interior.

Não me levem a mal.

Nem imaginem que não admiro os avanços tecnológicos que vivemos hoje.

Mas tenho saudade, ora.

Saudade de um tempo em que você e eu não estávamos conectados.

Mas já que estamos, se tiver umas vidas aí do joguinho das guloseimas, por favor, me mande, ok?


Disponível em: https://istoe.com.br/saudade-do-que-nao-vivemos/
Assinale a alternativa que apresenta uma reflexão interessante sobre o texto. 
Alternativas
Q4191499 Português
Saudade do que não vivemos


Fomos enganados, acredite em mim.

Esses mal-intencionados donos das grandes redes sociais e de impérios tecnológicos nos convenceram que nossas vidas seriam muito melhores se nós todos nos conectássemos.

Todos nós, amigos, parentes, até você e eu, querido leitor, conectados para sempre.

Nos convenceram de que deveríamos empacotar os nossos relacionamentos profissionais e pessoais, nosso lazer, nossos planos, projetos e sonhos dentro de seus conglomerados.

Disseram que, pela primeira vez na história, o ser humano comum como você e eu, teríamos voz e poderíamos expor nossas opiniões para o mundo inteiro ouvir. E com isso, seríamos muito mais felizes.

Tá. Vai nessa.

Depois de uns dez ou quinze anos dessa mudança sociocultural, não me sinto muito mais feliz do que no passado.

Primeiro porque, sempre que eu decido falar nas redes sociais, ninguém me escuta.

Depois, “estar conectado” com o mundo não tem se mostrado ser uma grande vantagem já que, a cada dia que passa me convenço que o mundo precisa muito mais de mim, do meu tempo e do meu dinheiro, do que eu dele.

Não está nada equilibrada essa brincadeira.

Antigamente, meu jovem, éramos desconectados, mas a vida era simples.

Você acordava pela manhã e ia trabalhar.

No Metrô, lia o jornal do dia, com as notícias de ontem.

Uma vez no escritório, encontrava o chefe em sua sala, os clientes na sala de reunião, os colegas de trabalho no café.

Voltava para casa olhando a paisagem.

Beijava a mulher e os filhos, jantavam todos juntos e depois assistiam o jornal e a novela, que eram – pasmem – de graça.

Hoje tudo mudou.

Acordo e, ainda na cama, repasso todas as notícias do dia, da noite, da véspera e o que vai acontecer pelo mundo nas próximas horas.

Nem tiro a cabeça do travesseiro e já levo, garganta abaixo, um direto de direita de informações.

A caminho do trabalho, sem jornal para ler, eu poderia, quem sabe, conversar com o cidadão sentado ao meu lado no ônibus.

Isso, claro, se ele levanta os olhos da tela, num jogo que aparentemente tem como objetivo organizar guloseimas coloridas.

Ao chegar ao escritório, o chefe, os clientes e os colegas de trabalhos estão nos mesmos lugares que estão sempre: no WhatsApp.

Curiosamente, nenhum deles parece utilizar o mesmo sistema de horas que eu.

Mensagens apitam num fluxo interminável, que não respeita qualquer pausa que eu tente dar ao meu analógico cérebro.

No caminho de volta para casa, a paisagem é, de novo, as guloseimas na tela do sujeito ao lado. Num momento de fraqueza, baixo o jogo e me junto ao exército de zumbis que ocupam a mesma condução.

Em casa, mulher e filhos estão cada um no seu canto.

Um deles pergunta no grupo da família, se alguém pediu comida.

É bem provável que quando a pizza chegar, cada um coma no momento e local que melhor lhe convier.

Quem sabe, no próximo sábado, nos encontraremos na sala. 

Cansado, ligo a TV para assistir a um filme.

A TV não é mais de graça.

Numa conta assim, por cima, descubro que com o que gasto em assinaturas de serviços de streaming, poderia ter comprado um cinema pequeno no interior.

Não me levem a mal.

Nem imaginem que não admiro os avanços tecnológicos que vivemos hoje.

Mas tenho saudade, ora.

Saudade de um tempo em que você e eu não estávamos conectados.

Mas já que estamos, se tiver umas vidas aí do joguinho das guloseimas, por favor, me mande, ok?


Disponível em: https://istoe.com.br/saudade-do-que-nao-vivemos/
Analise as duas frases a seguir e assinale qual é o tempo verbal correto de ambas.

I. No Metrô, lia o jornal do dia, com as notícias de ontem.
II. Você acordava pela manhã e ia trabalhar.
Alternativas
Q4191498 Português
Saudade do que não vivemos


Fomos enganados, acredite em mim.

Esses mal-intencionados donos das grandes redes sociais e de impérios tecnológicos nos convenceram que nossas vidas seriam muito melhores se nós todos nos conectássemos.

Todos nós, amigos, parentes, até você e eu, querido leitor, conectados para sempre.

Nos convenceram de que deveríamos empacotar os nossos relacionamentos profissionais e pessoais, nosso lazer, nossos planos, projetos e sonhos dentro de seus conglomerados.

Disseram que, pela primeira vez na história, o ser humano comum como você e eu, teríamos voz e poderíamos expor nossas opiniões para o mundo inteiro ouvir. E com isso, seríamos muito mais felizes.

Tá. Vai nessa.

Depois de uns dez ou quinze anos dessa mudança sociocultural, não me sinto muito mais feliz do que no passado.

Primeiro porque, sempre que eu decido falar nas redes sociais, ninguém me escuta.

Depois, “estar conectado” com o mundo não tem se mostrado ser uma grande vantagem já que, a cada dia que passa me convenço que o mundo precisa muito mais de mim, do meu tempo e do meu dinheiro, do que eu dele.

Não está nada equilibrada essa brincadeira.

Antigamente, meu jovem, éramos desconectados, mas a vida era simples.

Você acordava pela manhã e ia trabalhar.

No Metrô, lia o jornal do dia, com as notícias de ontem.

Uma vez no escritório, encontrava o chefe em sua sala, os clientes na sala de reunião, os colegas de trabalho no café.

Voltava para casa olhando a paisagem.

Beijava a mulher e os filhos, jantavam todos juntos e depois assistiam o jornal e a novela, que eram – pasmem – de graça.

Hoje tudo mudou.

Acordo e, ainda na cama, repasso todas as notícias do dia, da noite, da véspera e o que vai acontecer pelo mundo nas próximas horas.

Nem tiro a cabeça do travesseiro e já levo, garganta abaixo, um direto de direita de informações.

A caminho do trabalho, sem jornal para ler, eu poderia, quem sabe, conversar com o cidadão sentado ao meu lado no ônibus.

Isso, claro, se ele levanta os olhos da tela, num jogo que aparentemente tem como objetivo organizar guloseimas coloridas.

Ao chegar ao escritório, o chefe, os clientes e os colegas de trabalhos estão nos mesmos lugares que estão sempre: no WhatsApp.

Curiosamente, nenhum deles parece utilizar o mesmo sistema de horas que eu.

Mensagens apitam num fluxo interminável, que não respeita qualquer pausa que eu tente dar ao meu analógico cérebro.

No caminho de volta para casa, a paisagem é, de novo, as guloseimas na tela do sujeito ao lado. Num momento de fraqueza, baixo o jogo e me junto ao exército de zumbis que ocupam a mesma condução.

Em casa, mulher e filhos estão cada um no seu canto.

Um deles pergunta no grupo da família, se alguém pediu comida.

É bem provável que quando a pizza chegar, cada um coma no momento e local que melhor lhe convier.

Quem sabe, no próximo sábado, nos encontraremos na sala. 

Cansado, ligo a TV para assistir a um filme.

A TV não é mais de graça.

Numa conta assim, por cima, descubro que com o que gasto em assinaturas de serviços de streaming, poderia ter comprado um cinema pequeno no interior.

Não me levem a mal.

Nem imaginem que não admiro os avanços tecnológicos que vivemos hoje.

Mas tenho saudade, ora.

Saudade de um tempo em que você e eu não estávamos conectados.

Mas já que estamos, se tiver umas vidas aí do joguinho das guloseimas, por favor, me mande, ok?


Disponível em: https://istoe.com.br/saudade-do-que-nao-vivemos/
Observe as sentenças a seguir e assinale a alternativa que apresenta o pronome indefinido.

I. Alguém pediu comida.
II. Você acordava pela manhã e ia trabalhar.
III. Ninguém me escuta.
IV. Hoje tudo mudou. 
Alternativas
Q4191496 Português
Saudade do que não vivemos


Fomos enganados, acredite em mim.

Esses mal-intencionados donos das grandes redes sociais e de impérios tecnológicos nos convenceram que nossas vidas seriam muito melhores se nós todos nos conectássemos.

Todos nós, amigos, parentes, até você e eu, querido leitor, conectados para sempre.

Nos convenceram de que deveríamos empacotar os nossos relacionamentos profissionais e pessoais, nosso lazer, nossos planos, projetos e sonhos dentro de seus conglomerados.

Disseram que, pela primeira vez na história, o ser humano comum como você e eu, teríamos voz e poderíamos expor nossas opiniões para o mundo inteiro ouvir. E com isso, seríamos muito mais felizes.

Tá. Vai nessa.

Depois de uns dez ou quinze anos dessa mudança sociocultural, não me sinto muito mais feliz do que no passado.

Primeiro porque, sempre que eu decido falar nas redes sociais, ninguém me escuta.

Depois, “estar conectado” com o mundo não tem se mostrado ser uma grande vantagem já que, a cada dia que passa me convenço que o mundo precisa muito mais de mim, do meu tempo e do meu dinheiro, do que eu dele.

Não está nada equilibrada essa brincadeira.

Antigamente, meu jovem, éramos desconectados, mas a vida era simples.

Você acordava pela manhã e ia trabalhar.

No Metrô, lia o jornal do dia, com as notícias de ontem.

Uma vez no escritório, encontrava o chefe em sua sala, os clientes na sala de reunião, os colegas de trabalho no café.

Voltava para casa olhando a paisagem.

Beijava a mulher e os filhos, jantavam todos juntos e depois assistiam o jornal e a novela, que eram – pasmem – de graça.

Hoje tudo mudou.

Acordo e, ainda na cama, repasso todas as notícias do dia, da noite, da véspera e o que vai acontecer pelo mundo nas próximas horas.

Nem tiro a cabeça do travesseiro e já levo, garganta abaixo, um direto de direita de informações.

A caminho do trabalho, sem jornal para ler, eu poderia, quem sabe, conversar com o cidadão sentado ao meu lado no ônibus.

Isso, claro, se ele levanta os olhos da tela, num jogo que aparentemente tem como objetivo organizar guloseimas coloridas.

Ao chegar ao escritório, o chefe, os clientes e os colegas de trabalhos estão nos mesmos lugares que estão sempre: no WhatsApp.

Curiosamente, nenhum deles parece utilizar o mesmo sistema de horas que eu.

Mensagens apitam num fluxo interminável, que não respeita qualquer pausa que eu tente dar ao meu analógico cérebro.

No caminho de volta para casa, a paisagem é, de novo, as guloseimas na tela do sujeito ao lado. Num momento de fraqueza, baixo o jogo e me junto ao exército de zumbis que ocupam a mesma condução.

Em casa, mulher e filhos estão cada um no seu canto.

Um deles pergunta no grupo da família, se alguém pediu comida.

É bem provável que quando a pizza chegar, cada um coma no momento e local que melhor lhe convier.

Quem sabe, no próximo sábado, nos encontraremos na sala. 

Cansado, ligo a TV para assistir a um filme.

A TV não é mais de graça.

Numa conta assim, por cima, descubro que com o que gasto em assinaturas de serviços de streaming, poderia ter comprado um cinema pequeno no interior.

Não me levem a mal.

Nem imaginem que não admiro os avanços tecnológicos que vivemos hoje.

Mas tenho saudade, ora.

Saudade de um tempo em que você e eu não estávamos conectados.

Mas já que estamos, se tiver umas vidas aí do joguinho das guloseimas, por favor, me mande, ok?


Disponível em: https://istoe.com.br/saudade-do-que-nao-vivemos/
Analise: “Fomos enganados” e assinale qual o tipo de sujeito correto.
Alternativas
Q4188050 Fisioterapia
O fisioterapeuta precisa deter conhecimentos anatômicos, fisiológicos e patológicos de diversas condições e sistemas para então poder realizar uma boa avaliação e assim desenvolver uma melhor assistência a seus pacientes. Diante dessa afirmativa, assinale a alternativa que apresenta a ação do músculo masseter e o nome do nervo que o inerva respectivamente. 
Alternativas
Q4188049 Fisioterapia
O paciente deve ser retirado da ventilação invasiva o mais rápido quanto clinicamente possível, para a maioria deles, o retorno para a ventilação espontânea acontece de maneira rápida e fácil, geralmente a partir de uma extubação simples, entretanto, uma porcentagem dessa população pode necessitar de um tempo maior de ventilação mecânica (VM). Assim, a atenção clínica e investigativa se concentra na redução do tempo de VM por meio da otimização de seu processo de desmame. Diante deste pressuposto, analise as afirmativas abaixo a respeito do desmame ventilatório e assinale a alternativa correta.
I. Define-se como o processo que culmina com a passagem da ventilação artificial para a ventilação espontânea nos pacientes que permaneceram em ventilação mecânica invasiva (VMI) por tempo superior a 48h, isso pode ocorrer por extubação ou, no caso de pacientes traqueostomizados, pela desconexão do ventilador mecânico. A partir da instituição da ventilação mecânica (VM), o paciente deve ser avaliado diariamente para que, assim que haja estabilidade clínica e autonomia para respirar sem via aérea artificial, ele seja desmamado do ventilador mecânico e, se houver falha do desmame, o processo precisa ser reiniciado.
II. Com base na duração do processo de desmame e na tolerância dos pacientes ao Teste de respiração espontânea (TRE), aqueles em processo de desmame ventilatório são categorizados em três grupos: desmame simples (pacientes que toleram o primeiro TRE e são extubados com sucesso), desmame difícil (pacientes que falham no primeiro TRE, mas que são desmamados com sucesso após no máximo três TRE ou no máximo 7 dias após a primeira tentativa) e desmame prolongado (pacientes que falham em três TRE ou que permanecem em ventilação mecânica (VM) por tempo superior a 7 dias após a primeira tentativa).  
III. As principais causas de falha no desmame ligadas ao paciente são o envelhecimento, as doenças cardiopulmonares, a diminuição da função do diafragma, as comorbidades, a presença de delirium, depressão, ansiedade, infecção/estados inflamatórios persistentes e a desnutrição. A remoção da ventilação mecânica (VM) é determinada pela capacidade do sistema respiratório do paciente em vencer a carga imposta, isso significa que qualquer fator que cause redução dessa capacidade ou que aumente a carga imposta ao sistema respiratório pode se tornar uma barreira ao desmame e deve ser prontamente corrigido ou minimizado.
IV. A ventilação não invasiva (VNI) pode ser usada como técnica de desmame para reduzir o tempo de ventilação mecânica invasiva (VMI). A VNI também pode ser utilizada para tornar possível uma extubação mais precoce em pacientes selecionados, por exemplo, aqueles intubados durante uma exacerbação da doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) ou com doenças neuromusculares, bem como em pacientes que concluem o Teste de Respiração Espontânea (TRE), mas apresentam risco de falha na extubação.
V. Pacientes que apresentam dificuldade em tolerar o Teste de Respiração Espontânea (TRE) consecutivos podem se beneficiar da redução gradual e progressiva da ventilação com pressão de suporte (PSV). Nesse modo de desmame, cada esforço expiratório do paciente é assistido por pressão expiratória preestabelecida no respirador. O esforço inspiratório do paciente, a pressão inspiratória do respirador e as características do sistema respiratório (complacência e resistência) não determinam o volume corrente e, consequentemente, o volume minuto.
Alternativas
Q4188048 Fisioterapia
As quedas são comuns durante todo o ciclo de vida, mas suas consequências podem variar de acordo com a idade da pessoa. Assim como a incidência das quedas aumenta com a idade, elas também representam o mecanismo mais comum de lesão em idosos. O principal objetivo da fisioterapia é melhorar o desempenho humano no que se refere a movimento e saúde, a estrutura para a tomada de decisão clínica na fisioterapia geriátrica é particularmente importante, devido ao grande volume de informações que precisam ser consideradas. Diante deste pressuposto, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa incorreta com relação aos fatores de risco para queda de idosos e as estratégias que o fisioterapeuta pode utilizar para melhorar o fator de risco e a função do paciente.  
Alternativas
Q4188047 Fisioterapia
O complexo articular do punho e da mão é composto por uma grande variedade de estruturas e segmentos que atuam de forma sinérgica entre si. Portanto, são inúmeras as possibilidades de acometimento dessa região. Diante dessa afirmativa, leia a descrição a seguir e assinale a alternativa que apresenta o nome da patologia descrita.
“É um tipo de tendinopatia estenosante na qual há um encarceramento do tendão na sua passagem pelo túnel osteofibroso, com subsequente espessamento da bainha sinovial e formação de um nódulo. Ocorre principalmente na região da polia A1, e o tendão flexor superficial dos dedos (FSD) é geralmente o mais afetado, por se localizar diretamente abaixo dessa polia. Acomete, sobretudo, mulheres em idade adulta, e o polegar e o quarto dedos são os mais frequentemente envolvidos. Essa condição tem relação com a realização de sobrecarga sustentada ou repetitiva nos tendões, que ocorre por meio de atividades que exijam grande esforço com flexão de metacarpofalangeana (MCF) e forças aplicadas nas pontas dos dedos. O diagnóstico é feito por meio de exame clínico, e os sintomas estão principalmente relacionados com a qualidade e a facilidade de movimentação do dedo, de início, há queixa de lentidão e dificuldade para realizar extensão, que pode progredir para queixas de travamento e contratura da articulação interfalangeana proximal (IFP).”  
Alternativas
Q4188046 Fisioterapia
A atuação da fisioterapia no programa de atenção à gestante é primordial. O fisioterapeuta deve passar e/ou reforçar as informações a respeito das transformações que ocorrem no organismo no decorrer do período gestacional, além de atender e orientar da forma mais acessível possível. Deste modo, são condutas fisioterapêuticas utilizadas durante o período gestacional, exceto: 
Alternativas
Q4188045 Fisioterapia
Diversas são as lesões que acometem o tornozelo e o pé e, consequentemente, cada vez mais se faz necessário a compreensão e conhecimento do fisioterapeuta para melhor avaliar e tratar os indivíduos com essas lesões. Analise as assertivas a respeito das entorses de tornozelo e a atuação fisioterapêutica nesses tipos de lesão e assinale a alternativa correta.
I. As entorses laterais de tornozelo fazem parte das três lesões musculoesqueléticas mais comuns, com maior recorrência em todo o membro inferior, sendo que diversos fatores intrínsecos e extrínsecos estão associados à ocorrência de entorse, como limitação da ADM de dorsiflexão, diminuição da propriocepção, deficiências posturais e de equilíbrios previamente à lesão, força muscular diminuída, coordenação, resistência cardiorrespiratória e diminuição do tempo de resposta dos músculos fibulares.
II. Na avaliação clínica do paciente com suspeita de entorse, deve ser realizada a coleta de dados da anamnese, com a identificação, inclusive, de fatores de risco, como o histórico de outras entorses, instabilidade, atividade específica ou esportiva durante ou após o momento da lesão, superfície em questão, calçados utilizados e uso de suportes rígidos ou elásticos. Não se faz necessária a observação da presença de equimose, hematoma, dor à palpação distal da fíbula, queixas funcionais, presença de edema local ou difuso e parestesia.
III. Na fase aguda, logo após a ocorrência da lesão de entorse, é de senso comum e de uso corriqueiro pelos clínicos a abordagem seguindo os princípios dos protocolos PRICE e RICE, que consistem em proteção, descanso, crioterapia, compressão e elevação. Durante ambas as fases (subaguda e crônica) após a entorse de tornozelo, o processo de fibroplasia aumenta a rigidez do tecido conectivo, limitando a ADM, a cronicidade dessa condição leva a um desalinhamento articular, com um deslizamento posterior do tálus diminuído, componente artrocinemático essencial para o funcionamento adequado da articulação do tornozelo limitando, assim, a ADM de dorsiflexão.
IV. O uso de técnicas de mobilização manual na reabilitação da entorse de tornozelo aguda não tem efeitos benéficos a curto prazo na melhora e na restauração da ADM de tornozelo na dorsiflexão, além de aumentar a intensidade da dor. A liberação miofascial, por sua vez, é uma técnica utilizada para o aumento da ADM de tornozelo, a qual otimiza o comprimento do tecido mole, aumentando a dor e piorando a função.
V. O tratamento terapêutico a ser direcionado às entorses de tornozelo consiste, principalmente, em exercícios neuromusculares e de equilíbrio, sendo que o treino proprioceptivo estimula os sinais aferentes e o feedback sensorial para os proprioceptores do tornozelo até o sistema nervoso central, aprimorando a função sensório-motora e a manutenção do senso de orientação durante as atividades.
Alternativas
Q4188044 Fisioterapia
Uma boa avaliação do paciente muitas vezes é a chave para dar início a qualquer tratamento, para desenvolver as condutas mais eficazes e obter os melhores resultados. Independente da área de atuação, sempre haverá testes e métodos de avaliação a serem sabidos e empregados. Deste modo, são testes para avaliação do membro superior, exceto:
Alternativas
Q4188043 Fisioterapia
Nos dias atuais, mais do que no nunca, se faz necessário que profissionais da área da saúde, bem como os fisioterapeutas, detenham conhecimento e compreensão a respeito da anatomia e fisiologia do sistema respiratório, o que contribuirá de maneira significativa para uma melhor atuação de todos no dia-a-dia. Diante deste pressuposto, assinale a alternativa incorreta a respeito dos volumes e capacidades pulmonares. 
Alternativas
Q4188042 Fisioterapia
A lesão cerebral traumática (LCT) ocorre quando uma força mecânica externa exerce, de modo acidental ou intencional, impacto sobre a cabeça. Não está associada à lesão congênita nem à agressão degenerativa. A LCT é caracterizada por um período de consciência diminuída ou alterada, que varia de uma breve letargia à inconsciência prolongada até a morte cerebral. Atualmente, existem dois períodos de pico de incidência de LCT em crianças que devem ser monitorados, o primeiro ocorre no início da infância (até 4 anos de idade), e o segundo durante a fase intermediária até o final da adolescência (de 15 a 19 anos de idade). Informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) para o que se afirma a respeito da lesão cerebral traumática (LCT) e assinale a alternativa com a sequência correta.
(  ) Dentre os mecanismos de lesão, há as lesões por aceleração-desaceleração, que são produzidas quando a cabeça bate em um objeto relativamente fixo, como o chão ou o para-brisas. Bebês são particularmente menos suscetíveis às lesões por aceleração-desaceleração, uma vez que possuem mais contenção da movimentação no pescoço. Dessa forma, a lesão por aceleração-desaceleração na infância pode resultar em maior deslocamento diferencial do crânio e dos conteúdos cranianos. A direção das lesões por aceleração podem ser translacionais (angulares) ou rotacionais (lineares), sendo que a maioria das LCT resulta de uma combinação de lesões translacionais e rotacionais.  
(  ) O dano cerebral primário por traumatismo é resultado direto das forças que atuam sobre a cabeça no momento do impacto inicial. Dois tipos de hemorragia intracraniana observadas com frequência após a LCT pediátrica são os hematomas extra e intradural. As hemorragias intracranianas podem não ser inicialmente evidentes ao exame clínico, pois a velocidade do acúmulo de sangue e a localização do hematoma estão relacionadas com a gravidade e com o resultado.
(  ) O dano cerebral secundário por traumatismo evolui como resultado das alterações fisiopatológicas iniciadas pelo traumatismo primário. O edema cerebral é uma das causas mais frequentes de lesões secundárias, onde que o edema cerebral não checado, acompanhado de aumento da pressão intracraniana (PIC), pode acarretar múltiplos infartos cerebrais, herniação cerebral, necrose do troncoencefálico e coma irreversível.
(  ) Prever a recuperação e o resultado em crianças com LCT é complicado, a velocidade da recuperação após a LCT muitas vezes parece ser rápida nos primeiros meses, todavia pode continuar assim no decorrer do primeiro ano subsequente ao acidente. Apesar da melhora funcional que ocorre com o passar do tempo, as crianças com LCT continuam exibindo alterações duradouras de equilíbrio, velocidade de marcha, comprimento do passo e cadência, em comparação com outras crianças sadias. Mesmo as crianças com LCT leve apresentam problemas de equilíbrio e, esse tipo de informação deve ser considerada quando é feita a previsão do retorno às atividades esportivas e físicas que exigem habilidades de equilíbrio refinadas.
(  ) Quando uma criança com LCT é encaminhada para tratamento, não é necessário realizar um exame físico completo para garantir um tratamento de fisioterapia adequado. O exame deve conter informações sobre a história médica anterior, história e ambiente social, estado cognitivo/comportamental, estado sensório-motor básico e estado funcional. Além de que durante a realização do exame, não é preciso considerar o nível de tolerância e a extensão da concentração da criança, porque os déficits que afetam essas áreas podem limitar a habilidade do fisioterapeuta em concluir o exame em uma única sessão.
Alternativas
Q4188041 Fisioterapia
As características marcantes do envelhecimento envolvem alterações progressivas e significativas na saúde, na composição corporal e na capacidade funcional dos idosos. Deste modo, são alterações na estrutura e na função muscular associadas ao envelhecimento, exceto: 
Alternativas
Q4188040 Fisioterapia
Os processos patológicos constituem uma ampla categoria de condições que são anormais e podem exercer impacto sobre o sistema musculoesquelético em desenvolvimento e crescimento da criança. Esses processos variam quanto à origem e podem incluir causas vasculares, infecciosas, metabólicas, mecânicas, traumáticas ou estruturais. Diante dessa afirmativa, leia a descrição a seguir e assinale a alternativa que apresenta o nome do processo patológico descrito.
“É uma condição auto-limitante que envolve o quadril, iniciada pela necrose avascular da cabeça do fêmur. A causa precisa da necrose avascular que rompe o fluxo sanguíneo para a epífise da cabeça do fêmur é desconhecida. A doença ocorre normalmente entre 3 e 13 anos de idade, com os meninos sendo afetados com uma frequência 3 a 5 vezes maior do que as meninas. Progride ao longo de quatro estágios claramente definidos: inicial, fragmentação, reossificação e curado. E, do ponto de vista clínico, as crianças com essa doença apresentam um caroço e dor referida na virilha, coxa ou joelho. Se a condição não for detectada, pode haver desenvolvimento de limitações da amplitude de movimento do quadril com restrições na rotação medial e abdução do quadril, é possível que haja contratura em flexão do quadril, e uma marcha do tipo Trendelenburg é observada com frequência.”  
Alternativas
Q4188039 Fisioterapia
As fraturas ósseas podem ser definidas como a quebra da continuidade na arquitetura de um osso, resultando na perda de sua integridade mecânica. Com intuito de ajudar a definir prognósticos, tratamentos e complicações esperadas de cada fratura, elas podem ser classificadas de acordo com as suas características e peculiaridades. Além disso, as morfologias possíveis das fraturas são muito diversas. Relacione as definições abaixo com o tipo de fratura a qual se refere e assinale a alternativa com a sequência correta.

1. Fratura incompleta em que uma das corticais do osso fica lascada e a outra permanece conectada, porém deformada, mais comum em crianças.
2. Decorrente de uma grande força de tração gerada por um tendão ou ligamento em uma determinada porção óssea.  
3. Quando ocorre fratura em dois ossos longos, ficando a articulação sem sustentação, essas fraturas estão frequentemente ligadas a traumas de grande energia.
4. Com múltiplos fragmentos ósseos (dois ou mais) que ficam desorganizados no foco da fratura.
5. Em que um dos segmentos ósseos foi deslocado e há a perda da comunicação entre o periósteo dos dois lados.

A. Fratura flutuante.
B. Fratura cominutiva.
C. Fratura em galho-verde.
D. Fratura com deslocamento.
E. Fratura por avulsão.
Alternativas
Q4188038 Fisioterapia
Os fisioterapeutas têm à sua disposição uma diversidade de agentes físicos e de modalidades eletroterapêuticas para utilização durante o tratamento do seu paciente, mas para isso, é importante que o fisioterapeuta entenda os princípios relacionados a determinada modalidade, para que ela seja usada quando necessário, maximizando seus benefícios. A termoterapia é a aplicação terapêutica do calor, as modalidades térmicas em geral envolvem transferências de energia térmica e há cinco tipos delas: a convecção, a evaporação, a conversão, a radiação e a condução. Diante deste pressuposto, assinale a alternativa incorreta a respeito dos efeitos fisiológicos das aplicações locais de calor. 
Alternativas
Respostas
361: C
362: D
363: A
364: A
365: D
366: B
367: C
368: B
369: C
370: A
371: D
372: B
373: C
374: A
375: C
376: D
377: B
378: C
379: B
380: A