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I. A habilidade de ordenação temporal está relacionada à percepção da sequência dos sons.
II. Testes monóticos avaliam exclusivamente a memória visual.
III. Dificuldades de fechamento auditivo podem comprometer a compreensão em ambientes ruidosos.
I. A perda auditiva geralmente inicia-se nas frequências de 3 kHz, 4 kHz ou 6 kHz.
II. A exposição contínua ao ruído pode desencadear alterações cocleares irreversíveis.
III. A PAINPSE apresenta evolução tipicamente flutuante e reversível após anos de exposição.
I. O TPAC pode ocorrer mesmo na presença de audiometria tonal normal.
II. Dificuldades de figura-fundo auditiva podem impactar no desempenho escolar.
III. O diagnóstico do TPAC deve basear-se exclusivamente em testes comportamentais.
I. As EOE refletem predominantemente a integridade funcional das células ciliadas externas.
II. A presença de EOEs exclui completamente as alterações retrococleares.
III. Em perdas auditivas sensorioneurais superiores a 40 dBNA, as EOEs tendem a estar ausentes.
A consolidação óssea tem uma fase ________, em que ocorre formação de hematoma e proliferação celular; uma fase ________, em que há formação de calo ósseo que une a fenda e a ossificação; e uma fase de ________, durante a qual ocorre consolidação e remodelamento do osso.
1. Biot.
2. Cheyne-Stokes.
3. Kussmaul.
4. Respiração paradoxal.
A. Ciclo respiratório caracterizado por incursões de amplitude progressivamente crescente, seguidas de diminuição gradual, intercaladas por apneia.
B. Há uma inversão do movimento esperado da caixa torácica e parede abdominal e, durante a inspiração, o abdome retrai ao invés de expandir. Esse padrão respiratório é comumente observado em pacientes com fraqueza muscular do diafragma e insuficiência respiratória.
C. Padrão respiratório irregular, com períodos de respirações de amplitude variável intercalados por apneias prolongadas.
D. Respirações rápidas, profundas e regulares, geralmente associadas à acidose metabólica.
I. Princípio da especificidade: significa treinar de forma específica para produzir efeitos específicos, as respostas do organismo devem ser específicas para o tipo de exercício realizado. Logo, se o objetivo é melhorar o desempenho em algum esporte em especial, os exercícios devem imitar os movimentos executados na modalidade, além de serem realizados em uma velocidade similar.
II. Princípio da variabilidade: relacionado à necessidade de utilizar cargas maiores para estimular o desenvolvimento dos componentes da aptidão física. É o aumento contínuo da intensidade da sessão de treino conforme o músculo se acostuma com o nível de intensidade atual. Isso pode ser feito aumentando o peso levantado, o número de repetições realizadas ou o número total de séries ou, ainda, diminuindo o tempo de descanso entre as séries. O aumento contínuo do estresse aplicado no músculo permite o incremento da força muscular e evita a estagnação.
III. Princípio da individualidade: é a teoria de que qualquer programa de treinamento deve considerar as necessidades específicas ou os objetivos e as habilidades do indivíduo para quem o programa foi elaborado. Refere-se às diferenças que existem entre os indivíduos, o que interfere nas respostas individuais do treinamento.
IV. Princípio da reversibilidade: prediz alterações nas cargas de trabalho e no tipo de atividade física praticada em todas as fases do treinamento. A variabilidade deve ocorrer para que o paciente sofra constantemente quebra da homeostasia, com consequente alternância de ativação das vias metabólicas (aeróbia e anaeróbia), bem como das fibras dos tipos I e II. Quando não aplicamos esse princípio, corremos o risco de promover estagnação nos processos adaptativos e nas capacidades biomotoras treinadas naquele momento, ou seja, não importa o quão efetivo seja um programa de treino, ele o será apenas por um curto período.
V. Princípio da manutenção: assim que o indivíduo alcança o seu objetivo, é necessário menos trabalho para manter o nível de força ou massa muscular. Se a pessoa estiver satisfeita com esse nível, a frequência de treino pode ser reduzida. Esse é tipicamente um bom período para incorporar outros tipos de treinamento, fazendo com que outros componentes da aptidão física possam ser aprimorados.
VI. Princípio da sobrecarga de treinamento e progressão: os efeitos atingidos com o treinamento são gradualmente anulados com o destreinamento. Isso ocorre quando há ausência de treinamento físico ou quando o paciente retorna de períodos de recuperação de lesões.