Questões de Concurso
Para prefeitura de tenório - pb
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A Lei Nº 8.662/93, que dispõe sobre a profissão de Assistente Social, caracteriza as atribuições privativas. Sobre estas atribuições analise as proposições seguintes:
I- treinamento, avaliação e supervisão direta de estagiários do espaço sócio-ocupacional no qual atue.
II- coordenar, elaborar, executar, supervisionar e avaliar estudos, pesquisas, planos, programas e projetos na área de Assistência Social.
III- assessoria e consultoria e órgãos da Administração Pública direta e indireta, empresas privadas e outras entidades.
IV- realizar vistorias, perícias técnicas, laudos periciais, informações e pareceres sobre a matéria de Serviço Social.
V- planejar, organizar e administrar benefícios e Serviços Sociais.
Constitui atribuição privativa do Serviço Social o que se afirma apenas em:
Acerca dos princípios fundamentais do Código de Ética do Assistente Social, analise as proposições a seguir:
I- Reconhecimento da liberdade como valor ético central e das demandas políticas a ela inerentes - dependência, sujeição e relativa expansão dos sujeitos sociais.
II- Empenho na eliminação de todas as formas de preconceito, incentivando o respeito a diversidade, a participação de grupos socialmente discriminados e a discussão das diferenças.
III- Opção por um projeto profissional vinculado ao processo de construção de uma nova ordem societária, sem dominação, exploração de classe, etnia e gênero.
IV- Posicionamento em favor da equidade e justiça social, que assegure aos que necessitarem o acesso aos bens e serviços relativos aos programas e políticas sociais, bem como sua gestão democrática.
V- Compromisso com a qualidade dos serviços prestados à população e com o aprimoramento intelectual, na perspectiva da competência profissional.
Constitui princípio fundamental do citado Código de Ética o que se afirma apenas em:
Associe as duas colunas, relacionando as 3 dimensões que constituem o Serviço Social à sua respectiva caracterização.
1. Dimensão técnico-operativa.
2. Dimensão teórico-metodológica.
3. Dimensão ético-política.
( ) Capacita as (os) assistentes sociais a operar a passagem das características singulares de uma situação que se manifesta no cotidiano profissional para uma interpretação à luz da universalidade, da teoria e do retorno a elas.
( ) Constitui-se na forma de apresentação do Serviço Social, refletindo no modo como a profissão é conhecida e reconhecida. Com efeito, dessa dimensão, emana a imagem social da profissão e sua autoimagem.
( ) Explicita que toda intervenção profissional é uma ação
teleológica que implica uma escolha consciente das
alternativas objetivamente dadas e a elaboração de um
projeto no qual o profissional lança luzes sobre os fins
visados e busca os meios que, ao seu juízo, são os mais
adequados, de modo que fica evidente que toda
intervenção imbui-se de um conjunto de valores e
princípios.
A respeito das dimensões que conformam o Serviço Social - técnico-operativa, ético-política e teórico-metodológica -, analise as proposições a seguir:
I- O exercício profissional no Serviço Social é composto por uma totalidade de dimensões que se autoimplicam, se autoexplicam e se determinam entre si, caracterizando historicamente o modo de ser da profissão que se realiza no cotidiano.
II- As dimensões técnico-operativa, ético-política e teórico-metodológica, embora relacionem entre si, não são todas acionadas no exercício profissional, podendo, a depender do espaço sócio-ocupacional, haver uso de apenas uma delas.
III- As dimensões que conformam a profissão, isoladamente, podem ser consideradas como formas fixas, pois cada uma mantém características próprias que não se confundem com as características das demais dimensões.
IV- As dimensões técnico-operativa, ético-política e teórico-metodológica mantêm igual nível de importância para o exercício profissional; em decorrência disso, não é possível que na realização das competências ou atribuições profissionais haja predomínio de uma sobre a outra.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Acerca da Renovação do Serviço Social, no que se refere à perspectiva de Intenção de Ruptura, analise as proposições a seguir coloque (V) para as verdadeiras e (F) para as falsas.
( ) A emersão e consolidação da Intenção de Ruptura se dá em seminários de teorização dos quais o mais importante é o “Congresso da Virada”.
( ) As bases sócio-políticas da Intenção de Ruptura estavam postas na redemocratização e no movimento das classes exploradas e subalternas que foram derrotadas em abril de 1964.
( ) A perspectiva de Intenção de Ruptura constitui-se de três momentos: a emersão, ligada ao “Método de Belo Horizonte”, a consolidação acadêmica, que no primeiro momento apresenta fortes traços de redução epistemológica e posteriormente passa a valer-se de fontes originais e clássicas do marxismo e o espraiamento sobre a categoria profissional, que se desdobra com o acúmulo dos momentos anteriores e pelas condições postas pelo fortalecimento das forças democráticas.
( ) A Intenção de Ruptura é construída fundamentalmente em dois tempos: O método de Belo Horizonte, que construiu uma alternativa global ao conservadorismo profissional, e a reflexão produzida por Marilda Iamamoto, que sinaliza a maior idade intelectual da perspectiva de Intenção de Ruptura.
( ) A Intenção de Ruptura consolida-se como única perspectiva na década de 1990, com o Código de Ética profissional de 1993 e a Lei que regulamenta a profissão do mesmo ano.
A alternativa que contém a sequência CORRETA de preenchimento dos parênteses é:
Leia o texto abaixo e responda o que se pede na questão.
Números e delongas
Há quem acredite que os números são eloquentes e prescindem de mais delongas. Esta é uma edição de números eloquentes. Como você verá, porém, o que está por trás deles é o que impressiona. Comecemos pela reportagem de capa. O tema é um país de 1 bilhão e 300 milhões de pessoas – o mais populoso do planeta – cuja economia cresce espantosos dez pontos percentuais ao ano. Por trás desses números, é evidente, há uma revolução em andamento, uma imensa e abrangente revolução que abala a rotina, o pensamento e a tradição da misteriosa China [...].
Fonte: Ronny Hein. Diretor de Redação. Caminhos da Terra, ano 14, nº 165, p.4, jan.2006.
Dado o enunciado “Como você verá, o que está por trás deles é o que impressiona”, avalie as explicações quanto à sua estrutura, assinalando (V) para verdadeiro e (F) para Falso.
( ) Aexpressão linguística “Como você verá” implica a participação cooperativa do leitor nas intenções pretendidas pelo autor.
( ) Em “o que está por trás deles”, o pronome “eles” retoma o termo “números” num processo de coesão anafórico.
( ) Aexpressão “o que impressiona” pode ser substituído sem alterar o sentido pelo termo “impressionante”.
A sequência CORRETA de preenchimento dos parênteses é:
Leia o texto abaixo e responda o que se pede na questão.
Números e delongas
Há quem acredite que os números são eloquentes e prescindem de mais delongas. Esta é uma edição de números eloquentes. Como você verá, porém, o que está por trás deles é o que impressiona. Comecemos pela reportagem de capa. O tema é um país de 1 bilhão e 300 milhões de pessoas – o mais populoso do planeta – cuja economia cresce espantosos dez pontos percentuais ao ano. Por trás desses números, é evidente, há uma revolução em andamento, uma imensa e abrangente revolução que abala a rotina, o pensamento e a tradição da misteriosa China [...].
Fonte: Ronny Hein. Diretor de Redação. Caminhos da Terra, ano 14, nº 165, p.4, jan.2006.
Analise as proposições e, logo após, marque a alternativa CORRETA.
I- Vemos que os numerais podem desempenhar uma importante função persuasiva.
II- O excerto do texto enreda o leitor, a partir do título, dando aos numerais o papel central na busca do convencimento.
III- No primeiro enunciado, o autor consegue se isentar da assertiva exposta, usando um verbo impessoal.
Leia o texto abaixo, de modo a responder à questão.
A invenção do horizonte
Deu-me uma angústia danada a notícia de que, num futuro próximo, muito próximo, teremos toda a literatura do mundo na tela do computador. Angústia duplicada. Primeiro, pela minha intolerância figadal a esta maquinazinha dos infernos. Segundo, pela suspeita de desaparecimento dos livros, esses calhamaços impressos, cheirando a novo ou a mofo, roído pelo uso ou pelas traças, mas que são uma gostosura viajá-los pelas trilhas das letras como quem explora um mundo mágico, tanto mais novo quanto mais andado.
Sem o gozo de um livro nas mãos, fico cego, surdo e mudo, fico aleijado, penso, torto, despovoado. Espiá-los enfileirados nas estantes, gordos e magros, novos e velhos, empaletozados e esfarrapados, cobertos de pó e de teias de aranha, essa visão me transporta para todos os mundos e para todas as idades [...].
As minhas mãos ficariam nuas e inúteis quando não pudessem mais sustentar um livro, que não fosse pela velhice dos dedos. Mesmo assim, eles estariam por ali, nas prateleiras, amontoados na mesa, espalhados pelo chão, sempre comungando com o meu tempo, meu espaço, minha vida. Eles são a expressão digital da minha alma [...].
Um livro não é um simples objeto, um amontoado de folhas impressas. Vai mais longe, intangivelmente longe. É corrimão, é degrau, é escada, é caminho, é horizonte. Por mais que sonhe a tecnologia, jamais será capaz de inventar um horizonte.
(MARACAJÁ, Robério. Cerca de Varas. Campina Grande: Latus, 2014, p. 57.
Dado o enunciado “As minhas mãos ficariam nuas e inúteis quando não pudessem mais sustentar um livro, que não fosse pela velhice dos dedos”, analise as proposições relativas ao modo de organização dos períodos:
I- O período é composto por duas orações.
II- “Quando não pudessem mais sustentar um livro” é uma oração subordinada que indica o tempo de ocorrência do fato expresso na oração principal.
III- “Que não fosse pela velhice dos dedos” contém uma negativa justificada pelo uso imperfeito do subjuntivo.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Leia o texto abaixo, de modo a responder à questão.
A invenção do horizonte
Deu-me uma angústia danada a notícia de que, num futuro próximo, muito próximo, teremos toda a literatura do mundo na tela do computador. Angústia duplicada. Primeiro, pela minha intolerância figadal a esta maquinazinha dos infernos. Segundo, pela suspeita de desaparecimento dos livros, esses calhamaços impressos, cheirando a novo ou a mofo, roído pelo uso ou pelas traças, mas que são uma gostosura viajá-los pelas trilhas das letras como quem explora um mundo mágico, tanto mais novo quanto mais andado.
Sem o gozo de um livro nas mãos, fico cego, surdo e mudo, fico aleijado, penso, torto, despovoado. Espiá-los enfileirados nas estantes, gordos e magros, novos e velhos, empaletozados e esfarrapados, cobertos de pó e de teias de aranha, essa visão me transporta para todos os mundos e para todas as idades [...].
As minhas mãos ficariam nuas e inúteis quando não pudessem mais sustentar um livro, que não fosse pela velhice dos dedos. Mesmo assim, eles estariam por ali, nas prateleiras, amontoados na mesa, espalhados pelo chão, sempre comungando com o meu tempo, meu espaço, minha vida. Eles são a expressão digital da minha alma [...].
Um livro não é um simples objeto, um amontoado de folhas impressas. Vai mais longe, intangivelmente longe. É corrimão, é degrau, é escada, é caminho, é horizonte. Por mais que sonhe a tecnologia, jamais será capaz de inventar um horizonte.
(MARACAJÁ, Robério. Cerca de Varas. Campina Grande: Latus, 2014, p. 57.
Analise as proposições a seguir, sobre a construção do enunciado “Eles são a expressão digital da minha alma”:
I- A construção discursiva é metafórica, porque há um novo sentido no enunciado, que não lhe é comum ou próprio, resultante de uma intersecção entre dois termos.
II- O pronome pessoal “Eles” assume uma função sintática e, ao mesmo tempo, uma função referencial.
III- Aconstrução linguística apresenta um predicado verbal por ser formada com um verbo significativo que é núcleo do predicado.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Leia o texto abaixo, de modo a responder à questão.
A invenção do horizonte
Deu-me uma angústia danada a notícia de que, num futuro próximo, muito próximo, teremos toda a literatura do mundo na tela do computador. Angústia duplicada. Primeiro, pela minha intolerância figadal a esta maquinazinha dos infernos. Segundo, pela suspeita de desaparecimento dos livros, esses calhamaços impressos, cheirando a novo ou a mofo, roído pelo uso ou pelas traças, mas que são uma gostosura viajá-los pelas trilhas das letras como quem explora um mundo mágico, tanto mais novo quanto mais andado.
Sem o gozo de um livro nas mãos, fico cego, surdo e mudo, fico aleijado, penso, torto, despovoado. Espiá-los enfileirados nas estantes, gordos e magros, novos e velhos, empaletozados e esfarrapados, cobertos de pó e de teias de aranha, essa visão me transporta para todos os mundos e para todas as idades [...].
As minhas mãos ficariam nuas e inúteis quando não pudessem mais sustentar um livro, que não fosse pela velhice dos dedos. Mesmo assim, eles estariam por ali, nas prateleiras, amontoados na mesa, espalhados pelo chão, sempre comungando com o meu tempo, meu espaço, minha vida. Eles são a expressão digital da minha alma [...].
Um livro não é um simples objeto, um amontoado de folhas impressas. Vai mais longe, intangivelmente longe. É corrimão, é degrau, é escada, é caminho, é horizonte. Por mais que sonhe a tecnologia, jamais será capaz de inventar um horizonte.
(MARACAJÁ, Robério. Cerca de Varas. Campina Grande: Latus, 2014, p. 57.
Leia o texto abaixo, de modo a responder à questão.
A invenção do horizonte
Deu-me uma angústia danada a notícia de que, num futuro próximo, muito próximo, teremos toda a literatura do mundo na tela do computador. Angústia duplicada. Primeiro, pela minha intolerância figadal a esta maquinazinha dos infernos. Segundo, pela suspeita de desaparecimento dos livros, esses calhamaços impressos, cheirando a novo ou a mofo, roído pelo uso ou pelas traças, mas que são uma gostosura viajá-los pelas trilhas das letras como quem explora um mundo mágico, tanto mais novo quanto mais andado.
Sem o gozo de um livro nas mãos, fico cego, surdo e mudo, fico aleijado, penso, torto, despovoado. Espiá-los enfileirados nas estantes, gordos e magros, novos e velhos, empaletozados e esfarrapados, cobertos de pó e de teias de aranha, essa visão me transporta para todos os mundos e para todas as idades [...].
As minhas mãos ficariam nuas e inúteis quando não pudessem mais sustentar um livro, que não fosse pela velhice dos dedos. Mesmo assim, eles estariam por ali, nas prateleiras, amontoados na mesa, espalhados pelo chão, sempre comungando com o meu tempo, meu espaço, minha vida. Eles são a expressão digital da minha alma [...].
Um livro não é um simples objeto, um amontoado de folhas impressas. Vai mais longe, intangivelmente longe. É corrimão, é degrau, é escada, é caminho, é horizonte. Por mais que sonhe a tecnologia, jamais será capaz de inventar um horizonte.
(MARACAJÁ, Robério. Cerca de Varas. Campina Grande: Latus, 2014, p. 57.
Analise as proposições a seguir e coloque (V) para verdadeiro e (F) para Falso.
( ) O texto expressa a sensibilidade extrema de um escritor e a luminosa percepção do real sobre um tema marcadamente pessoal.
( ) O autor se insurge contra a irreversível chegada do progresso tecnológico, que rivaliza com o cultivo da experiência humana.
( ) O processo de produção escrita do autor se estabelece ancorado numa percepção de uma implacável passagem do tempo e as implicações dela decorrentes.
A sequência CORRETA de preenchimento dos parênteses é:
Analise as proposições sobre o poema a seguir, de Patativa do Assaré.
“Avida aqui é assim” de Patativa do Assaré.
Aquele povo que veve
Nas rua da capitá,
Não sabe o quanto padece
Os trabaiadô de cá.
Esse povo da cidade,
Que só veve de vaidade
Nunca foi agricurtô,
Uma roça não conhece,
Não sabe o quanto padece
O povo do interior.
Fonte: ASSARÉ, Patativa. Cante lá que eu canto cá. Petrópolis: Vozes, 1989, p. 81.
I- Aestrofe expressa a riqueza poética transmitida em linguagem popular.
II- O poeta procura alcançar a alma do povo e a identificação de seu código de valores.
III- Aestrofe resume uma visão de mundo que o sertanejo intui dividido entre a cidade e o campo.
A alternativa CORRETA é: