Foram encontradas 427 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Hoje, se você perguntar a qualquer pessoa (incluindo neurocientistas) qual é o “chefe” do nosso corpo, a resposta muito provavelmente vai ser: o cérebro. Porém, novos estudos têm posto em dúvida sua hegemonia como órgão de controle, e quem vem ganhando força é uma região quase tão misteriosa quanto o cérebro: o intestino.
O intestino tem sido chamado de “o nosso segundo cérebro”, e de fato existe uma abundância de células nervosas vivendo em nossas entranhas. Os neurônios intestinais mantêm um contato direto com o cérebro, podendo ter impacto em nosso comportamento.
O cérebro e o intestino podem trabalhar juntos ditando nossos pensamentos e ações. Então é possível dizer que o intestino interfere no funcionamento do cérebro e vice-versa, e atualmente até existe uma área de pesquisa voltada somente para o tão falado eixo intestino-cérebro.
Mas essa história de eixo cérebro-intestino tem potencial de ficar ainda mais interessante: existem evidências científicas de que as bactérias intestinais comandariam o sistema nervoso intestinal e o central. O que parece ser mais extravagante do que a ideia inicial de Aristóteles vem se confirmando, pois estudos demonstram que a microbiota intestinal é capaz de modular nosso comportamento. O intestino humano é colonizado por nada mais nada menos do que surpreendentes 100 trilhões de microrganismos vivos, em sua grande maioria bactérias.
Estudos recentes reforçam a ideia de que a microbiota intestinal influencia o cérebro e podem provocar uma revolução no tratamento de distúrbios mentais, especialmente diante das dificuldades da neurofarmacologia em fazer medicamentos atravessarem as barreiras cerebrais. A possibilidade de atuar indiretamente no cérebro por meio do intestino, utilizando bactérias e seus metabólitos como mediadores, abre novos caminhos para o desenvolvimento de fármacos. Esse cenário leva até a questionar o conceito de livre-arbítrio, já que organismos microscópicos podem exercer um controle silencioso sobre nossos pensamentos e comportamentos.
Hoje, se você perguntar a qualquer pessoa (incluindo neurocientistas) qual é o “chefe” do nosso corpo, a resposta muito provavelmente vai ser: o cérebro. Porém, novos estudos têm posto em dúvida sua hegemonia como órgão de controle, e quem vem ganhando força é uma região quase tão misteriosa quanto o cérebro: o intestino.
O intestino tem sido chamado de “o nosso segundo cérebro”, e de fato existe uma abundância de células nervosas vivendo em nossas entranhas. Os neurônios intestinais mantêm um contato direto com o cérebro, podendo ter impacto em nosso comportamento.
O cérebro e o intestino podem trabalhar juntos ditando nossos pensamentos e ações. Então é possível dizer que o intestino interfere no funcionamento do cérebro e vice-versa, e atualmente até existe uma área de pesquisa voltada somente para o tão falado eixo intestino-cérebro.
Mas essa história de eixo cérebro-intestino tem potencial de ficar ainda mais interessante: existem evidências científicas de que as bactérias intestinais comandariam o sistema nervoso intestinal e o central. O que parece ser mais extravagante do que a ideia inicial de Aristóteles vem se confirmando, pois estudos demonstram que a microbiota intestinal é capaz de modular nosso comportamento. O intestino humano é colonizado por nada mais nada menos do que surpreendentes 100 trilhões de microrganismos vivos, em sua grande maioria bactérias.
Estudos recentes reforçam a ideia de que a microbiota intestinal influencia o cérebro e podem provocar uma revolução no tratamento de distúrbios mentais, especialmente diante das dificuldades da neurofarmacologia em fazer medicamentos atravessarem as barreiras cerebrais. A possibilidade de atuar indiretamente no cérebro por meio do intestino, utilizando bactérias e seus metabólitos como mediadores, abre novos caminhos para o desenvolvimento de fármacos. Esse cenário leva até a questionar o conceito de livre-arbítrio, já que organismos microscópicos podem exercer um controle silencioso sobre nossos pensamentos e comportamentos.
Hoje, se você perguntar a qualquer pessoa (incluindo neurocientistas) qual é o “chefe” do nosso corpo, a resposta muito provavelmente vai ser: o cérebro. Porém, novos estudos têm posto em dúvida sua hegemonia como órgão de controle, e quem vem ganhando força é uma região quase tão misteriosa quanto o cérebro: o intestino.
O intestino tem sido chamado de “o nosso segundo cérebro”, e de fato existe uma abundância de células nervosas vivendo em nossas entranhas. Os neurônios intestinais mantêm um contato direto com o cérebro, podendo ter impacto em nosso comportamento.
O cérebro e o intestino podem trabalhar juntos ditando nossos pensamentos e ações. Então é possível dizer que o intestino interfere no funcionamento do cérebro e vice-versa, e atualmente até existe uma área de pesquisa voltada somente para o tão falado eixo intestino-cérebro.
Mas essa história de eixo cérebro-intestino tem potencial de ficar ainda mais interessante: existem evidências científicas de que as bactérias intestinais comandariam o sistema nervoso intestinal e o central. O que parece ser mais extravagante do que a ideia inicial de Aristóteles vem se confirmando, pois estudos demonstram que a microbiota intestinal é capaz de modular nosso comportamento. O intestino humano é colonizado por nada mais nada menos do que surpreendentes 100 trilhões de microrganismos vivos, em sua grande maioria bactérias.
Estudos recentes reforçam a ideia de que a microbiota intestinal influencia o cérebro e podem provocar uma revolução no tratamento de distúrbios mentais, especialmente diante das dificuldades da neurofarmacologia em fazer medicamentos atravessarem as barreiras cerebrais. A possibilidade de atuar indiretamente no cérebro por meio do intestino, utilizando bactérias e seus metabólitos como mediadores, abre novos caminhos para o desenvolvimento de fármacos. Esse cenário leva até a questionar o conceito de livre-arbítrio, já que organismos microscópicos podem exercer um controle silencioso sobre nossos pensamentos e comportamentos.
Hoje, se você perguntar a qualquer pessoa (incluindo neurocientistas) qual é o “chefe” do nosso corpo, a resposta muito provavelmente vai ser: o cérebro. Porém, novos estudos têm posto em dúvida sua hegemonia como órgão de controle, e quem vem ganhando força é uma região quase tão misteriosa quanto o cérebro: o intestino.
O intestino tem sido chamado de “o nosso segundo cérebro”, e de fato existe uma abundância de células nervosas vivendo em nossas entranhas. Os neurônios intestinais mantêm um contato direto com o cérebro, podendo ter impacto em nosso comportamento.
O cérebro e o intestino podem trabalhar juntos ditando nossos pensamentos e ações. Então é possível dizer que o intestino interfere no funcionamento do cérebro e vice-versa, e atualmente até existe uma área de pesquisa voltada somente para o tão falado eixo intestino-cérebro.
Mas essa história de eixo cérebro-intestino tem potencial de ficar ainda mais interessante: existem evidências científicas de que as bactérias intestinais comandariam o sistema nervoso intestinal e o central. O que parece ser mais extravagante do que a ideia inicial de Aristóteles vem se confirmando, pois estudos demonstram que a microbiota intestinal é capaz de modular nosso comportamento. O intestino humano é colonizado por nada mais nada menos do que surpreendentes 100 trilhões de microrganismos vivos, em sua grande maioria bactérias.
Estudos recentes reforçam a ideia de que a microbiota intestinal influencia o cérebro e podem provocar uma revolução no tratamento de distúrbios mentais, especialmente diante das dificuldades da neurofarmacologia em fazer medicamentos atravessarem as barreiras cerebrais. A possibilidade de atuar indiretamente no cérebro por meio do intestino, utilizando bactérias e seus metabólitos como mediadores, abre novos caminhos para o desenvolvimento de fármacos. Esse cenário leva até a questionar o conceito de livre-arbítrio, já que organismos microscópicos podem exercer um controle silencioso sobre nossos pensamentos e comportamentos.
( ) “[...] novos estudos têm posto em dúvida sua hegemonia [...]” (3º parágrafo). Nesse período, temos voz passiva analítica.
( ) No 3º parágrafo, “qual” inicia uma oração com valor adjetivo.
( ) A expressão “uma abundância de células nervosas vivendo em nossas entranhas.” (4º parágrafo) exerce a função sintática de sujeito da forma verbal “existe”.
( ) A expressão “100 trilhões de microrganismos vivos” (6º parágrafo) exerce função sintática de agente da passiva.
I. Finalidade da escola.
II. Estrutura organizacional.
III. Relações de trabalho.
IV. Processos de adaptação do indivíduo à sociedade.
Está CORRETO o que se afirma:
(1) Teoria behaviorista.
(2) Teoria cognitiva.
(3) Teoria psicanalítica.
( ) Considera que, para que o sujeito emita a resposta desejada, é preciso que haja um reforço contínuo até que o indivíduo fique condicionado, de modo que o reforço fortaleça a resposta e o sujeito vá atuar com o objetivo de alcançar e satisfazer suas necessidades.
( ) Considera que as experiências anteriores são determinantes no comportamento que motiva o sujeito a uma determinada ação. Em muitos casos, a pessoa não tem consciência dos motivos que a impulsionam a agir de um modo ou de outro.
( ) Considera o sujeito como um ser racional, que decide, de modo consciente, suas ações, podendo interessar-se por uma área de conhecimento que julga ser útil às suas necessidades ou pela seleção da aprendizagem.
( ) Facilita a memorização dos conteúdos trabalhados, partindo do princípio de que a repetição possibilita ao aluno recordar com precisão os conhecimentos adquiridos.
( ) Parte dos conhecimentos prévios dos professores, de seus esquemas de compreensão e de suas hipóteses acerca da temática que será trabalhada.
( ) Configura-se a partir da previsão, por parte dos docentes, de uma estrutura lógica e sequencial dos conteúdos, em uma ordem que facilite a sua compreensão.
I. Visa ao desenvolvimento profissional dos professores, articulando conhecimentos e práticas desde a formação inicial até a formação em serviço.
II. Integra os professores em torno de interesses institucionais, exercendo função normativa sobre o trabalho pedagógico.
III. Favorece o desenvolvimento de capacidades, atitudes e conhecimentos necessários à construção de uma competência profissional integrada e holística.
Está CORRETO o que se afirma:
( ) Constitui um processo mental, dinâmico, contínuo e complexo, que conduz os estágios de tomada de decisão que antecedem, acompanham e sucedem a realização de intervenções sistematizadas e orientadas para a consecução de resultados.
( ) Corresponde à elaboração de um plano com um valor em si mesmo. Tal plano é formado por documentos que registram a sequenciação e os resultados do processo.
( ) Contribui para a validação do caráter aleatório presente no processo educativo, tornando-se um instrumento de preparação para a consecução de objetivos preestabelecidos pela realidade educacional.
( ) Trata-se da organização, coordenação, liderança e avaliação de todos os processos e ações diretamente voltados para a promoção da aprendizagem dos alunos e sua formação.
( ) Constitui-se como a dimensão secundária, uma vez que se refere apenas aos processos de ensino e de aprendizagem e não engloba toda a dinâmica institucional.
( ) É de responsabilidade exclusiva da supervisão escolar e dos docentes, cabendo à direção da escola a gestão de aspectos mais técnicos e burocráticos.
( ) Envolve uma relação assimétrica com o corpo docente, com o intuito de manter a ordem na escola.
( ) Refere-se à ação voltada para a esfera pedagógica, buscando parcerias políticas com o professor.
( ) Enfatiza a mediação para a definição crítica dos conteúdos significativos para a aprendizagem.
A primeira manifestação costuma ser a dor. A erupção é unilateral, raramente ultrapassando a linha mediana, seguindo o trajeto de um nervo. Pode envolver qualquer dermátomo, e as mucosas dentro dos dermátomos envolvidos também são afetadas.
( ) A presença de ritmo cardíaco irregular sugere fibrilação atrial e aumenta significativamente a probabilidade de acidente vascular cerebral (AVC) de fonte cardioembólica.
( ) Na fase pós-aguda, é necessário refazer o exame neurológico de modo mais detalhado para identificar possíveis sequelas neurológicas.
( ) Durante a avaliação clínica, a menor abdução de um joelho em relação ao outro indica um menor tônus (ou força) muscular desse lado.
I. Caracteriza-se por exantema eritematoso oleoso, que atinge as áreas de maior concentração de glândulas sebáceas, como o couro cabeludo, a face e as áreas retroauriculares, pré-esternal e intertriginosas.
II. É uma doença causada pelo vírus Malassesia furfur.
III. Tem conduta inicial que é apenas expectante, devendo o clínico esclarecer os pais/cuidadores da criança sobre a evolução típica da doença.
Está CORRETO o que se afirma:
É utilizado na avaliação de pacientes com neoplasias _______________________; o teste é de monitorização e _______________________.
I. A presença de hiperemia ocular associada à cefaleia sugere glaucoma ou cefaleia em salvas.
II. A palpação da região temporal pode demonstrar artérias temporais ou dolorosas observadas em pacientes com cefaleia em salvas.
III. A inspeção de face, orelhas e crânio pode afastar herpeszóster no couro cabeludo, face ou orelha externa.
Está CORRETO o que se afirma: