Questões de Concurso
Para prefeitura de sobrado - pb
Foram encontradas 441 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
I. Na dança contemporânea, observa-se a valorização do gesto cotidiano, rompendo com o virtuosismo técnico clássico e a narrativa linear.
II. O pós-modernismo musical, através do minimalismo, buscou a complexidade máxima e a recusa total à repetição de estruturas sonoras.
III. Tanto na música quanto na dança contemporâneas, a tecnologia é utilizada como ferramenta de ampliação da percepção, permitindo que o corpo e o som ocupem novos espaços.
Após análise, conclui-se que está correto o que se afirma em:
I. Na cena contemporânea a quebra da quarta parede é uma técnica que visa a dissolução da barreira entre ator e público, podendo conferir ao espectador um papel de co-criador da cena.
II. A fruição, no contexto da arte performática, é uma experiência passiva, na qual o público apenas recebe a poética proposta pelo performer no espaço cênico.
III. A apropriação, na poética contemporânea, consiste na retirada de elementos cotidianos ou artísticos de seus contextos originais para ressignificá-los na performance.
Após análise, conclui-se que está correto o que se afirma em:
A transição do Pós-modernismo para a Arte Contemporânea é marcada por uma mudança na abordagem técnica. Enquanto o Pós-modernismo explorou a apropriação, a ironia e o pastiche de elementos da cultura de massa, a Arte Contemporânea, frequentemente, expande esses limites em direção a práticas relacionais e imateriais. Observe as imagens a seguir, representativas dessas correntes:

Com base nas obras e nas características dos períodos, assinale a alternativa que melhor diferencia a abordagem técnica e conceitual entre o Pós-modernismo (Imagem 1) e a Arte Contemporânea (Imagem 2):
O Futurismo, movimento de vanguarda que exaltava a velocidade, a tecnologia e a ruptura com o passado, ecoou de forma complexa no Brasil. Embora o termo "futurista" tenha sido usado erroneamente como sinônimo de "modernista" por parte da crítica da época, suas técnicas e ideais influenciaram a estética de diversos criadores brasileiros. Associe os artistas/obras brasileiros aos impactos da estética futurista em suas produções:

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a associação correta entre as colunas.
Ao abordar temas polêmicos ou produções artísticas que desafiam o senso comum, o professor de arte enfrenta frequentemente tensões entre a proposta pedagógica baseada nos PCNs e as expectativas das famílias. Para dirimir conflitos, é fundamental que a prática docente esteja ancorada nos eixos conceituais do documento.
Associe os eixos de fundamentação aos seus respectivos focos de ação frente aos dilemas escolares:


Após análise, assinale a alternativa que apresenta a associação correta entre as colunas.
Observe a letra da música a seguir para responder à questão.
Algoritmo Íntimo
Criolo & Ney Matogrosso
Eu queria você aqui
Perto de mim
Quando a gente gosta, não dá pra esconder
Quando a gente ama, corpo fala
Coração quer explodir de amor
Eu (eu) sinto (sinto) tua falta (tua falta), bebê
Você é uma flor
Eu não sei se dá pra ver (uma flor) que eu vi
Que você viu a minha mensagem (minha mensagem)
Acho que sente que sinto
Que sente que sinto saudade (sinto saudade)
Mas não vou ficar na espera, na cela da tela
Toda a eternidade (toda a eternidade)
Meu algoritmo íntimo quer te agarrar de verdade
(te agarrar de verdade)
Me responde
Pra gente não se afastar mais
O tempo é danado
Muda o prumo e a prosa, meu bem (meu bem)
Meu corpo em chamas grita
E implora por teu abraço
Eu não sei se dá pra ver (volta) que eu vi
Que você viu a minha mensagem (minha mensagem)
Acho que sente que sinto
Que sente que sinto saudade (sinto saudade)
Mas não vou ficar na espera, na cela da tela
Toda a eternidade (toda a eternidade)
Meu algoritmo íntimo quer te agarrar de verdade
(te agarrar de verdade).
Fonte: https://www.letras.mus.br/ Acesso em 10/06/2026
"Quando a gente gosta, não dá pra esconder."
A respeito da concordância verbal empregada nesse trecho e de sua adequação à normapadrão, assinale a alternativa correta.
Observe a letra da música a seguir para responder à questão.
Algoritmo Íntimo
Criolo & Ney Matogrosso
Eu queria você aqui
Perto de mim
Quando a gente gosta, não dá pra esconder
Quando a gente ama, corpo fala
Coração quer explodir de amor
Eu (eu) sinto (sinto) tua falta (tua falta), bebê
Você é uma flor
Eu não sei se dá pra ver (uma flor) que eu vi
Que você viu a minha mensagem (minha mensagem)
Acho que sente que sinto
Que sente que sinto saudade (sinto saudade)
Mas não vou ficar na espera, na cela da tela
Toda a eternidade (toda a eternidade)
Meu algoritmo íntimo quer te agarrar de verdade
(te agarrar de verdade)
Me responde
Pra gente não se afastar mais
O tempo é danado
Muda o prumo e a prosa, meu bem (meu bem)
Meu corpo em chamas grita
E implora por teu abraço
Eu não sei se dá pra ver (volta) que eu vi
Que você viu a minha mensagem (minha mensagem)
Acho que sente que sinto
Que sente que sinto saudade (sinto saudade)
Mas não vou ficar na espera, na cela da tela
Toda a eternidade (toda a eternidade)
Meu algoritmo íntimo quer te agarrar de verdade
(te agarrar de verdade).
Fonte: https://www.letras.mus.br/ Acesso em 10/06/2026
"Meu algoritmo íntimo quer te agarrar de verdade"
A expressão algoritmo íntimo exemplifica um processo de construção de sentido em que:
Observe a tirinha a seguir.

Na tirinha, após ser chamado por Rosinha, Chico Bento direciona o olhar para a câmera. Em seguida, um enunciado não verbalizado é sugerido pelo contexto, e Chico passa a olhar para dentro do próprio calção. Considerando os mecanismos de produção de sentido, é correto afirmar que o humor decorre principalmente:
Meus companheiros amados, não vos espero nem chamo: porque vou para outros lados. Mas é certo que vos amo.
Nem sempre os que estão mais perto fazem melhor companhia. Mesmo com sol encoberto, todos sabem quando é dia.
Pelo vosso campo imenso, vou cortando meus atalhos. Por vosso amor é que penso e me dou tantos trabalhos.
Não condeneis, por enquanto, minha rebelde maneira. Para libertar-me tanto, fico vossa prisioneira.
Por mais que longe pareça, ides na minha lembrança, ides na minha cabeça, valeis a minha Esperança.
Fonte: https://www.culturagenial.com/poesia/. Acesso em 09/06/2026.
Com base nos aspectos de regência presentes no poema. Assinale a alternativa correta.
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Biografia do orvalho
Manoel de Barros
A maior riqueza do homem é a sua incompletude.
Nesse ponto sou abastado.
Palavras que me aceitam como sou — eu não
aceito.
Não aguento ser apenas um sujeito que abre
portas,
que puxa válvulas, que olha o relógio,
que compra pão às 6 horas da tarde, que vai lá
fora,
que aponta lápis, que vê a uva etc. etc.
Perdoai.
Mas eu preciso ser outros.
Eu penso renovar o homem usando borboletas.
Fonte: https://poetisarte.com/autores/manoel-de-barros/. Acesso em 28/05/2026
“Não aguento ser apenas um sujeito que abre portas.”
A respeito da função sintática e do valor semântico do termo “apenas”, assinale a alternativa correta.
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Biografia do orvalho
Manoel de Barros
A maior riqueza do homem é a sua incompletude.
Nesse ponto sou abastado.
Palavras que me aceitam como sou — eu não
aceito.
Não aguento ser apenas um sujeito que abre
portas,
que puxa válvulas, que olha o relógio,
que compra pão às 6 horas da tarde, que vai lá
fora,
que aponta lápis, que vê a uva etc. etc.
Perdoai.
Mas eu preciso ser outros.
Eu penso renovar o homem usando borboletas.
Fonte: https://poetisarte.com/autores/manoel-de-barros/. Acesso em 28/05/2026
Observe a imagem a seguir para responder à questão.

Observe a imagem a seguir para responder à questão.

Leia o texto a seguir para responder à questão
MEU IDEAL SERIA ESCREVER...
RUBEM BRAGA
Meu ideal seria escrever uma história tão engraçada que aquela moça que está naquela casa cinzenta quando lesse minha história no jornal risse, risse tanto que chegasse a chorar e dissesse – “ai meu Deus, que história mais engraçada!” E então a contasse para a cozinheira e telefonasse para duas ou três amigas para contar a história; e todos a quem ela contasse rissem muito e ficassem alegremente espantados de vê-la tão alegre. Ah, que minha história fosse como um raio de sol, irresistivelmente louro, quente, vivo, em sua vida de moça reclusa (que não sai de casa), enlutada (profundamente triste), doente. Que ela mesma ficasse admirada ouvindo o próprio riso, e depois repetisse para si própria – “mas essa história é mesmo muito engraçada!”
Que um casal que estivesse em casa mal-humorado, o marido bastante aborrecido com a mulher, a mulher bastante irritada como o marido, que esse casal também fosse atingido pela minha história. O marido a leria e começaria a rir, o que aumentaria a irritação da mulher. Mas depois que esta, apesar de sua má vontade, tomasse conhecimento da história, ela também risse muito, e ficassem os dois rindo sem poder olhar um para o outro sem rir mais; e que um, ouvindo aquele riso do outro, se lembrasse do alegre tempo de namoro, e reencontrassem os dois a alegria perdida de estarem juntos.
Que nas cadeias, nos hospitais, em todas as salas de espera, a minha história chegasse – e tão fascinante de graça, tão irresistível, tão colorida e tão pura que todos limpassem seu coração com lágrimas de alegria; que o comissário (autoridade policial) do distrito (divisão territorial em que se exerce autoridade administrativa, judicial, fiscal ou policial), depois de ler minha história, mandasse soltar aqueles bêbados e também aquelas pobres mulheres colhidas na calçada e lhes dissesse – “por favor, se comportem, que diabo! Eu não gosto de prender ninguém!” E que assim todos tratassem melhor seus empregados, seus dependentes e seus semelhantes em alegre e espontânea homenagem à minha história.
E que ela aos poucos se espalhasse pelo mundo e fosse contada de mil maneiras, e fosse atribuída a um persa (habitante da antiga Pérsia, atual Irã), na Nigéria (país da África), a um australiano, em Dublin (capital da Irlanda), a um japonês, em Chicago – mas que em todas as línguas ela guardasse a sua frescura, a sua pureza, o seu encanto surpreendente; e que no fundo de uma aldeia da China, um chinês muito pobre, muito sábio e muito velho dissesse: “Nunca ouvi uma história assim tão engraçada e tão boa em toda a minha vida; valeu a pena ter vivido até hoje para ouvi-la; essa história não pode ter sido inventada por nenhum homem, foi com certeza algum anjo tagarela que a contou aos ouvidos de um santo que dormia, e que ele pensou que já estivesse morto; sim, deve ser uma história do céu que se filtrou (introduziu-se lentamente em) por acaso até nosso conhecimento; é divina.”
E quando todos me perguntassem – “mas de onde é que você tirou essa história?” – eu responderia que ela não é minha, que eu a ouvi por acaso na rua, de um desconhecido que a contava a outro desconhecido, e que por sinal começara a contar assim: “Ontem ouvi um sujeito contar uma história...”
E eu esconderia completamente a humilde verdade: que eu inventei toda a minha história em um só segundo, quando pensei na tristeza daquela moça que está doente, que sempre está doente e sempre está de luto e sozinha naquela pequena casa cinzenta de meu bairro.
Fonte: https://armazemdetexto.blogspot.com/. Acesso em 09/06/2026.
Leia o texto a seguir para responder à questão
MEU IDEAL SERIA ESCREVER...
RUBEM BRAGA
Meu ideal seria escrever uma história tão engraçada que aquela moça que está naquela casa cinzenta quando lesse minha história no jornal risse, risse tanto que chegasse a chorar e dissesse – “ai meu Deus, que história mais engraçada!” E então a contasse para a cozinheira e telefonasse para duas ou três amigas para contar a história; e todos a quem ela contasse rissem muito e ficassem alegremente espantados de vê-la tão alegre. Ah, que minha história fosse como um raio de sol, irresistivelmente louro, quente, vivo, em sua vida de moça reclusa (que não sai de casa), enlutada (profundamente triste), doente. Que ela mesma ficasse admirada ouvindo o próprio riso, e depois repetisse para si própria – “mas essa história é mesmo muito engraçada!”
Que um casal que estivesse em casa mal-humorado, o marido bastante aborrecido com a mulher, a mulher bastante irritada como o marido, que esse casal também fosse atingido pela minha história. O marido a leria e começaria a rir, o que aumentaria a irritação da mulher. Mas depois que esta, apesar de sua má vontade, tomasse conhecimento da história, ela também risse muito, e ficassem os dois rindo sem poder olhar um para o outro sem rir mais; e que um, ouvindo aquele riso do outro, se lembrasse do alegre tempo de namoro, e reencontrassem os dois a alegria perdida de estarem juntos.
Que nas cadeias, nos hospitais, em todas as salas de espera, a minha história chegasse – e tão fascinante de graça, tão irresistível, tão colorida e tão pura que todos limpassem seu coração com lágrimas de alegria; que o comissário (autoridade policial) do distrito (divisão territorial em que se exerce autoridade administrativa, judicial, fiscal ou policial), depois de ler minha história, mandasse soltar aqueles bêbados e também aquelas pobres mulheres colhidas na calçada e lhes dissesse – “por favor, se comportem, que diabo! Eu não gosto de prender ninguém!” E que assim todos tratassem melhor seus empregados, seus dependentes e seus semelhantes em alegre e espontânea homenagem à minha história.
E que ela aos poucos se espalhasse pelo mundo e fosse contada de mil maneiras, e fosse atribuída a um persa (habitante da antiga Pérsia, atual Irã), na Nigéria (país da África), a um australiano, em Dublin (capital da Irlanda), a um japonês, em Chicago – mas que em todas as línguas ela guardasse a sua frescura, a sua pureza, o seu encanto surpreendente; e que no fundo de uma aldeia da China, um chinês muito pobre, muito sábio e muito velho dissesse: “Nunca ouvi uma história assim tão engraçada e tão boa em toda a minha vida; valeu a pena ter vivido até hoje para ouvi-la; essa história não pode ter sido inventada por nenhum homem, foi com certeza algum anjo tagarela que a contou aos ouvidos de um santo que dormia, e que ele pensou que já estivesse morto; sim, deve ser uma história do céu que se filtrou (introduziu-se lentamente em) por acaso até nosso conhecimento; é divina.”
E quando todos me perguntassem – “mas de onde é que você tirou essa história?” – eu responderia que ela não é minha, que eu a ouvi por acaso na rua, de um desconhecido que a contava a outro desconhecido, e que por sinal começara a contar assim: “Ontem ouvi um sujeito contar uma história...”
E eu esconderia completamente a humilde verdade: que eu inventei toda a minha história em um só segundo, quando pensei na tristeza daquela moça que está doente, que sempre está doente e sempre está de luto e sozinha naquela pequena casa cinzenta de meu bairro.
Fonte: https://armazemdetexto.blogspot.com/. Acesso em 09/06/2026.
I. Piaget e Inhelder caracterizam o período sensório-motor (0 a 18-24 meses) como uma fase em que a inteligência é essencialmente prática, construindo-se exclusivamente por meio de percepções e movimentos, sem intervenção da representação ou do pensamento. Nesse nível, a criança elabora os esquemas de assimilação que servem de substrato para as construções perceptivas e intelectuais ulteriores, organizando o real em torno de categorias como objeto permanente, espaço, tempo e causalidade.
II. Os autores afirmam que a função semiótica ou simbólica, que surge entre 1 ano e meio e 2 anos, permite a representação de objetos ou acontecimentos ausentes por meio de significantes diferenciados. Entre as cinco condutas que manifestam essa função estão a imitação diferida, o jogo simbólico, o desenho, a imagem mental e a linguagem. Piaget e Inhelder sustentam que a linguagem é o único fator responsável pela constituição das operações lógico-matemáticas, pois sem ela a criança não seria capaz de desenvolver estruturas de reversibilidade e conservação.
III. No que concerne às operações concretas (dos 7-8 aos 11-12 anos), os autores demonstram que a criança adquire noções de conservação (substância, peso, volume), torna-se capaz de classificar, seriar e estabelecer correspondências, mas ainda apresenta limitações importantes: suas operações apoiam-se diretamente sobre objetos concretos e não sobre hipóteses enunciadas verbalmente, e as estruturas de reversibilidade (inversão e reciprocidade) permanecem separadas, sem se integrar num sistema único que combine ambas as formas de reversibilidade.
IV. Piaget e Inhelder descrevem o pensamento formal (a partir dos 11-12 anos) como caracterizado pela liberação do concreto e pela capacidade de operar sobre hipóteses e proposições. A combinatória, que permite considerar todas as associações possíveis entre elementos ou fatores, e o “grupo” das duas reversibilidades (INRC), que integra inversão e reciprocidade num sistema de quatro transformações, são estruturas próprias desse nível. Os autores afirmam que tais estruturas resultam exclusivamente da maturação biológica do sistema nervoso, independentemente de qualquer interação social ou experiência física.
V. Na conclusão da obra, os autores identificam quatro fatores do desenvolvimento mental: maturação orgânica, experiência física e lógico-matemática, interações e transmissões sociais, e equilibração (auto-regulação). Piaget e Inhelder sustentam que, embora a afetividade constitua a “energética” das condutas, sendo indissociável do aspecto cognitivo, os fatores de evolução são comuns a ambos os aspectos, havendo um notável paralelismo funcional entre o desenvolvimento cognitivo e o afetivo, como demonstram as relações objetais, as interações interindividuais e os sentimentos morais.
Considerando as formulações de Piaget e Inhelder presentes nos capítulos analisados, conclui-se que é correto o que se afirma em: