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Q4266904 Não definido
Leia o texto a seguir e responda à questão.


Insulina inalável passa a ser vendida no Brasil em 3 doses


        Uma insulina inalável que pode substituir, em parte, as picadas diárias de injeção dos diabéticos chegou ao mercado brasileiro.

         A insulina inalável foi aprovada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) em junho de 2019 e será vendida em três dosagens (4, 8 e 12 UI, ou unidades internacionais, de insulina), em embalagens com 90 e 180 refis, e dois inaladores por caixa. A dosagem recomendada deve ser indicada pelo médico.


Fonte: (Jornal Correio da Paraíba, 12 de fevereiro de 2020).
Na manchete “Insulina inalável passa a ser vendida no Brasil em 3 doses”, as palavras sublinhadas são classificadas morfologicamente, na sequência, como: 
Alternativas
Q4266903 Não definido
No trecho “ O carnaval está cada vez mais aristocrático”, pode-se substituir o termo destacado sem perda de sentido por: 
Alternativas
Q4266902 Não definido
A pontuação é um mecanismo de textualidade que se estabelece nas relações sintáticas de um texto. Nesse sentido, analise as possibilidades de pontuação no trecho destacado da matéria “Unidos da decadência no carnaval”, avaliando a sua adequação na construção textual.

I- O que o Brasil fez pelo carnaval foi dar brilho, lantejoulas, penas de faisão, baterias, alegorias e pouca roupa, mas engana-se quem considera o evento como a maior festa popular do mundo. Não, não é não. O carnaval está cada vez mais aristocrático. Vendas de abadás caríssimos, camarotes caros e garantia de bons negócios.
II- O que o Brasil fez pelo carnaval foi dar brilho, lantejoulas, penas de faisão, baterias, alegorias e pouca roupa. Mas, engana-se quem considera, o evento como a maior festa popular, do mundo. Não não é não. O carnaval está cada vez mais aristocrático. Vendas de abadás caríssimos, camarotes caros e garantia de bons negócios.
III- O que o Brasil fez pelo carnaval foi dar, brilho, lantejoulas, penas de faisão, baterias, alegorias, e pouca roupa, mas engana-se quem considera o evento como a maior festa popular do mundo. Não, não é não. O carnaval, está cada vez mais aristocrático. Vendas de abadás caríssimos, camarotes caros e garantia de bons negócios.
Fonte: (https://administradores.com.br/noticias/unidos-da-decadencia-do-carnaval).

É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q4266901 Não definido
Leia o texto a seguir e responda à questão.




(Disponível em:http://www.aids.gov.br. Acesso em: 11jun.2019).
A sequência de uso dos verbos: PARE, PENSE e USE significa no texto:
Alternativas
Q4266900 Não definido
Leia o texto a seguir e responda à questão.




(Disponível em:http://www.aids.gov.br. Acesso em: 11jun.2019).
Nessa campanha, a combinação dos substantivos próprios objetiva: 
Alternativas
Q4266899 Não definido
Leia o texto abaixo e responda a questão.


Fevereiro já soma 105 ocorrências


        Segundo o Hospital de Traumas, as ocorrências envolvendo quedas continuam liderando as entradas da emergência, com 105 casos. Os dados são de 31 de janeiro a 3 de fevereiro. Esse número supera o de motocicletas (96). Dados de quedas referentes à janeiro de 2020: número de quedas (1,128), queda de andaime (3), queda de árvore (12), queda de caminhão (3) queda de escada (37) e queda de ônibus (3).

Fonte: (Jornal Correio da Paraíba, 8 de fevereiro, de 2020).
Acerca do uso da vírgula no texto acima, julgue as assertivas abaixo e responda o que se pede.

I- O uso das vírgulas separando os tipos de quedas justifica-se pela necessidade de enumerar as ocorrências.
II- Ao registrar outros casos de emergência envolvendo quedas, é facultado o uso das vírgulas separando os tipos de quedas.
III- A vírgula é obrigatória apenas para separar os dois primeiros tipos de quedas.
IV- Justifica-se o uso da vírgula na primeira linha após “Hospital de Traumas” por apontar a origem da pesquisa.

É CORRETO o que se afirma apenas em: 
Alternativas
Q4266898 Não definido
Leia o Conto abaixo, intitulado “Para que ninguém a quisesse” e responda a questão.


     Porque os homens olhavam demais para a sua mulher, mandou que descesse a bainha dos vestidos e parasse de se pintar. Apesar disso, sua beleza chamava a atenção, e ele foi obrigado a exigir que eliminasse os decotes, jogasse fora os sapatos de saltos altos. Dos armários tirou as roupas de seda, da gaveta tirou todas as jóias. E vendo que, ainda assim, um ou outro olhar viril se acendia à passagem dela, pegou a tesoura e tosquiou-lhe os longos cabelos.

        Agora podia viver descansado. Ninguém a olhava duas vezes, homem nenhum se interessava por ela. Esquiva como um gato, não mais atravessava praças. E evitava sair.Tão esquiva se fez, que ele foi deixando de ocupar-se dela, permitindo que fluísse em silêncio pelos cômodos, mimetizada com os móveis e as sombras.

        Uma fina saudade, porém, começou a alinhavar-se em seus dias. Não saudade da mulher. Mas do desejo inflamado que tivera por ela.

       Então lhe trouxe um batom. No outro dia um corte de seda. À noite tirou do bolso uma rosa de cetim para enfeitar-lhe o que restava dos cabelos.

        Mas ela tinha desaprendido a gostar dessas coisas, nem pensava mais em lhe agradar. Largou o tecido em uma gaveta, esqueceu o batom. E continuou andando pela casa de vestido de chita, enquanto a rosa desbotava sobre a cômoda.

(COLASANTI, Marina. “Para que ninguém a quisesse”. In: Contos de amor rasgados. Rio de Janeiro: Rocco, 1986. P. 111-2).
No fragmento textual “Ninguém a olhava duas vezes, homem nenhum se interessava por ela”, os vocábulos destacados são classificados, na sequência, de acordo com a classe gramatical em 
Alternativas
Q4266897 Não definido
Leia o Conto abaixo, intitulado “Para que ninguém a quisesse” e responda a questão.


     Porque os homens olhavam demais para a sua mulher, mandou que descesse a bainha dos vestidos e parasse de se pintar. Apesar disso, sua beleza chamava a atenção, e ele foi obrigado a exigir que eliminasse os decotes, jogasse fora os sapatos de saltos altos. Dos armários tirou as roupas de seda, da gaveta tirou todas as jóias. E vendo que, ainda assim, um ou outro olhar viril se acendia à passagem dela, pegou a tesoura e tosquiou-lhe os longos cabelos.

        Agora podia viver descansado. Ninguém a olhava duas vezes, homem nenhum se interessava por ela. Esquiva como um gato, não mais atravessava praças. E evitava sair.Tão esquiva se fez, que ele foi deixando de ocupar-se dela, permitindo que fluísse em silêncio pelos cômodos, mimetizada com os móveis e as sombras.

        Uma fina saudade, porém, começou a alinhavar-se em seus dias. Não saudade da mulher. Mas do desejo inflamado que tivera por ela.

       Então lhe trouxe um batom. No outro dia um corte de seda. À noite tirou do bolso uma rosa de cetim para enfeitar-lhe o que restava dos cabelos.

        Mas ela tinha desaprendido a gostar dessas coisas, nem pensava mais em lhe agradar. Largou o tecido em uma gaveta, esqueceu o batom. E continuou andando pela casa de vestido de chita, enquanto a rosa desbotava sobre a cômoda.

(COLASANTI, Marina. “Para que ninguém a quisesse”. In: Contos de amor rasgados. Rio de Janeiro: Rocco, 1986. P. 111-2).
No último parágrafo, a mudança de comportamento da mulher demonstra que ela 
Alternativas
Q4266896 Não definido
Leia o Conto abaixo, intitulado “Para que ninguém a quisesse” e responda a questão.


     Porque os homens olhavam demais para a sua mulher, mandou que descesse a bainha dos vestidos e parasse de se pintar. Apesar disso, sua beleza chamava a atenção, e ele foi obrigado a exigir que eliminasse os decotes, jogasse fora os sapatos de saltos altos. Dos armários tirou as roupas de seda, da gaveta tirou todas as jóias. E vendo que, ainda assim, um ou outro olhar viril se acendia à passagem dela, pegou a tesoura e tosquiou-lhe os longos cabelos.

        Agora podia viver descansado. Ninguém a olhava duas vezes, homem nenhum se interessava por ela. Esquiva como um gato, não mais atravessava praças. E evitava sair.Tão esquiva se fez, que ele foi deixando de ocupar-se dela, permitindo que fluísse em silêncio pelos cômodos, mimetizada com os móveis e as sombras.

        Uma fina saudade, porém, começou a alinhavar-se em seus dias. Não saudade da mulher. Mas do desejo inflamado que tivera por ela.

       Então lhe trouxe um batom. No outro dia um corte de seda. À noite tirou do bolso uma rosa de cetim para enfeitar-lhe o que restava dos cabelos.

        Mas ela tinha desaprendido a gostar dessas coisas, nem pensava mais em lhe agradar. Largou o tecido em uma gaveta, esqueceu o batom. E continuou andando pela casa de vestido de chita, enquanto a rosa desbotava sobre a cômoda.

(COLASANTI, Marina. “Para que ninguém a quisesse”. In: Contos de amor rasgados. Rio de Janeiro: Rocco, 1986. P. 111-2).
No fragmento abaixo transcrito, estão em destaque duas expressões. Da análise do contexto em que cada vocábulo ocorre, depreende-se uma relação de sinonímia com quais das expressões elencadas na sequência?

“[...] Dos armários tirou as roupas de seda, da gaveta tirou todas as jóias. E vendo que, ainda assim, um ou outro olhar viril se acendia a passagem dela, pegou a tesoura e tosquiou-lhe os longos cabelos. Agora podia viver descansado. Ninguém a olhava duas vezes, homem nenhum se interessava por ela. Esquiva como um gato, não mais atravessava praça. E evitava sair. [..]” 
Alternativas
Q4266895 Não definido
Leia o Conto abaixo, intitulado “Para que ninguém a quisesse” e responda a questão.


     Porque os homens olhavam demais para a sua mulher, mandou que descesse a bainha dos vestidos e parasse de se pintar. Apesar disso, sua beleza chamava a atenção, e ele foi obrigado a exigir que eliminasse os decotes, jogasse fora os sapatos de saltos altos. Dos armários tirou as roupas de seda, da gaveta tirou todas as jóias. E vendo que, ainda assim, um ou outro olhar viril se acendia à passagem dela, pegou a tesoura e tosquiou-lhe os longos cabelos.

        Agora podia viver descansado. Ninguém a olhava duas vezes, homem nenhum se interessava por ela. Esquiva como um gato, não mais atravessava praças. E evitava sair.Tão esquiva se fez, que ele foi deixando de ocupar-se dela, permitindo que fluísse em silêncio pelos cômodos, mimetizada com os móveis e as sombras.

        Uma fina saudade, porém, começou a alinhavar-se em seus dias. Não saudade da mulher. Mas do desejo inflamado que tivera por ela.

       Então lhe trouxe um batom. No outro dia um corte de seda. À noite tirou do bolso uma rosa de cetim para enfeitar-lhe o que restava dos cabelos.

        Mas ela tinha desaprendido a gostar dessas coisas, nem pensava mais em lhe agradar. Largou o tecido em uma gaveta, esqueceu o batom. E continuou andando pela casa de vestido de chita, enquanto a rosa desbotava sobre a cômoda.

(COLASANTI, Marina. “Para que ninguém a quisesse”. In: Contos de amor rasgados. Rio de Janeiro: Rocco, 1986. P. 111-2).
Avalie com (V) verdadeiro e (F) falso as proposições abaixo com relação ao texto acima e, em seguida, responda ao que se pede.

( ) Trata-se de um casal (homem/mulher) que tinha um relacionamento harmonioso e, por isso, a mulher mostrava-se feliz com a vida que levava.
( ) Relação de casal em que o homem exerce poder sobre a mulher, desrespeitando a forma de vida dela.
( ) O homem pretendia ajudar sua mulher, ao exigir que mudasse a forma de se vestir.
( ) A mulher aceita satisfeita a condição imposta pelo marido de mudar a forma de vida.
( ) O homem exerce influência sobre a forma da sua mulher se vestir, mas isso não muda a forma de ser dela.

O preenchimento CORRETO dos parênteses está na alternativa: 
Alternativas
Q4266894 Não definido
Leia a tirinha abaixo e responda à questão



(ITURRUSGARAI, A. Disponível em https://piaui.folha.uol.com.br/.Acesso em: 14 abril.2019). 
Considerando o contexto da tirinha, a expressão “gente fina” no segundo quadrinho poderia ser substituída sem prejuízo semântico por
Alternativas
Q4266893 Não definido
Leia a tirinha abaixo e responda à questão



(ITURRUSGARAI, A. Disponível em https://piaui.folha.uol.com.br/.Acesso em: 14 abril.2019). 
O texto apresenta uma perspectiva crítica diante de uma determinada ocorrência da variação linguística, especificamente relativa à
Alternativas
Q4266892 Não definido
Leia os textos 1 e 2 para responder à questão.

Texto 1 

(https://encrypted-tbn0.gstatic.com/images?q=tbn%3AANd9GcQRsbASPO2ZrSt6wK1YbCM-LvCn_dEimj1z7RU-pac7c7BtZsA9).

Texto 2 


        A tecnologia auxilia no desenvolvimento da ciência, da medicina, da agricultura, da indústria e na disseminação do conhecimento.

        Existe, porém, o outro lado da moeda. Se você faz parte dos 68% que pegam o celular assim que abrem os olhos, de acordo com levantamento da revista Time, ou dos surpreendentes mesmos 68% que acionam o aparelho ainda dormindo, segundo pesquisa da consultoria Deloitte, certamente está sucumbindo à tentação da conexão 24/7 (24 horas por sete dias da semana).

        E talvez comece a perceber os efeitos nocivos dessa interação constante e concorde com o que a jornalista americana Catherine Price diz em Celular: Como Dar um Tempo [...], recém-lançado no Brasil: “Ao mesmo tempo que estamos ocupados, também nos sentimos ineficientes. Estamos conectados, mas somos solitários. A tecnologia que nos dá liberdade também funciona como uma prisão – quanto mais ficamos presos, nos perguntamos com mais frequência quem está realmente no controle. O resultado é uma tensão paralisante.

(TOZZI,E; GOMES,N. Como evitar que o vício em celular acabe com sua produtividade. Disponível em: https://exame.abril.co,.br. Acesso em 23 abr 2019).
O sujeito sintático de “A tecnologia auxilia no desenvolvimento da ciência, da medicina, da agricultura, da indústria e na disseminação do conhecimento” classifica-se como

I- simples anteposto ao verbo.
II- composto posposto ao verbo.
III- simples, cujo núcleo é “tecnologia”.

É CORRETO o que se afirma apenas em: 
Alternativas
Q4266891 Não definido
Leia os textos 1 e 2 para responder à questão.

Texto 1 

(https://encrypted-tbn0.gstatic.com/images?q=tbn%3AANd9GcQRsbASPO2ZrSt6wK1YbCM-LvCn_dEimj1z7RU-pac7c7BtZsA9).

Texto 2 


        A tecnologia auxilia no desenvolvimento da ciência, da medicina, da agricultura, da indústria e na disseminação do conhecimento.

        Existe, porém, o outro lado da moeda. Se você faz parte dos 68% que pegam o celular assim que abrem os olhos, de acordo com levantamento da revista Time, ou dos surpreendentes mesmos 68% que acionam o aparelho ainda dormindo, segundo pesquisa da consultoria Deloitte, certamente está sucumbindo à tentação da conexão 24/7 (24 horas por sete dias da semana).

        E talvez comece a perceber os efeitos nocivos dessa interação constante e concorde com o que a jornalista americana Catherine Price diz em Celular: Como Dar um Tempo [...], recém-lançado no Brasil: “Ao mesmo tempo que estamos ocupados, também nos sentimos ineficientes. Estamos conectados, mas somos solitários. A tecnologia que nos dá liberdade também funciona como uma prisão – quanto mais ficamos presos, nos perguntamos com mais frequência quem está realmente no controle. O resultado é uma tensão paralisante.

(TOZZI,E; GOMES,N. Como evitar que o vício em celular acabe com sua produtividade. Disponível em: https://exame.abril.co,.br. Acesso em 23 abr 2019).
Considerando a ideia central do texto 1, a partir da junção dos recursos visuais e verbais, pode-se afirmar que expressa 
Alternativas
Q4266890 Não definido
Leia os textos 1 e 2 para responder à questão.

Texto 1 

(https://encrypted-tbn0.gstatic.com/images?q=tbn%3AANd9GcQRsbASPO2ZrSt6wK1YbCM-LvCn_dEimj1z7RU-pac7c7BtZsA9).

Texto 2 


        A tecnologia auxilia no desenvolvimento da ciência, da medicina, da agricultura, da indústria e na disseminação do conhecimento.

        Existe, porém, o outro lado da moeda. Se você faz parte dos 68% que pegam o celular assim que abrem os olhos, de acordo com levantamento da revista Time, ou dos surpreendentes mesmos 68% que acionam o aparelho ainda dormindo, segundo pesquisa da consultoria Deloitte, certamente está sucumbindo à tentação da conexão 24/7 (24 horas por sete dias da semana).

        E talvez comece a perceber os efeitos nocivos dessa interação constante e concorde com o que a jornalista americana Catherine Price diz em Celular: Como Dar um Tempo [...], recém-lançado no Brasil: “Ao mesmo tempo que estamos ocupados, também nos sentimos ineficientes. Estamos conectados, mas somos solitários. A tecnologia que nos dá liberdade também funciona como uma prisão – quanto mais ficamos presos, nos perguntamos com mais frequência quem está realmente no controle. O resultado é uma tensão paralisante.

(TOZZI,E; GOMES,N. Como evitar que o vício em celular acabe com sua produtividade. Disponível em: https://exame.abril.co,.br. Acesso em 23 abr 2019).
Ao relacionar os textos 1 e 2, nota-se que a abordagem feita sobre o uso do celular na sociedade atual é

I- semelhante, porquanto os dois textos concordam que, se, por um lado, a conectividade intensificou ainda mais as interações humanas, por outro, nos tornamos mais solitários.
II- semelhante, porquanto os dois textos levantam o questionamento a respeito do autocontrole do indivíduo diante das tecnologias.
III- diferente, porque apenas o texto 2 evidencia o dilema paradoxal vivenciado por aqueles que vivem dependentes do aparelho.
IV- semelhante, porque ambos os textos evidenciam apenas as consequências do mau uso do celular nas relações entre avós e netos.

De acordo com os textos 1 e 2, é CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Respostas
376: E
377: A
378: D
379: C
380: B
381: E
382: C
383: A
384: B
385: E
386: C
387: C
388: A
389: B
390: B