Questões de Concurso
Para prefeitura de são joão do tigre - pb
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Leia o texto a seguir para responder à questão.

Disponível em: <https://www.upe.br/images/CADERNO_DE_
PROVAS_SSA_2__2_DIA_29_10-compactado.pdf>. Acesso em: 08
de abril de 2024.
Leia o texto a seguir.

Disponível em: <https://www.instagram.com/p/Cm2U_ofOn_r/>.
Acesso em: 01 de abril de 2024.
De acordo com o texto, as formas nominais do verbo
podem ser relacionadas, respectivamente, à ideia de
tempo
Leia o texto a seguir.

Disponível em: <https://www.facebook.com/tirasarmandinho/photos/
pb.100064627692059.-2207520000/2556237011088256/?type=3>.
Acesso em: 01 de abril de 2024.
A frase exposta na placa apresentada por
Armandinho difere, quanto ao sentido, da que foi
compreendida pelo adulto. Tal confusão pode ser
justificada pelas formas verbais “Ver” e “Vender”,
conjugadas, respectivamente no
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Não ameis a distância
Rubem Alves
Em uma cidade há um milhão e meio de pessoas, em outra há outros milhões; e as cidades são tão longe uma da outra que nesta é verão quando naquela é inverno. Em cada uma dessas cidades há uma pessoa, e essas pessoas tão distantes, acaso pensareis que podem cultivar em segredo, como plantinha de estufa, um amor a distância?
Andam em ruas tão diferentes e passam o dia falando línguas diversas; cada uma tem em torno de si uma presença constante e inumerável de olhos, vozes, notícias. Não se telefonam mais; é tão caro e demorado e tão ruim e além disso, que se diriam? Escrevem-se. Mas uma carta leva dias para chegar; ainda que venha vibrando, cálida, cheia de sentimento, quem sabe se no momento em que é lida já não poderia ter sido escrita? A carta não diz o que a outra pessoa está sentindo, diz o que sentiu a semana passada... e as semanas passam de maneira assustadora os domingos se precipitam mal começam as noites de sábado, as segundas retornam com veemência gritando - “outra semana!” e as quartas já tem um gosto de sexta, e o abril de de-já-hoje é mudado em agosto...
Sim, há uma frase na carta cheia de calor, cheia de luz; mas a vida presente é traiçoeira e os astrônomos não dizem que muitas vezes ficamos como patetas a ver uma linda estrela jurando pela sua existência – e, no entanto, há séculos ela se apagou na escuridão do caos, sua luz é que custou a fazer a viagem? Direis que não importa a estrela em si mesma, e sim a luz que ela nos manda; e eu vos direi: amai para entendê-las!
Ao que ama o que lhe importa não é a luz nem o som, é a própria pessoa amada mesma, o seu vero cabelo, e o vero pêlo, o osso de seu joelho, sua terna e úmida presença carnal, o imediato calor; é o de hoje, o agora, o aqui - e isso não há.
Então a outra pessoa vira retratinho no bolso, borboleta perdida no ar, brisa que a testa recebe na esquina, tudo o que for eco, sombra, imagem, um pequeno fantasma, e nada mais. E a vida de todo dia vai gastando insensivelmente a outra pessoa, hoje lhe tira um modesto fio de cabelo, amanhã apenas passa a unha de leve fazendo um traço branco na sua coxa queimada pelo sol, de súbito a outra pessoa entra em fading um sábado inteiro, está-se gastando, perdendo seu poder emissor a distância.
Cuidai amar uma pessoa, e ao fim vosso amor é um maço de cartas e fotografias no fundo de uma gaveta que se abre cada vez menos...
Não ameis a distância, não ameis, não ameis!
BRAGA, R., Coleção Melhores Crônicas, São Paulo,
Editora Global, 2013.
No trecho, “Sim, há uma frase na carta cheia de calor, cheia de luz; mas a vida presente é traiçoeira e os astrônomos não dizem que muitas vezes ficamos como patetas a ver uma linda estrela jurando pela sua existência – e, no entanto, há séculos ela se apagou na escuridão do caos, sua luz é que custou a fazer a viagem?” os termos em destaque possuem, respectivamente, função
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Não ameis a distância
Rubem Alves
Em uma cidade há um milhão e meio de pessoas, em outra há outros milhões; e as cidades são tão longe uma da outra que nesta é verão quando naquela é inverno. Em cada uma dessas cidades há uma pessoa, e essas pessoas tão distantes, acaso pensareis que podem cultivar em segredo, como plantinha de estufa, um amor a distância?
Andam em ruas tão diferentes e passam o dia falando línguas diversas; cada uma tem em torno de si uma presença constante e inumerável de olhos, vozes, notícias. Não se telefonam mais; é tão caro e demorado e tão ruim e além disso, que se diriam? Escrevem-se. Mas uma carta leva dias para chegar; ainda que venha vibrando, cálida, cheia de sentimento, quem sabe se no momento em que é lida já não poderia ter sido escrita? A carta não diz o que a outra pessoa está sentindo, diz o que sentiu a semana passada... e as semanas passam de maneira assustadora os domingos se precipitam mal começam as noites de sábado, as segundas retornam com veemência gritando - “outra semana!” e as quartas já tem um gosto de sexta, e o abril de de-já-hoje é mudado em agosto...
Sim, há uma frase na carta cheia de calor, cheia de luz; mas a vida presente é traiçoeira e os astrônomos não dizem que muitas vezes ficamos como patetas a ver uma linda estrela jurando pela sua existência – e, no entanto, há séculos ela se apagou na escuridão do caos, sua luz é que custou a fazer a viagem? Direis que não importa a estrela em si mesma, e sim a luz que ela nos manda; e eu vos direi: amai para entendê-las!
Ao que ama o que lhe importa não é a luz nem o som, é a própria pessoa amada mesma, o seu vero cabelo, e o vero pêlo, o osso de seu joelho, sua terna e úmida presença carnal, o imediato calor; é o de hoje, o agora, o aqui - e isso não há.
Então a outra pessoa vira retratinho no bolso, borboleta perdida no ar, brisa que a testa recebe na esquina, tudo o que for eco, sombra, imagem, um pequeno fantasma, e nada mais. E a vida de todo dia vai gastando insensivelmente a outra pessoa, hoje lhe tira um modesto fio de cabelo, amanhã apenas passa a unha de leve fazendo um traço branco na sua coxa queimada pelo sol, de súbito a outra pessoa entra em fading um sábado inteiro, está-se gastando, perdendo seu poder emissor a distância.
Cuidai amar uma pessoa, e ao fim vosso amor é um maço de cartas e fotografias no fundo de uma gaveta que se abre cada vez menos...
Não ameis a distância, não ameis, não ameis!
BRAGA, R., Coleção Melhores Crônicas, São Paulo,
Editora Global, 2013.
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Não ameis a distância
Rubem Alves
Em uma cidade há um milhão e meio de pessoas, em outra há outros milhões; e as cidades são tão longe uma da outra que nesta é verão quando naquela é inverno. Em cada uma dessas cidades há uma pessoa, e essas pessoas tão distantes, acaso pensareis que podem cultivar em segredo, como plantinha de estufa, um amor a distância?
Andam em ruas tão diferentes e passam o dia falando línguas diversas; cada uma tem em torno de si uma presença constante e inumerável de olhos, vozes, notícias. Não se telefonam mais; é tão caro e demorado e tão ruim e além disso, que se diriam? Escrevem-se. Mas uma carta leva dias para chegar; ainda que venha vibrando, cálida, cheia de sentimento, quem sabe se no momento em que é lida já não poderia ter sido escrita? A carta não diz o que a outra pessoa está sentindo, diz o que sentiu a semana passada... e as semanas passam de maneira assustadora os domingos se precipitam mal começam as noites de sábado, as segundas retornam com veemência gritando - “outra semana!” e as quartas já tem um gosto de sexta, e o abril de de-já-hoje é mudado em agosto...
Sim, há uma frase na carta cheia de calor, cheia de luz; mas a vida presente é traiçoeira e os astrônomos não dizem que muitas vezes ficamos como patetas a ver uma linda estrela jurando pela sua existência – e, no entanto, há séculos ela se apagou na escuridão do caos, sua luz é que custou a fazer a viagem? Direis que não importa a estrela em si mesma, e sim a luz que ela nos manda; e eu vos direi: amai para entendê-las!
Ao que ama o que lhe importa não é a luz nem o som, é a própria pessoa amada mesma, o seu vero cabelo, e o vero pêlo, o osso de seu joelho, sua terna e úmida presença carnal, o imediato calor; é o de hoje, o agora, o aqui - e isso não há.
Então a outra pessoa vira retratinho no bolso, borboleta perdida no ar, brisa que a testa recebe na esquina, tudo o que for eco, sombra, imagem, um pequeno fantasma, e nada mais. E a vida de todo dia vai gastando insensivelmente a outra pessoa, hoje lhe tira um modesto fio de cabelo, amanhã apenas passa a unha de leve fazendo um traço branco na sua coxa queimada pelo sol, de súbito a outra pessoa entra em fading um sábado inteiro, está-se gastando, perdendo seu poder emissor a distância.
Cuidai amar uma pessoa, e ao fim vosso amor é um maço de cartas e fotografias no fundo de uma gaveta que se abre cada vez menos...
Não ameis a distância, não ameis, não ameis!
BRAGA, R., Coleção Melhores Crônicas, São Paulo,
Editora Global, 2013.

Disponível em: <g1-globo-com.cdn.ampproject.org> Acesso em: 10 de abril de 2024.
Entre as medidas preventiva que a sociedade pode adotar para combater o crescimento dos casos da doença, no Brasil no mundo, destacamos a:

Disponível em: <https://www.cfn.org.br/index.php/noticias/ aumento-da-fome-e-inseguranca-alimentar-no-brasil-relatorio-daonu-revela-dados-preocupantes/>. Acesso em: março de 2024
No Brasil, a luta contra a miséria e a fome é um compromisso para a garantia da cidadania da população.
Essa relação entre a condição de vida e cidadania se dá porque a:
A ideia de cidadania se expressa pela(o):
O infográfico ilustra um dos problemas ambientais mais comuns em grandes centros urbanos.

Tal problema se caracteriza pela elevação das temperaturas nas áreas centrais, em função da concentração de poluente, da ausência de vegetação, da concentração de construções em concreto, dos solos pavimentados e da presença de edifícios.
O problema ambiental descrito e ilustrado é
chamado:

Disponível em: <https://mundoeducacao.uol.com.br/geografia/ desertificacao.htm>. Acesso em: 10 de abril de 2024.
O problema apresentado na imagem é:
O trecho faz parte de um documento, que apresenta princípios éticos visando construir uma sociedade mais sustentável e pacífica na atualidade, chamado:
No século XIX, as estações de trem contribuíram para a cultura paraibana porque eram lugares de:
A importância dessa Reserva Ecológica devese ao fato de abrigar, na Paraíba, os últimos resquícios de:
O evento citado no texto se trata da(o):
Para transformar em graus Celsius (C) ou Fahrenheit (F) usa-se a fórmula,

Um determinado medicamento precisa ser refrigerado a 20º C, e o dispositivo interno de regulagem de temperatura utiliza a escala Fahrenheit. O marcador de temperatura deverá ser ajustada para:
Analise a imagem a seguir.

Os ângulos AÔC e BÔC são suplementares.
Sabendo que OC é bissetriz do ângulo AÔB, o
valor de y - x é:
O volume desse reservatório, em metros cúbicos é:
Qual o número de moedas de 50 centavos e 1 real, respectivamente?