Questões de Concurso Para prefeitura de mãe d`água - pb

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Q4300731 Raciocínio Lógico
Sejam , p, q e r e proposições simples. É CORRETO afirmar que a proposição ¬[ (p → q) ∧ (¬ (q r) ) ] é logicamente equivalente a: 
Alternativas
Q4300729 Raciocínio Lógico
Considere que o símbolo ★ representa um conectivo lógico, não necessariamente o mesmo em todas as sentenças a seguir: 

I- pq é falso somente quando p é verdadeira e q é falsa;
II- pq é verdadeiro quando p e q possuem o mesmo valor lógico;
III- pq é verdadeiro quando p e q são ambas verdadeiras;
IV- pq é falso se, e somente se, p e q são ambas falsas.

Com base nessas informações, é CORRETO afirmar que os conectivos representados por ★, nas sentenças I, II, III e IV, são,respectivamente: 
Alternativas
Q4300728 Português
Leia o Texto V para responder à questão.

Q15.png (367×292)
Disponível em:https://cartum.folha.uol.com.br/charges/2026/04/08/laerte.shtml. Acesso em: 30 abr. 2026. 

Acerca do Texto V, analise as assertivas a seguir.

I- O efeito humorístico do texto é gerado pelo aviso escrito na lua “aceitar todos os cookies”, remetendo ao fato de que a lua parece um cookie, biscoito redondo com superfície levemente rachada e gotas de chocolate visíveis.
II- O texto V sugere que, assim como o lado oculto da lua, normalmente não visto, existe um “lado oculto” na navegação da internet: termos e permissões muitas vezes aceitos sem questionamentos.
III- O texto V é uma crítica bem-humorada à privacidade digital, evocando a ideia de que a coleta de dados está presente em todos os lugares.

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q4300727 Português
Leia o Texto IV para responder à questão:


Texto IV


‘Temi que meu filho tivesse câncer cerebral, mas ele havia sido envenenado com vitamina D’


Hazel Martin

BBC News - 18 abril 2026


    O menino Roo, de sete anos, ficou doente no início do ano passado. Sintomas como sua perda de peso e muita sede levaram seus médicos e seus pais a recear que ele pudesse ter um tumor no cérebro.

    Mas as investigações concluíram que ele havia sido acidentalmente envenenado com uma overdose de vitamina D, prescrita para tratar das suas dores crescentes.

    A concentração do frasco de vitamina D3 em gotas consumido por Roo era cerca de sete vezes maior do que o normal. Ele fazia parte de um dentre dois lotes com defeito de produção que foram distribuídos no Reino Unido.

    A dosagem levou Roo a sofrer lesão renal aguda e um especialista contou à BBC que a criança teria morrido, se tivesse levado o tratamento prescrito até o fim.

    A vitamina D é um nutriente vital que regula o cálcio e o fosfato, mantendo a saúde dos ossos, dentes e músculos. Milhões de adultos a consomem na forma de suplementos, que são vendidos nas farmácias.

    Mas, no Reino Unido, a vitamina D em dosagem mais alta, receitada pelos médicos, ainda é classificada como suplemento alimentar e não é regulamentada pelo órgão regulador britânico, a MHRA (Agência Reguladora de Remédios e Produtos para Assistência Médica, na sigla em inglês).

    O órgão britânico responsável pelo acompanhamento das vitaminas e suplementos alimentares é a Agência de Padrões Alimentares (FSA, na sigla em inglês).

    AMHRA afirma que trabalha em conjunto com a FSA para manter a segurança do público. Mas um especialista contou à BBC que o órgão regulador de remédios deveria buscar mudanças na forma de regulamentação dos suplementos vitamínicos.

Em dezembro de 2024, Roo recebeu prescrição de uma alta dose de vitamina D3 em gotas por 12 semanas, para tentar diminuir a sua intensa dor nas pernas.

    [...]

    “Ele teve hipercalcemia e os médicos ficaram muito preocupados com esse nível tão alto de cálcio no sangue", conta a mãe.

    “Eles examinavam se poderia ser um tumor cerebral e estávamos meio que nos preparando para que ele fizesse uma ressonância magnética do cérebro.”

    O misterioso caso de Roo também foi analisado por equipes do Hospital Real Infantil de Glasgow, na Escócia. E uma ligação telefônica casual com um endocrinologista forneceu a peça que faltava no quebra-cabeça.

    Um colega de Manchester, na Inglaterra, havia perguntado se ele sabia de algum “lote ruim” de vitamina D3. E, com os detalhes do lote, a equipe que cuidava de Roo conseguiu identificar o frasco que o menino ainda usava para tomar as gotas todos os dias.

     “Deduzimos dali que era o seu corpo fazendo algo estranho porque, basicamente, ele foi envenenado por aquele lote ruim”, conta Hobbs-Sargeant.

    [...]


Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/c9vl3g72rkwo. Acesso em: 24 abr. 2026.
No trecho “ Ele teve hipercalcemia e os médicos ficaram muito preocupados com esse nível tão alto de cálcio no sangue”, a palavra em destaque é formada pela junção de: 
Alternativas
Q4300725 Português
Leia o Texto IV para responder à questão:


Texto IV


‘Temi que meu filho tivesse câncer cerebral, mas ele havia sido envenenado com vitamina D’


Hazel Martin

BBC News - 18 abril 2026


    O menino Roo, de sete anos, ficou doente no início do ano passado. Sintomas como sua perda de peso e muita sede levaram seus médicos e seus pais a recear que ele pudesse ter um tumor no cérebro.

    Mas as investigações concluíram que ele havia sido acidentalmente envenenado com uma overdose de vitamina D, prescrita para tratar das suas dores crescentes.

    A concentração do frasco de vitamina D3 em gotas consumido por Roo era cerca de sete vezes maior do que o normal. Ele fazia parte de um dentre dois lotes com defeito de produção que foram distribuídos no Reino Unido.

    A dosagem levou Roo a sofrer lesão renal aguda e um especialista contou à BBC que a criança teria morrido, se tivesse levado o tratamento prescrito até o fim.

    A vitamina D é um nutriente vital que regula o cálcio e o fosfato, mantendo a saúde dos ossos, dentes e músculos. Milhões de adultos a consomem na forma de suplementos, que são vendidos nas farmácias.

    Mas, no Reino Unido, a vitamina D em dosagem mais alta, receitada pelos médicos, ainda é classificada como suplemento alimentar e não é regulamentada pelo órgão regulador britânico, a MHRA (Agência Reguladora de Remédios e Produtos para Assistência Médica, na sigla em inglês).

    O órgão britânico responsável pelo acompanhamento das vitaminas e suplementos alimentares é a Agência de Padrões Alimentares (FSA, na sigla em inglês).

    AMHRA afirma que trabalha em conjunto com a FSA para manter a segurança do público. Mas um especialista contou à BBC que o órgão regulador de remédios deveria buscar mudanças na forma de regulamentação dos suplementos vitamínicos.

Em dezembro de 2024, Roo recebeu prescrição de uma alta dose de vitamina D3 em gotas por 12 semanas, para tentar diminuir a sua intensa dor nas pernas.

    [...]

    “Ele teve hipercalcemia e os médicos ficaram muito preocupados com esse nível tão alto de cálcio no sangue", conta a mãe.

    “Eles examinavam se poderia ser um tumor cerebral e estávamos meio que nos preparando para que ele fizesse uma ressonância magnética do cérebro.”

    O misterioso caso de Roo também foi analisado por equipes do Hospital Real Infantil de Glasgow, na Escócia. E uma ligação telefônica casual com um endocrinologista forneceu a peça que faltava no quebra-cabeça.

    Um colega de Manchester, na Inglaterra, havia perguntado se ele sabia de algum “lote ruim” de vitamina D3. E, com os detalhes do lote, a equipe que cuidava de Roo conseguiu identificar o frasco que o menino ainda usava para tomar as gotas todos os dias.

     “Deduzimos dali que era o seu corpo fazendo algo estranho porque, basicamente, ele foi envenenado por aquele lote ruim”, conta Hobbs-Sargeant.

    [...]


Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/c9vl3g72rkwo. Acesso em: 24 abr. 2026.
Acerca do Texto IV, analise as assertivas abaixo.

I- O fato de a vitamina D ser tratada como suplemento alimentar pode reduzir o controle de qualidade e segurança da venda do nutriente.
II- O tumor cerebral foi um dos sintomas causados pelo elevado consumo de vitamina D.
III- O consumo excessivo de vitamina D pode acarretar em alto nível de cálcio no sangue, o que o torna tóxico ao organismo.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q4300724 Português
Leia os Textos II e III, a seguir, para responder à questão.


Q7_11.png (332×330)


Disponível em: ARMANDINHO. https://www.instagram.com.br/tirinhadearmandinho. Acesso em: 24 abr. 2026. 


Q7_11_.png (312×336)


Disponível em: NIQUELNAUSEA. https://www.instagram.com.br/niquel.nausea. Acesso em: 24 abr. 2026.
Considerando a leitura do Texto III, é possível afirmar que o termo “pois”, observado no fragmento “pois eu comprei o curso', introduz uma oração:
Alternativas
Q4300722 Português
Leia os Textos II e III, a seguir, para responder à questão.


Q7_11.png (332×330)


Disponível em: ARMANDINHO. https://www.instagram.com.br/tirinhadearmandinho. Acesso em: 24 abr. 2026. 


Q7_11_.png (312×336)


Disponível em: NIQUELNAUSEA. https://www.instagram.com.br/niquel.nausea. Acesso em: 24 abr. 2026.
Com base na leitura do Texto II, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4300721 Português
Leia os Textos II e III, a seguir, para responder à questão.


Q7_11.png (332×330)


Disponível em: ARMANDINHO. https://www.instagram.com.br/tirinhadearmandinho. Acesso em: 24 abr. 2026. 


Q7_11_.png (312×336)


Disponível em: NIQUELNAUSEA. https://www.instagram.com.br/niquel.nausea. Acesso em: 24 abr. 2026.
Acerca do funcionamento da perífrase “deve ser”, presente nos Textos II e III, é possível afirmar que: 
Alternativas
Q4300720 Português
Leia os Textos II e III, a seguir, para responder à questão.


Q7_11.png (332×330)


Disponível em: ARMANDINHO. https://www.instagram.com.br/tirinhadearmandinho. Acesso em: 24 abr. 2026. 


Q7_11_.png (312×336)


Disponível em: NIQUELNAUSEA. https://www.instagram.com.br/niquel.nausea. Acesso em: 24 abr. 2026.
Acerca do conteúdo e da expressividade dos Textos II e III, analise as proposições a seguir.

I- É possível estabelecer relação dialógica entre os Textos II e III, considerando que cada texto possibilita a inferência da ingenuidade de um personagem que chega a uma conclusão equivocada.
II- Os Textos II e III apresentam diferentes temáticas, impossibilitando afirmar que há uma relação dialógica entre eles.
III- Os dois textos são tirinhas de humor que usam a ironia para fazer crítica social.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q4300717 Português
Leia o Texto I para responder à questão.


Texto I


Excesso de redes sociais entre crianças está associado a sintomas mais graves de depressão e ansiedade


A explicação para isso, segundo novo estudo, é que o excesso desregula o sono.


Por Diego Facundini - 24 mar 2026, 10h00


    Mais de três horas por dia nas redes sociais é o suficiente para que crianças desenvolvam quadros de depressão ou ansiedade mais graves. Quando comparadas àquelas que fazem uso moderado (até meia hora por dia), o excesso de exposição às redes pode agravar a severidade dos sintomas em aproximadamente 47%, para depressão, e 40%, para ansiedade.

     É o que indica um estudo feito com mais de 71 mil crianças em escolas de Londres, na Inglaterra. Ao longo de quatro anos, pesquisadores do Imperial College London acompanharam estudantes de 31 escolas, coletando dados relacionados a hábitos de uso das tecnologias digitais, saúde mental e estilo de vida.

    Os achados, publicados em fevereiro no periódico BMC Medicine, apontam para um perigo silencioso das tecnologias digitais: seus prejuízos para o sono das crianças - e os efeitos danosos que isso pode trazer à saúde mental.

    O artigo faz parte do SCAMP(Study of Cognition, Adolescents and Mobile Phones, do inglês para “Estudo sobre Cognição, Adolescentes e Telefones Celulares”), o maior estudo investigando os impactos de longo prazo do uso de tecnologias digitais por crianças e adolescentes.

    Desde sua fundação, em 2014, o SCAMP tem acumulado dados sobre uma série de marcadores - como o desenvolvimento cognitivo, a dieta e as rotinas de sono - relacionados à saúde física e mental de pessoas expostas às redes sociais desde a infância.

    No trabalho mais recente, os cientistas comparam para a saúde mental das crianças em dois momentos: quando tinham entre 11 e 12 anos (no período entre 2014 e 2016) e, depois, quando entre 13 e 15 (entre 2016 e 2018). Ao longo do estudo, os participantes responderam questionários detalhados, com perguntas sobre estilo de vida, saúde mental e seus comportamentos diante às telas.

    Com base nessas respostas, junto aos resultados de um conjunto de testes cognitivos, os pesquisadores reuniram os dados das crianças que apresentaram sintomas depressivos ou de ansiedade – um total de 2.350 pessoas.

    Analisando a progressão dos sintomas ao longo dos anos, e olhando, ao mesmo tempo, o uso que essas crianças faziam das redes sociais, os pesquisadores encontraram uma relação entre o tempo de tela e a gravidade dos sintomas. Isto é, crianças que, entre os 11 e 12 anos, ficavam nas redes sociais por mais de 3 horas por dia tinham uma chance bem maior de chegar à faixa dos 13 aos 15 com quadros mais severos de depressão e ansiedade. Já separando entre os gêneros, essa associação se torna ainda mais forte entre as meninas.

    As redes sociais mudaram muito desde 2014 e 2018, isso é uma limitação que os cientistas não negam. O consumo mudou, as dinâmicas das plataformas mudaram e, naquela época, o formato de vídeos curtos ainda não capturava a atenção de todo mundo. Porém, a vantagem de um estudo de longo prazo é que, acompanhando os participantes por um longo período de tempo, os cientistas conseguem entender melhor quais comportamentos relacionados ao uso de telas mais influenciam na saúde mental das crianças.

    Nesse caso, um fator medido pelos questionários se sobressaiu aos demais: a quantidade de sono. Os jovens com mais tempo de tela também dormiam menos (principalmente nos dias de escola). E a falta de sono, por sua vez, é um grande fator de risco para o agravamento de transtornos da saúde mental.

    “Nossa análise mostra uma tendência clara em termos da quantidade de tempo gasto nas redes sociais e os desfechos de saúde mental. Crianças que usam aplicativos de redes sociais por mais tempo, e até mais tarde à noite, podem estar comprometendo o sono de que precisam para funcionar de forma saudável. Acreditamos que essa é a principal razão pela qual estamos observando um impacto duradouro na saúde mental delas ao longo do tempo”, afirma, em nota, a pesquisadora Mireille Toledano. [...]


Disponível em: https://super.abril.com.br/tecnologia/excesso-de-redes-sociais-entre-criancas-esta-associado-a-sintomas-mais-graves-de-depressao-e-ansiedade/. Acesso em: 16 abr. 2026.
No fragmento “Crianças que usam aplicativos de redes sociais por mais tempo, e até mais tarde à noite, podem estar comprometendo o sono de que precisam para funcionar de forma saudável”, o termo destacado que pode ser classificado como: 
Alternativas
Q4300715 Português
Leia o Texto I para responder à questão.


Texto I


Excesso de redes sociais entre crianças está associado a sintomas mais graves de depressão e ansiedade


A explicação para isso, segundo novo estudo, é que o excesso desregula o sono.


Por Diego Facundini - 24 mar 2026, 10h00


    Mais de três horas por dia nas redes sociais é o suficiente para que crianças desenvolvam quadros de depressão ou ansiedade mais graves. Quando comparadas àquelas que fazem uso moderado (até meia hora por dia), o excesso de exposição às redes pode agravar a severidade dos sintomas em aproximadamente 47%, para depressão, e 40%, para ansiedade.

     É o que indica um estudo feito com mais de 71 mil crianças em escolas de Londres, na Inglaterra. Ao longo de quatro anos, pesquisadores do Imperial College London acompanharam estudantes de 31 escolas, coletando dados relacionados a hábitos de uso das tecnologias digitais, saúde mental e estilo de vida.

    Os achados, publicados em fevereiro no periódico BMC Medicine, apontam para um perigo silencioso das tecnologias digitais: seus prejuízos para o sono das crianças - e os efeitos danosos que isso pode trazer à saúde mental.

    O artigo faz parte do SCAMP(Study of Cognition, Adolescents and Mobile Phones, do inglês para “Estudo sobre Cognição, Adolescentes e Telefones Celulares”), o maior estudo investigando os impactos de longo prazo do uso de tecnologias digitais por crianças e adolescentes.

    Desde sua fundação, em 2014, o SCAMP tem acumulado dados sobre uma série de marcadores - como o desenvolvimento cognitivo, a dieta e as rotinas de sono - relacionados à saúde física e mental de pessoas expostas às redes sociais desde a infância.

    No trabalho mais recente, os cientistas comparam para a saúde mental das crianças em dois momentos: quando tinham entre 11 e 12 anos (no período entre 2014 e 2016) e, depois, quando entre 13 e 15 (entre 2016 e 2018). Ao longo do estudo, os participantes responderam questionários detalhados, com perguntas sobre estilo de vida, saúde mental e seus comportamentos diante às telas.

    Com base nessas respostas, junto aos resultados de um conjunto de testes cognitivos, os pesquisadores reuniram os dados das crianças que apresentaram sintomas depressivos ou de ansiedade – um total de 2.350 pessoas.

    Analisando a progressão dos sintomas ao longo dos anos, e olhando, ao mesmo tempo, o uso que essas crianças faziam das redes sociais, os pesquisadores encontraram uma relação entre o tempo de tela e a gravidade dos sintomas. Isto é, crianças que, entre os 11 e 12 anos, ficavam nas redes sociais por mais de 3 horas por dia tinham uma chance bem maior de chegar à faixa dos 13 aos 15 com quadros mais severos de depressão e ansiedade. Já separando entre os gêneros, essa associação se torna ainda mais forte entre as meninas.

    As redes sociais mudaram muito desde 2014 e 2018, isso é uma limitação que os cientistas não negam. O consumo mudou, as dinâmicas das plataformas mudaram e, naquela época, o formato de vídeos curtos ainda não capturava a atenção de todo mundo. Porém, a vantagem de um estudo de longo prazo é que, acompanhando os participantes por um longo período de tempo, os cientistas conseguem entender melhor quais comportamentos relacionados ao uso de telas mais influenciam na saúde mental das crianças.

    Nesse caso, um fator medido pelos questionários se sobressaiu aos demais: a quantidade de sono. Os jovens com mais tempo de tela também dormiam menos (principalmente nos dias de escola). E a falta de sono, por sua vez, é um grande fator de risco para o agravamento de transtornos da saúde mental.

    “Nossa análise mostra uma tendência clara em termos da quantidade de tempo gasto nas redes sociais e os desfechos de saúde mental. Crianças que usam aplicativos de redes sociais por mais tempo, e até mais tarde à noite, podem estar comprometendo o sono de que precisam para funcionar de forma saudável. Acreditamos que essa é a principal razão pela qual estamos observando um impacto duradouro na saúde mental delas ao longo do tempo”, afirma, em nota, a pesquisadora Mireille Toledano. [...]


Disponível em: https://super.abril.com.br/tecnologia/excesso-de-redes-sociais-entre-criancas-esta-associado-a-sintomas-mais-graves-de-depressao-e-ansiedade/. Acesso em: 16 abr. 2026.
Assinale a alternativa que melhor aponta o objetivo central do Texto I.
Alternativas
Q4300714 Português
Leia o Texto I para responder à questão.


Texto I


Excesso de redes sociais entre crianças está associado a sintomas mais graves de depressão e ansiedade


A explicação para isso, segundo novo estudo, é que o excesso desregula o sono.


Por Diego Facundini - 24 mar 2026, 10h00


    Mais de três horas por dia nas redes sociais é o suficiente para que crianças desenvolvam quadros de depressão ou ansiedade mais graves. Quando comparadas àquelas que fazem uso moderado (até meia hora por dia), o excesso de exposição às redes pode agravar a severidade dos sintomas em aproximadamente 47%, para depressão, e 40%, para ansiedade.

     É o que indica um estudo feito com mais de 71 mil crianças em escolas de Londres, na Inglaterra. Ao longo de quatro anos, pesquisadores do Imperial College London acompanharam estudantes de 31 escolas, coletando dados relacionados a hábitos de uso das tecnologias digitais, saúde mental e estilo de vida.

    Os achados, publicados em fevereiro no periódico BMC Medicine, apontam para um perigo silencioso das tecnologias digitais: seus prejuízos para o sono das crianças - e os efeitos danosos que isso pode trazer à saúde mental.

    O artigo faz parte do SCAMP(Study of Cognition, Adolescents and Mobile Phones, do inglês para “Estudo sobre Cognição, Adolescentes e Telefones Celulares”), o maior estudo investigando os impactos de longo prazo do uso de tecnologias digitais por crianças e adolescentes.

    Desde sua fundação, em 2014, o SCAMP tem acumulado dados sobre uma série de marcadores - como o desenvolvimento cognitivo, a dieta e as rotinas de sono - relacionados à saúde física e mental de pessoas expostas às redes sociais desde a infância.

    No trabalho mais recente, os cientistas comparam para a saúde mental das crianças em dois momentos: quando tinham entre 11 e 12 anos (no período entre 2014 e 2016) e, depois, quando entre 13 e 15 (entre 2016 e 2018). Ao longo do estudo, os participantes responderam questionários detalhados, com perguntas sobre estilo de vida, saúde mental e seus comportamentos diante às telas.

    Com base nessas respostas, junto aos resultados de um conjunto de testes cognitivos, os pesquisadores reuniram os dados das crianças que apresentaram sintomas depressivos ou de ansiedade – um total de 2.350 pessoas.

    Analisando a progressão dos sintomas ao longo dos anos, e olhando, ao mesmo tempo, o uso que essas crianças faziam das redes sociais, os pesquisadores encontraram uma relação entre o tempo de tela e a gravidade dos sintomas. Isto é, crianças que, entre os 11 e 12 anos, ficavam nas redes sociais por mais de 3 horas por dia tinham uma chance bem maior de chegar à faixa dos 13 aos 15 com quadros mais severos de depressão e ansiedade. Já separando entre os gêneros, essa associação se torna ainda mais forte entre as meninas.

    As redes sociais mudaram muito desde 2014 e 2018, isso é uma limitação que os cientistas não negam. O consumo mudou, as dinâmicas das plataformas mudaram e, naquela época, o formato de vídeos curtos ainda não capturava a atenção de todo mundo. Porém, a vantagem de um estudo de longo prazo é que, acompanhando os participantes por um longo período de tempo, os cientistas conseguem entender melhor quais comportamentos relacionados ao uso de telas mais influenciam na saúde mental das crianças.

    Nesse caso, um fator medido pelos questionários se sobressaiu aos demais: a quantidade de sono. Os jovens com mais tempo de tela também dormiam menos (principalmente nos dias de escola). E a falta de sono, por sua vez, é um grande fator de risco para o agravamento de transtornos da saúde mental.

    “Nossa análise mostra uma tendência clara em termos da quantidade de tempo gasto nas redes sociais e os desfechos de saúde mental. Crianças que usam aplicativos de redes sociais por mais tempo, e até mais tarde à noite, podem estar comprometendo o sono de que precisam para funcionar de forma saudável. Acreditamos que essa é a principal razão pela qual estamos observando um impacto duradouro na saúde mental delas ao longo do tempo”, afirma, em nota, a pesquisadora Mireille Toledano. [...]


Disponível em: https://super.abril.com.br/tecnologia/excesso-de-redes-sociais-entre-criancas-esta-associado-a-sintomas-mais-graves-de-depressao-e-ansiedade/. Acesso em: 16 abr. 2026.
Analise as assertivas abaixo:

I- O estudo realizado pelos cientistas evidenciou a associação entre os sintomas de depressão e ansiedade em crianças que utilizavam as redes sociais por mais de três horas diárias e o agravamento dos sintomas quando elas se tornaram adolescentes.
II- O prejuízo ao sono das crianças é o principal fator evidenciado na pesquisa para explicar a relação entre o uso excessivo das redes sociais e o agravamento dos danos à saúde mental.
III- O uso das redes sociais por menos de meia hora diária impede que as crianças tenham a saúde mental comprometida.

É CORRETO o que se afirma em: 
Alternativas
Q4300861 Não definido
Aboa governança possui princípios a serem observados (Canotilho, 2006).

Fonte: CANOTILHO, J. J. Gomes. Constitucionalismo e a geologia da good governance. In: “Brancosos” e Interconstitucionalidade: itinerários dos discursos sobre a historicidade constitucional. Coimbra: Almedina, 2006.

Nesse sentido, marque a alternativa que apresenta, CORRETAMENTE, princípios condizentes com a boa governança na visão do autor. 
Alternativas
Q4300857 Não definido
Acerca da Lei n.º 12.527, de 18 de novembro de 2011, que regula o acesso a informações, marque a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4300854 Não definido
Segundo Maximiano (2018, p. 385), no âmbito da cultura organizacional, ocorre o processo denominado “Socialização” (ou aculturação), por meio do qual os indivíduos aprendem e adquirem a cultura de uma organização ou ocupação. Esse processo de socialização passa por três estágios principais.

Fonte: MAXIMIANO, Antônio Cesar Amaru. Teoria geral da administração: da revolução urbana à revolução digital. 8. ed. 2. reimpr. São Paulo: Atlas, 2018. p. 385.

Marque a alternativa CORRETAque apresenta os três estágios principais do processo de socialização na visão do autor. 
Alternativas
Q4300845 Não definido
Um recurso muito útil em clientes e serviços de e-mail permite enviar automaticamente uma mensagem aos remetentes durante um período de ausência do usuário. Este recurso é denominado:
Alternativas
Q4300844 Não definido
Case-sensitive é um termo utilizado para caracterizar sistemas que diferenciam letras maiúsculas e minúsculas. Assim, os arquivos “documento.txt” e “Documento.txt” podem ser tratados como arquivos distintos. Considerando o comportamento padrão dos sistemas operacionais Linux e Windows em relação aos nomes de arquivos, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q4300840 Não definido
Há uma funcionalidade presente no Microsoft Word e no LibreOffice Writer que permite gerar documentos personalizados para vários destinatários, combinando um documento principal com uma fonte de dados para preenchimento automático de campos. Esse recurso é denominado de: 
Alternativas
Q4300839 Não definido
Marque a alternativa que apresenta CORRETAMENTE as duas principais arquiteturas de processadores predominantes no mercado atual. 
Alternativas
Q4300838 Não definido

Leia o Texto III para responder à questão.





Fonte: https://x.com/caio_gomz/status/1993856527631843531/photo/1. Acesso em: 24 jun. 2026.

Com base na análise morfossintática de segmentos do infográfico, analise as afirmativas a seguir.

I- No trecho “ transparência é o preceito geral para as informações públicas”, os termos “geral” e “públicas” pertencem à classe dos adjetivos, pois caracterizam, respectivamente, os substantivos “preceito” e “informações”.
II- Ainda no trecho “Atransparência é o preceito geral para as informações públicas”, o adjetivo “públicas” estabelece concordância nominal em gênero e número com o substantivo “preceito”.
III- No segmento “entidades sem fins lucrativos que recebem verba pública”, a palavra “que” introduz uma oração subordinada adjetiva, responsável por caracterizar o termo antecedente “entidades”.

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Respostas
41: A
42: C
43: C
44: D
45: E
46: A
47: E
48: A
49: B
50: B
51: B
52: D
53: B
54: E
55: D
56: D
57: C
58: E
59: E
60: B