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O exemplo clássico e seminal que deve servir de advertência aos navegadores que procuram seguir o curso fácil da corrente pode ser extraído do terreno político europeu do século XVI, e encontra-se(1) no projeto de unificação da Itália proposto por Maquiavel. Os textos do secretário da República de Florença demonstram, nitidamente, as dificuldades de se promoverem(2) as transformações desejadas quando se procura(3) alcançar uma determinada finalidade às custas da ênfase em modelos inteiramente opostos ao que se quer(4), mesmo que de caráter transitório. Certamente, apostar no arbítrio não é uma boa escola quando se trata de(5) fazer história nas condições em que a escolha não depende completamente de nós.
Fernando Magalhães, “A globalização e as lições da história”.
"Revoltante o editorial ‘Maioridade penal’. Quer dizer que este jornal, que tanto apregoa a democracia, ignora a opinião de 89% da população a favor da redução da maioridade penal e quer impor-nos a visão de ‘meia dúzia’ de intelectuais? É essa a idéia de democracia que o jornal que tanto admiro apregoa?"
Aponte a única dedução correta extraída do trecho lido.




( ) Os sábios da igreja de antigamente são identificados aos idólatras; os economista de hoje em dia, aos iconoclastas.
( ) Hoje em dia, o dinheiro representa um deus, porque remete ao sentido de todas as coisas.
( ) Considerar dinheiro como um pedacinho de papel retira dele o valor sagrado com que é reverenciado nos dias de hoje.
( ) O valor do dinheiro para os iconoclastas está ligado ao simbólico, ao conceito, como crédito ou débito.
( ) É "inexplicável" dizer que dinheiro é tudo e nada ao mesmo tempo porque se trata de uma realidade paradoxal.
Leia o texto abaixo para responder a questão.

Leia o texto abaixo para responder a questão.

Leia o texto abaixo para responder a questão.

“O único caminho possível”(l.3 e 4) “A principal vantagem”(l.14)
Leia o texto a seguir para responder a questão.

(João Mangabeira, Oração do Paraninfo, proferida em
Salvador, BA, em 8/12/1944, com adaptações)
Leia o texto a seguir para responder a questão.

(João Mangabeira, Oração do Paraninfo, proferida em
Salvador, BA, em 8/12/1944, com adaptações)
I. O emprego da vírgula depois de “classes”(l.3) é opcional e, por isso, sua retirada não causa prejuízo gramatical ao texto.
II. Devido ao valor explicativo do período iniciado por “A exclusão”(l.7), as regras gramaticais permitem trocar o ponto final que o antecede pelo sinal de dois pontos, desde que se empregue o artigo com letra minúscula.
III. Apesar de não ser obrigatório o emprego da vírgula depois de “Assim”(l.18), o valor conclusivo do advérbio recomenda que aí seja inserida.
IV. Por se tratar de uma citação, as regras gramaticais admitem que o período entre aspas (l.28-31) seja precedido do sinal de dois pontos, em lugar de vírgula; e, nesse caso, as aspas podem ser retiradas.