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Analise as proposições:
I- Oswaldo Cruz conseguiu acabar com as epidemias, após estabelecer uma campanha, na qual se pagava pelos ratos que eram entregues à secretária de saúde e conseguir vacinar toda população contra varíola após a obrigatoriedade da vacina.
II- A crítica à vacina obrigatória contra a varíola não foi aceita pela população, porque algumas pessoas vacinadas desenvolveram características de animais, já que a vacina era produzida a partir das vacas.
III- Oswaldo Cruz organizou uma campanha de saneamento básico na cidade do Rio de Janeiro. Dentre os objetivos da campanha, estava o combate aos ratos (para combater a peste bubônica), ao mosquito Aeds Egypt (para combate da febre amarela) e a instituição da vacinação obrigatória contra a varíola.
IV- Oswaldo Cruz conseguiu eliminar totalmente o mosquito Aeds Egypt, que reapareceu no final do século XX, apesar do negacionismo do presidente Rodrigues Alves que impediu a consolidação das ideias de Oswaldo Cruz. provocando a morte de centenas de pessoas no Brasil.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
TEXT III – Tema: As novas tecnologias na sala de aula de Língua Inglesa
Is Technology Taking Over Classrooms?

(Available from: https://citedatthecrossroads.net/eng101f13/2013/10/27/is-technology-taking-over-classrooms/ Accessed on July 8th , 2023)
TEXT III – Tema: As novas tecnologias na sala de aula de Língua Inglesa
Is Technology Taking Over Classrooms?

(Available from: https://citedatthecrossroads.net/eng101f13/2013/10/27/is-technology-taking-over-classrooms/ Accessed on July 8th , 2023)
TEXT III – Tema: As novas tecnologias na sala de aula de Língua Inglesa
Is Technology Taking Over Classrooms?

(Available from: https://citedatthecrossroads.net/eng101f13/2013/10/27/is-technology-taking-over-classrooms/ Accessed on July 8th , 2023)
TEXT III – Tema: As novas tecnologias na sala de aula de Língua Inglesa
Is Technology Taking Over Classrooms?

(Available from: https://citedatthecrossroads.net/eng101f13/2013/10/27/is-technology-taking-over-classrooms/ Accessed on July 8th , 2023)
I. The proverb “If you can't beat them, join them” means that, if someone/something is too strong for you to defeat, it is better to be on the same side as them.
II. Students are supposed to answer the test by their smartphones.
III. The teacher is familiar with the internet language.
Choose the CORRECT alternative:
TEXT III – Tema: As novas tecnologias na sala de aula de Língua Inglesa
Is Technology Taking Over Classrooms?

(Available from: https://citedatthecrossroads.net/eng101f13/2013/10/27/is-technology-taking-over-classrooms/ Accessed on July 8th , 2023)
TEXT II – Tema: Variação linguística no ensino-aprendizagem de inglês
INTERNATIONAL VARIETIES OF ENGLISH
1 The most familiar way to classify the varieties of English around the world was developed by
2 Kachru (1985) and looks like this:


(Available from: https://www.eltconcourse.com/training/common/variety.html Accessed on July 5 , 2023)
TEXT II – Tema: Variação linguística no ensino-aprendizagem de inglês
INTERNATIONAL VARIETIES OF ENGLISH
1 The most familiar way to classify the varieties of English around the world was developed by
2 Kachru (1985) and looks like this:


(Available from: https://www.eltconcourse.com/training/common/variety.html Accessed on July 5 , 2023)
TEXT II – Tema: Variação linguística no ensino-aprendizagem de inglês
INTERNATIONAL VARIETIES OF ENGLISH
1 The most familiar way to classify the varieties of English around the world was developed by
2 Kachru (1985) and looks like this:


(Available from: https://www.eltconcourse.com/training/common/variety.html Accessed on July 5 , 2023)
TEXT II – Tema: Variação linguística no ensino-aprendizagem de inglês
INTERNATIONAL VARIETIES OF ENGLISH
1 The most familiar way to classify the varieties of English around the world was developed by
2 Kachru (1985) and looks like this:


(Available from: https://www.eltconcourse.com/training/common/variety.html Accessed on July 5 , 2023)
TEXT II – Tema: Variação linguística no ensino-aprendizagem de inglês
INTERNATIONAL VARIETIES OF ENGLISH
1 The most familiar way to classify the varieties of English around the world was developed by
2 Kachru (1985) and looks like this:


(Available from: https://www.eltconcourse.com/training/common/variety.html Accessed on July 5 , 2023)
TEXT I – Tema: O papel da Língua Inglesa na BNCC
IS THE BNCC REALLY GOING TO AFFECT MY CLASSES?
(by Lúcia Rodrigues Alves)


(Adapted from: https://www.luciarodriguesalves.com.br/is-the-bncc-really-going-to-affect-my-classes/. Accessed on July 1 , 2023)
“Many teachers who I have talked to claim that the BNCC should only be the concern of publishing houses, as if the new curriculum base would only affect syllabus”. This sentence presents an example of reported speech. Which of the following alternatives also presents an example of reported speech?
TEXT I – Tema: O papel da Língua Inglesa na BNCC
IS THE BNCC REALLY GOING TO AFFECT MY CLASSES?
(by Lúcia Rodrigues Alves)


(Adapted from: https://www.luciarodriguesalves.com.br/is-the-bncc-really-going-to-affect-my-classes/. Accessed on July 1 , 2023)
I. for the moment. II. for now. III. heretofore.
Choose the alternative that indicates the CORRECT option(s):
TEXT I – Tema: O papel da Língua Inglesa na BNCC
IS THE BNCC REALLY GOING TO AFFECT MY CLASSES?
(by Lúcia Rodrigues Alves)


(Adapted from: https://www.luciarodriguesalves.com.br/is-the-bncc-really-going-to-affect-my-classes/. Accessed on July 1 , 2023)
TEXT I – Tema: O papel da Língua Inglesa na BNCC
IS THE BNCC REALLY GOING TO AFFECT MY CLASSES?
(by Lúcia Rodrigues Alves)


(Adapted from: https://www.luciarodriguesalves.com.br/is-the-bncc-really-going-to-affect-my-classes/. Accessed on July 1 , 2023)
TEXT I – Tema: O papel da Língua Inglesa na BNCC
IS THE BNCC REALLY GOING TO AFFECT MY CLASSES?
(by Lúcia Rodrigues Alves)


(Adapted from: https://www.luciarodriguesalves.com.br/is-the-bncc-really-going-to-affect-my-classes/. Accessed on July 1 , 2023)
Leia com cuidado o texto a seguir para responder à questão.
Letramento digital e seus desafios no ambiente escolar
Usar um computador e dominar os seus recursos em pleno século XXI está se tornando cada dia mais trivial. A utilização de recursos como notebook, datashow, aulas expositivas projetadas em slides, participação em grupos de WhatsApp com compartilhamento de mídias e aplicativos de gestão escolar para acompanhar notas e frequência, não são mais novidades e estão se tornando recursos corriqueiros nas escolas brasileiras. Porém, mesmo entendendo o processo de “alfabetização digital” para o manuseio desses aparatos, é importante que haja na prática uma consciência do uso responsável e proveitoso que possa gerar mais aprendizados a partir desses meios, em um processo de letramento digital. Segundo Frade (2005):
[...] temos vários alfabetizados que podem ser considerados analfabetos digitais. Talvez eles tenham conhecimento das práticas sociais de uso dessa tecnologia, compreendendo diversos usos e funções, mesmo sem operar diretamente com a máquina. Essa é a situação, por exemplo, de vários professores brasileiros que ainda não dispõem das condições de acesso, mas compreendem os usos sociais desse suporte e da linguagem multimídia. Neste caso, o termo analfabetismo digital poderia ser utilizado para já alfabetizados que não alcançaram o domínio dos códigos que permitem acessar a máquina (...) (FRADE, 2005, p. 73-74. Grifos do autor).
Assim sendo, não basta o professor saber manusear esses recursos, mas também ser letrado nesse meio e propiciar um letramento aos discentes. A definição de letramento digital é diversa. Para nosso objetivo, inferimos, resumidamente, que a definição desse conceito seja a capacidade de usar criticamente as diferentes ferramentas digitais. Para a Association of College & Research Libraries é:
Uma série de habilidades que requer dos indivíduos reconhecer quando a informação faz-se necessária e ter a habilidade de localizar, avaliar e usar efetivamente a informação necessária (CESARINI, 2004, p. 10).
Segundo Freitas (2010) o computador e a internet são vistos como instrumentos de ensino-aprendizagem e estão cada vez mais presentes nas salas de aula. Tal fato não significa que são usados de forma ativa, pois nem sempre os professores são letrados digitalmente para ensinar servindo-se dos recursos midiáticos, o que nos leva a concluir que talvez não haja mudança significativa nos processos de ensino-aprendizagem. Rabelo e Haguenauer (2014) defendem a aprendizagem em rede, assim professores e alunos seriam sujeitos críticos e desenvolveriam uma inteligência coletiva. As autoras advogam, ainda, que os alunos deixem de ser usuários passivos e acríticos do sistema, para se tornarem mais atuantes. O que se busca também com a inserção dessas novas mídias em sala de aula é fazer com que as aulas não sigam o modelo tradicional, no qual havia uma mera transmissão de conhecimento e pouca voz para os aprendizes. O conceito de letramento digital vinculado à prática de ensino deve levar os sujeitos do processo de ensino-aprendizagem a interagir e colaborar de maneira mais ativa, agregando nesse processo o leque de possibilidades que programas e aplicativos podem trazer.
Infelizmente a formação de professores, de um modo geral, ainda não os prepara devidamente para um ensino no contexto digital e reflexivo. Por outro lado, há profissionais veteranos que apresentam resistência, seja porque já se estabeleceram na profissão, ou também por não terem recebido esse tipo de formação e, por isso, necessitarem de um processo de aperfeiçoamento de sua prática.
Em muitos casos se recorre à proibição das ferramentas digitais no contexto escolar, como se isolar a escola do contexto social fosse a alternativa mais eficaz. No estado do Ceará, por exemplo, há lei estadual que proíbe o uso de dispositivos portáteis pelo aluno em sala de aula. A Lei nº 14.146, de 25/6/2008, dispõe sobre a proibição do uso de equipamentos de comunicação, eletrônicos e outros aparelhos similares nos estabelecimentos de ensino do Estado durante o horário das aulas (CEARÁ, 2008). Casos como esse mostram o despreparo dos atores escolares para lidarem com essa nova realidade. Ao acreditarem que a proibição é a saída para este impasse, perdem a oportunidade de incluir o uso orientado dessas novas mídias, uma vez que, talvez, também não tenham recebido orientações para esse uso na formação inicial, nem nas formações continuadas, o que gera uma reação em cadeia de conflitos relacionados ao uso desses aparelhos (sejam celulares ou tablets).
Disponível em: <https://revista.cbtecle.com.br/CBTecLE/article/download/229/6412)>. Data da consulta: 28/06/2023.
Leia com cuidado o texto a seguir para responder à questão.
Letramento digital e seus desafios no ambiente escolar
Usar um computador e dominar os seus recursos em pleno século XXI está se tornando cada dia mais trivial. A utilização de recursos como notebook, datashow, aulas expositivas projetadas em slides, participação em grupos de WhatsApp com compartilhamento de mídias e aplicativos de gestão escolar para acompanhar notas e frequência, não são mais novidades e estão se tornando recursos corriqueiros nas escolas brasileiras. Porém, mesmo entendendo o processo de “alfabetização digital” para o manuseio desses aparatos, é importante que haja na prática uma consciência do uso responsável e proveitoso que possa gerar mais aprendizados a partir desses meios, em um processo de letramento digital. Segundo Frade (2005):
[...] temos vários alfabetizados que podem ser considerados analfabetos digitais. Talvez eles tenham conhecimento das práticas sociais de uso dessa tecnologia, compreendendo diversos usos e funções, mesmo sem operar diretamente com a máquina. Essa é a situação, por exemplo, de vários professores brasileiros que ainda não dispõem das condições de acesso, mas compreendem os usos sociais desse suporte e da linguagem multimídia. Neste caso, o termo analfabetismo digital poderia ser utilizado para já alfabetizados que não alcançaram o domínio dos códigos que permitem acessar a máquina (...) (FRADE, 2005, p. 73-74. Grifos do autor).
Assim sendo, não basta o professor saber manusear esses recursos, mas também ser letrado nesse meio e propiciar um letramento aos discentes. A definição de letramento digital é diversa. Para nosso objetivo, inferimos, resumidamente, que a definição desse conceito seja a capacidade de usar criticamente as diferentes ferramentas digitais. Para a Association of College & Research Libraries é:
Uma série de habilidades que requer dos indivíduos reconhecer quando a informação faz-se necessária e ter a habilidade de localizar, avaliar e usar efetivamente a informação necessária (CESARINI, 2004, p. 10).
Segundo Freitas (2010) o computador e a internet são vistos como instrumentos de ensino-aprendizagem e estão cada vez mais presentes nas salas de aula. Tal fato não significa que são usados de forma ativa, pois nem sempre os professores são letrados digitalmente para ensinar servindo-se dos recursos midiáticos, o que nos leva a concluir que talvez não haja mudança significativa nos processos de ensino-aprendizagem. Rabelo e Haguenauer (2014) defendem a aprendizagem em rede, assim professores e alunos seriam sujeitos críticos e desenvolveriam uma inteligência coletiva. As autoras advogam, ainda, que os alunos deixem de ser usuários passivos e acríticos do sistema, para se tornarem mais atuantes. O que se busca também com a inserção dessas novas mídias em sala de aula é fazer com que as aulas não sigam o modelo tradicional, no qual havia uma mera transmissão de conhecimento e pouca voz para os aprendizes. O conceito de letramento digital vinculado à prática de ensino deve levar os sujeitos do processo de ensino-aprendizagem a interagir e colaborar de maneira mais ativa, agregando nesse processo o leque de possibilidades que programas e aplicativos podem trazer.
Infelizmente a formação de professores, de um modo geral, ainda não os prepara devidamente para um ensino no contexto digital e reflexivo. Por outro lado, há profissionais veteranos que apresentam resistência, seja porque já se estabeleceram na profissão, ou também por não terem recebido esse tipo de formação e, por isso, necessitarem de um processo de aperfeiçoamento de sua prática.
Em muitos casos se recorre à proibição das ferramentas digitais no contexto escolar, como se isolar a escola do contexto social fosse a alternativa mais eficaz. No estado do Ceará, por exemplo, há lei estadual que proíbe o uso de dispositivos portáteis pelo aluno em sala de aula. A Lei nº 14.146, de 25/6/2008, dispõe sobre a proibição do uso de equipamentos de comunicação, eletrônicos e outros aparelhos similares nos estabelecimentos de ensino do Estado durante o horário das aulas (CEARÁ, 2008). Casos como esse mostram o despreparo dos atores escolares para lidarem com essa nova realidade. Ao acreditarem que a proibição é a saída para este impasse, perdem a oportunidade de incluir o uso orientado dessas novas mídias, uma vez que, talvez, também não tenham recebido orientações para esse uso na formação inicial, nem nas formações continuadas, o que gera uma reação em cadeia de conflitos relacionados ao uso desses aparelhos (sejam celulares ou tablets).
Disponível em: <https://revista.cbtecle.com.br/CBTecLE/article/download/229/6412)>. Data da consulta: 28/06/2023.
I- O texto carece de argumentos de autoridade.
II- A falta e/ou carência na formação e letramento digital por parte dos docentes é, segundo o que se aponta a partir das informações do texto, a grande causa para o insucesso do ensino marcado pelas ferramentas digitais hoje.
III- O texto peca por omitir informações relativas a problemas que impactam negativamente na adoção do ensino com base nas ferramentas digitais.
IV- A posição do autor do texto, em relação à proibição do uso do celular em sala de aula, por exemplo, adotada no estado do Ceará, é de corroboração a esta proibição.
Está CORRETO o que se afirma apenas em:
Disponível em: < https://miriam-aline-artee d u c a c a o - i n t e r m e d i a t i c a - digital.webnode.page/charge/>. Data da consulta: 27/06/2023.
Avalie a veracidade das informações acerca do gênero acima e responda ao que se pede.
I- Depreende-se da imagem um novo paradigma de entretenimento familiar, marcado fundamentalmente pelo isolamento e individualização das ações de lazer e entretenimento, com exclusão dos momentos de socialização e interação interpessoal.
II- As pistas textuais apontam para os inegáveis benefícios que as redes sociais propiciaram às famílias, em especial no tocante ao aumento da capacidade de atualização frente aos fatos do mundo que nos rodeia.
III- Conforme se percebe na imagem, a presença da família reunida é sinal de harmonia, partilha, respeito às diferenças e aumento da capacidade de letramento pessoal e intergrupal, pressuposto este fundante neste novo paradigma comandado pelas mídias sociais.
Está CORRETO o que se afirma apenas em: