Foram encontradas 186 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q2752052 Português

Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 7.


O padeiro


  1. Levanto cedo, faço minhas abluções, ponho a chaleira no fogo para fazer café e abro a porta do apartamento — mas
  2. não encontro o pão costumeiro. No mesmo instante me lembro de ter lido alguma coisa nos jornais da véspera sobre
  3. a “greve do pão dormido”. De resto não é bem uma greve, é um lock-out, greve dos patrões, que suspenderam o
  4. trabalho noturno; acham que obrigando o povo a tomar seu café da manhã com pão dormido conseguirão não sei bem
  5. o que do governo.
  6. Está bem. Tomo o meu café com pão dormido, que não é tão ruim assim. E enquanto tomo café vou me lembrando
  7. de um homem modesto que conheci antigamente. Quando vinha deixar o pão à porta do apartamento ele apertava a
  8. campainha, mas, para não incomodar os moradores, avisava gritando:
  9. —Não é ninguém, é o padeiro!
  10. Interroguei-o uma vez: como tivera a ideia de gritar aquilo?
  11. “Então você não é ninguém?”
  12. Ele abriu um sorriso largo. Explicou que aprendera aquilo de ouvido. Muitas vezes lhe acontecera bater a campainha
  13. de uma casa e ser atendido por uma empregada ou outra pessoa qualquer, e ouvir uma voz que vinha lá de dentro
  14. perguntando quem era; e ouvir a pessoa que o atendera dizer para dentro: “não é ninguém, não, senhora, é o padeiro”.
  15. Assim ficara sabendo que não era ninguém…
  16. Ele me contou isso sem mágoa nenhuma, e se despediu ainda sorrindo. Eu não quis detê-lo para explicar que estava
  17. falando com um colega, ainda que menos importante. Naquele tempo eu também, como os padeiros, fazia o trabalho
  18. noturno. Era pela madrugada que deixava a redação de jornal, quase sempre depois de uma passagem pela oficina —
  19. e muitas vezes saía já levando na mão um dos primeiros exemplares rodados, o jornal ainda quentinho da máquina,
  20. como pão saído do forno.
  21. Ah, eu era rapaz, eu era rapaz naquele tempo! E às vezes me julgava importante porque no jornal que levava para
  22. casa, além de reportagens ou notas que eu escrevera sem assinar, ia uma crônica ou artigo com o meu nome. O jornal
  23. e o pão estariam bem cedinho na porta de cada lar; e dentro do meu coração eu recebi a lição de humildade daquele
  24. homem entre todos útil e entre todos alegre; “não é ninguém, é o padeiro!” E assobiava pelas escadas.


BRAGA, Rubem. 200 crônicas escolhidas. 27 ed. Rio de Janeiro: Record, 2010.p. 319.

Em “Eu não quis detê-lo para explicar que estava falando com um colega, ainda que menos importante.” (Linhas 16-17).


Nos enunciados acima, a relação semântica entre a oração introduzida pelos conectivos destacados e a oração imediatamente anterior é, respectivamente, de

Alternativas
Q2752051 Português

Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 7.


O padeiro


  1. Levanto cedo, faço minhas abluções, ponho a chaleira no fogo para fazer café e abro a porta do apartamento — mas
  2. não encontro o pão costumeiro. No mesmo instante me lembro de ter lido alguma coisa nos jornais da véspera sobre
  3. a “greve do pão dormido”. De resto não é bem uma greve, é um lock-out, greve dos patrões, que suspenderam o
  4. trabalho noturno; acham que obrigando o povo a tomar seu café da manhã com pão dormido conseguirão não sei bem
  5. o que do governo.
  6. Está bem. Tomo o meu café com pão dormido, que não é tão ruim assim. E enquanto tomo café vou me lembrando
  7. de um homem modesto que conheci antigamente. Quando vinha deixar o pão à porta do apartamento ele apertava a
  8. campainha, mas, para não incomodar os moradores, avisava gritando:
  9. —Não é ninguém, é o padeiro!
  10. Interroguei-o uma vez: como tivera a ideia de gritar aquilo?
  11. “Então você não é ninguém?”
  12. Ele abriu um sorriso largo. Explicou que aprendera aquilo de ouvido. Muitas vezes lhe acontecera bater a campainha
  13. de uma casa e ser atendido por uma empregada ou outra pessoa qualquer, e ouvir uma voz que vinha lá de dentro
  14. perguntando quem era; e ouvir a pessoa que o atendera dizer para dentro: “não é ninguém, não, senhora, é o padeiro”.
  15. Assim ficara sabendo que não era ninguém…
  16. Ele me contou isso sem mágoa nenhuma, e se despediu ainda sorrindo. Eu não quis detê-lo para explicar que estava
  17. falando com um colega, ainda que menos importante. Naquele tempo eu também, como os padeiros, fazia o trabalho
  18. noturno. Era pela madrugada que deixava a redação de jornal, quase sempre depois de uma passagem pela oficina —
  19. e muitas vezes saía já levando na mão um dos primeiros exemplares rodados, o jornal ainda quentinho da máquina,
  20. como pão saído do forno.
  21. Ah, eu era rapaz, eu era rapaz naquele tempo! E às vezes me julgava importante porque no jornal que levava para
  22. casa, além de reportagens ou notas que eu escrevera sem assinar, ia uma crônica ou artigo com o meu nome. O jornal
  23. e o pão estariam bem cedinho na porta de cada lar; e dentro do meu coração eu recebi a lição de humildade daquele
  24. homem entre todos útil e entre todos alegre; “não é ninguém, é o padeiro!” E assobiava pelas escadas.


BRAGA, Rubem. 200 crônicas escolhidas. 27 ed. Rio de Janeiro: Record, 2010.p. 319.

Escreva V ou F, conforme sejam Verdadeiras ou Falsas as proposições sobre alguns aspectos linguísticos do texto.


( ) “Levanto cedo, faço minhas abluções...” (linha 1). A palavra destacada pode ser substituída, sem prejuízo de sentido, por “orações”.

( ) No excerto “[...] o jornal ainda quentinho da máquina, como pão saído do forno.” (Linhas 19-20), “como” é uma conjunção coordenativa.

( ) Em: “[...] eu era rapaz naquele tempo!” (Linha 21), a palavra destacada exerce a função sintática de predicativo.

( ) “Então você não é ninguém? Ele abriu um sorriso largo. Explicou que aprendera aquilo de ouvido.” (Linhas 11-12). Para esclarecer a forma como aprendera a expressão “não é ninguém!”, o autor empregou uma oração subordinada substantiva.


A sequência CORRETA é:

Alternativas
Q2752050 Português

Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 7.


O padeiro


  1. Levanto cedo, faço minhas abluções, ponho a chaleira no fogo para fazer café e abro a porta do apartamento — mas
  2. não encontro o pão costumeiro. No mesmo instante me lembro de ter lido alguma coisa nos jornais da véspera sobre
  3. a “greve do pão dormido”. De resto não é bem uma greve, é um lock-out, greve dos patrões, que suspenderam o
  4. trabalho noturno; acham que obrigando o povo a tomar seu café da manhã com pão dormido conseguirão não sei bem
  5. o que do governo.
  6. Está bem. Tomo o meu café com pão dormido, que não é tão ruim assim. E enquanto tomo café vou me lembrando
  7. de um homem modesto que conheci antigamente. Quando vinha deixar o pão à porta do apartamento ele apertava a
  8. campainha, mas, para não incomodar os moradores, avisava gritando:
  9. —Não é ninguém, é o padeiro!
  10. Interroguei-o uma vez: como tivera a ideia de gritar aquilo?
  11. “Então você não é ninguém?”
  12. Ele abriu um sorriso largo. Explicou que aprendera aquilo de ouvido. Muitas vezes lhe acontecera bater a campainha
  13. de uma casa e ser atendido por uma empregada ou outra pessoa qualquer, e ouvir uma voz que vinha lá de dentro
  14. perguntando quem era; e ouvir a pessoa que o atendera dizer para dentro: “não é ninguém, não, senhora, é o padeiro”.
  15. Assim ficara sabendo que não era ninguém…
  16. Ele me contou isso sem mágoa nenhuma, e se despediu ainda sorrindo. Eu não quis detê-lo para explicar que estava
  17. falando com um colega, ainda que menos importante. Naquele tempo eu também, como os padeiros, fazia o trabalho
  18. noturno. Era pela madrugada que deixava a redação de jornal, quase sempre depois de uma passagem pela oficina —
  19. e muitas vezes saía já levando na mão um dos primeiros exemplares rodados, o jornal ainda quentinho da máquina,
  20. como pão saído do forno.
  21. Ah, eu era rapaz, eu era rapaz naquele tempo! E às vezes me julgava importante porque no jornal que levava para
  22. casa, além de reportagens ou notas que eu escrevera sem assinar, ia uma crônica ou artigo com o meu nome. O jornal
  23. e o pão estariam bem cedinho na porta de cada lar; e dentro do meu coração eu recebi a lição de humildade daquele
  24. homem entre todos útil e entre todos alegre; “não é ninguém, é o padeiro!” E assobiava pelas escadas.


BRAGA, Rubem. 200 crônicas escolhidas. 27 ed. Rio de Janeiro: Record, 2010.p. 319.

No trecho “Explicou que aprendera aquilo de ouvido.” (linha 12), a expressão em destaque sugere que o padeiro dizia “ser ninguém” porque

Alternativas
Q2752049 Português

Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 7.


O padeiro


  1. Levanto cedo, faço minhas abluções, ponho a chaleira no fogo para fazer café e abro a porta do apartamento — mas
  2. não encontro o pão costumeiro. No mesmo instante me lembro de ter lido alguma coisa nos jornais da véspera sobre
  3. a “greve do pão dormido”. De resto não é bem uma greve, é um lock-out, greve dos patrões, que suspenderam o
  4. trabalho noturno; acham que obrigando o povo a tomar seu café da manhã com pão dormido conseguirão não sei bem
  5. o que do governo.
  6. Está bem. Tomo o meu café com pão dormido, que não é tão ruim assim. E enquanto tomo café vou me lembrando
  7. de um homem modesto que conheci antigamente. Quando vinha deixar o pão à porta do apartamento ele apertava a
  8. campainha, mas, para não incomodar os moradores, avisava gritando:
  9. —Não é ninguém, é o padeiro!
  10. Interroguei-o uma vez: como tivera a ideia de gritar aquilo?
  11. “Então você não é ninguém?”
  12. Ele abriu um sorriso largo. Explicou que aprendera aquilo de ouvido. Muitas vezes lhe acontecera bater a campainha
  13. de uma casa e ser atendido por uma empregada ou outra pessoa qualquer, e ouvir uma voz que vinha lá de dentro
  14. perguntando quem era; e ouvir a pessoa que o atendera dizer para dentro: “não é ninguém, não, senhora, é o padeiro”.
  15. Assim ficara sabendo que não era ninguém…
  16. Ele me contou isso sem mágoa nenhuma, e se despediu ainda sorrindo. Eu não quis detê-lo para explicar que estava
  17. falando com um colega, ainda que menos importante. Naquele tempo eu também, como os padeiros, fazia o trabalho
  18. noturno. Era pela madrugada que deixava a redação de jornal, quase sempre depois de uma passagem pela oficina —
  19. e muitas vezes saía já levando na mão um dos primeiros exemplares rodados, o jornal ainda quentinho da máquina,
  20. como pão saído do forno.
  21. Ah, eu era rapaz, eu era rapaz naquele tempo! E às vezes me julgava importante porque no jornal que levava para
  22. casa, além de reportagens ou notas que eu escrevera sem assinar, ia uma crônica ou artigo com o meu nome. O jornal
  23. e o pão estariam bem cedinho na porta de cada lar; e dentro do meu coração eu recebi a lição de humildade daquele
  24. homem entre todos útil e entre todos alegre; “não é ninguém, é o padeiro!” E assobiava pelas escadas.


BRAGA, Rubem. 200 crônicas escolhidas. 27 ed. Rio de Janeiro: Record, 2010.p. 319.

Leia as proposições sobre as ideias do texto e marque a alternativa INCORRETA.

Alternativas
Q2752048 Português

Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 7.


O padeiro


  1. Levanto cedo, faço minhas abluções, ponho a chaleira no fogo para fazer café e abro a porta do apartamento — mas
  2. não encontro o pão costumeiro. No mesmo instante me lembro de ter lido alguma coisa nos jornais da véspera sobre
  3. a “greve do pão dormido”. De resto não é bem uma greve, é um lock-out, greve dos patrões, que suspenderam o
  4. trabalho noturno; acham que obrigando o povo a tomar seu café da manhã com pão dormido conseguirão não sei bem
  5. o que do governo.
  6. Está bem. Tomo o meu café com pão dormido, que não é tão ruim assim. E enquanto tomo café vou me lembrando
  7. de um homem modesto que conheci antigamente. Quando vinha deixar o pão à porta do apartamento ele apertava a
  8. campainha, mas, para não incomodar os moradores, avisava gritando:
  9. —Não é ninguém, é o padeiro!
  10. Interroguei-o uma vez: como tivera a ideia de gritar aquilo?
  11. “Então você não é ninguém?”
  12. Ele abriu um sorriso largo. Explicou que aprendera aquilo de ouvido. Muitas vezes lhe acontecera bater a campainha
  13. de uma casa e ser atendido por uma empregada ou outra pessoa qualquer, e ouvir uma voz que vinha lá de dentro
  14. perguntando quem era; e ouvir a pessoa que o atendera dizer para dentro: “não é ninguém, não, senhora, é o padeiro”.
  15. Assim ficara sabendo que não era ninguém…
  16. Ele me contou isso sem mágoa nenhuma, e se despediu ainda sorrindo. Eu não quis detê-lo para explicar que estava
  17. falando com um colega, ainda que menos importante. Naquele tempo eu também, como os padeiros, fazia o trabalho
  18. noturno. Era pela madrugada que deixava a redação de jornal, quase sempre depois de uma passagem pela oficina —
  19. e muitas vezes saía já levando na mão um dos primeiros exemplares rodados, o jornal ainda quentinho da máquina,
  20. como pão saído do forno.
  21. Ah, eu era rapaz, eu era rapaz naquele tempo! E às vezes me julgava importante porque no jornal que levava para
  22. casa, além de reportagens ou notas que eu escrevera sem assinar, ia uma crônica ou artigo com o meu nome. O jornal
  23. e o pão estariam bem cedinho na porta de cada lar; e dentro do meu coração eu recebi a lição de humildade daquele
  24. homem entre todos útil e entre todos alegre; “não é ninguém, é o padeiro!” E assobiava pelas escadas.


BRAGA, Rubem. 200 crônicas escolhidas. 27 ed. Rio de Janeiro: Record, 2010.p. 319.

O texto de Rubem Braga pertence ao gênero crônica. A caracterização do texto acima se dá como crônica porque


I- trata temas do cotidiano com humor sustentando um ponto de vista sem perder a leveza.

II- é um gênero textual vinculado a uma experiência do cotidiano.

III- há uma espécie de leveza na construção do texto, que se exprime na escolha da linguagem e da temática, próprias desse gênero.

IV- utiliza-se da metalinguagem, ou seja, fala sobre si mesma, sobre a sua forma de produção.


Está CORRETO o que se afirma apenas em

Alternativas
Q1634827 Enfermagem
A pessoa idosa, no seio familiar, tem sido vítima de violência doméstica, seja física ou psicológica. Acerca da atenção integral à saúde do idoso na Estratégia da Saúde da Família, dado à Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa destacar em suas diretrizes o estímulo às ações intersetoriais, com vistas à integralidade da atenção, pode-se afirmar que

I- a integralidade do cuidado ao idoso permeia na articulação do saber e fazer de cada profissional, de cada equipe e dos gestores.

II- a gestão municipal não pode tentar caminhar sozinha, embasado apenas nas ações verticalizadas do Ministério da Saúde.

III- há necessidade de se criar e recriar, na gestão municipal da saúde do idoso, planos e investimentos de projetos e diretrizes embasadas nas políticas do idoso, que vá ao encontro das possibilidades da ESF e necessidades dos idosos.

IV- é necessário que os gestores pensem em estratégias a partir das lentes da micropolítica e do envolvimento dos profissionais que prestam assistência direta aos idosos para a construção da rede de cuidado do município.

Está CORRETO o que se afirma em
Alternativas
Q1634826 Enfermagem
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) (BRASIL, 2003b) é um serviço de socorro pré-hospitalar móvel, no qual o usuário, por meio do acesso telefônico gratuito pelo número 192, solicita atendimento. Apresenta um componente regulador (a Central de Regulação) e um componente assistencial (a equipe das ambulâncias).

Pode-se afirmar que

I- basicamente, na regulação, todas as etapas do atendimento são registradas em computador e gravadas.

II- as atribuições gerais e específicas das Centrais de Regulação Médica de Urgências e o dimensionamento técnico para estruturação e operacionalização das Centrais SAMU 192 foram estabelecidos por legislação específica, como por exemplo, a Portaria GM/MS Nº 2.657/2004.

III- as Centrais de Regulação Médica de Urgências possuem papel primordial no sistema por meio da observação das condições de saúde da população e da estruturação e funcionamento da rede assistencial, identificando distorções que irão orientar o planejamento das ações corretivas para otimização da atenção às urgências.

Está CORRETO o que se afirma em
Alternativas
Q1634824 Medicina
O Brasil é um país que apresenta vários tipos de clima, com predominância dos quentes e úmidos. Essa característica faz com que uma grande quantidade de insetos se estabeleça em nosso território, como é o caso dos mosquitos do gênero Aedes, que se desenvolvem, principalmente, em zonas tropicais e subtropicais.

Nesse sentido, acerca da Zika, Chikungunya e Dengue, pode-se afirmar que a

I- Zika é, sem dúvidas, a doença mais grave quando comparada à chikungunya e à dengue. Ela causa febre, dores no corpo, dores de cabeça e nos olhos, falta de ar, manchas na pele e indisposição. Em casos mais graves, a dengue pode provocar hemorragias que, por sua vez, podem ocasionar óbito.

II- Chikungunya causa febre e dores no corpo, mas as dores concentram-se principalmente nas articulações. Na dengue, as dores são predominantemente musculares. Alguns sintomas da chikungunya duram em torno de duas semanas; todavia as dores articulares podem permanecer por vários meses. Casos de morte são muito raros, mas a doença, em virtude da persistência da dor, afeta bastante a qualidade de vida do paciente.

III- Febre da dengue é a doença que causa os sintomas mais leves. Pacientes com essa enfermidade apresentam febre mais baixa que a da Zika e chikungunya, olhos avermelhados e coceira característica.

Está CORRETO o que se afirma em
Alternativas
Q1634819 Medicina
Acerca da Declaração de Óbito, pode-se dizer que o médico deve

I- preencher os dados de identificação com base em um documento da pessoa falecida. Na ausência de documento, caberá à autoridade policial proceder o reconhecimento do cadáver.

II- registrar os dados na DO, sempre, com letra legível e sem abreviações ou rasuras.

III- registrar as causas da morte, obedecendo ao disposto nas regras internacionais, anotando, preferencialmente, apenas um diagnóstico por linha e o tempo aproximado entre o início da doença e a morte.

IV- revisar se todos os campos estão preenchidos corretamente antes de assinar.

V- evitar cobrar o ato médico de examinar e constatar o óbito desde que se trate de paciente particular a quem não vinha prestando assistência.

Está CORRETO o que se afirma em
Alternativas
Q1634816 Medicina
A Constituição Federal de 1988 incorpora conceitos, princípios e uma nova lógica de organização da saúde, propostos pelo movimento de Reforma Sanitária, expressos nos seus artigos 196 a 200.

Nesse sentido, pode-se afirmar que

I- o conceito de saúde é entendido numa perspectiva de articulação de políticas econômicas e sociais.

II- a saúde é vista como direito social universal derivado do exercício da cidadania plena e não mais como direito previdenciário.

III- a caracterização dos serviços e ações em urgência de saúde tem relevância pública.

IV- a criação de um Sistema Único de Saúde (descentralizado, com comando único em cada esfera de governo, atendimento integral e participação da comunidade).

V- há a integração da Saúde à Seguridade Social.

Está CORRETO o que se afirma em
Alternativas
Q1634815 Medicina
Acerca das doenças respiratórias, pode-se afirmar que

I- São doenças crônicas do trato respiratório mais comuns em crianças, uma infecção que se manifesta por meio de acessos de tosse, dispneia (falta de ar), crises de broncoespasmo e sibilos (crises de chiado), presentes durante a ausculta pulmonar. Exercícios físicos, fatores emocionais, mudanças climáticas e poluentes atmosféricos podem desencadear uma crise. Os episódios são controlados por medicamentos que melhoram os sintomas e previnem a ocorrência de novas crises. (Bronquite).

II- A inflamação se caracteriza principalmente por tosse e pelo aumento da secreção mucosa, podendo apresentar febre ou não. Em alguns casos, é possível perceber ruídos respiratórios, como roncos e chiados. Acrise de curta duração é chamada de aguda, muito comum na infância e a que tem recorrência é considerada crônica. Na maioria dos casos, é causada por vírus, afetando, primeiramente, o nariz e a garganta e, em seguida, os pulmões. (Asma).

III- É uma inflamação caracterizada por secreção nasal e tosse, principalmente noturna, podendo haver ou não presença de febre. Em crianças, raramente provoca cefaleia (dor de cabeça). Inalar uma solução salina, como soro fisiológico, pode aliviar os sintomas. Medicamentos anti-inflamatórios podem ser indicados pelo médico, além de antibióticos se for uma infecção bacteriana. (Sinusite)

IV- Geralmente de caráter alérgico, se manifestam por meio de coriza ou obstrução nasal, além de prurido e espirros. A poeira doméstica é considerada a principal responsável pelas doenças, mas alguns outros elementos alergênicos têm sua parcela de culpa — como o pólen, poluição do ar e alguns alimentos. O tratamento consiste, basicamente, na higiene ambiental, ou seja, o paciente deve evitar ao máximo o contato com substâncias que desencadeiam os sintomas e objetos que acumulam poeira e ácaros. (Rinite).

V- Infecção que se instala nos pulmões e que, em crianças, geralmente se manifesta por meio de tosse, dificuldade de respirar ou aceleração da respiração e febre. Mudanças bruscas na temperatura também podem contribuir para o surgimento da doença. O tratamento requer o acompanhamento médico e o uso de antibióticos. Além disso, é importante lembrar que alguns tipos podem ser evitados por meio de vacinas. (Pneumonia).

Está CORRETO o que se afirma em
Alternativas
Q1624568 Português
Imagem associada para resolução da questão
Alternativas
Q1611820 Enfermagem

Marque V para verdadeiro e F para falso quanto às normas que devem ser seguidas para fazer uma CORRETA ausculta do coração.


( ) Ambiente de ausculta.

( ) Posição do paciente e do examinador.

( ) Instrução do paciente de maneira adequada.

( ) Escolha correta e aplicação correta do receptor.

( ) Relação com a respiração.


A sequência CORRETA de alternativas é:

Alternativas
Q1611816 Enfermagem
O diagnóstico de caso de hanseníase na Atenção Básica à Saúde é essencialmente clínico por meio do exame dermatoneurológico para identificar lesões ou áreas de pele com alteração de sensibilidade e/ou comprometimento de nervos periféricos (sensitivo, motor e/ou autonômico).
Uma das etapas importantes no diagnóstico e acompanhamento do usuário portador de hanseníase é a avaliação neurológica, que deve ser realizada no seguinte momento:
Alternativas
Q1611813 Enfermagem
A Portaria interministerial Nº 1.055, de 25 de abril de 2017 redefine as regras e os critérios para adesão ao Programa Saúde na Escola (PSE) por estados, Distrito Federal e Municípios. O Programa Saúde na Escola (PSE), constitui estratégia para a integração e a articulação permanente entre as políticas e ações de educação e de saúde, com a participação da comunidade escolar, envolvendo as equipes de saúde da família e da educação básica. No âmbito do PSE, as ações que devem ser realizadas, entre outras, estão:
Alternativas
Q1611810 Enfermagem

A descarga papilar é um sintoma bastante frequente, correspondendo à terceira queixa mamária mais comum, depois de dor e massas palpáveis. Sobre a descarga papilar pode-se afirmar que


I- pode ser fisiológica ou patológica.

II- se a aparência estiver serosa, sanguinolenta ou serossanguinolenta ou em mulher > 60 anos deve-se investigar câncer de mama.

III- se a secreção for amarelada, esverdeada, amarronzada ou acinzentada é provavelmente maligna.


É verdade o que se afirma em

Alternativas
Q1611804 Raciocínio Lógico
Para melhorar a segurança do cidadão paranaense, a Polícia Militar do Paraná (PM-PR) desenvolveu recentemente pesquisas com base nos delitos ocorridos. Os resultados dessa pesquisa serviram de base para a confecção de Cartilhas de Segurança, onde são apresentadas medidas básicas de prevenção que reduzam ou eliminem oportunidades para a ação de delinquentes. Na Cartilha de Segurança sobre Pedofilia, a seguinte recomendação é dada: “Quando não puder buscar seu filho(a), avise antecipadamente à direção da escola, passe o nome completo da pessoa que irá apanhá-lo e informe que ela deverá apresentar um documento com foto quando chegar à escola.” Certo dia, João, pai de Fernando, não pôde pegá-lo na escola e pediu que um amigo da família fosse buscá-lo, mas a escola não liberou Fernando.
Sabendo que a escola onde Fernando estuda adotou rigorosamente todas as recomendações da PM-PR, é CORRETO afirmar que
Alternativas
Q1611786 Português

Leia o texto a seguir para responder às questões.



Em “Eu não quis detê-lo para explicar que estava falando com um colega, ainda que menos importante.” (Linhas 16-17).
Nos enunciados acima, a relação semântica entre a oração introduzida pelos conectivos destacados e a oração imediatamente anterior é, respectivamente, de
Alternativas
Respostas
121: A
122: C
123: E
124: B
125: A
126: B
127: E
128: E
129: A
130: B
131: D
132: A
133: A
134: C
135: D
136: A
137: C
138: C
139: C
140: A