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Q3945457 Fonoaudiologia
O Texto II servirá para a resolução da questão.


Texto II


Violação Ética e Exercício Ilegal da Profissão: O Caso da Estudante de Fonoaudiologia


     Em novembro de 2025, na cidade de Campina Grande (PB), a operação STUDEN realizada de forma conjunta pela Polícia Civil e pelo Conselho Regional de Fonoaudiologia da 4ª Região flagrou uma estudante de fonoaudiologia, ainda no início do curso, realizando avaliações audiométricas em uma clínica de saúde ocupacional sem qualquer habilitação legal ou supervisão profissional. A investigação, iniciada após denúncias, constatou que a estudante atuava como se fosse fonoaudióloga, expondo usuários a riscos e caracterizando exercício ilegal da profissão. Aação resultou na prisão em flagrante e reforçou a importância da fiscalização profissional para a garantia da segurança da população e do cumprimento das normas éticas que regulam o exercício da Fonoaudiologia no Brasil.


Fonte: PB AGORA. Estudante de Fonoaudiologia é presa em flagrante durante ação contra exercício ilegal da profissão em Campina Grande. Paraíba, 2025. Disponível em: https://www.pbagora.com.br/noticia/policial/estudante-de-fonoaudiologia-e-presa-em-flagrante-durante-acao-contra-exercicio-ilegal-da-profissao-em-campinagrande/. Acesso em: 14/11/2025.
O caso ocorrido envolvendo uma estudante do curso de Fonoaudiologia em Campina Grande (PB), resultando na prisão em flagrante durante sua atuação em uma clínica ocupacional, exemplifica uma situação que viola princípios éticos fundamentais da Fonoaudiologia, especialmente quanto ao exercício legal da profissão, à responsabilidade técnica e à proteção do usuário. Esta ocorrência, reforça o posicionamento deAith et al. (2019), que afirma que “A regulação das profissões da saúde no Brasil fundamenta-se na necessidade de proteger a população da prática não qualificada, garantindo padrões mínimos de competência e segurança. ”

Fonte: AITH, Fernando Mussa Abujamra et al. Public interest in the Brazilian health professions regulation. Revista Latino-Americana de Enfermagem, Ribeirão Preto, v. 27, e3114, 2019.

Diante do caso apresentado e da perspectiva ética que rege a atuação profissional do fonoaudiólogo, analise as afirmativas a seguir e assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3945456 Fonoaudiologia
Segundo o Ministério da Saúde, dados do Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (SINASC) indicam que, em 2022, cerca de 11,4% dos nascimentos no Brasil foram prematuros, proporção superior à média global de 10% estimada pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Esse cenário reforça a crescente demanda por equipes especializadas nas Unidades Neonatais dos serviços municipais. Considerando esse contexto epidemiológico, as evidências científicas e os princípios da fonoaudiologia hospitalar na assistência a recém-nascidos pré-termo (RNPT), assinale a alternativa CORRETA.

Fonte: BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos – SINASC: Estatísticas Vitais 2022. Brasília: Ministério da Saúde, 2023.
Alternativas
Q3945455 Fonoaudiologia
Leia o Texto I para responder a questão.


Texto I


Apraxia de Fala na Infância: barreiras no diagnóstico e ações de inclusão no RJ


   Mães no Estado do Rio de Janeiro relataram dificuldades profundas para obter diagnóstico e tratamento para crianças com Apraxia de Fala na Infância, citando demora no encaminhamento para especialistas, custo elevado das terapias e falta de suporte nas escolas. Famílias descrevem a necessidade de intervenções intensivas, uso de recursos de comunicação alternativa e adaptações pedagógicas para garantir acesso à aprendizagem. Em resposta às demandas, o governo estadual aprovou uma lei que prevê diretrizes de apoio, capacitação de profissionais, campanhas de conscientização e medidas para promover a inclusão escolar e o acompanhamento fonoaudiológico dessas crianças. Profissionais de saúde ouvidos destacam que a atuação do fonoaudiólogo é central para o prognóstico, e que políticas públicas integradas são necessárias para reduzir desigualdades no acesso aos cuidados.


Fonte: G1 Rio de Janeiro. Conheça a história de mães que superaram os desafios da apraxia na fala infantil; lei no RJ promove ações de inclusão. [2023] reportagem sobre os desafios enfrentados por mães de crianças com dificuldades na fala e a busca por apoio do governo no estabelecimento de políticas públicas que viabilizem o diagnóstico e tratamento. Disponível em: https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2023/05/14/conheca-a-historia-de-maes-que-superaram-os-desafios-daapraxia-na-fala-infantil-lei-no-rj-promove-acoes-de-inclusao.ghtml. Acesso em: 14/11/2025.
Ainda sobre o Texto I, no Rio de Janeiro, tornam-se claras as dificuldades no acesso a serviços especializados. Com base nessa realidade, pensar na adoção de tecnologias assistivas e recursos digitais como apoio à comunicação e ao acompanhamento terapêutico poderia apontar para uma possível alternativa que tivesse como objetivo amenizar o problema enfrentado. No campo científico, Leinweber et al. (2023) analisam fatores que determinam o uso bem-sucedido de tecnologia na terapia fonoaudiológica, destacando que a participação digital depende da aceitação tecnológica, da percepção de utilidade, da facilidade de uso e das condições estruturais disponíveis ao usuário e aos profissionais.

Fonte: LEINWEBER, J.; ALBER, B.; BARTHÉL, M.; WHILLIER, A. S.; WITTMAR, S.; BORGETTO, B.; STARKE, A. Technology use in speech and language t h e r a p y : d i g i t a l p a r t i c i p a t i o n s u c c e e d s t h r o u g h a c c e p t a n c e a n d u s e o f t e c h n o l o g y . Frontiers in Communication, v. 8, art. 1176827, 2023.

Considerando o contexto e as evidências de contribuição trazidas pela tecnologia para o avanço do acompanhamento oferecido pelos fonoaudiólogos, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3945454 Fonoaudiologia
Leia o Texto I para responder a questão.


Texto I


Apraxia de Fala na Infância: barreiras no diagnóstico e ações de inclusão no RJ


   Mães no Estado do Rio de Janeiro relataram dificuldades profundas para obter diagnóstico e tratamento para crianças com Apraxia de Fala na Infância, citando demora no encaminhamento para especialistas, custo elevado das terapias e falta de suporte nas escolas. Famílias descrevem a necessidade de intervenções intensivas, uso de recursos de comunicação alternativa e adaptações pedagógicas para garantir acesso à aprendizagem. Em resposta às demandas, o governo estadual aprovou uma lei que prevê diretrizes de apoio, capacitação de profissionais, campanhas de conscientização e medidas para promover a inclusão escolar e o acompanhamento fonoaudiológico dessas crianças. Profissionais de saúde ouvidos destacam que a atuação do fonoaudiólogo é central para o prognóstico, e que políticas públicas integradas são necessárias para reduzir desigualdades no acesso aos cuidados.


Fonte: G1 Rio de Janeiro. Conheça a história de mães que superaram os desafios da apraxia na fala infantil; lei no RJ promove ações de inclusão. [2023] reportagem sobre os desafios enfrentados por mães de crianças com dificuldades na fala e a busca por apoio do governo no estabelecimento de políticas públicas que viabilizem o diagnóstico e tratamento. Disponível em: https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2023/05/14/conheca-a-historia-de-maes-que-superaram-os-desafios-daapraxia-na-fala-infantil-lei-no-rj-promove-acoes-de-inclusao.ghtml. Acesso em: 14/11/2025.
O Texto I sobre crianças com Apraxia de Fala na Infância (AFI) evidenciou as dificuldades de acesso ao diagnóstico e ao tratamento no Sistema Único de Saúde (SUS), marcadas pela falta de serviços especializados, atrasos na avaliação e desigualdade territorial na oferta de cuidados. Essas barreiras refletem não apenas a complexidade clínica da AFI, mas também limitações estruturais na organização da rede. Segundo Nascimento et al. (2025), a distribuição de fonoaudiólogos no país é desigual, com maior concentração no setor privado e nos níveis secundário e terciário, o que compromete a resolutividade da Atenção Primária e dificulta o planejamento de políticas públicas. Os autores destacam que o dimensionamento adequado deve considerar dados epidemiológicos, demanda populacional e políticas como eMulti, Atenção Domiciliar e Cuidados Paliativos, a fim de garantir equidade e continuidade do cuidado.

Fonte: NASCIMENTO, D. V. N.; MECHI-SILVA, W.; NAKAMURA, G. Dimensionamento profissional da Fonoaudiologia no Sistema Único de Saúde: desafios e perspectivas para a força de trabalho. 2025. Disponível em: < https://www.scielo.br/j/codas/a/ppvSvYqgGBkhGNQJwD5KfJw/?format=html&lang=pt >. Acesso em: 15/11/2025.

Com base nesse contexto, analise as afirmativas a seguir.

I- A insuficiência de fonoaudiólogos na Atenção Primária decorre principalmente da escolha dos próprios profissionais, que têm priorizado o setor privado em busca de maior retorno financeiro, deixando de integrar serviços públicos essenciais e contribuindo para o atraso no diagnóstico e na continuidade do cuidado de crianças com AFI.
II- O dimensionamento da força de trabalho em Fonoaudiologia no SUS deve incorporar variáveis epidemiológicas, demanda populacional e distribuição etária, permitindo ajustar a oferta profissional às necessidades específicas de grupos vulneráveis.
III- A existência de protocolos nacionais consolidados para a distribuição de fonoaudiólogos nos diferentes níveis de atenção reduz significativamente a desigualdade regional, assegurando parâmetros uniformes de planejamento em todo o território brasileiro.
IV- Políticas públicas como eMulti, Atenção Domiciliar e a Política Nacional de Cuidados Paliativos ampliam o escopo da atuação fonoaudiológica e exigem modelos de dimensionamento que considerem múltiplos contextos assistenciais e práticas interprofissionais.
V- A falta de informações sistematizadas sobre carga de trabalho, necessidades locais e perfis epidemiológicos compromete o planejamento em Saúde Coletiva e limita a organização de redes de atenção para condições de alta complexidade, como a AFI.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q3945453 Fonoaudiologia
Leia o Texto I para responder a questão.


Texto I


Apraxia de Fala na Infância: barreiras no diagnóstico e ações de inclusão no RJ


   Mães no Estado do Rio de Janeiro relataram dificuldades profundas para obter diagnóstico e tratamento para crianças com Apraxia de Fala na Infância, citando demora no encaminhamento para especialistas, custo elevado das terapias e falta de suporte nas escolas. Famílias descrevem a necessidade de intervenções intensivas, uso de recursos de comunicação alternativa e adaptações pedagógicas para garantir acesso à aprendizagem. Em resposta às demandas, o governo estadual aprovou uma lei que prevê diretrizes de apoio, capacitação de profissionais, campanhas de conscientização e medidas para promover a inclusão escolar e o acompanhamento fonoaudiológico dessas crianças. Profissionais de saúde ouvidos destacam que a atuação do fonoaudiólogo é central para o prognóstico, e que políticas públicas integradas são necessárias para reduzir desigualdades no acesso aos cuidados.


Fonte: G1 Rio de Janeiro. Conheça a história de mães que superaram os desafios da apraxia na fala infantil; lei no RJ promove ações de inclusão. [2023] reportagem sobre os desafios enfrentados por mães de crianças com dificuldades na fala e a busca por apoio do governo no estabelecimento de políticas públicas que viabilizem o diagnóstico e tratamento. Disponível em: https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2023/05/14/conheca-a-historia-de-maes-que-superaram-os-desafios-daapraxia-na-fala-infantil-lei-no-rj-promove-acoes-de-inclusao.ghtml. Acesso em: 14/11/2025.
O Texto Irelata que comumente mães, de crianças com Apraxia de Fala na Infância (AFI), enfrentam longos períodos sem diagnóstico, dificuldade de acesso a terapias especializadas e necessidade de recorrer a recursos de comunicação alternativa para garantir participação escolar e social de seus filhos. Esses desafios se agravam diante da natureza complexa do transtorno. Segundo Lima et al. (2015), a AFI envolve prejuízos na programação voluntária dos gestos articulatórios, inconsistência de erros e progresso terapêutico lento, necessitando de abordagens estruturadas, como intervenções baseadas em equivalência de estímulos, os autores reforçam ainda, a relevância clínica e social do diagnóstico precoce e do acesso a terapias qualificadas, considerando que as estimativas brasileiras indicam a prevalência entre 1 e 2 casos a cada 1.000 crianças.

Fonte: LIMA, R. C.; ASSIS, G. J. A.; PEREIRA, M. E. C. Efeitos do ensino de relações condicionais sobre a produção de fala em uma criança com apraxia de fala na infância. Revista CEFAC, São Paulo, v. 17, n. 3, p. 974-983, 2015.

Com base nessas informações e nos estudos acerca da Apraxia da Fala da infância, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3945422 Radiologia
Em um hospital que utiliza PACS integrado com diferentes modalidades de imagem, qual função do DICOM é essencial para garantir a interoperabilidade entre equipamentos de marcas distintas?
Alternativas
Q3945421 Radiologia
Qual é a principal vantagem do processamento digital de imagens radiológicas sobre o processamento analógico tradicional? 
Alternativas
Q3945420 Radiologia
Durante a realização de uma radiografia lateral de coluna lombar, observou-se perda de nitidez nas bordas das estruturas ósseas, mesmo com parâmetros técnicos adequados de kVp e mAs. Qual é a causa técnica mais provável dessa alteração?
Alternativas
Q3945419 Radiologia
Durante a realização de uma radiografia de abdome em AP (anteroposterior), qual é a principal finalidade de utilizar um kVp moderadamente alto (70–80 kVp em adulto padrão)?
Alternativas
Q3945418 Radiologia
O aumento do kVp em um exame radiográfico provoca principalmente: 
Alternativas
Q3945417 Radiologia
No atendimento a uma pessoa com deficiência (PCD) que apresenta ansiedade durante exame radiológico, qual estratégia é mais adequada?
Alternativas
Q3945416 Radiologia
Durante o atendimento a uma pessoa cega, qual é a conduta CORRETA do técnico em radiologia? 
Alternativas
Q3945415 Radiologia
Ao receber uma pessoa com deficiência (PCD) que utiliza cadeira de rodas para realizar um exame radiológico, qual é a conduta inicial CORRETA da equipe de radiologia?
Alternativas
Q3945414 Radiologia
Em caso de ocorrência de evento adverso durante exame radiológico, o técnico deve: 
Alternativas
Q3945413 Radiologia
No atendimento ao paciente idoso no setor de radiologia, é conduta adequada: 
Alternativas
Q3945412 Radiologia
Durante o preparo para exame com contraste iodado, o técnico deve: 
Alternativas
Q3945411 Radiologia
No atendimento inicial ao paciente no setor de radiologia, é conduta obrigatória do técnico: 
Alternativas
Q3945410 Radiologia
Durante um exame radiográfico, qual é a principal função do colimador? 
Alternativas
Q3945409 Radiologia

Situação hipotética: um serviço de radiologia está revisando seu Programa de Proteção Radiológica (PPR) após a atualização das normas vigentes. O físico médico responsável orienta a equipe técnica sobre a importância da monitoração individual das doses ocupacionais.



Sobre a monitoração individual de dose em trabalhadores expostos à radiação ionizante, assinale a alternativa CORRETA.

Alternativas
Q3945408 Radiologia

Situação hipotética: durante a realização de exames radiográficos em um pronto atendimento, um técnico em radiologia precisa acompanhar um paciente pediátrico agitado dentro da sala de exames. Para garantir a segurança ocupacional, o profissional deve adotar corretamente os equipamentos de proteção radiológica disponíveis.



Qual é a conduta considerada CORRETA em relação ao uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPI) nessa situação?

Alternativas
Respostas
381: A
382: E
383: C
384: A
385: A
386: E
387: E
388: E
389: C
390: B
391: D
392: B
393: A
394: D
395: C
396: A
397: D
398: A
399: B
400: C