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Q3945454 Fonoaudiologia
Leia o Texto I para responder a questão.


Texto I


Apraxia de Fala na Infância: barreiras no diagnóstico e ações de inclusão no RJ


   Mães no Estado do Rio de Janeiro relataram dificuldades profundas para obter diagnóstico e tratamento para crianças com Apraxia de Fala na Infância, citando demora no encaminhamento para especialistas, custo elevado das terapias e falta de suporte nas escolas. Famílias descrevem a necessidade de intervenções intensivas, uso de recursos de comunicação alternativa e adaptações pedagógicas para garantir acesso à aprendizagem. Em resposta às demandas, o governo estadual aprovou uma lei que prevê diretrizes de apoio, capacitação de profissionais, campanhas de conscientização e medidas para promover a inclusão escolar e o acompanhamento fonoaudiológico dessas crianças. Profissionais de saúde ouvidos destacam que a atuação do fonoaudiólogo é central para o prognóstico, e que políticas públicas integradas são necessárias para reduzir desigualdades no acesso aos cuidados.


Fonte: G1 Rio de Janeiro. Conheça a história de mães que superaram os desafios da apraxia na fala infantil; lei no RJ promove ações de inclusão. [2023] reportagem sobre os desafios enfrentados por mães de crianças com dificuldades na fala e a busca por apoio do governo no estabelecimento de políticas públicas que viabilizem o diagnóstico e tratamento. Disponível em: https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2023/05/14/conheca-a-historia-de-maes-que-superaram-os-desafios-daapraxia-na-fala-infantil-lei-no-rj-promove-acoes-de-inclusao.ghtml. Acesso em: 14/11/2025.
O Texto I sobre crianças com Apraxia de Fala na Infância (AFI) evidenciou as dificuldades de acesso ao diagnóstico e ao tratamento no Sistema Único de Saúde (SUS), marcadas pela falta de serviços especializados, atrasos na avaliação e desigualdade territorial na oferta de cuidados. Essas barreiras refletem não apenas a complexidade clínica da AFI, mas também limitações estruturais na organização da rede. Segundo Nascimento et al. (2025), a distribuição de fonoaudiólogos no país é desigual, com maior concentração no setor privado e nos níveis secundário e terciário, o que compromete a resolutividade da Atenção Primária e dificulta o planejamento de políticas públicas. Os autores destacam que o dimensionamento adequado deve considerar dados epidemiológicos, demanda populacional e políticas como eMulti, Atenção Domiciliar e Cuidados Paliativos, a fim de garantir equidade e continuidade do cuidado.

Fonte: NASCIMENTO, D. V. N.; MECHI-SILVA, W.; NAKAMURA, G. Dimensionamento profissional da Fonoaudiologia no Sistema Único de Saúde: desafios e perspectivas para a força de trabalho. 2025. Disponível em: < https://www.scielo.br/j/codas/a/ppvSvYqgGBkhGNQJwD5KfJw/?format=html&lang=pt >. Acesso em: 15/11/2025.

Com base nesse contexto, analise as afirmativas a seguir.

I- A insuficiência de fonoaudiólogos na Atenção Primária decorre principalmente da escolha dos próprios profissionais, que têm priorizado o setor privado em busca de maior retorno financeiro, deixando de integrar serviços públicos essenciais e contribuindo para o atraso no diagnóstico e na continuidade do cuidado de crianças com AFI.
II- O dimensionamento da força de trabalho em Fonoaudiologia no SUS deve incorporar variáveis epidemiológicas, demanda populacional e distribuição etária, permitindo ajustar a oferta profissional às necessidades específicas de grupos vulneráveis.
III- A existência de protocolos nacionais consolidados para a distribuição de fonoaudiólogos nos diferentes níveis de atenção reduz significativamente a desigualdade regional, assegurando parâmetros uniformes de planejamento em todo o território brasileiro.
IV- Políticas públicas como eMulti, Atenção Domiciliar e a Política Nacional de Cuidados Paliativos ampliam o escopo da atuação fonoaudiológica e exigem modelos de dimensionamento que considerem múltiplos contextos assistenciais e práticas interprofissionais.
V- A falta de informações sistematizadas sobre carga de trabalho, necessidades locais e perfis epidemiológicos compromete o planejamento em Saúde Coletiva e limita a organização de redes de atenção para condições de alta complexidade, como a AFI.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q3945453 Fonoaudiologia
Leia o Texto I para responder a questão.


Texto I


Apraxia de Fala na Infância: barreiras no diagnóstico e ações de inclusão no RJ


   Mães no Estado do Rio de Janeiro relataram dificuldades profundas para obter diagnóstico e tratamento para crianças com Apraxia de Fala na Infância, citando demora no encaminhamento para especialistas, custo elevado das terapias e falta de suporte nas escolas. Famílias descrevem a necessidade de intervenções intensivas, uso de recursos de comunicação alternativa e adaptações pedagógicas para garantir acesso à aprendizagem. Em resposta às demandas, o governo estadual aprovou uma lei que prevê diretrizes de apoio, capacitação de profissionais, campanhas de conscientização e medidas para promover a inclusão escolar e o acompanhamento fonoaudiológico dessas crianças. Profissionais de saúde ouvidos destacam que a atuação do fonoaudiólogo é central para o prognóstico, e que políticas públicas integradas são necessárias para reduzir desigualdades no acesso aos cuidados.


Fonte: G1 Rio de Janeiro. Conheça a história de mães que superaram os desafios da apraxia na fala infantil; lei no RJ promove ações de inclusão. [2023] reportagem sobre os desafios enfrentados por mães de crianças com dificuldades na fala e a busca por apoio do governo no estabelecimento de políticas públicas que viabilizem o diagnóstico e tratamento. Disponível em: https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2023/05/14/conheca-a-historia-de-maes-que-superaram-os-desafios-daapraxia-na-fala-infantil-lei-no-rj-promove-acoes-de-inclusao.ghtml. Acesso em: 14/11/2025.
O Texto Irelata que comumente mães, de crianças com Apraxia de Fala na Infância (AFI), enfrentam longos períodos sem diagnóstico, dificuldade de acesso a terapias especializadas e necessidade de recorrer a recursos de comunicação alternativa para garantir participação escolar e social de seus filhos. Esses desafios se agravam diante da natureza complexa do transtorno. Segundo Lima et al. (2015), a AFI envolve prejuízos na programação voluntária dos gestos articulatórios, inconsistência de erros e progresso terapêutico lento, necessitando de abordagens estruturadas, como intervenções baseadas em equivalência de estímulos, os autores reforçam ainda, a relevância clínica e social do diagnóstico precoce e do acesso a terapias qualificadas, considerando que as estimativas brasileiras indicam a prevalência entre 1 e 2 casos a cada 1.000 crianças.

Fonte: LIMA, R. C.; ASSIS, G. J. A.; PEREIRA, M. E. C. Efeitos do ensino de relações condicionais sobre a produção de fala em uma criança com apraxia de fala na infância. Revista CEFAC, São Paulo, v. 17, n. 3, p. 974-983, 2015.

Com base nessas informações e nos estudos acerca da Apraxia da Fala da infância, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3945422 Radiologia
Em um hospital que utiliza PACS integrado com diferentes modalidades de imagem, qual função do DICOM é essencial para garantir a interoperabilidade entre equipamentos de marcas distintas?
Alternativas
Q3945421 Radiologia
Qual é a principal vantagem do processamento digital de imagens radiológicas sobre o processamento analógico tradicional? 
Alternativas
Q3945420 Radiologia
Durante a realização de uma radiografia lateral de coluna lombar, observou-se perda de nitidez nas bordas das estruturas ósseas, mesmo com parâmetros técnicos adequados de kVp e mAs. Qual é a causa técnica mais provável dessa alteração?
Alternativas
Q3945419 Radiologia
Durante a realização de uma radiografia de abdome em AP (anteroposterior), qual é a principal finalidade de utilizar um kVp moderadamente alto (70–80 kVp em adulto padrão)?
Alternativas
Q3945418 Radiologia
O aumento do kVp em um exame radiográfico provoca principalmente: 
Alternativas
Q3945417 Radiologia
No atendimento a uma pessoa com deficiência (PCD) que apresenta ansiedade durante exame radiológico, qual estratégia é mais adequada?
Alternativas
Q3945416 Radiologia
Durante o atendimento a uma pessoa cega, qual é a conduta CORRETA do técnico em radiologia? 
Alternativas
Q3945415 Radiologia
Ao receber uma pessoa com deficiência (PCD) que utiliza cadeira de rodas para realizar um exame radiológico, qual é a conduta inicial CORRETA da equipe de radiologia?
Alternativas
Q3945414 Radiologia
Em caso de ocorrência de evento adverso durante exame radiológico, o técnico deve: 
Alternativas
Q3945413 Radiologia
No atendimento ao paciente idoso no setor de radiologia, é conduta adequada: 
Alternativas
Q3945412 Radiologia
Durante o preparo para exame com contraste iodado, o técnico deve: 
Alternativas
Q3945411 Radiologia
No atendimento inicial ao paciente no setor de radiologia, é conduta obrigatória do técnico: 
Alternativas
Q3945410 Radiologia
Durante um exame radiográfico, qual é a principal função do colimador? 
Alternativas
Q3945409 Radiologia

Situação hipotética: um serviço de radiologia está revisando seu Programa de Proteção Radiológica (PPR) após a atualização das normas vigentes. O físico médico responsável orienta a equipe técnica sobre a importância da monitoração individual das doses ocupacionais.



Sobre a monitoração individual de dose em trabalhadores expostos à radiação ionizante, assinale a alternativa CORRETA.

Alternativas
Q3945408 Radiologia

Situação hipotética: durante a realização de exames radiográficos em um pronto atendimento, um técnico em radiologia precisa acompanhar um paciente pediátrico agitado dentro da sala de exames. Para garantir a segurança ocupacional, o profissional deve adotar corretamente os equipamentos de proteção radiológica disponíveis.



Qual é a conduta considerada CORRETA em relação ao uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPI) nessa situação?

Alternativas
Q3945362 Fisioterapia
Estudos atuais sobre o tratamento de crianças com Paralisia Cerebral permitem a identificação de técnicas que são mais recomendadas para a utilização nessa condição de saúde, com base nos objetivos do tratamento, preferências da família/paciente e disponibilidade de recursos humanos e estrutura, como recomenda a prática em saúde baseada em evidências.

Nesse contexto, é CORRETO afirmar que quando o desfecho pretendido é/são: 
Alternativas
Q3945361 Fisioterapia
As complicações decorrentes do tratamento do câncer de mama, incluindo procedimentos cirúrgicos, quimioterapia e radioterapia, demandam abordagem fisioterapêutica baseada em evidências científicas e adequada às diferentes fases do tratamento oncológico.

Considerando as condutas fisioterapêuticas indicadas, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3945360 Fisioterapia
Diversos são os recursos disponíveis dentro do arsenal fisioterapêutico para utilização nas diferentes fases de reabilitação. Contudo, para que estes sejam efetivos, o fisioterapeuta precisa entender os seus efeitos fisiológicos, tendo como base a análise prévia de suas evidências.

Sobre o tratamento fisioterapêutico nas lesões do joelho, é CORRETO afirmar que: 
Alternativas
Respostas
381: A
382: A
383: E
384: E
385: E
386: C
387: B
388: D
389: B
390: A
391: D
392: C
393: A
394: D
395: A
396: B
397: C
398: A
399: A
400: D