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Q3761568 Português

Leia o texto e responda a questão a seguir.




Mafalda (Foto: Reprodução/Quino)

Nas palavras PRECONCEITO, SAÚDE e MINHA são identificados, respectivamente. 
Alternativas
Q3761567 Português

Leia o texto e responda a questão a seguir.




Mafalda (Foto: Reprodução/Quino)

Marque a resposta correta. De acordo com o texto, no último quadrinho, a personagem Susanita vai lavar o dedo porque: 
Alternativas
Q3761566 Português

Leia o texto e responda a questão a seguir.




Mafalda (Foto: Reprodução/Quino)

Analise as alternativas e marque a resposta correta. Na tirinha as personagens falam sobre o preconceito:
Alternativas
Q3761565 Português
Na frase “... pelo manejo inadequado dos solos e pelo uso intensivo e não sustentável dos recursos naturais.” As palavras em negrito são classificadas respectivamente, como:
Alternativas
Q3761562 Português
Leia o texto a seguir e responda a questão..


Principais problemas ambientais


    Os principais problemas ambientais que existem no Brasil e no mundo são ocasionados pela intensificação das atividades humanas, como a produção industrial e a urbanização, pelo manejo inadequado dos solos e pelo uso intensivo e não sustentável dos recursos naturais. Os principais problemas ambientais são os seguintes: poluição atmosférica; aquecimento global; poluição hídrica e dos solos; desmatamento e queimadas; desertificação; perda de biodiversidade; descarte irregular de lixo. [..]

     [...]. É urgente a adoção de medidas capazes de conter o avanço dos principais problemas ambientais, de modo que seus impactos, que já são significativos, sejam reduzidos em médio e longo prazo. Isso garante uma melhor qualidade de vida para a população e proporciona a manutenção da fauna e da flora do nosso planeta.


Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/ geografia/principais-problemas-ambientais.htm.
Após a leitura do texto, considerando as afirmativas, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3761561 Português
Leia o texto a seguir e responda a questão..


Principais problemas ambientais


    Os principais problemas ambientais que existem no Brasil e no mundo são ocasionados pela intensificação das atividades humanas, como a produção industrial e a urbanização, pelo manejo inadequado dos solos e pelo uso intensivo e não sustentável dos recursos naturais. Os principais problemas ambientais são os seguintes: poluição atmosférica; aquecimento global; poluição hídrica e dos solos; desmatamento e queimadas; desertificação; perda de biodiversidade; descarte irregular de lixo. [..]

     [...]. É urgente a adoção de medidas capazes de conter o avanço dos principais problemas ambientais, de modo que seus impactos, que já são significativos, sejam reduzidos em médio e longo prazo. Isso garante uma melhor qualidade de vida para a população e proporciona a manutenção da fauna e da flora do nosso planeta.


Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/ geografia/principais-problemas-ambientais.htm.
De acordo com o texto podemos afirmar que:
Alternativas
Q3761560 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Q8_10.png (717×460)

Disponível em: https://www.instagram.com/p/DPEZk3lkUZl/?img_index=6. Acesso em: 30 de setembro de 2025. 08)



O diálogo entre o pai e o filho, ilustrado nos quadrinhos apresentados, utiliza uma linguagem de registro:
Alternativas
Q3761559 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Q8_10.png (717×460)

Disponível em: https://www.instagram.com/p/DPEZk3lkUZl/?img_index=6. Acesso em: 30 de setembro de 2025. 08)



Na oração “Eu pedi pra você me ajudar” (4º quadrinho), o sujeito e o predicado classificam-se, respectivamente como: 
Alternativas
Q3761558 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Q8_10.png (717×460)

Disponível em: https://www.instagram.com/p/DPEZk3lkUZl/?img_index=6. Acesso em: 30 de setembro de 2025. 08)



No primeiro quadrinho do texto, a fala do filho “Pai, me ajuda?”, é constituída por termos, classificados, quanto à classe de palavras a que pertencem, respectivamente, como:
Alternativas
Q3761557 Português
O anúncio em destaque possui o objetivo de conscientizar os leitores acerca do tratamento adequado com os animais.  

Q7.png (322×317)
Disponível em: https://www.pmvc.ba.gov.br/. Acesso em: 30 de setembro de 2025.

Desse modo, o termo que preenche a lacuna presente no texto está corretamente grafado em: 
Alternativas
Q3761556 Português
A campanha do “Dezembro verde” é realizada em alusão ao dia 10 de dezembro, Dia Internacional dos Direitos dos Animais. O movimento surgiu no ano de 2015, após divulgação de uma pesquisa realizada pela Organização Mundial de saúde (OMS), a qual apontava que, em 2014, o Brasil já tinha cerca de 30 milhões de cães e gatos nas ruas, sendo 10 milhões só de felinos.

Disponível em: https://www.petlove.com.br/dicas/ dezembro-verde-conscientizacao-ao-nao-abandono-de-animais. Acesso em: 30 de setembro de 2025. (Texto adaptado).

De acordo com o texto, o movimento “Dezembro verde”, existe há 11 anos. A expressão em destaque pode ser reescrita por meio do emprego do verbo “fazer”, substituindo o verbo “existir”. Desse modo, determine a alternativa que apresenta a reescrita da expressão conforme as regras de concordância verbal.  
Alternativas
Q3761555 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Pesquisador americano afirma: nascemos para correr!


Prazer, adrenalina, superação. Podemos ouvir as mais variadas respostas quando a questão é “o que leva tanta gente a correr”? Para quem não corre, não é tão lógico que correr faz bem. E nada parece explicar o que move a multidão que invade as ruas das principais cidades do Brasil e do mundo, principalmente aos domingos pela manhã. Mas para o paleoantropólogo David Lieberman, da Universidade Harvard, é simples: nós nascemos para correr.

Lieberman e sua equipe têm defendido ao longo da última década, que os seres humanos são atletas de longa distância natos, bichos que aprenderam a fazer da corrida uma estratégia adaptativa importante. E tudo começa com, adivinhem, qual parte do corpo? Os glúteos! Sim, isso mesmo. Nossos parentes mais próximos na escala evolutiva, os chimpanzés, a rigor quase não têm bumbum. Aliás, entre os primatas o Homo sapiens é o único bicho bundudo por excelência.

O gluteus maximus, como é conhecido o músculo traseiro entre os anatomistas, é um refinado estabilizador durante corridas de longa distância. Lieberman lembra que ele é muito usado para correr, mas quase não é ativado numa simples caminhada.

Outro ponto que leva o especialista de Harvard e seus companheiros de pesquisa a afirmar que a corrida faz parte da natureza humana é o ligamento nucal, estrutura anatômica que começa na região da nuca, como o próprio nome diz, e chega até a coluna. Os pesquisadores perceberam, durante experimentos nos quais porcos eram colocados para correr numa esteira, que os pobres suínos eram incapazes de manter a cabeça erguida durante a corrida mais longa. E isso se devia justamente ao fato de não possuírem o ligamento nucal.

Ao vasculhar fósseis dos vários períodos da evolução humana, os cientistas perceberam que as adaptações físicas e esqueléticas favoráveis à corrida são mesmo típicas do gênero Homo, em especial de formas com mais ou menos 2 milhões de anos.

Para Lieberman a capacidade de andar e correr por longas distâncias teria até mesmo turbinado, indiretamente, o aumento do cérebro dos hominídeos. Isso porque os maratonistas da linhagem humana teriam conseguido alcançar mais presas na caça e também obter mais carcaças de animais mortos por outros predadores, possibilitando maior consumo de proteína e gordura, “combustíveis” indispensáveis para um órgão tão beberão de energia quanto o cérebro. Podemos dizer que, nossos ancestrais corriam para ganhar calorias e não para perdê-las. Obviamente, a tese da equipe de Lieberman não passou sem contestação. John Hawks, especialista em evolução humana da Universidade Wisconsin, acha a ideia improvável: “se tivéssemos evoluído para correr, nasceríamos com uma garrafa de Gatorade implantada no braço”, brincou ele em seu blog.


Disponível em: https://www.jornalcorrida.com.br/post/ pesquisador-americano-afirma-nascemos-para-correr. Acesso em: 30 de setembro de 2025.
De acordo com o dicionário Priberam da Língua Portuguesa, confiável ferramenta on-line para consulta de palavras, o termo em destaque no trecho “Mas para o paleoantropólogo David Lieberman, da Universidade Harvard, é simples: nós nascemos para correr.”, refere-se a uma pessoa que se dedica ao estudo dos fósseis de hominídeos.

Sobre o processo de construção de tal vocábulo, julgue os itens a seguir.

I. A palavra é formada pela união dos termos “paleo” e “antropo”.
II. Ao se unirem para formar a palavra, os radicais “paleo” e “antropo” constroem o vocábulo por meio do processo de composição.
III. “-logo”, parte final da palavra, é um sufixo.

Pode-se afirmar o que consta: 
Alternativas
Q3761554 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Pesquisador americano afirma: nascemos para correr!


Prazer, adrenalina, superação. Podemos ouvir as mais variadas respostas quando a questão é “o que leva tanta gente a correr”? Para quem não corre, não é tão lógico que correr faz bem. E nada parece explicar o que move a multidão que invade as ruas das principais cidades do Brasil e do mundo, principalmente aos domingos pela manhã. Mas para o paleoantropólogo David Lieberman, da Universidade Harvard, é simples: nós nascemos para correr.

Lieberman e sua equipe têm defendido ao longo da última década, que os seres humanos são atletas de longa distância natos, bichos que aprenderam a fazer da corrida uma estratégia adaptativa importante. E tudo começa com, adivinhem, qual parte do corpo? Os glúteos! Sim, isso mesmo. Nossos parentes mais próximos na escala evolutiva, os chimpanzés, a rigor quase não têm bumbum. Aliás, entre os primatas o Homo sapiens é o único bicho bundudo por excelência.

O gluteus maximus, como é conhecido o músculo traseiro entre os anatomistas, é um refinado estabilizador durante corridas de longa distância. Lieberman lembra que ele é muito usado para correr, mas quase não é ativado numa simples caminhada.

Outro ponto que leva o especialista de Harvard e seus companheiros de pesquisa a afirmar que a corrida faz parte da natureza humana é o ligamento nucal, estrutura anatômica que começa na região da nuca, como o próprio nome diz, e chega até a coluna. Os pesquisadores perceberam, durante experimentos nos quais porcos eram colocados para correr numa esteira, que os pobres suínos eram incapazes de manter a cabeça erguida durante a corrida mais longa. E isso se devia justamente ao fato de não possuírem o ligamento nucal.

Ao vasculhar fósseis dos vários períodos da evolução humana, os cientistas perceberam que as adaptações físicas e esqueléticas favoráveis à corrida são mesmo típicas do gênero Homo, em especial de formas com mais ou menos 2 milhões de anos.

Para Lieberman a capacidade de andar e correr por longas distâncias teria até mesmo turbinado, indiretamente, o aumento do cérebro dos hominídeos. Isso porque os maratonistas da linhagem humana teriam conseguido alcançar mais presas na caça e também obter mais carcaças de animais mortos por outros predadores, possibilitando maior consumo de proteína e gordura, “combustíveis” indispensáveis para um órgão tão beberão de energia quanto o cérebro. Podemos dizer que, nossos ancestrais corriam para ganhar calorias e não para perdê-las. Obviamente, a tese da equipe de Lieberman não passou sem contestação. John Hawks, especialista em evolução humana da Universidade Wisconsin, acha a ideia improvável: “se tivéssemos evoluído para correr, nasceríamos com uma garrafa de Gatorade implantada no braço”, brincou ele em seu blog.


Disponível em: https://www.jornalcorrida.com.br/post/ pesquisador-americano-afirma-nascemos-para-correr. Acesso em: 30 de setembro de 2025.
No trecho “Ao vasculhar fósseis dos vários períodos da evolução humana, os cientistas perceberam que as adaptações físicas e esqueléticas favoráveis à corrida são mesmo típicas do gênero Homo, em especial de formas com mais ou menos 2 milhões de anos.”, o termo em destaque pode ser substituído, sem que o sentido do texto sofra alterações, pelo vocábulo:
Alternativas
Q3761553 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Pesquisador americano afirma: nascemos para correr!


Prazer, adrenalina, superação. Podemos ouvir as mais variadas respostas quando a questão é “o que leva tanta gente a correr”? Para quem não corre, não é tão lógico que correr faz bem. E nada parece explicar o que move a multidão que invade as ruas das principais cidades do Brasil e do mundo, principalmente aos domingos pela manhã. Mas para o paleoantropólogo David Lieberman, da Universidade Harvard, é simples: nós nascemos para correr.

Lieberman e sua equipe têm defendido ao longo da última década, que os seres humanos são atletas de longa distância natos, bichos que aprenderam a fazer da corrida uma estratégia adaptativa importante. E tudo começa com, adivinhem, qual parte do corpo? Os glúteos! Sim, isso mesmo. Nossos parentes mais próximos na escala evolutiva, os chimpanzés, a rigor quase não têm bumbum. Aliás, entre os primatas o Homo sapiens é o único bicho bundudo por excelência.

O gluteus maximus, como é conhecido o músculo traseiro entre os anatomistas, é um refinado estabilizador durante corridas de longa distância. Lieberman lembra que ele é muito usado para correr, mas quase não é ativado numa simples caminhada.

Outro ponto que leva o especialista de Harvard e seus companheiros de pesquisa a afirmar que a corrida faz parte da natureza humana é o ligamento nucal, estrutura anatômica que começa na região da nuca, como o próprio nome diz, e chega até a coluna. Os pesquisadores perceberam, durante experimentos nos quais porcos eram colocados para correr numa esteira, que os pobres suínos eram incapazes de manter a cabeça erguida durante a corrida mais longa. E isso se devia justamente ao fato de não possuírem o ligamento nucal.

Ao vasculhar fósseis dos vários períodos da evolução humana, os cientistas perceberam que as adaptações físicas e esqueléticas favoráveis à corrida são mesmo típicas do gênero Homo, em especial de formas com mais ou menos 2 milhões de anos.

Para Lieberman a capacidade de andar e correr por longas distâncias teria até mesmo turbinado, indiretamente, o aumento do cérebro dos hominídeos. Isso porque os maratonistas da linhagem humana teriam conseguido alcançar mais presas na caça e também obter mais carcaças de animais mortos por outros predadores, possibilitando maior consumo de proteína e gordura, “combustíveis” indispensáveis para um órgão tão beberão de energia quanto o cérebro. Podemos dizer que, nossos ancestrais corriam para ganhar calorias e não para perdê-las. Obviamente, a tese da equipe de Lieberman não passou sem contestação. John Hawks, especialista em evolução humana da Universidade Wisconsin, acha a ideia improvável: “se tivéssemos evoluído para correr, nasceríamos com uma garrafa de Gatorade implantada no braço”, brincou ele em seu blog.


Disponível em: https://www.jornalcorrida.com.br/post/ pesquisador-americano-afirma-nascemos-para-correr. Acesso em: 30 de setembro de 2025.
Analise as alternativas a seguir e assinale a que apresenta a justificativa adequada para a acentuação gráfica da palavra em destaque.
Alternativas
Q3761552 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Pesquisador americano afirma: nascemos para correr!


Prazer, adrenalina, superação. Podemos ouvir as mais variadas respostas quando a questão é “o que leva tanta gente a correr”? Para quem não corre, não é tão lógico que correr faz bem. E nada parece explicar o que move a multidão que invade as ruas das principais cidades do Brasil e do mundo, principalmente aos domingos pela manhã. Mas para o paleoantropólogo David Lieberman, da Universidade Harvard, é simples: nós nascemos para correr.

Lieberman e sua equipe têm defendido ao longo da última década, que os seres humanos são atletas de longa distância natos, bichos que aprenderam a fazer da corrida uma estratégia adaptativa importante. E tudo começa com, adivinhem, qual parte do corpo? Os glúteos! Sim, isso mesmo. Nossos parentes mais próximos na escala evolutiva, os chimpanzés, a rigor quase não têm bumbum. Aliás, entre os primatas o Homo sapiens é o único bicho bundudo por excelência.

O gluteus maximus, como é conhecido o músculo traseiro entre os anatomistas, é um refinado estabilizador durante corridas de longa distância. Lieberman lembra que ele é muito usado para correr, mas quase não é ativado numa simples caminhada.

Outro ponto que leva o especialista de Harvard e seus companheiros de pesquisa a afirmar que a corrida faz parte da natureza humana é o ligamento nucal, estrutura anatômica que começa na região da nuca, como o próprio nome diz, e chega até a coluna. Os pesquisadores perceberam, durante experimentos nos quais porcos eram colocados para correr numa esteira, que os pobres suínos eram incapazes de manter a cabeça erguida durante a corrida mais longa. E isso se devia justamente ao fato de não possuírem o ligamento nucal.

Ao vasculhar fósseis dos vários períodos da evolução humana, os cientistas perceberam que as adaptações físicas e esqueléticas favoráveis à corrida são mesmo típicas do gênero Homo, em especial de formas com mais ou menos 2 milhões de anos.

Para Lieberman a capacidade de andar e correr por longas distâncias teria até mesmo turbinado, indiretamente, o aumento do cérebro dos hominídeos. Isso porque os maratonistas da linhagem humana teriam conseguido alcançar mais presas na caça e também obter mais carcaças de animais mortos por outros predadores, possibilitando maior consumo de proteína e gordura, “combustíveis” indispensáveis para um órgão tão beberão de energia quanto o cérebro. Podemos dizer que, nossos ancestrais corriam para ganhar calorias e não para perdê-las. Obviamente, a tese da equipe de Lieberman não passou sem contestação. John Hawks, especialista em evolução humana da Universidade Wisconsin, acha a ideia improvável: “se tivéssemos evoluído para correr, nasceríamos com uma garrafa de Gatorade implantada no braço”, brincou ele em seu blog.


Disponível em: https://www.jornalcorrida.com.br/post/ pesquisador-americano-afirma-nascemos-para-correr. Acesso em: 30 de setembro de 2025.
Quanto à posição da sílaba tônica, indique a alternativa cujo vocábulo é classificado corretamente.
Alternativas
Q3761551 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Pesquisador americano afirma: nascemos para correr!


Prazer, adrenalina, superação. Podemos ouvir as mais variadas respostas quando a questão é “o que leva tanta gente a correr”? Para quem não corre, não é tão lógico que correr faz bem. E nada parece explicar o que move a multidão que invade as ruas das principais cidades do Brasil e do mundo, principalmente aos domingos pela manhã. Mas para o paleoantropólogo David Lieberman, da Universidade Harvard, é simples: nós nascemos para correr.

Lieberman e sua equipe têm defendido ao longo da última década, que os seres humanos são atletas de longa distância natos, bichos que aprenderam a fazer da corrida uma estratégia adaptativa importante. E tudo começa com, adivinhem, qual parte do corpo? Os glúteos! Sim, isso mesmo. Nossos parentes mais próximos na escala evolutiva, os chimpanzés, a rigor quase não têm bumbum. Aliás, entre os primatas o Homo sapiens é o único bicho bundudo por excelência.

O gluteus maximus, como é conhecido o músculo traseiro entre os anatomistas, é um refinado estabilizador durante corridas de longa distância. Lieberman lembra que ele é muito usado para correr, mas quase não é ativado numa simples caminhada.

Outro ponto que leva o especialista de Harvard e seus companheiros de pesquisa a afirmar que a corrida faz parte da natureza humana é o ligamento nucal, estrutura anatômica que começa na região da nuca, como o próprio nome diz, e chega até a coluna. Os pesquisadores perceberam, durante experimentos nos quais porcos eram colocados para correr numa esteira, que os pobres suínos eram incapazes de manter a cabeça erguida durante a corrida mais longa. E isso se devia justamente ao fato de não possuírem o ligamento nucal.

Ao vasculhar fósseis dos vários períodos da evolução humana, os cientistas perceberam que as adaptações físicas e esqueléticas favoráveis à corrida são mesmo típicas do gênero Homo, em especial de formas com mais ou menos 2 milhões de anos.

Para Lieberman a capacidade de andar e correr por longas distâncias teria até mesmo turbinado, indiretamente, o aumento do cérebro dos hominídeos. Isso porque os maratonistas da linhagem humana teriam conseguido alcançar mais presas na caça e também obter mais carcaças de animais mortos por outros predadores, possibilitando maior consumo de proteína e gordura, “combustíveis” indispensáveis para um órgão tão beberão de energia quanto o cérebro. Podemos dizer que, nossos ancestrais corriam para ganhar calorias e não para perdê-las. Obviamente, a tese da equipe de Lieberman não passou sem contestação. John Hawks, especialista em evolução humana da Universidade Wisconsin, acha a ideia improvável: “se tivéssemos evoluído para correr, nasceríamos com uma garrafa de Gatorade implantada no braço”, brincou ele em seu blog.


Disponível em: https://www.jornalcorrida.com.br/post/ pesquisador-americano-afirma-nascemos-para-correr. Acesso em: 30 de setembro de 2025.
De acordo com o texto, julgue as assertivas a seguir.

I. O estudo científico do paleoantropólogo David Lieberman comprova que nascemos para evoluir por meio da corrida.
II. A pesquisa realizada por Lieberman e sua equipe defende que os seres humanos são atletas natos.
III. Para o paleoantropólogo os seres humanos são os únicos a terem bumbum e ligamento nucal.
IV. O especialista em evolução humana, John Hawks, concorda e valida a pesquisa desenvolvida por Lieberman e sua equipe.

Assinale a alternativa que apresenta as assertivas corretas.
Alternativas
Q3761550 Geografia
Observe a imagem abaixo:

Q50.png (348×270)
Fonte: Tipos e aspectos do Brasil (excertos da Revista Brasileira de Geografia). Ilustrações de Percy Lau. Rio de Janeiro: IBGE/Conselho Nacional de Geografia, 1956.

A imagem apresenta a vegetação típica do município de Boqueirão, que é:
Alternativas
Q3761549 Turismo
Leia os textos abaixo:

“É um dos mais expressivos patrimônios naturais da região do Cariri paraibano, formado por amplas superfícies de rochas expostas que evidenciam a geologia típica do semiárido nordestino.”

“O espaço atrai visitantes interessados em ecoturismo, trilhas, contemplação da paisagem natural e pesquisadores que buscam compreender a dinâmica ambiental do semiárido.”

Os textos fazem referência a um espaço presente no município de Boqueirão que é
Alternativas
Q3761548 História e Geografia de Estados e Municípios
Em 2017, o governo federal concluiu uma obra de grande importância para a região que abrange 20 municípios, entre eles Boqueirão e Campina Grande, que dependem das águas do açude de Boqueirão para seu abastecimento. Essa obra tem como objetivo evitar futuros racionamentos do uso da água, algo que já ocorreu no passado.

Essa obra ficou conhecida com
Alternativas
Q3761547 Geografia
O Cariri Paraibano é uma região na qual as chuvas são irregulares ao longo do ano. Por isso, reservatórios como o Açude Epitácio Pessoa e a construção de cisternas são fundamentais para armazenar água e garantir a sobrevivência da população durante os períodos de estiagem.

O tipo climático que prevalece na região de Boqueirão é
Alternativas
Respostas
201: E
202: E
203: B
204: C
205: A
206: B
207: D
208: D
209: C
210: E
211: A
212: D
213: B
214: C
215: C
216: A
217: B
218: A
219: E
220: C