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Q4415068 Não definido
Genialidade Brasileira.


        Confusão. Sempre confusão. Espírito crítico de antologia universal. Lado a lado todas as épocas, todas as escolas, todos os matizes. Tudo embrulhado. Tudo errado. E tudo bom. Tudo ótimo. Tudo genial.

      Olhem a mania nacional de classificar palavreado de literatura. Tem adjetivos sonoros? É literatura. Os períodos rolam bonito? Literatura. O final é pomposo? Literatura, nem se discute. Tem asneiras? Tem. Muitas? Santo Deus. Mas são grandiloquentes? Se são. Pois então é literatura e da melhor. Quer dizer alguma cousa? Nada. Rima, porém? Rima. Logo é literatura.

     O Brasil é o único país de existência geograficamente provada em que não ser literato é inferioridade. Toda gente se sente no dever indeclinável de fazer literatura. Ao menos uma vez ao ano e para gosto doméstico. E toda gente pensa que fazer literatura é falar ou escrever bonito. Bonito entre nós às vezes quer dizer difícil. Às vezes tolo. Quase sempre eloquente.

       O cavalheiro que encerra a sua oração com um Na antiga Roma ou como disse Barroso Na célebre batalha é orador. Orador, só? Não. Orador de gênio. O cavalheiro que termina o seu soneto com um Ó sol! É raio! Ó luz! Ó nume! Ó astro! É poeta. Também genial. E assim por diante.

        Só a gente se agarrando com Nossa Senhora da Aparecida.

        Essa falsa noção da genialidade brasileira é a mesma do Brasil, primeiro país no mundo. Não há cidadão perdido em São Luiz do Paraitinga ou São João do Rio do Peixe que não esteja convencido disso. E porque o Brasil é o campeão do universo eo brasileiro o batuta da terra, tudo quanto aqui nasce e existe há de ser forçosamente o que há de melhor neste mundo de Cristo e de nós também. Todos os adjetivos arrebatados e apoteóticos são poucos para tamanha grandeza e tamanha lindeza. Ninguém pode conosco. Nós somos os cueras mesmo.

      Qualquer coisinha assume aos nossos olhos de mestiços tropicais proporções magnificentes, assustadoras, insuperáveis, nunca vistas. O Brasil é o mundo. O resto é bobagem. Castro Alves bate Vítor Hugo na curva. O problema da circulação em São Paulo absorve todas as atenções estudiosas. Sem nós a Sociedade das Nações dá em droga. Vocês vão ver. Wagner é canja para Carlos Gomes. Em Berlim como em Sydney, em Leningrado como em Nagasaki só temos admiradores invejosos. O universo inteiro nos contempla. Éta nós!

    É por isso que seria excelente de vez em quando uma cartinha como aquela de Remy de Gourmont a Figueiredo Pimentel. Um pouco de água gelada nesta fervura auriverde. Para que o trouxa brasileiro caia na realidade. E deixe-se dessa história de gênio, grandeza, importância e riquezas incomparáveis que é bobagem. E não é verdade.


(MACHADO, Alcântara. As cem melhores crônicas brasileiras. Rio de janeiro: Objetiva, 2007.)


*"Escrevendo para a França o senhor escreve para um povo mais ou menos cético que não costuma entusiasmar-se senão raramente. Deverá então ser moderado nos elogios, mesmo com relação aos melhores escritores brasileiros." (Remy de Gourmont) 
Remy de Gourmont, escritor francês, sugeriu um posicionamento literário a Figueredo Pimentel em que:
Alternativas
Q4415067 Não definido
Genialidade Brasileira.


        Confusão. Sempre confusão. Espírito crítico de antologia universal. Lado a lado todas as épocas, todas as escolas, todos os matizes. Tudo embrulhado. Tudo errado. E tudo bom. Tudo ótimo. Tudo genial.

      Olhem a mania nacional de classificar palavreado de literatura. Tem adjetivos sonoros? É literatura. Os períodos rolam bonito? Literatura. O final é pomposo? Literatura, nem se discute. Tem asneiras? Tem. Muitas? Santo Deus. Mas são grandiloquentes? Se são. Pois então é literatura e da melhor. Quer dizer alguma cousa? Nada. Rima, porém? Rima. Logo é literatura.

     O Brasil é o único país de existência geograficamente provada em que não ser literato é inferioridade. Toda gente se sente no dever indeclinável de fazer literatura. Ao menos uma vez ao ano e para gosto doméstico. E toda gente pensa que fazer literatura é falar ou escrever bonito. Bonito entre nós às vezes quer dizer difícil. Às vezes tolo. Quase sempre eloquente.

       O cavalheiro que encerra a sua oração com um Na antiga Roma ou como disse Barroso Na célebre batalha é orador. Orador, só? Não. Orador de gênio. O cavalheiro que termina o seu soneto com um Ó sol! É raio! Ó luz! Ó nume! Ó astro! É poeta. Também genial. E assim por diante.

        Só a gente se agarrando com Nossa Senhora da Aparecida.

        Essa falsa noção da genialidade brasileira é a mesma do Brasil, primeiro país no mundo. Não há cidadão perdido em São Luiz do Paraitinga ou São João do Rio do Peixe que não esteja convencido disso. E porque o Brasil é o campeão do universo eo brasileiro o batuta da terra, tudo quanto aqui nasce e existe há de ser forçosamente o que há de melhor neste mundo de Cristo e de nós também. Todos os adjetivos arrebatados e apoteóticos são poucos para tamanha grandeza e tamanha lindeza. Ninguém pode conosco. Nós somos os cueras mesmo.

      Qualquer coisinha assume aos nossos olhos de mestiços tropicais proporções magnificentes, assustadoras, insuperáveis, nunca vistas. O Brasil é o mundo. O resto é bobagem. Castro Alves bate Vítor Hugo na curva. O problema da circulação em São Paulo absorve todas as atenções estudiosas. Sem nós a Sociedade das Nações dá em droga. Vocês vão ver. Wagner é canja para Carlos Gomes. Em Berlim como em Sydney, em Leningrado como em Nagasaki só temos admiradores invejosos. O universo inteiro nos contempla. Éta nós!

    É por isso que seria excelente de vez em quando uma cartinha como aquela de Remy de Gourmont a Figueiredo Pimentel. Um pouco de água gelada nesta fervura auriverde. Para que o trouxa brasileiro caia na realidade. E deixe-se dessa história de gênio, grandeza, importância e riquezas incomparáveis que é bobagem. E não é verdade.


(MACHADO, Alcântara. As cem melhores crônicas brasileiras. Rio de janeiro: Objetiva, 2007.)


*"Escrevendo para a França o senhor escreve para um povo mais ou menos cético que não costuma entusiasmar-se senão raramente. Deverá então ser moderado nos elogios, mesmo com relação aos melhores escritores brasileiros." (Remy de Gourmont) 
Sobre o fragmento: "Na célebre batalha é orador.", é incorreto afirmar:
Alternativas
Q4415066 Não definido
Genialidade Brasileira.


        Confusão. Sempre confusão. Espírito crítico de antologia universal. Lado a lado todas as épocas, todas as escolas, todos os matizes. Tudo embrulhado. Tudo errado. E tudo bom. Tudo ótimo. Tudo genial.

      Olhem a mania nacional de classificar palavreado de literatura. Tem adjetivos sonoros? É literatura. Os períodos rolam bonito? Literatura. O final é pomposo? Literatura, nem se discute. Tem asneiras? Tem. Muitas? Santo Deus. Mas são grandiloquentes? Se são. Pois então é literatura e da melhor. Quer dizer alguma cousa? Nada. Rima, porém? Rima. Logo é literatura.

     O Brasil é o único país de existência geograficamente provada em que não ser literato é inferioridade. Toda gente se sente no dever indeclinável de fazer literatura. Ao menos uma vez ao ano e para gosto doméstico. E toda gente pensa que fazer literatura é falar ou escrever bonito. Bonito entre nós às vezes quer dizer difícil. Às vezes tolo. Quase sempre eloquente.

       O cavalheiro que encerra a sua oração com um Na antiga Roma ou como disse Barroso Na célebre batalha é orador. Orador, só? Não. Orador de gênio. O cavalheiro que termina o seu soneto com um Ó sol! É raio! Ó luz! Ó nume! Ó astro! É poeta. Também genial. E assim por diante.

        Só a gente se agarrando com Nossa Senhora da Aparecida.

        Essa falsa noção da genialidade brasileira é a mesma do Brasil, primeiro país no mundo. Não há cidadão perdido em São Luiz do Paraitinga ou São João do Rio do Peixe que não esteja convencido disso. E porque o Brasil é o campeão do universo eo brasileiro o batuta da terra, tudo quanto aqui nasce e existe há de ser forçosamente o que há de melhor neste mundo de Cristo e de nós também. Todos os adjetivos arrebatados e apoteóticos são poucos para tamanha grandeza e tamanha lindeza. Ninguém pode conosco. Nós somos os cueras mesmo.

      Qualquer coisinha assume aos nossos olhos de mestiços tropicais proporções magnificentes, assustadoras, insuperáveis, nunca vistas. O Brasil é o mundo. O resto é bobagem. Castro Alves bate Vítor Hugo na curva. O problema da circulação em São Paulo absorve todas as atenções estudiosas. Sem nós a Sociedade das Nações dá em droga. Vocês vão ver. Wagner é canja para Carlos Gomes. Em Berlim como em Sydney, em Leningrado como em Nagasaki só temos admiradores invejosos. O universo inteiro nos contempla. Éta nós!

    É por isso que seria excelente de vez em quando uma cartinha como aquela de Remy de Gourmont a Figueiredo Pimentel. Um pouco de água gelada nesta fervura auriverde. Para que o trouxa brasileiro caia na realidade. E deixe-se dessa história de gênio, grandeza, importância e riquezas incomparáveis que é bobagem. E não é verdade.


(MACHADO, Alcântara. As cem melhores crônicas brasileiras. Rio de janeiro: Objetiva, 2007.)


*"Escrevendo para a França o senhor escreve para um povo mais ou menos cético que não costuma entusiasmar-se senão raramente. Deverá então ser moderado nos elogios, mesmo com relação aos melhores escritores brasileiros." (Remy de Gourmont) 
"Wagner é canja para Carlos Gomes.", a expressão idiomática deve ser entendida como:
Alternativas
Q4415065 Não definido
Genialidade Brasileira.


        Confusão. Sempre confusão. Espírito crítico de antologia universal. Lado a lado todas as épocas, todas as escolas, todos os matizes. Tudo embrulhado. Tudo errado. E tudo bom. Tudo ótimo. Tudo genial.

      Olhem a mania nacional de classificar palavreado de literatura. Tem adjetivos sonoros? É literatura. Os períodos rolam bonito? Literatura. O final é pomposo? Literatura, nem se discute. Tem asneiras? Tem. Muitas? Santo Deus. Mas são grandiloquentes? Se são. Pois então é literatura e da melhor. Quer dizer alguma cousa? Nada. Rima, porém? Rima. Logo é literatura.

     O Brasil é o único país de existência geograficamente provada em que não ser literato é inferioridade. Toda gente se sente no dever indeclinável de fazer literatura. Ao menos uma vez ao ano e para gosto doméstico. E toda gente pensa que fazer literatura é falar ou escrever bonito. Bonito entre nós às vezes quer dizer difícil. Às vezes tolo. Quase sempre eloquente.

       O cavalheiro que encerra a sua oração com um Na antiga Roma ou como disse Barroso Na célebre batalha é orador. Orador, só? Não. Orador de gênio. O cavalheiro que termina o seu soneto com um Ó sol! É raio! Ó luz! Ó nume! Ó astro! É poeta. Também genial. E assim por diante.

        Só a gente se agarrando com Nossa Senhora da Aparecida.

        Essa falsa noção da genialidade brasileira é a mesma do Brasil, primeiro país no mundo. Não há cidadão perdido em São Luiz do Paraitinga ou São João do Rio do Peixe que não esteja convencido disso. E porque o Brasil é o campeão do universo eo brasileiro o batuta da terra, tudo quanto aqui nasce e existe há de ser forçosamente o que há de melhor neste mundo de Cristo e de nós também. Todos os adjetivos arrebatados e apoteóticos são poucos para tamanha grandeza e tamanha lindeza. Ninguém pode conosco. Nós somos os cueras mesmo.

      Qualquer coisinha assume aos nossos olhos de mestiços tropicais proporções magnificentes, assustadoras, insuperáveis, nunca vistas. O Brasil é o mundo. O resto é bobagem. Castro Alves bate Vítor Hugo na curva. O problema da circulação em São Paulo absorve todas as atenções estudiosas. Sem nós a Sociedade das Nações dá em droga. Vocês vão ver. Wagner é canja para Carlos Gomes. Em Berlim como em Sydney, em Leningrado como em Nagasaki só temos admiradores invejosos. O universo inteiro nos contempla. Éta nós!

    É por isso que seria excelente de vez em quando uma cartinha como aquela de Remy de Gourmont a Figueiredo Pimentel. Um pouco de água gelada nesta fervura auriverde. Para que o trouxa brasileiro caia na realidade. E deixe-se dessa história de gênio, grandeza, importância e riquezas incomparáveis que é bobagem. E não é verdade.


(MACHADO, Alcântara. As cem melhores crônicas brasileiras. Rio de janeiro: Objetiva, 2007.)


*"Escrevendo para a França o senhor escreve para um povo mais ou menos cético que não costuma entusiasmar-se senão raramente. Deverá então ser moderado nos elogios, mesmo com relação aos melhores escritores brasileiros." (Remy de Gourmont) 
A crônica tem como tema:
Alternativas
Q4414764 Não definido
Que descritor de Matemática - 5º ano (ou 4ª série) do Ensino Fundamental foi avaliado no item seguinte?

Imagem associada para resolução da questão (Fonte: PDE - Plano de Desenvolvimento de Educação. Brasília: MEC, SEB; Inep, 2011. p. 116)

Qual dos polígonos mostrados possui exatamente 2 lados paralelos e 2 lados não paralelos?
Alternativas
Q4414763 Não definido
Associe a 2ª coluna de acordo com a 1ª, relacionando o recurso didático com sua descrição.

1ª Coluna
I- Ábaco. 
II- Tangram. 
III- Geoplano.
IV- Blocos lógicos. 
V- Material dourado.

2ª Coluna
( ) Jogo, formado por sete peças, que possui várias formas de construção, com as quais é possível formar várias figuras. 
( ) Recurso, usado no ensino da matemática, com 48 peças divididas em três cores, quatro formas geométricas, dois tamanhos e duas espessuras. 
( ) Instrumento, formado por fios paralelos e contas ou arruelas, usado no ensino da matemática para facilitar a contagem e realização de cálculos. 
( ) Placa de madeira usada para o ensino da geometria plana em situações envolvendo o cálculo de perímetro, área, arestas, vértices e construção de polígonos. 
( ) Material concreto, que auxilia o aluno em operações básicas, composto de cem cubinhos para representar, respectivamente, uma centena, as dezenas e as unidades.

Marque a alternativa, observando a ordem atribuída na 2ª coluna.
Alternativas
Q4414762 Não definido
De acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais do Ensino Fundamental de Língua Portuguesa, o eixo central do ensino da língua deve ser:
Alternativas
Q4414761 Não definido
Como atividade de linguagem escrita para crianças de 6 anos no Ensino Fundamental, recomendam-se momentos diários de leitura compartilhada, assim elas adquirem conhecimentos sobre a escrita e seus usos, antes mesmo de estarem alfabetizadas (MEC, 2007). Neste contexto, entende-se por 'leitura compartilhada' quando:
Alternativas
Q4414760 Não definido
Com base na psicogênese da alfabetização, em que nível está a criança da escrita seguinte (letras maiúsculas)?

Imagem associada para resolução da questão (Fonte: MORAIS, 2012, p. 64)
Alternativas
Q4414759 Não definido
Paulo Freire propôs uma educação transformadora, contra o que denominava uma "educação bancária". A "educação bancária" é aquela que o professor:
Alternativas
Q4414758 Não definido
Observe o que se pode afirmar sobre a andragogia e seus usos:

I- Vertente da ciência da educação que estuda os adultos e métodos para ensiná-los.
II- Busca técnicas para orientar adultos, respeitando suas necessidades e motivações.
III- Serve para professores e instrutores tanto no meio acadêmico quanto no empresarial.
IV- Não deve incentivar o pensamento crítico, a autonomia e a colaboração na aprendizagem.

Estão corretas as sentenças:
Alternativas
Q4414757 Não definido
A alfabetização de jovens e adultos foi, durante muitos anos, concebida e desenvolvida igualmente ao que se propunha na alfabetização de crianças. No entanto, atualmente, pode ser considerado um equívoco o uso de:
Alternativas
Q4414756 Não definido
Nas práticas de letramento, a característica mais marcante dos gêneros que se organizam pela linguagem dos quadrinhos (charge, cartum, tirinha, HQ) é a articulação entre os elementos visuais e verbais, cuja compreensão é necessária à leitura. A essa particularidade da leitura dos quadrinhos, denominamos:
Alternativas
Q4414755 Não definido
No construtivismo, a construção de conhecimentos pela criança pode se dar:

I- antes da escolarização porque, geralmente, a criança aprende no âmbito familiar e na interação com o material impresso, tão frequente nos ambientes urbanos.
II- durante a escolarização porque, enquanto participa do ambiente escolar, a criança desenvolve conhecimentos sobre o objeto simbólico e os conceitos das unidades de ensino.

Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4414754 Não definido
A educação para a diversidade não é compatível com:
Alternativas
Q4414753 Não definido
Na construção do projeto político-pedagógico, deve-se considerar que ele:

I- é um documento que deve ser produzido na escola;
II- envolve parte da comunidade escolar em sua elaboração;
III- estipula os objetivos da instituição e os meios para seu alcance;
IV- deve observar tanto a realidade da escola quanto da comunidade escolar.

Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q4414752 Não definido
A interdisciplinaridade se refere a uma concepção de currículo baseada na:
Alternativas
Q4414751 Não definido
De acordo com Luckesi (2011), o ato pedagógico inicia com o estabelecimento de metas no planejamento; sob sua guia, segue a execução a qual soma-se à avaliação, para que se produza o resultado esperado. Neste sentido, a avaliação que subsidia o sucesso na obtenção dos resultados de uma ação planejada se caracteriza como:
Alternativas
Q4414750 Não definido
Do ponto de vista da gestão democrática, "o processo educativo é a passagem da desigualdade à igualdade" (SAVIANI, 1995, p.87). A concretização desse pressuposto no contexto escolar indica que:
Alternativas
Q4414699 Não definido
De acordo com a Lei Orgânica do Município de Tailândia/PA, analise as assertivas seguintes em Verdadeira (V) ou Falsa (F)e marque a alternativa correta. A criação, a incorporação, a fusão ou o desmembramento de distritos dar-se-á por lei municipal específica, atendidos alguns requisitos previstos no art. 16, dentre eles:

l- população da área objeto da medida proposta superior a mil habitantes.
Il- centro urbano constituído com número de casas superior a 200 (duzentas).
Alternativas
Respostas
741: D
742: C
743: B
744: D
745: C
746: D
747: B
748: A
749: D
750: A
751: D
752: A
753: C
754: B
755: A
756: C
757: B
758: B
759: D
760: D