Questões de Concurso
Para prefeitura de canaã dos carajás - pa
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Adaptado de https://gestrado.net.br/verbetes/pedagogia-da-infancia/
Para a Pedagogia da Infância,
As competências elementares não deixam de ter relação com os programas escolares e com os saberes disciplinares: exigem noções e conhecimentos de matemática, geografia, biologia, física, economia, psicologia; supõem um domínio da língua e das operações matemáticas básicas; apelam para uma forma de cultura geral que também se adquire na escola. Uma parte das competências que se desenvolvem fora da escola apela para saberes escolares básicos (a noção de mapa, de moeda, de ângulo, de juros, de jornal, de roteiro etc.) e para as habilidades fundamentais (ler, escrever, contar).
Adaptado de PERRENOUD, P. Construir as competências desde a escola. ArtMed, 1999, p. 2.
A respeito da pedagogia por competências, assinale a afirmativa correta.
I. São pautadas na interação direta das crianças com o ambiente de aprendizagem, propiciando a associação entre os conceitos e as experiências práticas vivenciadas.
II. São fundamentadas na ideia de que o aprendizado é mais eficaz quando os alunos estão ativamente engajados no processo, utilizando estratégias como aprendizagem baseada em problemas, estudos de caso e metodologia de projetos.
III. São embasadas na memorização como fundamento para aprendizagens mais complexas, encorajando o aprimoramento da fluência e da automação de habilidades fundamentais para o aprendizado contínuo.
Está correto o que se afirma em
O método de observação há de fundamentar-se sobre uma só base: a liberdade de expressão que permite às crianças revelar-nos suas qualidades e necessidades, que permaneceriam ocultas num ambiente adverso à atividade espontânea. Para tanto, urge predispor as condições que tornam possível a manifestação dos caráteres naturais da criança. Comecei, pois, a estudar um padrão de mobília escolar que fosse proporcionada à criança e correspondesse à sua necessidade de agir inteligentemente. Mandei construir mesinhas de formas variadas, que não balançassem, e tão leves que duas crianças de quatro anos pudessem facilmente transportá-las; cadeirinhas, igualmente leves, e que fossem uma reprodução, em miniatura, das cadeiras de adultos, mas proporcionadas às crianças.
RÖHRS, Hermann (org.). Maria Montessori. Recife: Fundação Joaquim Nabuco, Editora Massangana, 2010, p. 63.
Assinale a opção que apresenta corretamente o princípio da pedagogia montessoriana analisado no trecho.
Por intermédio do brincar, nos primeiros meses de vida, a criança aprende as habilidades a seguir, à exceção de uma. Assinale-a.
Não apenas um romance, ou uma notícia, ou um verbete de enciclopédia são textos; um crachá, uma placa, um desenho também são textos. Do mesmo modo, são também textos uma aula, uma fofoca entre amigos, um recado oral. Podemos definir um texto como o produto do uso de uma linguagem, que ganha sentido em determinadas circunstâncias, num determinado contexto histórico e social. Um texto nasce do trabalho mental de organizar e elaborar nossas experiências, de construir nosso pensamento.
Adaptado de COSTA VAL, Maria da Graça. Produção de textos escritos na alfabetização. Belo Horizonte: UFMG / FaE / Ceale, 2018, p. 15.
Com base na descrição, observe as imagens a seguir.
Assinale a opção que indica as imagens que são textos.
As afirmativas a seguir descrevem corretamente essas lógicas de funcionamento, à exceção de uma. Assinale-a.
A compreensão leitora é o processo por meio do qual são postas em funcionamento as estratégias cognitivas e as habilidades necessárias para compreender, que permitem que o leitor extraia e construa significados do texto, simultaneamente, para fazer sentido da língua escrita. É um processo que se caracteriza pela utilização de conhecimentos prévios e deve ser favorecido em ambiente escolar. Podemos ensinar a compreensão? Podemos ensinar um processo cognitivo? Evidentemente, não. O papel do professor nesse contexto é criar oportunidades que permitam o desenvolvimento desse processo cognitivo.
Adaptado de KLEIMAN, A. Texto e leitor. Aspectos cognitivos da leitura. Campinas: Pontes, 2004, p. 7-10.
A respeito do conceito de compreensão leitora, analise as afirmativas a seguir.
I. A compreensão leitora é uma faculdade manifestada por um “leitor” (indivíduo portador de saberes, experiências e capacidades) em relação a um “texto”, entendido como objeto linguístico e cultural portador de um significado.
II. A compreensão leitora envolve uma “situação comunicativa” de interação entre leitor e autor mediante o texto escrito, a qual determina em grande parte o que e como se compreende.
III. A compreensão leitora implica uma “atividade de leitura”, realizada em ambiente e tempo específicos, com objetivos e propósitos determinados, visando alcançar determinados resultados.
Está correto o que se afirma em
I. Faculdade cognitiva exclusiva da espécie humana que permite a cada indivíduo representar e expressar simbolicamente sua experiência de vida, assim como adquirir, processar, produzir e transmitir conhecimento.
II. Todo e qualquer sistema de signos empregados pelos seres humanos na produção de sentido, isto é, para expressar sua faculdade de representação da experiência e do conhecimento.
Os trechos apresentam definições de
Baseando-se nos estudos da psicogênese da linguagem escrita, é correto interpretar que o aprendiz está no nível
O aluno tem dificuldade de reverter sílabas invertidas e descobrir qual é a palavra. Por exemplo, dificuldade de ouvir as sílabas /be/, /ca/, /lo/ e dizer /cabelo/.
Com base no exemplo citado, assinale a opção que indica corretamente qual a habilidade de consciência fonológica ainda não foi desenvolvida pelo aluno.
I. Minha impressão é que a escola está aumentando a distância entre as palavras que lemos e o mundo em que vivemos. Nessa dicotomia, o mundo da leitura é só o mundo do processo de escolarização, um mundo fechado, isolado do mundo onde vivemos experiências sobre as quais não lemos. A leitura da escola mantém silêncio a respeito do mundo da experiência, e o mundo da experiência é silenciado sem seus textos críticos próprios.
Adaptado de LEITE et al. Uma entrevista polifônica e virtual com Paulo Freire. In: ZACCUR, E. (Org.). A magia da linguagem. Rio de Janeiro: DP & A, 1999, p. 22.
II. O ensino gradual de elementos isolados fragmenta e descontextualiza a leitura. Ler é entrar em outros mundos possíveis. É indagar a realidade para compreendê-la melhor. É se distanciar do texto e assumir uma postura crítica frente ao que se diz e ao que se quer dizer. É tirar carta de cidadania no mundo da cultura escrita.
Adaptado de LERNER, Delia. Ler e escrever na escola: o real, o possível e o necessário. Porto Alegre: Artmed, 2002, p. 73.
Considerando os trechos, é correto afirmar que, para ambos,
Há, assim, uma diferença entre saber ler e escrever, ser alfabetizado, e viver na condição ou estado de quem sabe ler e escrever, ser letrado. Ou seja: a pessoa que aprende a ler e a escrever – que se torna alfabetizada – e que passa a fazer uso da leitura e da escrita, a envolver-se nas práticas sociais de leitura e escrita – que se torna letrada – é diferente de uma pessoa que não sabe ler e escrever – é analfabeta – ou, sabendo ler e escrever, não faz uso da leitura e da escrita – é alfabetizada, mas não é letrada, não vive no estado ou condição de quem sabe ler e escrever e pratica a leitura e a escrita.
SOARES, Magda. Letramento: um tema em três gêneros. Belo Horizonte: Autêntica, 1998, p. 36.
Sobre o processo de letramento, analise as afirmativas a seguir.
I. Indica o resultado da ação de ensinar e aprender as práticas sociais de leitura e escrita.
II. Indica o domínio do sistema convencional de escrita, como representação gráfica associada a um valor fonético.
III. Indica a condição adquirida por um grupo social ou por um indivíduo, como consequência de ter se apropriado da escrita e de suas práticas sociais.
Está correto o que se afirma em
Os atos de reconhecer e ser reconhecido são eminentemente humanos, por isso possuem um caráter político-pedagógico, constituindo nossa condição humana de criação e reconstrução de saberes em que o outro é parte imprescindível. Ao inserirmos a compaixão, a empatia e a dignidade humana como princípios da arte de educar, nos damos conta de que a exclusão dos outros significa a redução da capacidade de apreender de nós mesmos.
HABOWSKI, A. C.; CONTE, E.; PUGENS, N. de B. A perspectiva da alteridade na educação. Conjectura, Caxias do Sul, v. 23, nº 1, p. 179-197, jan./abr. 2018.
Sobre a importância do reconhecimento da alteridade no processo educacional, assinale a opção que reflete, corretamente, o que se afirma no trecho acima.
Sobre as atribuições dessas comissões, aquela estruturada com as funções de escolher e preparar adequadamente os locais de competição e de treinamento, bem como o material a ser usado (bolas, redes, apitos etc.), e de indicar os diretores de prova, entre outras, é a comissão
Segundo esta e as demais legislações sobre o tema, os sistemas de ensino devem proporcionar a esses alunos