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Q3271935 Atualidades
No Brasil, a reorganização das Forças Armadas após a pandemia da COVID-19, em 2023, envolveu:
Alternativas
Q3271928 Pedagogia
A reforma do Ensino Médio, implementada em 2022, trouxe mudanças significativas na estrutura curricular das escolas brasileiras. Um dos principais desafios observados no primeiro ano de implementação foi: 
Alternativas
Q3271923 Português
Uma empresa possui um sistema de controle de acesso onde cada funcionário precisa inserir um código especial para entrar em diferentes áreas do prédio. As áreas são classificadas como A, B, C, D e E, e cada funcionário tem permissões específicas baseadas na sua função.
Durante uma auditoria de segurança, os seguintes fatos foram observados: 

• Se um funcionário tem acesso à Área A, ele também tem acesso às Áreas B e C.
• Um funcionário que tem acesso à Área D deve obrigatoriamente ter acesso à Área C, mas não necessariamente às Áreas A ou B.
• Todo funcionário que tem acesso à Área E também tem acesso às Áreas D e B, mas não pode ter acesso à Área A.
•  Durante a auditoria, verificou-se que um funcionário específico, chamado Carlos, tem acesso às Áreas C e D, mas não tem acesso à Área B.


Com base nas informações fornecidas, qual das afirmações a seguir é verdadeira sobre Carlos?
Alternativas
Q3271917 Português
Leia com atenção a afirmativa a seguir:
Ela trouxe seus livros de ciências para a aula.
É correto afirmar que:
Alternativas
Q3271916 Português
Assinale a alternativa que possui o emprego de um adjetivo pátrio:
Alternativas
Q3271911 Português
Prêmio Nobel de Física Vai para Pioneiros da Inteligência Artificial


Em um ano em que só se falou dos avanços da inteligência artificial e da popularização de ferramentas de IA, o Prêmio Nobel de Física de 2024 foi concedido a dois pioneiros da área — o americano John Hopfield e o britânico-canadense Geoffrey Hinton.

"Os dois ganhadores do Prêmio Nobel de Física deste ano usaram ferramentas da física para desenvolver métodos que são a base do poderoso aprendizado de máquina de hoje", disse o órgão em comunicado. "O aprendizado de máquina baseado em redes neurais artificiais está atualmente revolucionando a ciência, a engenharia e a vida cotidiana."

Hopfield, professor da Universidade de Princeton, criou uma memória associativa que pode armazenar e reconstruir imagens e outros tipos de padrões em dados, disse a academia.

Pioneiro da inteligência artificial, Hinton deixou o Google em 2023 e disse que fez isso para falar livremente sobre os perigos da tecnologia, depois de perceber que os computadores poderiam se tornar mais inteligentes do que as pessoas muito antes do que ele e outros especialistas esperavam.

"Embora o aprendizado de máquina traga enormes benefícios, seu rápido desenvolvimento também levantou preocupações sobre nosso futuro", disse Ellen Moons, presidente do Comitê do Nobel de Física.

"Coletivamente, os seres humanos têm a responsabilidade de usar essa nova tecnologia de forma segura e ética, para o maior benefício da humanidade."

Amplamente considerado o prêmio de maior prestígio para físicos em todo o mundo, O Prêmio Nobel da Física foi criado, juntamente com prêmios por conquistas na ciência, literatura e paz, no testamento de Alfred Nobel.

Os prêmios têm sido concedidos com algumas interrupções desde 1901, embora a honra do Nobel de Economia seja uma adição posterior em memória do empresário e filantropo sueco, que fez fortuna com sua invenção da dinamite.

Além das escolhas, às vezes controversas, para a Paz e a Literatura, a Física costuma causar o maior impacto entre os prêmios, com a lista de vencedores anteriores apresentando superestrelas científicas como Albert Einstein, Niels Bohr e Enrico Fermi.

O prêmio de Física do ano passado foi concedido a Pierre Agostini, Ferenc Krausz e Anne L'Huillier por seu trabalho na criação de pulsos ultracurtos de luz que podem fornecer uma visão das mudanças dentro dos átomos, melhorando potencialmente a detecção de doenças. 


https://forbes.com.br/forbes-tech/2024/10/premio-nobel-de-fisica-vai-par
Qual foi a contribuição dos vencedores do Prêmio Nobel de Física do ano passado, conforme descrito no texto?
Alternativas
Q3271718 Português
Mortes por câncer já ocupam primeiro lugar em algumas regiões do Brasil


O câncer já é a primeira causa de morte em algumas regiões do Brasil, ocupando o lugar das doenças cardiovasculares. Um estudo inédito revela uma transição epidemiológica no país, tendência que já vem sendo observada em nações ricas.

O trabalho, conduzido por pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e outras instituições, como Fundação Getúlio Vargas e Universidade Federal de Uberlândia, em Minas Gerais, acaba de ser publicado no The Lancet Regional Health − Americas.

Para chegar ao resultado, os autores analisaram dados de 5.570 municípios brasileiros fornecidos pelo Sistema de Informações de Mortalidade (SIM) entre os anos de 2000 e 2019. Também foram avaliadas as mortes prematuras, aquelas que ocorrem na faixa dos 30 aos 69 anos, que não são atribuídas ao envelhecimento.

Nesse período, as taxas de mortalidade por doenças cardiovasculares caíram em 25 dos 27 estados, enquanto as de câncer cresceram em 15. O número de municípios em que o câncer é a principal causa de morte quase dobrou, passando de 7% para 13%. E, enquanto a mortalidade por problemas cardiovasculares caiu drasticamente, quase 40%, a de câncer reduziu apenas 10%.

Embora as doenças cardiovasculares ainda liderem as mortes, alguns fatores explicam essa transição. "Os avanços no diagnóstico e no tratamento, bem como as campanhas antitabagismo, por exemplo, tiveram grande impacto na queda da mortalidade cardiovascular. O câncer, por outro lado, engloba mais de cem doenças com diferentes causas e alguns são mais fáceis de prevenir, outros mais limitados", analisa Leandro Rezende, um dos autores do estudo e coordenador do programa de pós-graduação em Saúde Coletiva da Escola Paulista de Medicina, da Unifesp.

Já as doenças cardiovasculares, segundo Rezende, são mais sensíveis a hábitos e medidas terapêuticas. "O resultado mostra que, quanto maior o acesso a tratamento e prevenção, menor a mortalidade", observa o pesquisador. Apesar de o câncer e as doenças cardiovasculares compartilharem muitos fatores de risco — como tabagismo, sedentarismo, obesidade e má alimentação —, as particularidades de cada tipo de tumor dificultam a prevenção e o tratamento.

Além disso, enquanto o tratamento das doenças cardiovasculares sempre envolve mudanças no estilo de vida, no câncer o foco acaba sendo erradicar a doença de forma localizada. Assim, é possível reduzir as mortes por infartos e derrames cuidando da pressão alta, do colesterol alto e do diabetes, por exemplo, mas o prognóstico dos tumores acaba prejudicado com diagnósticos tardios e dificuldade de acesso a tratamentos sofisticados.

Para os autores do novo estudo, é preciso desenvolver políticas específicas para cada região, capazes de melhorar o acesso à saúde nos municípios menores e mais vulneráveis e, é claro, atuar na prevenção primária. "Isso envolve políticas públicas, incluindo campanhas antitabaco, controle do álcool e o grande desafio da obesidade, que é um fator de risco para vários tumores. Sabe-se que o estilo de vida está associado a cerca de 20 tipos de câncer, e um terço das mortes poderia ser evitado com mudanças nos hábitos de vida", destaca Rezende.


https://www.cnnbrasil.com.br/saude/mortes-por-cancer-ja-ocupam-prim eiro-lugar-em-algumas-regioes-do-brasil/

Mortes por câncer já ocupam primeiro lugar em algumas regiões do Brasil


O câncer já é a primeira causa de morte em algumas regiões do Brasil, ocupando o lugar das doenças cardiovasculares. Um estudo inédito revela uma transição epidemiológica no país, tendência que já vem sendo observada em nações ricas.

O trabalho, conduzido por pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e outras instituições, como Fundação Getúlio Vargas e Universidade Federal de Uberlândia, em Minas Gerais, acaba de ser publicado no The Lancet Regional Health − Americas.

Para chegar ao resultado, os autores analisaram dados de 5.570 municípios brasileiros fornecidos pelo Sistema de Informações de Mortalidade (SIM) entre os anos de 2000 e 2019. Também foram avaliadas as mortes prematuras, aquelas que ocorrem na faixa dos 30 aos 69 anos, que não são atribuídas ao envelhecimento.

Nesse período, as taxas de mortalidade por doenças cardiovasculares caíram em 25 dos 27 estados, enquanto as de câncer cresceram em 15. O número de municípios em que o câncer é a principal causa de morte quase dobrou, passando de 7% para 13%. E, enquanto a mortalidade por problemas cardiovasculares caiu drasticamente, quase 40%, a de câncer reduziu apenas 10%.

Embora as doenças cardiovasculares ainda liderem as mortes, alguns fatores explicam essa transição. "Os avanços no diagnóstico e no tratamento, bem como as campanhas antitabagismo, por exemplo, tiveram grande impacto na queda da mortalidade cardiovascular. O câncer, por outro lado, engloba mais de cem doenças com diferentes causas e alguns são mais fáceis de prevenir, outros mais limitados", analisa Leandro Rezende, um dos autores do estudo e coordenador do programa de pós-graduação em Saúde Coletiva da Escola Paulista de Medicina, da Unifesp.

Já as doenças cardiovasculares, segundo Rezende, são mais sensíveis a hábitos e medidas terapêuticas. "O resultado mostra que, quanto maior o acesso a tratamento e prevenção, menor a mortalidade", observa o pesquisador. Apesar de o câncer e as doenças cardiovasculares compartilharem muitos fatores de risco — como tabagismo, sedentarismo, obesidade e má alimentação —, as particularidades de cada tipo de tumor dificultam a prevenção e o tratamento.

Além disso, enquanto o tratamento das doenças cardiovasculares sempre envolve mudanças no estilo de vida, no câncer o foco acaba sendo erradicar a doença de forma localizada. Assim, é possível reduzir as mortes por infartos e derrames cuidando da pressão alta, do colesterol alto e do diabetes, por exemplo, mas o prognóstico dos tumores acaba prejudicado com diagnósticos tardios e dificuldade de acesso a tratamentos sofisticados.

Para os autores do novo estudo, é preciso desenvolver políticas específicas para cada região, capazes de melhorar o acesso à saúde nos municípios menores e mais vulneráveis e, é claro, atuar na prevenção primária. "Isso envolve políticas públicas, incluindo campanhas antitabaco, controle do álcool e o grande desafio da obesidade, que é um fator de risco para vários tumores. Sabe-se que o estilo de vida está associado a cerca de 20 tipos de câncer, e um terço das mortes poderia ser evitado com mudanças nos hábitos de vida", destaca Rezende.


https://www.cnnbrasil.com.br/saude/mortes-por-cancer-ja-ocupam-prim eiro-lugar-em-algumas-regioes-do-brasil/

Qual foi o foco principal da análise realizada pelos autores do estudo mencionado no texto?
Alternativas
Q3271717 Português
Mortes por câncer já ocupam primeiro lugar em algumas regiões do Brasil


O câncer já é a primeira causa de morte em algumas regiões do Brasil, ocupando o lugar das doenças cardiovasculares. Um estudo inédito revela uma transição epidemiológica no país, tendência que já vem sendo observada em nações ricas.

O trabalho, conduzido por pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e outras instituições, como Fundação Getúlio Vargas e Universidade Federal de Uberlândia, em Minas Gerais, acaba de ser publicado no The Lancet Regional Health − Americas.

Para chegar ao resultado, os autores analisaram dados de 5.570 municípios brasileiros fornecidos pelo Sistema de Informações de Mortalidade (SIM) entre os anos de 2000 e 2019. Também foram avaliadas as mortes prematuras, aquelas que ocorrem na faixa dos 30 aos 69 anos, que não são atribuídas ao envelhecimento.

Nesse período, as taxas de mortalidade por doenças cardiovasculares caíram em 25 dos 27 estados, enquanto as de câncer cresceram em 15. O número de municípios em que o câncer é a principal causa de morte quase dobrou, passando de 7% para 13%. E, enquanto a mortalidade por problemas cardiovasculares caiu drasticamente, quase 40%, a de câncer reduziu apenas 10%.

Embora as doenças cardiovasculares ainda liderem as mortes, alguns fatores explicam essa transição. "Os avanços no diagnóstico e no tratamento, bem como as campanhas antitabagismo, por exemplo, tiveram grande impacto na queda da mortalidade cardiovascular. O câncer, por outro lado, engloba mais de cem doenças com diferentes causas e alguns são mais fáceis de prevenir, outros mais limitados", analisa Leandro Rezende, um dos autores do estudo e coordenador do programa de pós-graduação em Saúde Coletiva da Escola Paulista de Medicina, da Unifesp.

Já as doenças cardiovasculares, segundo Rezende, são mais sensíveis a hábitos e medidas terapêuticas. "O resultado mostra que, quanto maior o acesso a tratamento e prevenção, menor a mortalidade", observa o pesquisador. Apesar de o câncer e as doenças cardiovasculares compartilharem muitos fatores de risco — como tabagismo, sedentarismo, obesidade e má alimentação —, as particularidades de cada tipo de tumor dificultam a prevenção e o tratamento.

Além disso, enquanto o tratamento das doenças cardiovasculares sempre envolve mudanças no estilo de vida, no câncer o foco acaba sendo erradicar a doença de forma localizada. Assim, é possível reduzir as mortes por infartos e derrames cuidando da pressão alta, do colesterol alto e do diabetes, por exemplo, mas o prognóstico dos tumores acaba prejudicado com diagnósticos tardios e dificuldade de acesso a tratamentos sofisticados.

Para os autores do novo estudo, é preciso desenvolver políticas específicas para cada região, capazes de melhorar o acesso à saúde nos municípios menores e mais vulneráveis e, é claro, atuar na prevenção primária. "Isso envolve políticas públicas, incluindo campanhas antitabaco, controle do álcool e o grande desafio da obesidade, que é um fator de risco para vários tumores. Sabe-se que o estilo de vida está associado a cerca de 20 tipos de câncer, e um terço das mortes poderia ser evitado com mudanças nos hábitos de vida", destaca Rezende.


https://www.cnnbrasil.com.br/saude/mortes-por-cancer-ja-ocupam-prim eiro-lugar-em-algumas-regioes-do-brasil/

Mortes por câncer já ocupam primeiro lugar em algumas regiões do Brasil


O câncer já é a primeira causa de morte em algumas regiões do Brasil, ocupando o lugar das doenças cardiovasculares. Um estudo inédito revela uma transição epidemiológica no país, tendência que já vem sendo observada em nações ricas.

O trabalho, conduzido por pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e outras instituições, como Fundação Getúlio Vargas e Universidade Federal de Uberlândia, em Minas Gerais, acaba de ser publicado no The Lancet Regional Health − Americas.

Para chegar ao resultado, os autores analisaram dados de 5.570 municípios brasileiros fornecidos pelo Sistema de Informações de Mortalidade (SIM) entre os anos de 2000 e 2019. Também foram avaliadas as mortes prematuras, aquelas que ocorrem na faixa dos 30 aos 69 anos, que não são atribuídas ao envelhecimento.

Nesse período, as taxas de mortalidade por doenças cardiovasculares caíram em 25 dos 27 estados, enquanto as de câncer cresceram em 15. O número de municípios em que o câncer é a principal causa de morte quase dobrou, passando de 7% para 13%. E, enquanto a mortalidade por problemas cardiovasculares caiu drasticamente, quase 40%, a de câncer reduziu apenas 10%.

Embora as doenças cardiovasculares ainda liderem as mortes, alguns fatores explicam essa transição. "Os avanços no diagnóstico e no tratamento, bem como as campanhas antitabagismo, por exemplo, tiveram grande impacto na queda da mortalidade cardiovascular. O câncer, por outro lado, engloba mais de cem doenças com diferentes causas e alguns são mais fáceis de prevenir, outros mais limitados", analisa Leandro Rezende, um dos autores do estudo e coordenador do programa de pós-graduação em Saúde Coletiva da Escola Paulista de Medicina, da Unifesp.

Já as doenças cardiovasculares, segundo Rezende, são mais sensíveis a hábitos e medidas terapêuticas. "O resultado mostra que, quanto maior o acesso a tratamento e prevenção, menor a mortalidade", observa o pesquisador. Apesar de o câncer e as doenças cardiovasculares compartilharem muitos fatores de risco — como tabagismo, sedentarismo, obesidade e má alimentação —, as particularidades de cada tipo de tumor dificultam a prevenção e o tratamento.

Além disso, enquanto o tratamento das doenças cardiovasculares sempre envolve mudanças no estilo de vida, no câncer o foco acaba sendo erradicar a doença de forma localizada. Assim, é possível reduzir as mortes por infartos e derrames cuidando da pressão alta, do colesterol alto e do diabetes, por exemplo, mas o prognóstico dos tumores acaba prejudicado com diagnósticos tardios e dificuldade de acesso a tratamentos sofisticados.

Para os autores do novo estudo, é preciso desenvolver políticas específicas para cada região, capazes de melhorar o acesso à saúde nos municípios menores e mais vulneráveis e, é claro, atuar na prevenção primária. "Isso envolve políticas públicas, incluindo campanhas antitabaco, controle do álcool e o grande desafio da obesidade, que é um fator de risco para vários tumores. Sabe-se que o estilo de vida está associado a cerca de 20 tipos de câncer, e um terço das mortes poderia ser evitado com mudanças nos hábitos de vida", destaca Rezende.


https://www.cnnbrasil.com.br/saude/mortes-por-cancer-ja-ocupam-prim eiro-lugar-em-algumas-regioes-do-brasil/

Qual é a principal diferença entre o tratamento das doenças cardiovasculares e o tratamento do câncer, conforme mencionado no texto? 
Alternativas
Q3271148 Português
Mortes por câncer já ocupam primeiro lugar em algumas regiões do Brasil


O câncer já é a primeira causa de morte em algumas regiões do Brasil, ocupando o lugar das doenças cardiovasculares. Um estudo inédito revela uma transição epidemiológica no país, tendência que já vem sendo observada em nações ricas.

O trabalho, conduzido por pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e outras instituições, como Fundação Getúlio Vargas e Universidade Federal de Uberlândia, em Minas Gerais, acaba de ser publicado no The Lancet Regional Health − Americas.

Para chegar ao resultado, os autores analisaram dados de 5.570 municípios brasileiros fornecidos pelo Sistema de Informações de Mortalidade (SIM) entre os anos de 2000 e 2019. Também foram avaliadas as mortes prematuras, aquelas que ocorrem na faixa dos 30 aos 69 anos, que não são atribuídas ao envelhecimento.

Nesse período, as taxas de mortalidade por doenças cardiovasculares caíram em 25 dos 27 estados, enquanto as de câncer cresceram em 15. O número de municípios em que o câncer é a principal causa de morte quase dobrou, passando de 7% para 13%. E, enquanto a mortalidade por problemas cardiovasculares caiu drasticamente, quase 40%, a de câncer reduziu apenas 10%.

Embora as doenças cardiovasculares ainda liderem as mortes, alguns fatores explicam essa transição. "Os avanços no diagnóstico e no tratamento, bem como as campanhas antitabagismo, por exemplo, tiveram grande impacto na queda da mortalidade cardiovascular. O câncer, por outro lado, engloba mais de cem doenças com diferentes causas e alguns são mais fáceis de prevenir, outros mais limitados", analisa Leandro Rezende, um dos autores do estudo e coordenador do programa de pós-graduação em Saúde Coletiva da Escola Paulista de Medicina, da Unifesp.

Já as doenças cardiovasculares, segundo Rezende, são mais sensíveis a hábitos e medidas terapêuticas. "O resultado mostra que, quanto maior o acesso a tratamento e prevenção, menor a mortalidade", observa o pesquisador. Apesar de o câncer e as doenças cardiovasculares compartilharem muitos fatores de risco — como tabagismo, sedentarismo, obesidade e má alimentação —, as particularidades de cada tipo de tumor dificultam a prevenção e o tratamento.

Além disso, enquanto o tratamento das doenças cardiovasculares sempre envolve mudanças no estilo de vida, no câncer o foco acaba sendo erradicar a doença de forma localizada. Assim, é possível reduzir as mortes por infartos e derrames cuidando da pressão alta, do colesterol alto e do diabetes, por exemplo, mas o prognóstico dos tumores acaba prejudicado com diagnósticos tardios e dificuldade de acesso a tratamentos sofisticados.

Para os autores do novo estudo, é preciso desenvolver políticas específicas para cada região, capazes de melhorar o acesso à saúde nos municípios menores e mais vulneráveis e, é claro, atuar na prevenção primária. "Isso envolve políticas públicas, incluindo campanhas antitabaco, controle do álcool e o grande desafio da obesidade, que é um fator de risco para vários tumores. Sabe-se que o estilo de vida está associado a cerca de 20 tipos de câncer, e um terço das mortes poderia ser evitado com mudanças nos hábitos de vida", destaca Rezende.


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Qual é a principal razão apresentada no texto para a redução das mortes por doenças cardiovasculares no Brasil?
Alternativas
Q3270975 Farmácia
As informações sobre a velocidade e extensão da absorção de um fármaco em um paciente individual raramente têm grande importância clínica. Entretanto, a absorção em geral ocorre durante as primeiras___após a administração de uma dose de fármaco e varia de acordo com a ingestão de alimentos, postura e atividade (Katzung & Vandera, 2023).
Assinale a alternativa CORRETA que preenche a lacuna acima.
Alternativas
Q3270972 Farmácia
Com base nos fármacos antimuscarínicos usados em condições gastrintestinais e geniturinárias, assinale a alternativa CORRETA a um fármaco ligado as aminas terciárias.
Alternativas
Q3270970 Farmácia
Com base características farmacocinéticas e posologia de fármacos anti-hipertensivos orais selecionados, é CORRETO afirmar que a clortalidona tem biodisponibilidade de:
Alternativas
Q3270969 Farmácia
Assinale a alternativa CORRETA que é uma mistura peptídica cíclica obtida da cepa Tracy do Bacillus subtilis em 1943 que se mostra ativa contra microrganismos gram-positivos. Ela inibe a formação da parede celular ao interferir na desfosforilação no ciclo do transportador lipídico, que transfere subunidades de peptidoglicano à parede celular em crescimento.
Alternativas
Q3270968 Farmácia
Em relação aos anti-inflamatórios não esteroides, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3270953 Raciocínio Lógico
Marcos está organizando blocos geométricos para uma exposição. Ele segue a seguinte sequência de formas: um quadrado, dois triângulos, um círculo, um retângulo, um quadrado, dois triângulos, um círculo, um retângulo, e assim por diante. Se Marcos continuar seguindo esse padrão, qual será a forma do 4106º bloco? 

• um quadrado, dois triângulos, um círculo, um retângulo, um quadrado, dois triângulos, um círculo, um retângulo, e assim por diante.

Se Marcos continuar seguindo esse padrão, qual será a forma do 4106º bloco? 
Alternativas
Q3270945 Português
Qual das alternativas abaixo possui emprego de sujeito indeterminado?
Alternativas
Q3270017 Medicina
Na área da saúde, a autonomia do paciente é um princípio ético central. Qual das situações abaixo representa uma violação da autonomia do paciente por parte de um profissional da área da saúde? 
Alternativas
Q3270015 Psicologia
As teorias da personalidade buscam compreender como fatores internos e externos moldam o comportamento humano ao longo da vida. Elas oferecem diferentes perspectivas sobre o desenvolvimento individual e a formação de traços de caráter. Com base na teoria de Abraham Harold Maslow e Carl Ransom Rogers, sobre a personalidade, analise as afirmações abaixo e assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q3270014 Psicologia
A avaliação psicológica é um processo estruturado que investiga fenômenos psicológicos por meio de métodos e técnicas específicas, com o objetivo de fornecer informações para a tomada de decisões. Assim, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3270013 Psicologia
Considerando os fatores que influenciam o desenvolvimento humano ao longo da vida, bem como as fases estudadas pela psicologia do desenvolvimento, assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Respostas
81: D
82: C
83: D
84: B
85: B
86: C
87: A
88: A
89: A
90: B
91: A
92: A
93: C
94: A
95: D
96: X
97: D
98: B
99: C
100: A