Questões de Concurso Para prefeitura de tombos - mg

Foram encontradas 331 questões

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Q3690171 Logística
O segundo maior modal de transportes no Brasil é o 
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Q3690170 História e Geografia de Estados e Municípios

q_26 no.png (355×239)


A bandeira acima pertence a qual Estado brasileiro? 

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Q3690168 Pedagogia
O patrono da Educação brasileira é
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Q3690167 Artes Plásticas
Pintora do quadro Abaporu, uma das obras mais representativas do Modernismo brasileiro. Trata-se de
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Q3690166 Economia
Assinale a alternativa em que esteja indicado um item de que o Brasil não seja um dos maiores exportadores do mundo. 
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Q3690164 Matemática

Uma loja de roupas resolveu fazer uma promoção nas camisas durante o próximo final de semana.


                                 q_20 no.png (416×319)


Uma pessoa que comprou 2 camisas que custavam R$ 80,00 cada uma e pagou com PIX, teve um desconto, em reais, igual a  

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Q3690163 Matemática
Uma pessoa jogou um dado não viciado para o alto. Qual é a probabilidade de sair um número que é múltiplo de 3? 
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Q3690162 Matemática
A soma das idades de André e Bruno é igual a 55 anos. A idade de André está para a de Bruno assim como 3 está para 2. A idade de Bruno é igual a 
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Q3690161 Matemática

No romance O Homem que Calculava, de Malba Tahan, há o problema da divisão dos camelos.


Nela, aparece a seguinte soma de frações:


1/2 + 1/3 + 1/9


Essa soma é igual a

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Q3690160 Raciocínio Lógico
Quantos anagramas possui a palavra TOMBOS?
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Q3690159 Matemática
Seja a progressão geométrica 6, 3, 3/2, /4….. , o valor da soma dos seus infinitos termos é igual a
Alternativas
Q3690158 Matemática
Um número que ao mesmo tempo é divisível por 2, 3 e 5 é também divisível por
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Q3690157 Matemática
João foi com sua namorada à festa junina e comprou numa mesma barraca 3 pastéis, 2 milhos verdes, 2 pipocas, 1 caldo, 1 pé de moleque e 2 refrigerantes.
q_13 no.png (391×369)

Sabe-se que ele levou exatamente R$ 100,00 e que pagou sozinho tudo o que consumiu junto com sua namorada.

Após pagar a conta, com quantos reais João ainda ficou?
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Q3690156 Matemática
O vigésimo quinto termo da sucessão aritmética 32, 37, 42, 47, 52... é
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Q3690155 Matemática

Um marceneiro resolveu fazer um suporte em madeira para seu filho, conforme a imagem a seguir:


q_11 no.png (378×267)


Utilizando  q_r no.png (47×19) temos que a área do suporte, em centímetros quadrados, é igual a 

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Q3690154 Português

Leia atentamente o texto a seguir e responda à questão.



O antigo chá de sumiço ganhou

uma série de novas variantes na era atual 


    Nos últimos anos, o termo "ghosting" vem assombrando os solteiros que estão à procura de uma alma gêmea.


    A prática, que deriva do gerúndio de "fantasma", virou até termo de dicionário. De acordo com o "Cambridge Dictionary", "ghosting" significa uma maneira de terminar um relacionamento de repente, interrompendo toda a comunicação. O outro lado da relação chega a imaginar que a pessoa morreu, mas, na verdade, ela partiu para outra, sem ao menos dar o mínimo de satisfação.


    O que parecia falta de empatia virou prática cada vez mais comum. Em tempos, quando ninguém tem mais agenda e disposição, nada mais conveniente do que simplesmente sumir, em vez de perder duas horas vendo outra pessoa chorar.


    O que poucos sabem é que o "ghosting" é praticado há muitos séculos, em situações que vão bem além das amorosas.


    Os australopitecos já chamavam o ato de "dar no pé", "chá de sumiço", "escafeder" ou "ele, o boto". Como termos em inglês são descolados, "ghosting" virou a palavra da moda.


    No Rio de Janeiro, o "ghosting carioca" já é uma prática habitual. Qualquer cidadão local que diz "vamos marcar" ou "passa lá em casa" claramente não quer marcar coisa nenhuma. Aliás, poucos conseguiram entrar em um lar carioca. 


    Outro sumiço que traumatiza gerações é o "ghosting paterno". Também conhecido como "comprou um cigarro e nunca mais voltou", trata-se do ato do indivíduo do sexo masculino conceber uma criança e não assumir, não pagar pensão, não conviver, sumir.


    Muitos trabalhadores sofrem do "ghosting coorporativo", praticado por gestores e funcionários do RH. O candidato faz a entrevista de emprego e ouve dos responsáveis pela vaga um "mantemos contato".


    Se o entrevistador fosse muito sincero, diria "não tem condição de trabalhar com você".


    Também existe o "ghosting de amizade", quando um conhecido simplesmente passa reto, fingindo que não conhece você naquela ocasião – o que poderia ser normalizado, em casos de amigos vacilões.


    Há o "ghosting de carregador", quando o cabo do celular some. Ele também ocorre com isqueiros, pares de meias e tampas de caneta.


    Por último, o "ghosting financeiro", do qual a maioria dos brasileiros são vítimas, quando o dinheiro simplesmente some da conta bancária, sem se despedir ou, ao menos, dar uma satisfação.


(Flávia Boggio. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/flaviaboggio/2023/07/o-antigo-cha-de-sumico-ganhou-uma-serie-de-novas-variantesna-era-atual.shtml. 5.jul.2023)

O outro lado da relação chega a imaginar que a pessoa morreu, mas, na verdade, ela partiu para outra, sem ao menos dar o mínimo de satisfação. (L.7-9)


No período acima há

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Q3690153 Português

Leia atentamente o texto a seguir e responda à questão.



O antigo chá de sumiço ganhou

uma série de novas variantes na era atual 


    Nos últimos anos, o termo "ghosting" vem assombrando os solteiros que estão à procura de uma alma gêmea.


    A prática, que deriva do gerúndio de "fantasma", virou até termo de dicionário. De acordo com o "Cambridge Dictionary", "ghosting" significa uma maneira de terminar um relacionamento de repente, interrompendo toda a comunicação. O outro lado da relação chega a imaginar que a pessoa morreu, mas, na verdade, ela partiu para outra, sem ao menos dar o mínimo de satisfação.


    O que parecia falta de empatia virou prática cada vez mais comum. Em tempos, quando ninguém tem mais agenda e disposição, nada mais conveniente do que simplesmente sumir, em vez de perder duas horas vendo outra pessoa chorar.


    O que poucos sabem é que o "ghosting" é praticado há muitos séculos, em situações que vão bem além das amorosas.


    Os australopitecos já chamavam o ato de "dar no pé", "chá de sumiço", "escafeder" ou "ele, o boto". Como termos em inglês são descolados, "ghosting" virou a palavra da moda.


    No Rio de Janeiro, o "ghosting carioca" já é uma prática habitual. Qualquer cidadão local que diz "vamos marcar" ou "passa lá em casa" claramente não quer marcar coisa nenhuma. Aliás, poucos conseguiram entrar em um lar carioca. 


    Outro sumiço que traumatiza gerações é o "ghosting paterno". Também conhecido como "comprou um cigarro e nunca mais voltou", trata-se do ato do indivíduo do sexo masculino conceber uma criança e não assumir, não pagar pensão, não conviver, sumir.


    Muitos trabalhadores sofrem do "ghosting coorporativo", praticado por gestores e funcionários do RH. O candidato faz a entrevista de emprego e ouve dos responsáveis pela vaga um "mantemos contato".


    Se o entrevistador fosse muito sincero, diria "não tem condição de trabalhar com você".


    Também existe o "ghosting de amizade", quando um conhecido simplesmente passa reto, fingindo que não conhece você naquela ocasião – o que poderia ser normalizado, em casos de amigos vacilões.


    Há o "ghosting de carregador", quando o cabo do celular some. Ele também ocorre com isqueiros, pares de meias e tampas de caneta.


    Por último, o "ghosting financeiro", do qual a maioria dos brasileiros são vítimas, quando o dinheiro simplesmente some da conta bancária, sem se despedir ou, ao menos, dar uma satisfação.


(Flávia Boggio. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/flaviaboggio/2023/07/o-antigo-cha-de-sumico-ganhou-uma-serie-de-novas-variantesna-era-atual.shtml. 5.jul.2023)

Nos últimos anos, o termo "ghosting" vem assombrando os solteiros que estão à procura de uma alma gêmea. (L.1-2)


O termo sublinhado no período acima desempenha função sintática de

Alternativas
Q3690152 Português

Leia atentamente o texto a seguir e responda à questão.



O antigo chá de sumiço ganhou

uma série de novas variantes na era atual 


    Nos últimos anos, o termo "ghosting" vem assombrando os solteiros que estão à procura de uma alma gêmea.


    A prática, que deriva do gerúndio de "fantasma", virou até termo de dicionário. De acordo com o "Cambridge Dictionary", "ghosting" significa uma maneira de terminar um relacionamento de repente, interrompendo toda a comunicação. O outro lado da relação chega a imaginar que a pessoa morreu, mas, na verdade, ela partiu para outra, sem ao menos dar o mínimo de satisfação.


    O que parecia falta de empatia virou prática cada vez mais comum. Em tempos, quando ninguém tem mais agenda e disposição, nada mais conveniente do que simplesmente sumir, em vez de perder duas horas vendo outra pessoa chorar.


    O que poucos sabem é que o "ghosting" é praticado há muitos séculos, em situações que vão bem além das amorosas.


    Os australopitecos já chamavam o ato de "dar no pé", "chá de sumiço", "escafeder" ou "ele, o boto". Como termos em inglês são descolados, "ghosting" virou a palavra da moda.


    No Rio de Janeiro, o "ghosting carioca" já é uma prática habitual. Qualquer cidadão local que diz "vamos marcar" ou "passa lá em casa" claramente não quer marcar coisa nenhuma. Aliás, poucos conseguiram entrar em um lar carioca. 


    Outro sumiço que traumatiza gerações é o "ghosting paterno". Também conhecido como "comprou um cigarro e nunca mais voltou", trata-se do ato do indivíduo do sexo masculino conceber uma criança e não assumir, não pagar pensão, não conviver, sumir.


    Muitos trabalhadores sofrem do "ghosting coorporativo", praticado por gestores e funcionários do RH. O candidato faz a entrevista de emprego e ouve dos responsáveis pela vaga um "mantemos contato".


    Se o entrevistador fosse muito sincero, diria "não tem condição de trabalhar com você".


    Também existe o "ghosting de amizade", quando um conhecido simplesmente passa reto, fingindo que não conhece você naquela ocasião – o que poderia ser normalizado, em casos de amigos vacilões.


    Há o "ghosting de carregador", quando o cabo do celular some. Ele também ocorre com isqueiros, pares de meias e tampas de caneta.


    Por último, o "ghosting financeiro", do qual a maioria dos brasileiros são vítimas, quando o dinheiro simplesmente some da conta bancária, sem se despedir ou, ao menos, dar uma satisfação.


(Flávia Boggio. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/flaviaboggio/2023/07/o-antigo-cha-de-sumico-ganhou-uma-serie-de-novas-variantesna-era-atual.shtml. 5.jul.2023)

O que parecia falta de empatia virou prática cada vez mais comum. (L.10-11)


A forma QUE no período acima se classifica como

Alternativas
Q3690151 Português

Leia atentamente o texto a seguir e responda à questão.



O antigo chá de sumiço ganhou

uma série de novas variantes na era atual 


    Nos últimos anos, o termo "ghosting" vem assombrando os solteiros que estão à procura de uma alma gêmea.


    A prática, que deriva do gerúndio de "fantasma", virou até termo de dicionário. De acordo com o "Cambridge Dictionary", "ghosting" significa uma maneira de terminar um relacionamento de repente, interrompendo toda a comunicação. O outro lado da relação chega a imaginar que a pessoa morreu, mas, na verdade, ela partiu para outra, sem ao menos dar o mínimo de satisfação.


    O que parecia falta de empatia virou prática cada vez mais comum. Em tempos, quando ninguém tem mais agenda e disposição, nada mais conveniente do que simplesmente sumir, em vez de perder duas horas vendo outra pessoa chorar.


    O que poucos sabem é que o "ghosting" é praticado há muitos séculos, em situações que vão bem além das amorosas.


    Os australopitecos já chamavam o ato de "dar no pé", "chá de sumiço", "escafeder" ou "ele, o boto". Como termos em inglês são descolados, "ghosting" virou a palavra da moda.


    No Rio de Janeiro, o "ghosting carioca" já é uma prática habitual. Qualquer cidadão local que diz "vamos marcar" ou "passa lá em casa" claramente não quer marcar coisa nenhuma. Aliás, poucos conseguiram entrar em um lar carioca. 


    Outro sumiço que traumatiza gerações é o "ghosting paterno". Também conhecido como "comprou um cigarro e nunca mais voltou", trata-se do ato do indivíduo do sexo masculino conceber uma criança e não assumir, não pagar pensão, não conviver, sumir.


    Muitos trabalhadores sofrem do "ghosting coorporativo", praticado por gestores e funcionários do RH. O candidato faz a entrevista de emprego e ouve dos responsáveis pela vaga um "mantemos contato".


    Se o entrevistador fosse muito sincero, diria "não tem condição de trabalhar com você".


    Também existe o "ghosting de amizade", quando um conhecido simplesmente passa reto, fingindo que não conhece você naquela ocasião – o que poderia ser normalizado, em casos de amigos vacilões.


    Há o "ghosting de carregador", quando o cabo do celular some. Ele também ocorre com isqueiros, pares de meias e tampas de caneta.


    Por último, o "ghosting financeiro", do qual a maioria dos brasileiros são vítimas, quando o dinheiro simplesmente some da conta bancária, sem se despedir ou, ao menos, dar uma satisfação.


(Flávia Boggio. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/flaviaboggio/2023/07/o-antigo-cha-de-sumico-ganhou-uma-serie-de-novas-variantesna-era-atual.shtml. 5.jul.2023)

Como termos em inglês são descolados, "ghosting" virou a palavra da moda. (L.17-18)


O segmento sublinhado no período acima desempenha papel

Alternativas
Q3690150 Português

Leia atentamente o texto a seguir e responda à questão.



O antigo chá de sumiço ganhou

uma série de novas variantes na era atual 


    Nos últimos anos, o termo "ghosting" vem assombrando os solteiros que estão à procura de uma alma gêmea.


    A prática, que deriva do gerúndio de "fantasma", virou até termo de dicionário. De acordo com o "Cambridge Dictionary", "ghosting" significa uma maneira de terminar um relacionamento de repente, interrompendo toda a comunicação. O outro lado da relação chega a imaginar que a pessoa morreu, mas, na verdade, ela partiu para outra, sem ao menos dar o mínimo de satisfação.


    O que parecia falta de empatia virou prática cada vez mais comum. Em tempos, quando ninguém tem mais agenda e disposição, nada mais conveniente do que simplesmente sumir, em vez de perder duas horas vendo outra pessoa chorar.


    O que poucos sabem é que o "ghosting" é praticado há muitos séculos, em situações que vão bem além das amorosas.


    Os australopitecos já chamavam o ato de "dar no pé", "chá de sumiço", "escafeder" ou "ele, o boto". Como termos em inglês são descolados, "ghosting" virou a palavra da moda.


    No Rio de Janeiro, o "ghosting carioca" já é uma prática habitual. Qualquer cidadão local que diz "vamos marcar" ou "passa lá em casa" claramente não quer marcar coisa nenhuma. Aliás, poucos conseguiram entrar em um lar carioca. 


    Outro sumiço que traumatiza gerações é o "ghosting paterno". Também conhecido como "comprou um cigarro e nunca mais voltou", trata-se do ato do indivíduo do sexo masculino conceber uma criança e não assumir, não pagar pensão, não conviver, sumir.


    Muitos trabalhadores sofrem do "ghosting coorporativo", praticado por gestores e funcionários do RH. O candidato faz a entrevista de emprego e ouve dos responsáveis pela vaga um "mantemos contato".


    Se o entrevistador fosse muito sincero, diria "não tem condição de trabalhar com você".


    Também existe o "ghosting de amizade", quando um conhecido simplesmente passa reto, fingindo que não conhece você naquela ocasião – o que poderia ser normalizado, em casos de amigos vacilões.


    Há o "ghosting de carregador", quando o cabo do celular some. Ele também ocorre com isqueiros, pares de meias e tampas de caneta.


    Por último, o "ghosting financeiro", do qual a maioria dos brasileiros são vítimas, quando o dinheiro simplesmente some da conta bancária, sem se despedir ou, ao menos, dar uma satisfação.


(Flávia Boggio. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/flaviaboggio/2023/07/o-antigo-cha-de-sumico-ganhou-uma-serie-de-novas-variantesna-era-atual.shtml. 5.jul.2023)

Assinale a alternativa que não seja sinônimo de “escafeder” (L.21). 
Alternativas
Respostas
21: B
22: A
23: C
24: A
25: D
26: C
27: B
28: B
29: D
30: C
31: B
32: D
33: A
34: B
35: C
36: D
37: C
38: A
39: C
40: D