Questões de Concurso
Para prefeitura de são joaquim de bicas - mg
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A vida é muito curta para fazer dieta
A vida é mesmo muito curta. Quantas vezes ouvimos falar que o tempo voa, quantas vezes os mais experientes nos disseram que queriam ter descansado mais, viajado mais, aproveitado mais os companheiros, os filhos. A gente nem vê os dias passando, justamente porque prevemos muita vida pela frente. Imagine quanto tempo nós já perdemos negando prazeres, deixando para aproveitar depois mesmo sabendo que nada retrocede. Então, de que adianta sermos prisioneiros de nós mesmos, escravos do tempo? Se sabemos que somos feitos de agora, não faz sentido esperar para desfrutar amanhã.
Do mesmo jeito que a vida é curta para guardar rancor, para ficar de mau humor, para cumprir só com as obrigações, ela também é curta para passar por privações que nós mesmos criamos. Pense bem. É como estar num cativeiro com as chaves no bolso. Caramba. Somos crescidos o bastante para sermos os donos do nosso nariz, do coração, do estômago e do corpo inteiro.
A vida é muito curta para negar prazeres. E comer, definitivamente, é um enorme prazer. Sem contar que a comida aproxima as pessoas, como na casa da avó, onde toda a família se reúne espremida na cozinha para enfiar o dedo no molho, raspar a panela de doce e roubar uma colherinha antes de servir os pratos. Quantos pedidos de namoro foram feitos num jantar à luz de velas? Quantos casamentos começaram entre louças e taças de vinho? Quanto amor surgiu em volta de tabuleiros, quantas histórias compartilhadas entre cafés, sorrisos e pedaços de bolo?
Sinto muito, mas eu não vou tomar sopa e comer clara de ovo com batata doce 365 dias por ano, sozinha, tirando foto do meu prato e compartilhando a minha triste e solitária refeição insossa com as mulheres da academia. Não vou passar os meus dias comendo por obrigação, porque a sensação que me dá é a mesma de um astronauta que se alimenta de pílulas ou um enfermo mantido a caldo ralo. Eu não vou dispensar um vinho com as minhas amigas nem um jantar a dois pensando nos carboidratos. Não vou deixar de tomar cerveja porque dá barriga, e muito menos trocar o bom e velho brigadeiro por uma barra de proteína. Não vou azucrinar o garçom para saber o valor calórico dos bolinhos e da linguiça. Não vou encher o saco doutrinando sobre a dieta paleolítica.
É que não faz nenhum sentido viver sob a pressão de um corpo perfeito, de um modelo de beleza esquálido, só porque as capas de revista esfregam na nossa cara o que é “bonito”. Outra coisa: não existe perfeição, como também não existe um só tipo de beleza, um só tipo de cabelo, uma única cor de olhos. Que mania que as pessoas têm de rotular tudo e todo mundo, dividir em espécies, classificar e, no fim das contas, separar o bom do ruim, o que presta do que não presta.
A vida passa tão rápido que ninguém pensa no tempo que se perde vivendo para ser como os outros e esquecendo de viver para si. Estão todos sozinhos, com pressa, mastigando as suas marmitas sem glúten e pouco sódio. Não é permitido aproveitar o hoje porque é preciso estar linda amanhã. Você deve castrar as suas vontades se quiser ser “gostosa”. Ninguém vai te amar se você tiver a barriguinha saliente e uma dúzia de celulites. Das mais inadmissíveis loucuras para emagrecer aos produtos que inflem os músculos e o ego. É batata. É impossível ser bonita se você não for como elas.
A alimentação não tem que ser um check list que deve ser cumprido. No final das contas, sabe o que eu queria? Eu queria mesmo é que a gente se libertasse das obrigações e dos conceitos que o mundo impõe, começando pela ilusão de que felicidade é privação. Pra mim, ser feliz é justamente o contrário. Felicidade é permitir-se.
[...]
Dizem que aquela mulher que se alimenta a base de shakes é feliz. Eu tenho as minhas dúvidas.
Disponível em: <http://www.revistabula.com/5786-a-vidae-muito-curta-para-fazer-dieta/>.
A vida é muito curta para fazer dieta
A vida é mesmo muito curta. Quantas vezes ouvimos falar que o tempo voa, quantas vezes os mais experientes nos disseram que queriam ter descansado mais, viajado mais, aproveitado mais os companheiros, os filhos. A gente nem vê os dias passando, justamente porque prevemos muita vida pela frente. Imagine quanto tempo nós já perdemos negando prazeres, deixando para aproveitar depois mesmo sabendo que nada retrocede. Então, de que adianta sermos prisioneiros de nós mesmos, escravos do tempo? Se sabemos que somos feitos de agora, não faz sentido esperar para desfrutar amanhã.
Do mesmo jeito que a vida é curta para guardar rancor, para ficar de mau humor, para cumprir só com as obrigações, ela também é curta para passar por privações que nós mesmos criamos. Pense bem. É como estar num cativeiro com as chaves no bolso. Caramba. Somos crescidos o bastante para sermos os donos do nosso nariz, do coração, do estômago e do corpo inteiro.
A vida é muito curta para negar prazeres. E comer, definitivamente, é um enorme prazer. Sem contar que a comida aproxima as pessoas, como na casa da avó, onde toda a família se reúne espremida na cozinha para enfiar o dedo no molho, raspar a panela de doce e roubar uma colherinha antes de servir os pratos. Quantos pedidos de namoro foram feitos num jantar à luz de velas? Quantos casamentos começaram entre louças e taças de vinho? Quanto amor surgiu em volta de tabuleiros, quantas histórias compartilhadas entre cafés, sorrisos e pedaços de bolo?
Sinto muito, mas eu não vou tomar sopa e comer clara de ovo com batata doce 365 dias por ano, sozinha, tirando foto do meu prato e compartilhando a minha triste e solitária refeição insossa com as mulheres da academia. Não vou passar os meus dias comendo por obrigação, porque a sensação que me dá é a mesma de um astronauta que se alimenta de pílulas ou um enfermo mantido a caldo ralo. Eu não vou dispensar um vinho com as minhas amigas nem um jantar a dois pensando nos carboidratos. Não vou deixar de tomar cerveja porque dá barriga, e muito menos trocar o bom e velho brigadeiro por uma barra de proteína. Não vou azucrinar o garçom para saber o valor calórico dos bolinhos e da linguiça. Não vou encher o saco doutrinando sobre a dieta paleolítica.
É que não faz nenhum sentido viver sob a pressão de um corpo perfeito, de um modelo de beleza esquálido, só porque as capas de revista esfregam na nossa cara o que é “bonito”. Outra coisa: não existe perfeição, como também não existe um só tipo de beleza, um só tipo de cabelo, uma única cor de olhos. Que mania que as pessoas têm de rotular tudo e todo mundo, dividir em espécies, classificar e, no fim das contas, separar o bom do ruim, o que presta do que não presta.
A vida passa tão rápido que ninguém pensa no tempo que se perde vivendo para ser como os outros e esquecendo de viver para si. Estão todos sozinhos, com pressa, mastigando as suas marmitas sem glúten e pouco sódio. Não é permitido aproveitar o hoje porque é preciso estar linda amanhã. Você deve castrar as suas vontades se quiser ser “gostosa”. Ninguém vai te amar se você tiver a barriguinha saliente e uma dúzia de celulites. Das mais inadmissíveis loucuras para emagrecer aos produtos que inflem os músculos e o ego. É batata. É impossível ser bonita se você não for como elas.
A alimentação não tem que ser um check list que deve ser cumprido. No final das contas, sabe o que eu queria? Eu queria mesmo é que a gente se libertasse das obrigações e dos conceitos que o mundo impõe, começando pela ilusão de que felicidade é privação. Pra mim, ser feliz é justamente o contrário. Felicidade é permitir-se.
[...]
Dizem que aquela mulher que se alimenta a base de shakes é feliz. Eu tenho as minhas dúvidas.
Disponível em: <http://www.revistabula.com/5786-a-vidae-muito-curta-para-fazer-dieta/>.
A vida é muito curta para fazer dieta
A vida é mesmo muito curta. Quantas vezes ouvimos falar que o tempo voa, quantas vezes os mais experientes nos disseram que queriam ter descansado mais, viajado mais, aproveitado mais os companheiros, os filhos. A gente nem vê os dias passando, justamente porque prevemos muita vida pela frente. Imagine quanto tempo nós já perdemos negando prazeres, deixando para aproveitar depois mesmo sabendo que nada retrocede. Então, de que adianta sermos prisioneiros de nós mesmos, escravos do tempo? Se sabemos que somos feitos de agora, não faz sentido esperar para desfrutar amanhã.
Do mesmo jeito que a vida é curta para guardar rancor, para ficar de mau humor, para cumprir só com as obrigações, ela também é curta para passar por privações que nós mesmos criamos. Pense bem. É como estar num cativeiro com as chaves no bolso. Caramba. Somos crescidos o bastante para sermos os donos do nosso nariz, do coração, do estômago e do corpo inteiro.
A vida é muito curta para negar prazeres. E comer, definitivamente, é um enorme prazer. Sem contar que a comida aproxima as pessoas, como na casa da avó, onde toda a família se reúne espremida na cozinha para enfiar o dedo no molho, raspar a panela de doce e roubar uma colherinha antes de servir os pratos. Quantos pedidos de namoro foram feitos num jantar à luz de velas? Quantos casamentos começaram entre louças e taças de vinho? Quanto amor surgiu em volta de tabuleiros, quantas histórias compartilhadas entre cafés, sorrisos e pedaços de bolo?
Sinto muito, mas eu não vou tomar sopa e comer clara de ovo com batata doce 365 dias por ano, sozinha, tirando foto do meu prato e compartilhando a minha triste e solitária refeição insossa com as mulheres da academia. Não vou passar os meus dias comendo por obrigação, porque a sensação que me dá é a mesma de um astronauta que se alimenta de pílulas ou um enfermo mantido a caldo ralo. Eu não vou dispensar um vinho com as minhas amigas nem um jantar a dois pensando nos carboidratos. Não vou deixar de tomar cerveja porque dá barriga, e muito menos trocar o bom e velho brigadeiro por uma barra de proteína. Não vou azucrinar o garçom para saber o valor calórico dos bolinhos e da linguiça. Não vou encher o saco doutrinando sobre a dieta paleolítica.
É que não faz nenhum sentido viver sob a pressão de um corpo perfeito, de um modelo de beleza esquálido, só porque as capas de revista esfregam na nossa cara o que é “bonito”. Outra coisa: não existe perfeição, como também não existe um só tipo de beleza, um só tipo de cabelo, uma única cor de olhos. Que mania que as pessoas têm de rotular tudo e todo mundo, dividir em espécies, classificar e, no fim das contas, separar o bom do ruim, o que presta do que não presta.
A vida passa tão rápido que ninguém pensa no tempo que se perde vivendo para ser como os outros e esquecendo de viver para si. Estão todos sozinhos, com pressa, mastigando as suas marmitas sem glúten e pouco sódio. Não é permitido aproveitar o hoje porque é preciso estar linda amanhã. Você deve castrar as suas vontades se quiser ser “gostosa”. Ninguém vai te amar se você tiver a barriguinha saliente e uma dúzia de celulites. Das mais inadmissíveis loucuras para emagrecer aos produtos que inflem os músculos e o ego. É batata. É impossível ser bonita se você não for como elas.
A alimentação não tem que ser um check list que deve ser cumprido. No final das contas, sabe o que eu queria? Eu queria mesmo é que a gente se libertasse das obrigações e dos conceitos que o mundo impõe, começando pela ilusão de que felicidade é privação. Pra mim, ser feliz é justamente o contrário. Felicidade é permitir-se.
[...]
Dizem que aquela mulher que se alimenta a base de shakes é feliz. Eu tenho as minhas dúvidas.
Disponível em: <http://www.revistabula.com/5786-a-vidae-muito-curta-para-fazer-dieta/>.
Leia o trecho a seguir.
“É como estar num cativeiro com as chaves no bolso.
Caramba. [...]”
A palavra destacada indica linguagem:
A vida é muito curta para fazer dieta
A vida é mesmo muito curta. Quantas vezes ouvimos falar que o tempo voa, quantas vezes os mais experientes nos disseram que queriam ter descansado mais, viajado mais, aproveitado mais os companheiros, os filhos. A gente nem vê os dias passando, justamente porque prevemos muita vida pela frente. Imagine quanto tempo nós já perdemos negando prazeres, deixando para aproveitar depois mesmo sabendo que nada retrocede. Então, de que adianta sermos prisioneiros de nós mesmos, escravos do tempo? Se sabemos que somos feitos de agora, não faz sentido esperar para desfrutar amanhã.
Do mesmo jeito que a vida é curta para guardar rancor, para ficar de mau humor, para cumprir só com as obrigações, ela também é curta para passar por privações que nós mesmos criamos. Pense bem. É como estar num cativeiro com as chaves no bolso. Caramba. Somos crescidos o bastante para sermos os donos do nosso nariz, do coração, do estômago e do corpo inteiro.
A vida é muito curta para negar prazeres. E comer, definitivamente, é um enorme prazer. Sem contar que a comida aproxima as pessoas, como na casa da avó, onde toda a família se reúne espremida na cozinha para enfiar o dedo no molho, raspar a panela de doce e roubar uma colherinha antes de servir os pratos. Quantos pedidos de namoro foram feitos num jantar à luz de velas? Quantos casamentos começaram entre louças e taças de vinho? Quanto amor surgiu em volta de tabuleiros, quantas histórias compartilhadas entre cafés, sorrisos e pedaços de bolo?
Sinto muito, mas eu não vou tomar sopa e comer clara de ovo com batata doce 365 dias por ano, sozinha, tirando foto do meu prato e compartilhando a minha triste e solitária refeição insossa com as mulheres da academia. Não vou passar os meus dias comendo por obrigação, porque a sensação que me dá é a mesma de um astronauta que se alimenta de pílulas ou um enfermo mantido a caldo ralo. Eu não vou dispensar um vinho com as minhas amigas nem um jantar a dois pensando nos carboidratos. Não vou deixar de tomar cerveja porque dá barriga, e muito menos trocar o bom e velho brigadeiro por uma barra de proteína. Não vou azucrinar o garçom para saber o valor calórico dos bolinhos e da linguiça. Não vou encher o saco doutrinando sobre a dieta paleolítica.
É que não faz nenhum sentido viver sob a pressão de um corpo perfeito, de um modelo de beleza esquálido, só porque as capas de revista esfregam na nossa cara o que é “bonito”. Outra coisa: não existe perfeição, como também não existe um só tipo de beleza, um só tipo de cabelo, uma única cor de olhos. Que mania que as pessoas têm de rotular tudo e todo mundo, dividir em espécies, classificar e, no fim das contas, separar o bom do ruim, o que presta do que não presta.
A vida passa tão rápido que ninguém pensa no tempo que se perde vivendo para ser como os outros e esquecendo de viver para si. Estão todos sozinhos, com pressa, mastigando as suas marmitas sem glúten e pouco sódio. Não é permitido aproveitar o hoje porque é preciso estar linda amanhã. Você deve castrar as suas vontades se quiser ser “gostosa”. Ninguém vai te amar se você tiver a barriguinha saliente e uma dúzia de celulites. Das mais inadmissíveis loucuras para emagrecer aos produtos que inflem os músculos e o ego. É batata. É impossível ser bonita se você não for como elas.
A alimentação não tem que ser um check list que deve ser cumprido. No final das contas, sabe o que eu queria? Eu queria mesmo é que a gente se libertasse das obrigações e dos conceitos que o mundo impõe, começando pela ilusão de que felicidade é privação. Pra mim, ser feliz é justamente o contrário. Felicidade é permitir-se.
[...]
Dizem que aquela mulher que se alimenta a base de shakes é feliz. Eu tenho as minhas dúvidas.
Disponível em: <http://www.revistabula.com/5786-a-vidae-muito-curta-para-fazer-dieta/>.
Assinale a alternativa que apresenta a data em que o Dia Internacional da Mulher é comemorado todos os anos.
São moedas brasileiras anteriores ao real, EXCETO:
São considerados estados pertencentes a essa mesma região, EXCETO:
Nesse contexto, assinale a alternativa que apresenta a principal providência que deve ser tomada em relação à saúde desse trabalhador.
Considerando esse contexto, assinale a alternativa que apresenta a modalidade descrita.
Assinale a alternativa que apresenta uma das moedas que foi criada para os jogos Rio de Janeiro 2016 e que foram colocadas em circulação.
Assinale a alternativa que apresenta a instituição responsável por coletar e divulgar os dados referentes ao conjunto da população brasileira.
Assinale a alternativa que apresenta a pecuária que cuida especificamente da criação de bois e vacas.

Disponível em: <http://www.aquaflux.com.br>. Acesso em: 30 mar. 2016.
Qual é o perímetro do fundo do aquário?
Produtos Preços Detergente 1 litro R$ 12,00 Água sanitária 2 litros R$ 15,00 Sabão em pó 2 kg R$ 17,00 Desinfetante 2 litros R$ 9,00 Sabão em barra 1 kg R$ 7,00
Ao pagar sua compra, Márcia recebeu um desconto de 30%.
Considerando esse desconto, quanto ela pagou pela compra?
Tribo População Ticuna 35 000 Guarani 30 000 Caingangue 25 000 Macuxi 20 000 Terrena 16 000 Guajajara 14 000 Xavante 12 000 Ianomâmi 12 000 Paxató 9 700 Potiguara 7 700
Disponível em: <http://mundoeducacao.bol.uol.com.br>. Acesso em: 10 mar. 2016.
Quais são as duas tribos indígenas mais populosas do Brasil?
Quantidade de água Quantidade de sal 1 copo 0,5 colher de sopa 1 litro 2 colheres de sopa 5 litros 10 colheres de sopa (1 copo) 50 litros 1 Kg 100 litros 2 Kg 200 litros 4 Kg 300 litros 6 Kg 400 litros 8 Kg 500 litros 10 Kg
Disponível em: <http://www.araras.sp.gov.br/im/tabela_sal.pdf>. Acesso em: 9 mar. 2016.
Laura tem em sua casa uma caixa d’água de 1 000 litros, onde armazena água da chuva para lavar o quintal.
Qual é a quantidade de sal que deve ser usada para controlar as larvas de Aedes aegypti nessa caixa?
Observe o quadro a seguir que apresenta a frequência de visitantes desse parque no último final de semana.
Sexta-feira Sábado Domingo Período da manhã 90 235 119 Período da tarde 110 253 200
Qual foi o número total de visitantes no sábado?