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SILVA, Alberto da Costa e. População e Sociedade. In: SCHWARCZ, Lilia M. História do Brasil Nação: 1808 - 2010, volume 1, Crise colonial e independência: 1808 - 1830, coordenação de Alberto da Costa e Silva. Rio de Janeiro: Fundación Mapfre e Editora Objetiva, 2011. p. 38.
O movimento migratório para o Brasil, como descrito no trecho destacado, sobretudo entre o período joanino e o Primeiro Reinado, era justificado pela
SCHWARCZ, Lilia M; STARLING, Heloisa M. Brasil: uma biografia. São Paulo: Companhia das Letras, 2015, p 72.
O poder dessa aristocracia da cana, considerando a análise feita pelas autoras da obra Casa Grande & Senzala, de Gilberto Freyre, era assegurado porque os
SCHWARCZ, Lilia M.; STARLING, Heloisa M. Brasil: uma biografia. São Paulo: Companhia das Letras, 2015, p 120-1.
Tomando o trecho como referência, em relação à ocupação populacional das minas no século XVIII, é correto afirmar que
É fato conhecido dos estudiosos desse campo e reforçado pelas palavras de Carlos Leonardo Kelmer Mathias (2011, p. 41) que, nesse contexto, pode-se identificar que o Estado Imperial “estava em busca de sua afirmação enquanto nação e detinha uma orientação em sintonia com as tendências historiográficas caudatárias, fundamentalmente de matriz francesa”.
Dessa forma, refletindo sobre as características fundadoras / balizadoras do ensino de história ao longo do século XIX, analise as afirmativas a seguir.
I. O ensino de história nasceu sob a égide da elaboração dos agentes responsáveis por formar a nação, arquitetando um passado habilitado a homogeneizar e unificar as ações humanas na constituição de uma cultura nacional. II. A história ensinada era a história exclusiva da elite branca, voltada para Europa e para a mestiçagem da raça brasileira. III. A história ensinada, dada sua natureza caudatária, cuja matriz era o Colégio Pedro II, não costumava estar em sintonia com a história acadêmica, produzida pelo Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB). Conforme as informações e reflexões desse autor em relação ao ensino de história no Brasil, ao longo do século XIX, estão corretas as afirmativas
A Organização Mundial de Saúde (OMS) define critérios de elegibilidade dos métodos contraceptivos, apoiando a escolha daquele mais seguro e adequado para cada mulher.
Considere que uma paciente do sexo feminino de 17 anos de idade comparece à unidade básica de saúde em busca de um contraceptivo hormonal oral. Em seu histórico, queixa-se de enxaqueca sem aura no período menstrual, é nuligesta e seus ciclos menstruais são regulares e com cólicas. Informa ser tabagista desde os 15 anos de idade. As demais condições atuais e pregressas de risco para uso de contraceptivo hormonal são negativas. Interprete a categoria da OMS para os critérios de elegibilidade de métodos contraceptivos para essa situação específica, informados no quadro a seguir.

O contraceptivo oral indicado será
Estimam-se que os leiomiomas estejam presentes em 25 a 35% das mulheres em idade reprodutiva, afetando muitas vezes sua qualidade de vida, tamanha podem ser suas repercussões, como dor pélvica e sangramento anormal. Além disso, é possível que tenham impacto na fertilidade, excluídas outras causas, e na própria gestação se ocorrer.
São efeitos atribuíveis aos miomas, na fertilidade ou associados às complicações obstétricas, exceto:
A dor pélvica crônica é aquela que tem duração superior a seis meses. Por definição do Colégio Americano de Ginecologista e Obstetras (2004), é a que possui caráter contínuo ou intermitente, mas não cíclico, levando a repercussões individuais e sociais decorrentes de incapacidade física ou psicológica.
São reconhecidas como doenças ou condições de saúde causadoras da dor pélvica crônica em mulheres, exceto:
A oferta de um atendimento eficaz, em situações de urgência e emergência, é um desafio que demanda ações institucionais, estrutura adequada, fluxos assistenciais e que, também, envolve atitudes da equipe médica. O atendimento à mulher que sofreu violência assume características especiais, dadas as questões sociais como a desigualdade de gênero e a agressão doméstica.
É papel do médico ginecologista nesse contexto, exceto:
A crise hipertensiva na gestação é uma condição grave, associada ao aumento significativo do risco materno e fetal. Entre os fármacos anti-hipertensivos de primeira linha para uso hospitalar, destacam-se aqueles que são considerados os mais seguros para o concepto.
É medicamento anti-hipertensivo contraindicado na crise hipertensiva materna, por seus efeitos fetais indesejáveis,

Em consequência dessa evolução, pode-se esperar
A sobrevida em cinco anos para o câncer do colo do útero é estimada em 61% no Brasil (2005 a 2009). Ações de prevenção primárias ou secundárias voltam-se ao fator de risco mais importante, a infecção do colo pelo papiloma vírus humano.
Em relação à disseminação do câncer de colo uterino, analise as afirmativas a seguir.
I. O tumor progride precocemente por via hemática para os ossos, levando a sintomas específicos, desde sua fase inicial.
II. O câncer cresce localmente atingindo vagina, tecidos paracervicais e paramétrios.
III. A disseminação à distância ocorre principalmente por via linfática, envolvendo inicialmente os linfonodos pélvicos.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
Considere que, em uma consulta de pré-natal na unidade básica de saúde, uma gestante com histórico de duas cesarianas prévias manifeste a intenção de realizar uma cirurgia plástica abdominal. Uma vez que ela não tem expectativas de tentar um parto por via vaginal, argumentou ser vantagem a realização de dermolipectomia associada à cesariana, facilitando a recuperação no pós-parto.
Baseado nas alterações fisiológicas da gravidez, parto e puerpério, a orientação correta será
No geral, a infecção pelo zika vírus manifesta-se como doença febril aguda e autolimitada. Assim, para um controle mais efetivo da doença, ações preventivas são indispensáveis somadas à notificação quando do diagnóstico precoce na gestante e no reconhecimento oportuno da infecção fetal.
A esse respeito, é correto afirmar que
O monitoramento do crescimento fetal é um dos aspectos clínicos mais relevantes no cuidado prestado à gestação complicada por doenças maternas que cursam com fluxo placentário inadequado. O menor aporte de nutrientes, de forma persistente e progressiva ao longo da gravidez, determina eventos de adaptação fetal que podem ser identificados por meio da propedêutica ultrassonográfica.
Ordene os achados listados a seguir, iniciando pela repercussão fetal mais incipiente do crescimento intrauterino restrito, progredindo para aquela que se manifesta mais tardiamente.
1. Assimetria entre o diâmetro da cabeça em relação ao abdome fetal
2. Centralização de fluxo arterial fetal
3. Oligodrâmnio
Assinale a sequência correta.
O que é alteridade? É ser capaz de apreender o outro na plenitude da sua dignidade , dos seus direitos e, sobretudo, da sua diferença. Quanto menos alteridade existe nas relações pessoais e sociais, mais conflitos ocorrem. A nossa tendência é colonizar o outro, ou partir do princípio de que eu sei e ensino para ele. Ele não sabe. Eu sei melhor e sei mais do que ele (...). Dentro desse quadro, o desafio que se coloca para nós é como transformar as instituições pilares da sociedade em que vivemos: Família, Escola, Estado (o espaço do poder público, da administração pública), Igreja (os espaços religiosos) e Trabalho. Como torná-los comunidades de resgate da cidadania e de exercício da alteridade democrática? O desafio é transformar essas instituições naquilo que elas deveriam ser sempre: comunidades. E comunidades de alteridade. .
Tendo como responsabilidade a formação para a alteridade, o papel do Ensino Religioso na educação formal das pessoas e da sociedade é ampliada, devido, exceto:
O importante é que os estudos sistemáticos sobre os Novos Movimentos Religiosos (NMRs) nos ajudam a perceber que as pessoas da modernidade não são menos religiosas que as de outrora, que a religião não é mais prerrogativa exclusiva das Igrejas (no seu sentido clássico) e que a dinâmica dessas novas religiões não pode ser separada das mudanças que ocorrem no meio social. As pessoas da modernidade não são menos religiosas que as de outrora. A emergência dos NMRs tem suscitado intenso debate acerca da compreensão sobre os processos em curso na sociedade. Muitos trabalhos apontam para as denominações “retorno do sagrado”, “reencantamento”, ou “dessecularização” como tentativa de contraponto ao processo de secularização. A secularização é a responsável direta pela eclosão dos NMRs. Porém, devemos reconhecer que a secularização e encantamento do mundo não são processos excludentes, mas características próprias do atual estágio de desenvolvimento da sociedade brasileira. GUERREIRO, S. Novos Movimentos Religiosos. Quadro Brasileiro. São Paulo: Paulinas, 2016 (adaptado)
Identifique a causa apontada para a efervescência dos Novos Movimentos Religiosos (NMRs) na atualidade.
TEXTO I
No Brasil, intolerância religiosa nega e tenta inibir cultura mestiça Discriminação e ataques recaem, principalmente, sobre religiões de ancestralidade africana.
O cientista social e psicólogo Rafael Oliveira Soares, doutor em Ciências Sociais pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), pesquisador das populações afro-brasileiras, destaca que é um movimento comum no convívio entre culturas as migrações de pessoas entre grupos, religiosos ou não, gerando novas visões e expressões de sua fé. Porém, práticas religiosas fundamentalistas imporiam, pelo medo ou pela lógica de resultados, que há migrações incompatíveis, negando a cultura. Isto deságua, primordialmente, em religiões nascidas da mescla com elementos da África. De acordo com Rafael, aos embates de contexto religioso, associam-se o racismo e o preconceito, que figurariam como “instrumentos sociais de segregação de toda a sorte, especialmente da contínua redução das religiosidades dos negros e de suas herdeiras em ações do mal, ‘negras’ na magia, nas intenções e na fé”.
Nesse cenário, o Estado reconhece, de fato, a diversidade religiosa do país, mas não de direito. Uma discrepância no respeito às religiões prossegue em espaços e instituições que, ao contrário, deveriam zelar pela pluralidade de religiões e garantir sua proteção por meio de políticas públicas de diversos aspectos. Para Rafael, o Estado não admite, oficialmente, dialogar e estabelecer relações formais com religiões de ancestralidade africana. Disponível em: <http://www.redebrasilatual.com.br/> (Adaptação).
TEXTO II
O contexto de terrorismo e de guerra que estamos vivendo nos inícios do século XXI faz circular como moeda corrente o termo fundamentalismo. Esta palavra se tornou chave explicativa e interpretativa de ações terroristas que ocorreram em diferentes regiões do mundo (...) O Fundamentalismo não é uma doutrina, mas uma forma de interpretar e viver a doutrina, é assumir a letra das doutrinas e normas sem cuidar de seu espírito e de sua inserção no processo sempre cambiante da história, postura que exige contínuas interpretações e atualizações. (BOFF, Leonardo. Fundamentalismo, terrorismo, religião e paz. Desafios para o século XXI. Petrópolis: Vozes, 2009.)
A partir da análise dos textos e dos conhecimentos sobre o fenômeno do Fundamentalismo, analise as afirmações a seguir:
I. Ainda hoje há dentro do Cristianismo setores que prolongam, embora de forma sutil, o antigo fundamentalismo, disfarçado sob os nomes de restauração e de integrismo, demonizando outras manifestações religiosas distintas dessa. II. O fundamentalismo neopentecostal baseia-se no literalismo e opunha-se às interpretações dos métodos histórico-críticos e hermenêuticos para interpretar textos bíblicos. III. Aqueles que tomam o Alcorão como a revelação enlivrada (feito livro) e tentam aplicá-la em todos os campos da vida, no sagrado e no profano, na sociedade e na organização do Estado, tendem a transformar o Islamismo em uma religião fundamentalista. IV. A postura fundamentalista não aparece apenas na religião. Todos os sistemas que se apresentam como portadores exclusivos de verdade e de solução única para os problemas se inscrevem dentro daquilo que chamamos de fundamentalismo.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)