Foram encontradas 132 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 03 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.
Texto 03

Disponível em: https://www.pensador.com/. Acesso em: 24 set. 2024.
I- A preposição “até” insere, no texto, a ideia de inclusão.
II- Os dois pontos foram usados para introduzir um aposto.
III- A expressão “a cavalo” expressa circunstância de modo.
IV- O pronome “esta” poderia, com correção, substituir “essa”.
V- O pronome “isso” retoma termos referidos anteriormente.
Estão CORRETAS as afirmativas
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 03 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.
Texto 03

Disponível em: https://www.pensador.com/. Acesso em: 24 set. 2024.
I- A vida, embora difícil, é encantadora.
II- O sonho e a alegria ajudam a viver.
III- A luta contra a morte é impossível.
IV- A morte causa desespero e tristeza.
V- A vida, se for difícil, não vale a pena.
Estão CORRETAS as afirmativas
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.
Texto 02

Disponível em: https://www.canva.com/pt_br/mensagem/curta/. Acesso em: 24 set. 2024.
I- As palavras “fases” e “fazes” constroem um par denominado homônimo homófono, uma vez que elas possuem pronúncias iguais.
II- As palavras “fases” e “fazes” foram empregadas, no texto, com valores morfológicos, sintáticos e semânticos diferentes.
III- A conjunção “ou”, em seus dois usos, inserem no texto duas orações coordenadas sindéticas com ideia de alternância.
IV- As palavras “fases” e “fazes” contêm, em suas estruturas de formação, uma desinência que indica a segunda pessoa do plural representada pelo “-s” final.
V- O texto foi estruturado com dois períodos, sendo o primeiro um período simples, e o segundo, composto por duas orações coordenadas.
Estão CORRETAS as afirmativas
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.
Texto 02

Disponível em: https://www.canva.com/pt_br/mensagem/curta/. Acesso em: 24 set. 2024.
Analise as seguintes afirmativas, tendo em vista a estrutura linguística de construção dessa passagem.
I- As aspas assinalam o uso da ironia como recurso de expressão.
II- Os verbos “incorporo” e “habita” encontram-se em sentido figurado.
III- O termo “que” constrói coesão, pois retoma “personal organizer”.
IV- O verbo “categorizando” foi usado com significado de “separando”.
V- O uso da primeira pessoa comprova a presença de subjetividade.
Estão CORRETAS as afirmativas
Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista a expressão “dada de bandeja”, presente nessa passagem.
I- Encontra-se em sentido conotativo.
II- Encontra-se em sentido denotativo.
III- Assinala o uso da linguagem formal.
IV- Assume o valor semântico de “fácil”.
V- Assinala o uso da linguagem popular.
Estão CORRETAS as afirmativas
- Você lembra quando não existia internet?
- Rossandro Klinjey
Para aqueles que se lembram dos dias em que conversas espontâneas em lojas e sorrisos não solicitados eram a
norma, a era pré-smartphone, quando a internet ainda era apenas um sonho, foi mágica. Se o auge da sua infância envolvia
ouvir sua mãe gritando na rua: “tá na hora do jantar”, ou inventar aventuras apenas com sua imaginação, você
provavelmente nutre uma relação de amor e ódio com seu “telefone inteligente”, esse dispositivo maravilhoso com conexão
à internet que nos permite andar em cidades que não conhecemos, pedir comida ou comprar roupa com um clique. Enfim,
como sobrevivíamos sem Waze e o delivery?
E, sim, eles podem encontrar quase tudo para nós, de um novo amor a uma refeição saborosa. Mas, por mais que
tentem, ainda não conseguem substituir um abraço caloroso. Muito menos uma conversa olho no olho, ou entender as
sutilezas do coração humano. Um brinde à ironia de um mundo onde podemos estar a um clique de tudo, exceto da
genuína conexão entre gente de verdade.
Com a ascensão dos smartphones e das redes sociais, ultrapassamos as barreiras de tempo e espaço, inclusive na
internet, reconectando-nos com amigos de infância, colegas de escola e parentes em outros países em tempo real. É uma
viagem incrível quebrar as limitações do relógio e da geografia com apenas um toque. Quem poderia resistir a tal fascínio?
Em seguida, veio o feed infinito das redes sociais pronto para entregar elevadas doses de dopamina e satisfazer a cada
um de nós, fornecendo exatamente o que desejávamos naquele momento. [...]
E assim ficamos presos, quase acreditando que havíamos perdido a capacidade de retornar à nossa humanidade.
Agora, começamos a compreender esse dilema. Na busca por experiências externas, desvalorizamos a convivência
íntima, aquela que nos permite crescer e dar sentido à nossa vida.
Não por acaso, atualmente, observa-se uma busca por reconexão com o mundo real, uma tentativa de compensar o
empobrecimento dos nossos relacionamentos, que se tornaram superficiais.
Que venham esses novos/velhos tempos, e que venham logo, pois é estando presente que a gente vive o melhor de
nós.
Disponível em: https://vidasimples.co/colunista/voce-lembra-quando-nao-existia-internet/. Acesso em: 30 set. 2024. Adaptado.
- Você lembra quando não existia internet?
- Rossandro Klinjey
Para aqueles que se lembram dos dias em que conversas espontâneas em lojas e sorrisos não solicitados eram a
norma, a era pré-smartphone, quando a internet ainda era apenas um sonho, foi mágica. Se o auge da sua infância envolvia
ouvir sua mãe gritando na rua: “tá na hora do jantar”, ou inventar aventuras apenas com sua imaginação, você
provavelmente nutre uma relação de amor e ódio com seu “telefone inteligente”, esse dispositivo maravilhoso com conexão
à internet que nos permite andar em cidades que não conhecemos, pedir comida ou comprar roupa com um clique. Enfim,
como sobrevivíamos sem Waze e o delivery?
E, sim, eles podem encontrar quase tudo para nós, de um novo amor a uma refeição saborosa. Mas, por mais que
tentem, ainda não conseguem substituir um abraço caloroso. Muito menos uma conversa olho no olho, ou entender as
sutilezas do coração humano. Um brinde à ironia de um mundo onde podemos estar a um clique de tudo, exceto da
genuína conexão entre gente de verdade.
Com a ascensão dos smartphones e das redes sociais, ultrapassamos as barreiras de tempo e espaço, inclusive na
internet, reconectando-nos com amigos de infância, colegas de escola e parentes em outros países em tempo real. É uma
viagem incrível quebrar as limitações do relógio e da geografia com apenas um toque. Quem poderia resistir a tal fascínio?
Em seguida, veio o feed infinito das redes sociais pronto para entregar elevadas doses de dopamina e satisfazer a cada
um de nós, fornecendo exatamente o que desejávamos naquele momento. [...]
E assim ficamos presos, quase acreditando que havíamos perdido a capacidade de retornar à nossa humanidade.
Agora, começamos a compreender esse dilema. Na busca por experiências externas, desvalorizamos a convivência
íntima, aquela que nos permite crescer e dar sentido à nossa vida.
Não por acaso, atualmente, observa-se uma busca por reconexão com o mundo real, uma tentativa de compensar o
empobrecimento dos nossos relacionamentos, que se tornaram superficiais.
Que venham esses novos/velhos tempos, e que venham logo, pois é estando presente que a gente vive o melhor de
nós.
Disponível em: https://vidasimples.co/colunista/voce-lembra-quando-nao-existia-internet/. Acesso em: 30 set. 2024. Adaptado.
Considere a seguinte passagem do texto: “Agora, começamos a compreender esse dilema. Na busca por experiências externas, desvalorizamos a convivência íntima, aquela que nos permite crescer e dar sentido à nossa vida.”
Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista a estrutura morfológica e sintática dessa passagem.
I- A vírgula depois de “externas” foi usada, de acordo com a norma, para separar a expressão adverbial “Na busca por experiências externas”, que se encontra deslocada.
II- O uso do sinal indicativo de crase em “à nossa vida”, de acordo com a norma, é facultativo, tendo em vista a presença do pronome possessivo feminino “nossa”.
III- Os pronomes “aquela” e “que” são anafóricos uma vez que constroem coesão, pois retomam o termo “a convivência íntima”.
IV- O uso da próclise em “aquela que nos permite” de acordo com a norma, é obrigatório, pois a palavra “que” é atrativa.
V- Os termos “que” e “e” foram usados como conjunções subordinativas, uma vez que ligam orações e constroem a coesão.
Estão CORRETAS as afirmativas
- Você lembra quando não existia internet?
- Rossandro Klinjey
Para aqueles que se lembram dos dias em que conversas espontâneas em lojas e sorrisos não solicitados eram a
norma, a era pré-smartphone, quando a internet ainda era apenas um sonho, foi mágica. Se o auge da sua infância envolvia
ouvir sua mãe gritando na rua: “tá na hora do jantar”, ou inventar aventuras apenas com sua imaginação, você
provavelmente nutre uma relação de amor e ódio com seu “telefone inteligente”, esse dispositivo maravilhoso com conexão
à internet que nos permite andar em cidades que não conhecemos, pedir comida ou comprar roupa com um clique. Enfim,
como sobrevivíamos sem Waze e o delivery?
E, sim, eles podem encontrar quase tudo para nós, de um novo amor a uma refeição saborosa. Mas, por mais que
tentem, ainda não conseguem substituir um abraço caloroso. Muito menos uma conversa olho no olho, ou entender as
sutilezas do coração humano. Um brinde à ironia de um mundo onde podemos estar a um clique de tudo, exceto da
genuína conexão entre gente de verdade.
Com a ascensão dos smartphones e das redes sociais, ultrapassamos as barreiras de tempo e espaço, inclusive na
internet, reconectando-nos com amigos de infância, colegas de escola e parentes em outros países em tempo real. É uma
viagem incrível quebrar as limitações do relógio e da geografia com apenas um toque. Quem poderia resistir a tal fascínio?
Em seguida, veio o feed infinito das redes sociais pronto para entregar elevadas doses de dopamina e satisfazer a cada
um de nós, fornecendo exatamente o que desejávamos naquele momento. [...]
E assim ficamos presos, quase acreditando que havíamos perdido a capacidade de retornar à nossa humanidade.
Agora, começamos a compreender esse dilema. Na busca por experiências externas, desvalorizamos a convivência
íntima, aquela que nos permite crescer e dar sentido à nossa vida.
Não por acaso, atualmente, observa-se uma busca por reconexão com o mundo real, uma tentativa de compensar o
empobrecimento dos nossos relacionamentos, que se tornaram superficiais.
Que venham esses novos/velhos tempos, e que venham logo, pois é estando presente que a gente vive o melhor de
nós.
Disponível em: https://vidasimples.co/colunista/voce-lembra-quando-nao-existia-internet/. Acesso em: 30 set. 2024. Adaptado.
Considere a seguinte passagem do texto: “Em seguida, veio o feed infinito das redes sociais pronto para entregar elevadas doses de dopamina e satisfazer a cada um de nós, fornecendo exatamente o que desejávamos naquele momento.”
O termo “dopamina” está associado ao/à
Maria Paula, 19 anos, jogadora de vôlei, é atendida durante um jogo, devido a uma queda ao pular para tentar bloquear uma bola adversária. Ao cair no chão, sofreu uma torsão do tornozelo direito, que imediatamente edemaciou e limitou seus movimentos. No dia seguinte ao trauma, foi levada a uma clínica de fisioterapia usando muletas e uma bota ortopédica para estabilizar os movimentos do pé e tornozelo. A paciente ainda apresentava edema significativo e dor aos movimentos e ao apoio sobre o pé e tornozelo lesado. Inicialmente a conduta fisioterapêutica consistiu em reduzir o processo inflamatório e promover analgesia ao paciente, e redução da lesão para permitir, a ela, apoiar o pé sem dor ou desconforto.
Aplicando os recursos fisioterapêuticos adequados, está indicado(a) para este paciente, nessa fase,
Maria Rita, 32 anos de idade, artesã, residente em Pirapora/MG, é encaminhada à clínica de fisioterapia queixando-se de alteração de sensibilidade (dormência e formigamento) na mão esquerda, região palmar, com acometimento do 1º ao 3º dedo. Relata que os sintomas iniciaram há 3 meses, e que o desconforto vem piorando à medida que realiza as suas atividades laborais e de vida diária. Ao ser examinada na consulta fisioterapêutica, foram realizados exames e testes para diagnósticos diferenciais. A suspeita de hérnia discal cervical foi descartada, e os testes de Tínel e Phalen foram positivos.
Aplicando os conhecimentos de semiologia, anatomia humana e propedêutica para avaliar adequadamente a paciente do caso clínico descrito acima, pode-se afirmar que os testes foram positivos para