Questões de Concurso Para prefeitura de montes claros - mg

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Q3065311 Medicina
Paciente do sexo masculino, branco, 50 anos, agricultor, não tabagista, com história de dispnéia progressiva há doze meses, tosse improdutiva, com episódio de chiado torácico, picos febris isolados, sendo tratado inicialmente com broncodilatadores e antimicrobianos, sem melhora. Na revisão da história clínica com posterior visita domiciliar foi confirmada exposição ambiental a intensa proliferação fúngica intradomiciliar. Ao exame clínico, apresentava-se afebril, eupneico em repouso, sem hipocratismo digital e linfoadenomegalias. Tórax atípico com expansibilidade diminuída difusamente, presença de roncos e sibilos esparsos. Exames complementares realizados: 1) Hemograma: Hb:15,7g/dL; Ht: 41%, leucócitos: 11.900/mm3 (segmentados: 66%, linfócitos: 25%, eosinófilos: 4%, monócitos: 5%). 2) Rx de tórax: infiltrado retículo-nodular difuso com desarranjo da arquitetura pulmonar. 3) TC de alta resolução: nódulos centro lobulares, áreas de fibrose com bronquiectasias de tração e aprisionamento aéreo (“air trapping”) e áreas de vidro despolido de permeio. 4) Pesquisas de BAAR e fungos em três amostras do escarro induzido: negativas. 5) Reação de PPD: negativa. 6) Sorologia para Blastomicose: negativa. 7) Prova de função pulmonar: CVF: 2.73L (66% previsto), VEF1: 2,48L (78% previsto), VEF1/CVF: 91% previsto, FEF25-75: 3,74L (109% previsto); revelando distúrbio ventilatório restritivo de grau leve. 8) Lavado broncoalveolar: material centrifugado revela numerosos neutrófilos, linfócitos, eosinófilos, macrófagos alveolares e várias células epiteliais escamosas sem atipias. Não foram observados agentes microbianos. Extraído da Rev. bras. alerg. imunopatol. - Vol. 28, Nº. 2, 2005.
O caso clínico descrito é sugestivo de qual patologia e qual o tratamento indicado? 
Alternativas
Q3065310 Medicina
Um paciente do sexo masculino, 48 anos, casado, tabagista, caminhoneiro, apresenta hipertensão arterial sistêmica não controlada, pré-diabetes e obesidade. A esposa relata história de sono agitado, ronco alto e contínuo e apneias observadas durante o sono que pioram em decúbito dorsal nos últimos 10 anos. Os sintomas se intensificaram há dois anos após ganho ponderal de aproximadamente 12 kg. O paciente relata sensação de sono não reparador com sonolência diurna excessiva (SDE), já tendo, inclusive, história de acidente automobilístico por cochilar ao volante. Ao realizar exame físico, apresenta pressão arterial de 160/98 mmHg, índice de massa corporal (IMC) de 35,2 kg/m2, circunferência cervical de 44 cm, cavidade oral com classificação de Mallampati modificado IV, tonsilas grau II, úvula alongada e hiperemiada. Nas auscultascardíaca e pulmonar e no exame abdominal, não são verificadas alterações relevantes. A aplicação da escala de sonolência de Epworth (ESS) evidencia 18/24 pontos (indicativa de sonolência: acima de 10 pontos). Não são observadas alterações no raio X de tórax e na espirometria. A partir do ecocardiograma Doppler e fluxo a cores transtorácico, constatam-se achados sugestivos de cardiopatiahipertensiva. Os exames de laboratório possibilitam a verificação de glicemia limítrofe, hipercolesterolemia e hipertrigliceridemia. As provas de função da tireoide estão dentro dos limites da normalidade. Submeteu-se à polissonografia com o seguinte resultado: I.A.H = 43 eventos / h, queda da saturação de 65%. Disponível em: https://www.medicinanet.com.br/categorias/casos.htm. Acesso em 15 ago. 2024.

De acordo com a classificação da gravidade da Apnéia Obstrutiva do Sono (AOS), qual a indicação de tratamento?
Alternativas
Q3065309 Medicina
Paciente do sexo masculino; 60 anos; branco, procurou UBS (Unidade Básica de Saúde), apresentando há três meses quadro de disfagia; astenia e dispneia. Paciente relata que há dez dias apresentou disfonia, bem como piora da disfagia, astenia e dispneia. Alega emagrecimento de 15 kg nos últimos três meses. Aponta não haver fatores de melhora ou piora para a disfonia. Destaca alimentos sólidos, como fator de piora para a disfagia, sem fatores de melhora; repouso como fator de melhora para a astenia e atividades diárias, a exemplo de subir escadas, como fator de piora. Além disso, relata repouso como fator de melhora para dispneia e atividades, como caminhada por curto tempo, como fatores de piora. Nega uso de medicamentos. Nega doenças prévias e alergias. Refere ainda que trabalhou por 30 anos em indústria metalúrgica, e ser tabagista há 40 anos, com carga tabágica de 80 maços/ano. Relata que irmão teve câncer, o qual não sabe especificar. Ao exame físico, o paciente encontrava-se em regular estado geral, fácies atípica, lúcido e orientado em tempo e espaço, acianótico, anictérico, hidratado, eupneico (F.R = 18 irm), normocárdico (F.C = 80 bpm) e normotenso (120 x 80 mmHg), disfonia. Linfonodomegalia, palpável em linfonodos supraclaviculares. Aparelho respiratório com murmúrio vesicular diminuído, classificado como sibilo, com ruídos adventícios. Aparelho cardiovascular com bulhas rítmicas normofonéticas em 2 tempos, sem desdobramentos ou sopros. Abdome plano, ruídos hidroaéreos presentes, fígado e baço não palpáveis e indolor à palpação superficial e profunda. A radiografia de tórax: um nódulo pulmonar espiculado com 3,0 cm de diâmetro em campo pulmonar superior esquerdo. Foi encaminhado para o hospital da cidade, realizou T.C de tórax: uma imagem nodular espiculada, densa, em bronquio fonte esquerdo e com estriações em direção à pleura, sendo, em seguida, feita a broncoscopia para biópsia. O resultado da biópsia constatou o diagnóstico de neoplasia pulmonar, do tipo células não pequenas. Logo após, realizou-se cintilografia óssea e ressonância nuclear magnética do cérebro para o estadiamento da doença, os quais comprovaram metástase em linfonodos supraclaviculares, chegou-se ao diagnóstico de neoplasia pulmonar, do tipo células não pequenas, estádio III B. Disponível em: https://sanarmed.com/resumos-cancer-de-pulmao-ligas. Acesso em: 15 ago. 2024.
De acordo com o tipo histológico e com o estádio da neoplasia diagnosticada, qual a conduta preconizada?
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Q3065308 Medicina
Paciente de 40 anos, do sexo feminino, com diagnóstico de HAPI desde 1994, apresentava dispnéia aos esforços moderados (classe funcional II/ New York Heart Association). O ecocardiograma estimou a pressão sistólica da artéria pulmonar em 126 mmHg e revelou dilatação e disfunção de ventrículo direito significativas, sem acometimento de câmaras esquerdas. O cateterismo cardíaco direito associado à arteriografia pulmonar não evidenciaram falhas de enchimento compatíveis com HPTEPC e confirmaram os níveis pressóricos na circulação pulmonar. A cintilografia ventilação/perfusão revelou captação homogênea do radiofármaco no mapeamento de perfusão. Iniciou-se tratamento não específico com digitálico e anticoagulação. Em abril de 2004, apresentou piora funcional progressiva, chegando à classe funcional IV. A angiotomografia de tórax evidenciou trombos parietais excêntricos, de predomínio no tronco da artéria pulmonar (dos ramos principais até os ramos sub-segmentares, bilateralmente), com calcificações periféricas aos trombos. Apresentava ainda padrão de perfusão em mosaico no parênquima pulmonar e dilatação de artérias brônquicas. A investigação para trombose venosa profunda e trombofilias resultou negativa. Apesar da piora de classe funcional, a distância percorrida no teste de caminhada de seis minutos (TC6) — usado para avaliar a capacidade funcional — foi de 414 m; dissociação essa já descrita para pacientes com HAPI. A paciente permaneceu todo o período de tratamento adequadamente anticoagulada. As imagens tomográficas eram totalmente compatíveis com o diagnóstico de HPTEPC. Foi iniciado tratamento com sildenafila 75 mg/dia. Houve ótima resposta clínica e retorno, após algumas semanas, à classe funcional II. Outro cateterismo cardíaco direito, realizado em julho de 2007, evidenciou pequena queda do débito cardíaco e manutenção dos níveis pressóricos, em relação ao realizado na ocasião do diagnóstico de HAPI. A paciente se mantém em classe funcional II, com distância percorrida no TC6 de 404 m.
Extraído da revista J Bras Pneumol. 2008; 34(7): 532-536.
Analisando o caso clínico descrito, diagnosticado com Hipertensão Tromboembólica Pulmonar Crônica HPTEPC, a conduta terapêutica adotada foi correta ou não?
Alternativas
Q3065307 Medicina
Paciente feminina, 46 anos, apresentava história de asma de difícil controle iniciada ainda na infância, com quatro anos de idade, necessitando seguidamente recorrer às emergências hospitalares, com várias internações pelas crises asmáticas desencadeadas por sinusite e atopia severa. Na história médica pregressa, a paciente relatava sinusite de repetição com gotejamento pós-nasal, hipertensão arterial sistêmica há dezenove anos e um episódio de acidente vascular cerebral há nove anos, com pequeno déficit focal remanescente à esquerda. Iniciou há três anos com artralgias em joelhos, cotovelos e punhos, artrite de mãos (interfalangianas proximais) e mialgias. História de alergia a várias medicações com desenvolvimento de rash cutâneo, boncoespasmo e dois episódios de parada respiratória decorrente do uso de uma das medicações. Relatava três internações prévias nos últimos 12 meses. Medicações em uso: salmeterol/ fluticasona 50/500 mcg inalatória, fluticasona nasal 50, salbutamol spray 100 mcg via inalatória quando necessário, captopril 25 mg, e prednisona 40 mg via oral por cinco dias nas crises de asma. Ao exame físico:I.M.C = 31, corada, eupneica, leve desvio da comissura labial, ausculta cardíaca normal, ausculta pulmonar com sibilos inspiratórios, enrijecimento articular, nodulações e desconforto em membros inferiores. O teste de função pulmonar evidenciava um distúrbio ventilatório obstrutivo moderado com variação significativa ao uso do broncodilatador. As radiografias dos seios da face demonstravam importante espessamento do revestimento mucoso dos seios maxilares e células etmoidais e radiografia do tórax normal. Hematócrito 40%, hemoglobina 13,1 g/dl, 10.600 leucócitos com 1.342 eosinófilos/mm3, 316.000 plaquetas/mm3, IgE total de 893 UI/ml, pesquisa negativa para anticorpos anticitoplasma de neutrófilos. Biópsia da mucosa do seio maxilar, que evidenciou intenso infiltrado eosinofílico. Extraído da revista Scientia Médica, Porto Alegre, v. 18, n. 4, p. 184-187, out./dez. 2008.
Com base no quadro clínico e nos exames laboratoriais, qual hipótese diagnóstica foi aventada e o tratamento instituído?
Alternativas
Q3065306 Medicina
MF, 53 anos de idade, sexo masculino, negro, trabalhador rural, residente de Canindé de São Francisco, procurou pneumologista devido a tosse seca há 3 meses. Paciente refere tosse não produtiva associada febre baixa diárias há 3 meses, aferida com termômetro axilar chegando ao máximo de 38. Além disso, apresentou prostração e inapetência. Relatou uso há 15 dias de AINE (ibuprofeno 500mg) por 5 dias com melhora parcial dos sintomas. Após interrupção do medicamento, percebeu progressão do quadro e procurou atendimento médico para a queixa, sendo medicado com amoxicilina/clavulanato por 5 dias, persistindo a tosse seca, fraqueza e febre irregular. Relatou também a perda de 5kg desde o começo dos sintomas e aparecimento de lesões crostosas nasais e orais. Relata ter diabetes melito tipo 2, com interrupção de tratamento há 6 meses. Nega tabagismo, etilismo, uso de drogas ilícitas, outras doenças e uso de outros medicamentos durante o período. Ao exame físico, apresenta-se em regular estado geral, orientado no tempo e no espaço, afebril, acianótico, anictérico, hidratado, hipocorado, eupneico, normocárdico (FC 70bpm) e normotenso (PA 130x80mmHg). Rinoscopia revela lesões ulcerativas em região septal com aspecto granulomatoso. Na ausculta pulmonar, murmúrio vesicular está reduzido em terço superior do hemitórax direito, mas sem ruídos adventícios. Aparelho cardiovascular com bulhas rítmicas, normofonéticas em dois tempos sem sopros. Abdome flácido, globoso, ruídos hidroaéreos normoativos, ausência de visceromegalias e dor a palpação. Ausência de insuficiência venosa periférica e edema de extremidades. Ultrassonografia abdominal revelou discreta esplenomegalia, enquanto TC do tórax apresentou condensação em terço superior em ambos os pulmões. Os exames laboratoriais indicaram: Proteína C Reativa 6,9mg/dl; VDRL, anti-HIV, FTA-Abs e ANCA-c negativos. Baciloscopia e cultura para M. tuberculosis estavam negativos. Disponível em: https://https://sanarmed.com/internato. Acesso em: 15 ago. 2024.
Analisando o quadro apresentado, qual o diagnóstico provável, exame confirmatório e tratamento?
Alternativas
Q3065305 Medicina
Uma senhora de 75 anos dá entrada no pronto-socorro, acompanhada do filho, com queixas de dispneia e tosse não produtiva. A dispneia é mais importante aos esforços e aumentou progressivamente nos últimos 2 meses. Ela nega dor torácica, febre ou calafrios. Há 3 semanas, ela procurou atendimento médico ambulatorial pelas mesmas queixas e foi tratada com azitromicina por 3 dias, sem melhora. Ela é diabética e hipertensa há 20 anos e tem obesidade grau 3. Também tem artrite reumatoide. Nunca fumou. O filho comenta que percebeu perda de peso e diminuição da ingesta alimentar nas últimas semanas. Ao exame físico, está tossindo e aparenta estar mal. A temperatura axilar é de 37,7°C, FC: 105 bpm, PA: 140/70 mmHg, FR: 24 rpm e saturação O2 89% em ar ambiente. Não é possível avaliar pressão venosa jugular devido obesidade. Há estertores em ambos campos pulmonares. Ausculta cardíaca sem alterações. Não há edema de extremidades. As mãos e pés estão quentes e há presença de deformidades articulares. Ela faz uso de lisinopril, atenolol, glipizida, metiformina e infliximab para artrite reumatoide nos últimos 4 meses. Ecocardiograma (realizado no segundo dia da internação) que mostra fração de ejeção normal sem evidência de pressões de enchimento elevadas. TC de tórax, que revela um padrão reticular com inumeráveis nódulos pulmonares pequenos (1 a 2 mm) e disseminados. Disponível em: https://raciocinioclinico.com.br/caso-clinico01. Acesso em 15 ago. 2024.

Diante do quadro apresentado, dentre os diagnósticos diferenciais, qual o mais provável?
Alternativas
Q3065304 Medicina
Doente do sexo feminino, 34 anos, raça caucasiana, seguida em consulta de Pneumologia desde 2003, após internamento por quadro clínico de infecção respiratória com insuficiência respiratória parcial grave. A doente referia queixas de tosse produtiva, cansaço e dispneia progressiva para pequenos esforços com evolução desde há um ano. Submetida, em 2002, à toracoscopia médica com biópsia pleural e talcagem por derrame pleural bilateral quiloso. História ginecológica: Menarca - 12 anos, G1P1 (ano 2000). Antecedentes pessoais e familiares irrelevantes. Ao exame objetivo, a doente apresentavase consciente, orientada, colaborante, polipneica, apirética e normotensa. À auscultação pulmonar apresentava um murmúrio vesicular globalmente diminuído, sem ruídos adventícios, e a auscultação cardíaca era rítmica e sem sopros audíveis. TCAR do tórax: de forma difusa e em ambos os campos pulmonares há múltiplos quistos aéreos de várias dimensões, até 1 cm, de paredes finas. Apresenta canal torácico ectasiado. Volumoso derrame pleural direito. (Extraído da Revista Portuguesa de Pneumologia, vol. XVI, N.º 1, janeiro/fevereiro, 2010.)
De acordo com a principal suspeita diagnóstica, qual a terapia preconizada?  
Alternativas
Q3065253 Medicina
Criança de 5 anos, com história de pai alcoólatra e violento, foi trazida pela tia ao pronto-socorro com relato de queda de própria altura e dor em membro inferior esquerdo. Ao exame físico, observadas equimoses e lesões anulares semelhantes a queimadura em estágio cicatricial pelo corpo. A pediatra suspeita de maus tratos. Qual a conduta mais adequada nesse caso?
Alternativas
Q3065252 Medicina
Médico de plantão em sala de parto recebe recém-nascido a termo que nasceu com tônus fraco e respiração irregular. Realizado clampeamento imediato do cordão umbilical, levado recém-nascido para berço de calor radiante, secado, retirados campos úmidos e posicionado. Após esses primeiros passos, RN apresentava frequência cardíaca de 80 bpm, movimentos respiratórios ausentes, cianose central, hipotonia e ausência de resposta reflexa. O próximo passo para reanimação neonatal é:  
Alternativas
Q3065251 Medicina
Criança de 11 anos internada em hospital pediátrico para realização de cirurgia ortopédica por fratura de fêmur após queda de escada. Na internação, apresentou infecção de sítio cirúrgico e veio a falecer 12 dias depois por choque séptico decorrente de pneumonia. Em relação à declaração de óbito desse caso relatado, assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q3065250 Medicina
J.C.A, 11 anos e 6 meses, sexo masculino, em consulta ambulatorial com pediatra, devido à preocupação dos pais pelo fato de ele ser o menor estudante da sala. Durante a consulta, identificado que a criança não apresenta nenhum marco puberal. Criança pratica atividade física regularmente (natação, 3 vezes na semana) e pais referem alimentação adequada. Sem relato de comorbidades ou informações relevantes quanto à história pregressa. Sem antecedentes familiares relevantes. Não observadas alterações ao exame clínico. Estádio puberal G1P1, estatura 130 cm (curva OMS escore -Z entre -3 e -2), IMC 17,2 kg/m2 (curva OMS escore-z 0). Na última consulta, ele apresentava estatura de 126 cm. O pai possui estatura de 180 cm e a mãe de 169 cm e refere que apresentou menarca aos 13 anos. A criança realizou radiografia de punho esquerdo há 10 dias, com idade óssea compatível com 9 anos. Qual a principal hipótese diagnóstica?  
Alternativas
Q3065249 Medicina
Criança de 4 anos de idade é levada ao pronto-socorro com relato de tosse e febre, iniciados há 5 dias, com piora nas últimas 24h. À admissão, apresentava taquipneia com discreta tiragem subcostal e murmúrio vesicular abolido à direita. Realizada radiografia de tórax que evidenciou, à direita, consolidação lobar com broncograma aéreo e derrame pleural moderado. Toracocentese revela líquido purulento, pH6,5, glicose 35mg/dl; proteínas 4,5; aguardando resultado de cultura. Qual o agente etiológico mais provável e qual a melhor conduta após a prescrição do antibiótico? 
Alternativas
Q3065248 Medicina
M.E.D.C, de 1 ano e 5 meses, com histórico recente de internação por SIM-P está, há 4 semanas, em uso de ácido acetilsalicílico 3mg/kg/dia com programação de 6 semanas de tratamento. Mãe comparece à consulta pediátrica, uma vez que, devido à internação, não foram administradas as vacinas de 15 meses. Solicita orientação quanto à atualização do cartão vacinal.
Assinale a alternativa que apresenta a vacina que pode acarretar complicações ao ser utilizada nesse momento. 
Alternativas
Q3065247 Medicina
Mãe de 19 anos leva recém-nascido de 15 dias de vida à primeira consulta com pediatra após a alta da maternidade. Refere que o filho nasceu de parto vaginal a termo, sem intercorrências e que recebeu alta após 24h. Nega quaisquer queixas e informa que o recém-nascido tem dormido bem, apresentado diurese e evacuação adequadas conforme orientações que recebeu da equipe da maternidade e boa pega e sucção ao seio. Entretanto, possui muitas dúvidas quanto ao aleitamento materno e questiona se uma fórmula infantil não seria benéfica, uma vez que ela conseguiria controlar os horários de administração e volumes de ingesta do filho. Além disso, está muito preocupada, pois o filho perdeu 60 gramas desde o nascimento. Quanto à conduta médica para promoção do aleitamento materno, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3065246 Medicina
I.S.L, de 32 anos, com diagnóstico recente de tuberculose pulmonar e início de tratamento há 8 dias, deu à luz um bebê, nascido de parto vaginal sem intercorrências, apgar 9/9 e exame físico normal. A mãe e o recém-nascido serão transferidos do bloco obstétrico para a maternidade. Qual a conduta adequada em relação ao aleitamento materno?
Alternativas
Q3065245 Medicina
Adolescente do sexo feminino de 15 anos de idade é levada pela mãe à UBS com relato de violência sexual ocorrida em festa na escola há 5 dias. Segundo relato da adolescente, o fato ocorreu com um desconhecido em tal festa, houve penetração vaginal e anal com pequena quantidade de sangramento observada no dia seguinte. Não havia contado aos pais até o momento, pois estava com medo do que eles pensariam. Nega quaisquer outras queixas físicas no momento. Assinale a alternativa CORRETA em relação à profilaxia pós-exposição ao HIV.
Alternativas
Q3065244 Medicina
G.D.C, sexo feminino, de 3 anos, com histórico de febre e diarreia líquida, com muco e sangue há 3 dias, dá entrada na emergência com crise convulsiva tônico-clônica generalizada. Qual o agente etiológico provavelmente responsável pelo quadro apresentado?
Alternativas
Q3065243 Medicina
S.D.A, de 3 anos de idade, é internado na UTI pediátrica em insuficiência renal aguda após início de palidez, irritabilidade e fraqueza. Entre as alterações de exames laboratoriais observam-se Hb6,8 leucócitos 13.000 e plaquetas 79.000. Mãe informa que a criança vem apresentando quadro de diarreia há 8 dias. A principal hipótese para essa criança e o principal agente infeccioso envolvido são, respectivamente:
Alternativas
Q3065242 Medicina
Mãe leva filha de 3 anos ao pediatra devido a histórico de faringoamigdalite de repetição. A mãe informa que, no último ano, a criança apresentou 8 episódios e já fez vários tratamentos com antimicrobianos diversos, sendo o último há 20 dias com Amoxicilina 50mg/kg/dia por 7 dias, com melhora dos sintomas após 5 dias de antibiótico. Ao exame clínico, observa-se hiperemia difusa de orofaringe com exudato em tonsilas, aftas na mucosa oral e adenomegalia cervical bilateral. A mãe informa que sempre que a criança apresenta esses episódios de faringoamigdalite, os médicos referem a presença das aftas e adenomegalia supracitadas.
Qual dos tratamentos a seguir traria melhor benefício para esse paciente?
Alternativas
Respostas
241: D
242: E
243: C
244: A
245: C
246: D
247: E
248: B
249: A
250: E
251: D
252: E
253: C
254: D
255: C
256: B
257: A
258: C
259: D
260: B