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Q1817656 Português
   Em maio, encerrei uma palestra sobre a Amazônia e a criação de futuro, na universidade de Harvard, nos Estados Unidos, afirmando que a esperança, assim como o desespero, é um luxo que não temos. Com um planeta superaquecendo, não há tempo para lamentações e para melancolias. Precisamos nos mover, mesmo sem esperança. Assim que terminei, um grande empresário brasileiro fez uma manifestação em defesa da esperança e foi aplaudido entusiasticamente por parte da plateia. A esperança, e não a destruição acelerada da Amazônia ou a emergência climática global, foi o assunto do debate que veio a seguir. Alguns entenderam que eu era uma espécie de inimiga da esperança e, portanto, uma inimiga do futuro (deles). A reação é reveladora de um momento em que a novíssima geração, a das crianças e adolescentes, tem enfiado o dedo na cara dos adultos e mandado eles crescerem.
   A esperança tem uma longa história, e espero que algum dia alguém a escreva. Das religiões à filosofia, do marketing político ao mundo das mercadorias do capitalismo. Num planeta com chão cada vez mais movediço, em que os estados-nação se desmontam, a esperança tem progressivamente ocupado o lugar da felicidade como um ativo de mercado. Lembram que até bem pouco tempo atrás todo mundo era obrigado a ser feliz? E quem afirmava não ser tinha uma deformação de alma ou estava doente de depressão?
   A “felicidade” como mercadoria já foi bem dissecada por diferentes áreas do conhecimento e pela experiência cotidiana de cada um. Convertida em produto do capitalismo, no qual era objeto de consumo que supostamente se garantia por mais consumo, hoje perdeu valor de mercado, ainda que continue eventualmente a abarrotar as prateleiras de livros de autoajuda. A esperança vai ocupando o seu lugar num momento em que o futuro se desenha sombriamente como um futuro num planeta pior.
   O que levei para a parte final da minha palestra foi o que me parece o mais fascinante desta época: aquela que talvez seja a primeira geração sem esperança. Ao mesmo tempo, é também a geração que rompeu o torpor desse momento histórico marcado por adultos infantilizados, que alternam paralisia e automatismo, também no ato de consumir. Ao romper o torpor, essa geração deu esperança à geração de seus pais. O impasse em torno da esperança é revelador do impasse entre a geração que levou ao paroxismo o consumo do planeta, a dos pais, e a geração que vai viver no planeta esgotado por seus pais.
   A geração sem esperança tem a imagem de Greta Thunberg, a garota sueca que, em agosto do ano passado, com apenas 15 anos, iniciou uma greve escolar solitária em frente ao parlamento em Estocolmo. E, de lá para cá, já inspirou duas greves globais de estudantes pelo clima, levando  para as ruas do mundo centenas de milhares de crianças e adolescentes em cada uma delas. Greta, que se tornou uma das pessoas mais influentes do planeta em menos de um ano, comparando-se com as virtudes geralmente atestadas por autoridades internacionais, é reconhecida por declarações tão brilhantes quanto afiadas. Em uma delas, responde aos adultos que olham extasiados para seu rosto de boneca de souvenir e confessam de olhos úmidos que ela e sua geração os enche de esperança. A adolescente, hoje com 16 anos, diz: “Nossa casa está em chamas. Eu não quero a sua esperança, não quero que vocês sejam esperançosos. Eu quero que vocês entrem em pânico, quero que vocês sintam o medo que eu sinto todos os dias. Eu quero que vocês ajam, que ajam como se a casa estivesse em chamas, porque ela está”.
   Em vez de recusar o que ela diz, os adultos deveriam escutá-la com toda a atenção. O que testemunhamos é talvez a primeira geração a perceber que não tem tempo para esperar os pais resolverem o problema que até hoje só agravaram – e muito. Penso que, diante do impossível, precisamos criar um ser novo, fazer algo que nunca fizemos, nos arriscar a ser o que não sabemos. O futuro precisa também se desinventar como conceito de futuro para voltar a ser imaginado. Ou o futuro precisa se descolar dos conceitos hegemônicos de futuro para se abrir a outras possibilidades de ser pensado como futuro. Talvez não tenha nem mesmo o nome de futuro, mas outros. Esse futuro desinventado de futuro está sendo tecido por experiências de minorias vindas de outros territórios cosmopolíticos. Entre tantas más notícias, há uma ótima: por caminhos surpreendentes, a nova geração de suecas está vindo como índio.
(Texto especialmente adaptado para esta prova. Disponível em: https:// brasil.elpais.com/brasil/2019/06/05/politica/1559743351_956676.html. Acesso em: 12/12/2019.)
No fragmento “Alguns entenderam que eu era uma espécie de inimiga da esperança e, portanto, uma inimiga do futuro (deles).” (1º§), as vírgulas foram usadas para separar uma:
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Q1817468 Biblioteconomia
Aos usuários que buscam informações introdutórias básicas antes de iniciarem uma pesquisa mais completa e aprofundada, a equipe da biblioteca deverá indicar a consulta a publicações do acervo de:
Alternativas
Q1817467 Biblioteconomia
Em relação à Classificação Decimal de Dewey – CDD, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas. ( ) Divide o conhecimento humano em dez grandes classes. ( ) Foi criada tendo por base a CDU. ( ) Individualiza os autores dentro do mesmo número de classificação. ( ) Possui, além da tabela das classes principais de assuntos, tabelas auxiliares. A sequência está correta em
Alternativas
Q1817466 Biblioteconomia
Analise os tópicos apresentados a seguir e as relações entre eles.
600 Ciências Aplicadas. Tecnologia 610 Medicina e saúde. 616 Doenças. 620 Engenharia. 630 Agricultura e tecnologias relacionadas. 640 Economia doméstica. 650 Administração e serviços auxiliares. 657 Contabilidade. 658 Administração. 659 Publicidade e relações públicas.
700 Artes. Recreação. Esportes
710 Urbanismo. 720 Arquitetura.
É correto afirmar que se refere a um exemplo da:
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Q1817465 Biblioteconomia
No contexto das fontes de fontes de informação, é correto afirmar que os guias são:
Alternativas
Q1817464 Biblioteconomia
Os termos multimídia e multimeios têm sido empregados para designar materiais que:
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Q1817463 Biblioteconomia
Silva e Araújo (2014) incluíram nas últimas páginas de seu livro “Auxiliar de biblioteca: técnicas e práticas para formação profissional” uma lista alfabética de assuntos contidos na obra, com indicação das páginas em que são encontrados. É correto afirmar que foi incluído como elemento pós-textual um:
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Q1817462 Biblioteconomia
O registro dos materiais que compõem o acervo de uma biblioteca permite disponibilizar as seguintes informações, EXCETO:
Alternativas
Q1817461 Biblioteconomia
No processo de indexação, a representação do conteúdo temático de um documento é feita por meio de:
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Q1817460 Biblioteconomia
Relacione adequadamente o instrumento utilizado nas bibliotecas para a organização dos documentos que compõem o acervo à sua função. 1. Código de catalogação. 2. Formato bibliográfico. 3. Sistema de classificação. ( ) Descrição de cada um dos documentos para representá-lo individualmente, permitindo a sua recuperação. ( ) Organização dos documentos por assunto, facilitando a sua localização no acervo. ( ) Padronização dos registros catalográficos, possibilitando o seu intercâmbio entre sistemas automatizados. A sequência está correta em
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Q1817459 Biblioteconomia
O número de chamada corresponde ao endereço do livro e, para facilitar a sua localização e a recolocação na estante, deve ser colocado na parte externa do livro denominada:
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Q1817458 Biblioteconomia
A principal fonte de informação para a catalogação de livros é a sua folha de rosto. Além do autor e do título, todos os seguintes elementos são considerados essenciais para a descrição de um livro no catálogo de uma biblioteca e devem ser obtidos prioritariamente na folha de rosto:
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Q1817457 Biblioteconomia
Em relação ao processo de formação do acervo, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas. ( ) A aquisição das obras selecionadas é feita por compra, doação ou permuta. ( ) A comissão de seleção do acervo pode contar com a participação de usuários. ( ) A seleção negativa consiste em definir os itens a serem retirados definitivamente do acervo. ( ) As publicações recebidas por doação são dispensadas do processo de seleção. A sequência está correta em
Alternativas
Q1817456 Biblioteconomia
Levando em consideração a tipologia das bibliotecas, pode-se afirmar que são características da biblioteca pública, EXCETO:
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Q1817455 Biblioteconomia
A biblioteca é uma instituição muito antiga e seu conceito, que vem se transformando ao longo de sua história, tem sido objeto de estudo de vários autores. Fonseca, citado por Pimentel, Bernardes e Santana (2007, p. 22) é um dos autores que aborda a evolução desse conceito. Considerando-se o pensamento desse autor, analise as asserções e a relação proposta entre elas. I. “Um novo conceito é o de biblioteca menos como coleção de livros e outros documentos, devidamente classificados e catalogados do que como assembleia de usuários da informação.” PORQUE II. “As bibliotecas não devem ser vistas como simples depósitos de livros, mas devem ter o seu foco voltado para as pessoas no uso que essas fazem da informação.” Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1817454 Biblioteconomia
De acordo com a NBR 6028 – Informação e documentação: resumo: apresentação (ABNT, 2003), o resumo que cita apenas os pontos principais do documento, não apresentando dados qualitativos, quantitativos, etc e, de modo geral, não dispensa a consulta ao original é o resumo:
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Q1817445 Conhecimentos Gerais
O famoso autor de “Morte e Vida Severina” faria 100 anos em janeiro de 2020. Foi um poeta cuja obra se notabilizou sobretudo pela exatidão com as palavras. Tamanho era seu zelo com os versos que o pernambucano ficou conhecido como o “poeta-engenheiro”. A escrita lhe parecia como a lapidação de diamantes brutos – que só se tornam joia preciosa após submetidos a minucioso processo de tratamento. Esse verdadeiro ícone da literatura brasileira chegou a integrar o quadro de diplomatas brasileiros, sendo também reconhecido internacionalmente. Trata-se de:
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Q1817440 Noções de Informática
“Nos microcomputadores, esse slot de expansão foi ‘criado pela Intel para conexão de placas de som, modem e rede, usando a tecnologia HSP (Host Signal Processing)’, pois, com esta tecnologia, o processamento de sinais é feito pelo processador do micro e não pelo dispositivo.” Trata-se de:
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Q1817438 Português

Ele quem mesmo?

    Depois de um bom tempo dizendo que eu era a mulher da vida dele, um belo dia eu recebo um e-mail dizendo: “olha, não dá mais”. Tá certo que a gente tava quase se matando e que o namoro já tinha acabado mesmo, mas não se termina nenhuma história de amor (e eu ainda o amava muito) com um e-mail, não é mesmo? Liguei pra tentar conversar e terminar tudo decentemente e ele respondeu: “mas agora eu tô comendo um lanche com amigos”. Enfim, fiquei pra morrer algumas semanas até que decidi que precisava ser uma mulher melhor para ele. Quem sabe eu ficando mais bonita, mais equilibrada ou mais inteligente, ele não volta pra mim?

    Foi assim que me matriculei simultaneamente numa academia de ginástica, num centro budista e em um curso de cinema. Nos meses que se seguiram eu me tornei dos seres mais malhados, calmos, espiritualizados e cinéfilos do planeta. E sabe o que aconteceu? Nada, absolutamente nada, ele continuou não lembrando que eu existia. Aí achei que isso não podia ficar assim, de jeito nenhum, eu precisava ser ainda melhor pra ele. Sim, ele tinha que voltar pra mim de qualquer jeito!

    Pra isso, larguei de vez a propaganda, que eu não suportava mais, e resolvi me empenhar na carreira de escritora. Participei de vários livros, terminei meu próprio livro, ganhei novas colunas em revistas, quintupliquei o número de leitores do meu site e nada aconteceu. Mas eu sou taurina com ascendente em Áries, lua em Gêmeos, filha única! Eu não desisto fácil assim de um amor, e então resolvi que tinha que ser uma super ultra mulher para ele, só assim ele voltaria pra mim.

    Foi então que passei 35 dias na Europa, exclusivamente em minha companhia, conhecendo lugares geniais, controlando meu pânico em estar sozinha e longe de casa, me tornando mais culta e vivida. Voltei de viagem e tchân, tchân, tchân, tchân: nem sinal de vida.

    Comecei um documentário com um grande amigo, aprendi a fazer strip, cortei meu cabelo 145 vezes, aumentei a terapia, li mais uns 30 livros, ajudei os pobres, rezei pra Santo Antônio umas 1.000 vezes, torrei no sol, fiz milhares de cursos de roteiro, astrologia e história, aprendi a nadar, me apaixonei por praia, comprei todas as roupas mais lindas de Paris. Como última cartada para ser a melhor mulher do planeta, eu resolvi ir morar sozinha. Aluguei um apartamento charmoso, decorei tudo brilhantemente, chamei amigos para a inauguração, servi bom vinho e comidinhas feitas, claro, por mim, que também finalmente aprendi a cozinhar. Resultado disso tudo: silêncio absoluto.

    O tempo passou, eu continuei acordando e indo dormir todos os dias querendo ser mais feliz para ele, mais bonita para ele, mais mulher para ele.

     Até que algo sensacional aconteceu…

    Um belo dia eu acordei tão bonita, tão feliz, tão realizada, tão mulher, que eu acabei me tornando mulher DEMAIS para ele.

    Ele quem mesmo?

(MEDEIROS, Martha. Ele quem mesmo? Disponível em: https:// www.pensarcontemporaneo.com/ele-quem-mesmo-cronica-demartha-medeiros/. Acesso em: 05/12/2019.)

Observe a regência do verbo “apaixonar” em “me apaixonei por praia” (5º§). Há ERRO de regência em:
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Q1817437 Português

Ele quem mesmo?

    Depois de um bom tempo dizendo que eu era a mulher da vida dele, um belo dia eu recebo um e-mail dizendo: “olha, não dá mais”. Tá certo que a gente tava quase se matando e que o namoro já tinha acabado mesmo, mas não se termina nenhuma história de amor (e eu ainda o amava muito) com um e-mail, não é mesmo? Liguei pra tentar conversar e terminar tudo decentemente e ele respondeu: “mas agora eu tô comendo um lanche com amigos”. Enfim, fiquei pra morrer algumas semanas até que decidi que precisava ser uma mulher melhor para ele. Quem sabe eu ficando mais bonita, mais equilibrada ou mais inteligente, ele não volta pra mim?

    Foi assim que me matriculei simultaneamente numa academia de ginástica, num centro budista e em um curso de cinema. Nos meses que se seguiram eu me tornei dos seres mais malhados, calmos, espiritualizados e cinéfilos do planeta. E sabe o que aconteceu? Nada, absolutamente nada, ele continuou não lembrando que eu existia. Aí achei que isso não podia ficar assim, de jeito nenhum, eu precisava ser ainda melhor pra ele. Sim, ele tinha que voltar pra mim de qualquer jeito!

    Pra isso, larguei de vez a propaganda, que eu não suportava mais, e resolvi me empenhar na carreira de escritora. Participei de vários livros, terminei meu próprio livro, ganhei novas colunas em revistas, quintupliquei o número de leitores do meu site e nada aconteceu. Mas eu sou taurina com ascendente em Áries, lua em Gêmeos, filha única! Eu não desisto fácil assim de um amor, e então resolvi que tinha que ser uma super ultra mulher para ele, só assim ele voltaria pra mim.

    Foi então que passei 35 dias na Europa, exclusivamente em minha companhia, conhecendo lugares geniais, controlando meu pânico em estar sozinha e longe de casa, me tornando mais culta e vivida. Voltei de viagem e tchân, tchân, tchân, tchân: nem sinal de vida.

    Comecei um documentário com um grande amigo, aprendi a fazer strip, cortei meu cabelo 145 vezes, aumentei a terapia, li mais uns 30 livros, ajudei os pobres, rezei pra Santo Antônio umas 1.000 vezes, torrei no sol, fiz milhares de cursos de roteiro, astrologia e história, aprendi a nadar, me apaixonei por praia, comprei todas as roupas mais lindas de Paris. Como última cartada para ser a melhor mulher do planeta, eu resolvi ir morar sozinha. Aluguei um apartamento charmoso, decorei tudo brilhantemente, chamei amigos para a inauguração, servi bom vinho e comidinhas feitas, claro, por mim, que também finalmente aprendi a cozinhar. Resultado disso tudo: silêncio absoluto.

    O tempo passou, eu continuei acordando e indo dormir todos os dias querendo ser mais feliz para ele, mais bonita para ele, mais mulher para ele.

     Até que algo sensacional aconteceu…

    Um belo dia eu acordei tão bonita, tão feliz, tão realizada, tão mulher, que eu acabei me tornando mulher DEMAIS para ele.

    Ele quem mesmo?

(MEDEIROS, Martha. Ele quem mesmo? Disponível em: https:// www.pensarcontemporaneo.com/ele-quem-mesmo-cronica-demartha-medeiros/. Acesso em: 05/12/2019.)

A oração destacada em “(...) decidi que precisava ser uma mulher melhor para ele.” (1º§) é classificada como oração subordinada:
Alternativas
Respostas
521: B
522: C
523: C
524: B
525: B
526: D
527: A
528: B
529: D
530: B
531: B
532: B
533: D
534: D
535: C
536: C
537: D
538: D
539: C
540: D