Questões de Concurso
Para prefeitura de catas altas - mg
Foram encontradas 633 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Por que todo mundo usava peruca na Europa dos séculos 17 e 18?
Não era todo mundo, apenas os aristocratas. A moda começou com Luís 14 (1638-1715), rei da França. Durante seu governo, o monarca adotou a peruca pelo mesmo motivo que muita gente usa o acessório ainda hoje: esconder a calvície. O resto da nobreza gostou da ideia e o costume pegou. A peruca passou a indicar, então, as diferenças sociais entre as classes, tornando-se sinal de status e prestígio.
Também era comum espalhar talco ou farinha de trigo sobre as cabeleiras falsas para imitar o cabelo branco dos idosos. Mas, por mais elegante que parecesse ao pessoal da época, a moda das perucas também era nojenta. “Proliferava todo tipo de bicho, de baratas a camundongos, nesses cabelos postiços”, afirma o estilista João Braga, professor de História da Moda das Faculdades Senac, em São Paulo.
Em 1789, com a Revolução Francesa, veio a guilhotina, que extirpou a maioria das cabeças com perucas. Símbolo de uma nobreza que se desejava exterminar, elas logo caíram em desuso. Sua origem, porém, era muito mais velha do que a monarquia francesa. No Egito antigo, homens e mulheres de todas as classes sociais já exibiam adornos de fibra de papiro – na verdade, disfarce para as cabeças raspadas por causa de uma epidemia de piolhos. Hoje, as perucas de cachos brancos, típicas da nobreza europeia, sobrevivem apenas nos tribunais ingleses, onde compõem a indumentária oficial dos juízes.
Disponível em:<www.super.abril.com.br/mundo-estranho>
Por que todo mundo usava peruca na Europa dos séculos 17 e 18?
Não era todo mundo, apenas os aristocratas. A moda começou com Luís 14 (1638-1715), rei da França. Durante seu governo, o monarca adotou a peruca pelo mesmo motivo que muita gente usa o acessório ainda hoje: esconder a calvície. O resto da nobreza gostou da ideia e o costume pegou. A peruca passou a indicar, então, as diferenças sociais entre as classes, tornando-se sinal de status e prestígio.
Também era comum espalhar talco ou farinha de trigo sobre as cabeleiras falsas para imitar o cabelo branco dos idosos. Mas, por mais elegante que parecesse ao pessoal da época, a moda das perucas também era nojenta. “Proliferava todo tipo de bicho, de baratas a camundongos, nesses cabelos postiços”, afirma o estilista João Braga, professor de História da Moda das Faculdades Senac, em São Paulo.
Em 1789, com a Revolução Francesa, veio a guilhotina, que extirpou a maioria das cabeças com perucas. Símbolo de uma nobreza que se desejava exterminar, elas logo caíram em desuso. Sua origem, porém, era muito mais velha do que a monarquia francesa. No Egito antigo, homens e mulheres de todas as classes sociais já exibiam adornos de fibra de papiro – na verdade, disfarce para as cabeças raspadas por causa de uma epidemia de piolhos. Hoje, as perucas de cachos brancos, típicas da nobreza europeia, sobrevivem apenas nos tribunais ingleses, onde compõem a indumentária oficial dos juízes.
Disponível em:<www.super.abril.com.br/mundo-estranho>
Por que todo mundo usava peruca na Europa dos séculos 17 e 18?
Não era todo mundo, apenas os aristocratas. A moda começou com Luís 14 (1638-1715), rei da França. Durante seu governo, o monarca adotou a peruca pelo mesmo motivo que muita gente usa o acessório ainda hoje: esconder a calvície. O resto da nobreza gostou da ideia e o costume pegou. A peruca passou a indicar, então, as diferenças sociais entre as classes, tornando-se sinal de status e prestígio.
Também era comum espalhar talco ou farinha de trigo sobre as cabeleiras falsas para imitar o cabelo branco dos idosos. Mas, por mais elegante que parecesse ao pessoal da época, a moda das perucas também era nojenta. “Proliferava todo tipo de bicho, de baratas a camundongos, nesses cabelos postiços”, afirma o estilista João Braga, professor de História da Moda das Faculdades Senac, em São Paulo.
Em 1789, com a Revolução Francesa, veio a guilhotina, que extirpou a maioria das cabeças com perucas. Símbolo de uma nobreza que se desejava exterminar, elas logo caíram em desuso. Sua origem, porém, era muito mais velha do que a monarquia francesa. No Egito antigo, homens e mulheres de todas as classes sociais já exibiam adornos de fibra de papiro – na verdade, disfarce para as cabeças raspadas por causa de uma epidemia de piolhos. Hoje, as perucas de cachos brancos, típicas da nobreza europeia, sobrevivem apenas nos tribunais ingleses, onde compõem a indumentária oficial dos juízes.
Disponível em:<www.super.abril.com.br/mundo-estranho>
No texto Reflexões sobre o Serviço Social e o projeto ético-político profissional, a autora Maria Lúcia Martinelli apresentou algumas áreas fecundas de inserção profissional.
Não é uma área apresentada pela autora:
No texto Os espaços sócio-ocupacionais do assistente social, a socialização das informações foi apontada como uma das atividades profissionais exercidas pelo assistente social.
De acordo com esse texto, em relação à socialização das informações, assinale a alternativa incorreta.
Segundo o texto Fundamentos históricos e teórico-metodológicos do Serviço Social, de Maria Carmelita Yazbek, a teoria social de Marx, matriz teórico-metodológica que orientou o debate profissional do Serviço Social nos anos 1980, traz algumas ideias basilares.
Com relação a essas ideias, assinale a alternativa incorreta.
Os autores do texto Políticas sociais no Brasil: participação social, conselhos e parcerias afirmam que a participação social nos processos de deliberação das políticas sociais vem evoluindo ao longo do tempo.
A respeito dessa evolução, assinale a alternativa correta.
No texto Avaliação de políticas, programas e projetos sociais, Ivanete Boschetti apresenta alguns aspectos para análise e avaliação das políticas sociais. Para essa autora, não faz(em) parte do aspecto Configuração e abrangência dos direitos e benefícios, o(s) seguinte(s) indicador(es):
No texto Sistematização, planejamento e avaliação das ações dos assistentes sociais no campo da saúde, as autoras afirmam que a lógica dos processos socioassistenciais reside em atender o usuário como sujeito, visando responder às demandas / necessidades particulares, numa perspectiva de construção de sua autonomia no âmbito das relações institucionais e sociais ao remetê-lo para a participação política em determinados espaços.
Com relação a esses espaços, analise os itens a seguir.
I. Instituições e serviços de saúde.
II. Conselhos de direitos.
III. Movimentos de base sociocomunitária.
IV. Movimentos sociais na sua diversidade.
Apresenta(m) esses espaços
A UFMG aparece entre as três instituições brasileiras que mais depositaram pedidos de patentes em 2018, segundo ranking divulgado no último dia 14 (novembro, 2019) pela Assessoria de Assuntos Econômicos do Instituto Nacional de Propriedade Industrial (Inpi). A lista é encabeçada pelas federais da Paraíba e de Campina Grande, com 94 e 82 pedidos depositados, respectivamente. Com 62 pedidos, a UFMG manteve a mesma posição de 2017. “Isso é sinal de que mantemos nossa regularidade”, diz Gilberto Medeiros Ribeiro, diretor da Coordenação de Transferência e Inovação Tecnológica (CTIT).
O TEMPO. 19 nov. 2019. p. 21.
Sobre o pedido de registro de patentes no Brasil, é correto afirmar:
A tecnologia tem moldado novas formas de emprego e comportamentos de consumo nos últimos anos. O processo de “uberização” representa a transformação das relações trabalhistas. A principal distorção aparece na maneira como são feitos os contratos. [...] esses contratos invertem o ônus entre funcionário e empresa.
O TEMPO. 21 nov. 2019. p. 8.
A distorção no sistema de contrato entre funcionário e empresa, no processo de “uberização”, está corretamente apresentado em:
[...] De acordo com o relatório Desigualdades Sociais por Cor ou Raça no Brasil, lançado recentemente pelo IBGE, pela primeira vez na história, os estudantes pretos e pardos passaram a compor a maioria nas universidades públicas brasileiras (50.3%), em 2018. “Ainda que esse grupo continue sub representado, uma vez que os negros constituem 55,8% da população, não há como ignorar o êxito das ações afirmativas, que democratizaram o acesso ao ensino superior” [...]
CARTA CAPITAL. 27 nov. 2019. p. 33.
Conforme o trecho da matéria, considerando o crescimento da quantidade de pretos e pardos matriculados em cursos superiores no Brasil, é correto afirmar:
O Brasil não é apenas o quinto país com mais feminicídios do mundo, mas esses números podem aumentar, já que parte dos homicídios de mulheres registrados poderiam ser também feminicídios, assim como a maioria dos estupros de mulheres seguidos de morte devem ser consideradas também feminicídios por terem como motivo o ódio e o desprezo pela mulher.
Disponível em:<https://brasil.elpais.com/brasil/2019/10/24/opinion/1571868956_647096.html> . Acesso em: 25 nov. 2019.
Em relação ao feminicídio, o trecho da matéria de El Pais aponta que o
Cerca de 135 mil pessoas vivem com HIV no Brasil e não sabem - o número representa 35% do total de casos. A estimativa foi apresentada [...] pelo Ministério da Saúde durante o lançamento da campanha de prevenção do HIV / AIDS [...]. Segundo balanço da pasta, a taxa de detecção de casos de Aids caiu 13,6% entre 2014 e 2018, passando de 20,6 por 100 mil habitantes para 17,8.
O TEMPO. 30 nov. 2019. p. 13.
De acordo com o trecho da reportagem, é correto afirmar, sobre a detecção de AIDS no Brasil:
Dois dos maiores sites brasileiros de divulgação de notícias falsas sobre saúde, responsáveis pela publicação de centenas de artigos antivacina, têm por traz um comércio de produtos naturais com lojas físicas e on-line, cujos itens são abertamente indicados pelos administradores dos portais como alternativa a medicamentos e vacinas criticados nos textos com informações falsas.
O TEMPO. 30 nov. 2019. p. 15.
A divulgação de notícias falsas, fake news, sobre saúde no Brasil, de acordo com o trecho da reportagem, tem por objetivo
[...] o número de pessoas que têm cortado as despesas está crescendo no Brasil. São chamados 'minimalistas': que gastam cada vez menos em busca de mais qualidade de vida.
O TEMPO. 27 out. 2019. p. 7.
Apesar de situações de crise econômica explicarem diminuições no consumo, a cultura minimalista vem se afirmando por todo o mundo, independentemente do quadro econômico local. O minimalismo busca