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Q1390872 Gestão de Pessoas
Segundo Rocha e Fritsch (1996), configura-se como condição de sobrevivência e garantia da competência organizacional a preocupação com a
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Q1390871 Administração Geral
De acordo com Rocha e Fritsch (1996), organizações que desenvolvem estratégias que dão conta do bem-estar, da satisfação das pessoas, da competitividade e da lucratividade organizacional são denominadas como:
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Q1390870 Serviço Social
Analise os argumentos a seguir.

I. As profundas mudanças no contexto econômico e político, que geram um novo modo de acumulação, fundado no capital financeiro e nos ganhos de produtividade, articulado a uma política neoliberal de privatização e terceirização, exercem consequências expressivas nas relações de trabalho e emprego e na gestão do Serviço Social. II. O contexto econômico e político, de profundas mudanças, não requer que o Serviço Social reprocesse seu objeto de intervenção, já que as transformações ocorridas resultam em situações de maior emprego, encantamento com o futuro, de maior responsabilização do Estado e pela menor responsabilização dos grupos, das famílias e das comunidades pelo seu sustento, de nova gestão das políticas sociais. III. A discussão acerca do objeto do Serviço Social é inesgotável pela dinâmica de sua inserção histórica e teórica, podendo-se construir e desconstruir o objeto de intervenção profissional, conforme as diferentes perspectivas de análise nas diversas conjunturas.
Estão CORRETOS os argumentos: 
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Q1390869 Serviço Social
O item considerado como matéria-prima do trabalho do Assistente Social é:
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Q1390868 Serviço Social
De acordo com Faleiros (2002), são três dimensões que articulam o objeto do Serviço Social no contexto econômico, político e cultural dos anos de 1930:
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Q1390867 Serviço Social
Na qualidade de órgão normativo de grau superior, compete ao Conselho Federal de Serviço Social (CEFESS) o exercício da seguinte atribuição:
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Q1390866 Serviço Social
Conforme o que estabelece a Lei no 8.662/93, constitui-se competência do/da Assistente Social: 
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Q1390865 Serviço Social
A Lei no 8.662/93 dispõe sobre a profissão de Assistente Social e dá outras providências. Em seu artigo 2º, parágrafo único, essa lei estabelece requerimentos para o exercício da profissão de Assistente Social. Leia o parágrafo único, apresentado a seguir:
“Parágrafo único. O exercício da profissão de Assistente Social requer prévio registro nos __________________ que tenham jurisdição sobre a área de atuação do interessado nos termos desta lei”.
A opção que completa corretamente a lacuna é:
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Q1390864 Raciocínio Lógico
A negação logicamente correta da afirmação condicional “se fizer bom tempo, eu vou viajar” é:
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Q1390863 Raciocínio Lógico
Considerando as proposições simples I, II e III a seguir e os valores V (verdadeiro), F (falso), é CORRETO afirmar que a ordem de seus respectivos valores lógicos corresponde a:
I. ( ) Se 13 + 2 = 10 então 16 + 7 = 9 II. ( ) Se 1 < 0 então √13 é um número irracional. III. ( ) Se São Paulo é a capital do Estado de São Paulo, então Rio de Janeiro é a capital do Estado do Rio de Janeiro.

A sequência CORRETA, de cima para baixo, é: 
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Q1390862 Raciocínio Lógico
Considere os argumentos lógicos I, II e III a seguir:
I. Todos os alemães são europeus. Nietzsche era alemão. Concluímos que Nietzsche era europeu. II. Alguns brasileiros são pobres e alguns pobres são mendigos. Logo, existem brasileiros que são mendigos. III. Se toda fruta é vegetal e banana é uma fruta, concluímos que todo vegetal é banana.
É CORRETO afirmar que
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Q1390860 Raciocínio Lógico
Se A,B e C são números inteiros positivos e consecutivos, tais que A < B < C, então é CORRETO afirmar que, necessariamente:
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Q1390859 Matemática
Se a sequência numérica representada por (6, a2, a3, a4,a5,192) é uma Progressão Geométrica crescente de razão igual a q, então é CORRETO afirmar que o valor de q é igual a: 
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Q1390858 Matemática
Se a sequência numérica representada por (X, Y, Z) é uma Progressão Aritmética crescente, na qual X + Y + Z = 21 e X.Y.Z = 280, então é CORRETO afirmar que o valor da expressão (X.Y) - Z é igual a:
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Q1390857 Matemática
Um ceramista produziu 200 potes em 20 dias, trabalhando 6 horas por dia. Foram encomendadas a esse mesmo ceramista 100 potes cujo modelo oferece uma dificuldade 1/3 maior que o modelo dos primeiros, exigindo uma jornada de trabalho de 8 horas por dia. Nessas condições, é CORRETO afirmar que o total de dias suficientes para esse ceramista entregar a encomenda é igual a:
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Q1390856 Matemática
Uma indústria implantou, no ano de 2017, um plano de resultados para sua produção com o objetivo de garantir um crescimento anual de 50%. Se, no ano da implantação do plano a produção dessa indústria registrou 40.000 peças, então é CORRETO afirmar que o total de peças produzidas em 2019 será:
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Q1390855 Matemática
A tabela abaixo se refere aos dados obtidos através de um levantamento, realizado em um município para saber quantas crianças haviam recebido as vacinas Sabin, Tríplice e a vacina contra a Febre amarela.
Baseando-se nos dados dessa tabela, é CORRETO afirmar que o total de crianças pesquisadas que recebeu apenas a vacina Tríplice é igual a:
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Q1390854 Português

UM EXEMPLO 

Sírio Possenti 

Publicado em 25 de novembro de 2016

Ref.: https://blogdosirioblog.wordpress.com/ [adaptado] 


    Uma amiga mexicana me mandou uma imagem: dois homens de terno (o terno indica uma classe social que não é a popular) conversam. Um diz: – Me corrigieran “Ler”. O outro responde: – No lo puedo “Crer”. 
    Não me dei conta, imediatamente, do que estava em jogo (tratando-se de outra língua, a presteza nunca é muito grande). Perguntei detalhes (não vou me imolar aqui…). Ela me deu o contexto, que é o seguinte: 
    Um Secretário de Instrución Pública falava a um grupo de alunos em uma escola e os incentivava a “ler” (ele disse “ler” mais de uma vez). Ao final, uma menina o chamou de lado e lhe informou que não se diz “ler”, “pero ‘leer’”. Ele achou graça, elogiou a aluna etc.
    Depois disso é que surgiu a piada narrada no primeiro parágrafo, uma montagem. A graça está no fato de que, na resposta (no lo puedo “crer”), ocorre o mesmo fenômeno que ocorre em “ler”. 
    Que é o seguinte: em espanhol “culto”, as formas do infinitivo destes dois verbos são “leer” e “creer”. O fato de o Secretário dizer “ler” indica, evidentemente, que esta pronúncia está desaparecendo: “ler” e “crer”.
    Observe-se que o fenômeno ocorre nos dois casos, o que favorece a tese dos sociolinguistas que defendem que, nos mesmos contextos, ocorrem as mesmas variações (ou mudanças).
    Observe-se, também, que esta mudança em curso no espanhol (do México, pelo menos), como o indica a fala do secretário, e depois, a montagem com “crer”, já ocorreu no português.
    Mesmo quem não conhece linguística histórica ou não tem um manual que descreva as mudanças ocorridas pode ver o registro em dicionários como o Houaiss, que fornece uma etimologia mínima (eu grifo leer e creer): 
    ler: cf. esp. leer, it. lèggere, fr. lire; ver le- e leg- e as remissivas aí citadas; f.hist. 1258-1261 leer, sXIII liia, sXIII leer, sXIV leendo, sXIV lyi, sXV le, sXV leese, sXV lia
    crer: pelo lat. vulg. *credére > port. arc. creer; ver cred-; f.hist. sXIII creer, sXIII creo, sXIV creyo, sXV crer, sXV creio

    O fato histórico pode ser atestado. E a variação no espanhol deve ser bem óbvia, pelo menos para muitos falantes. Se não fosse, a piada não funcionaria (como não funcionou comigo). 
    Observe-se, também, por muito relevante, que uma aluna de uma escola modesta aprendeu que se deve dizer “leer”.
   É um fato conhecido que instituições diversas (a escola, a imprensa, a própria escrita) retardam mudanças linguísticas. Pode-se apostar que, se essas instituições não existissem, ou se sua política fosse outra, ninguém mais saberia que as formas verbais em questão são (?) “leer” e “creer”. Aliás, para os falantes menos letrados, e mesmo para letrados em situação informal, já não são essas. 
    A piada seria impossível.
    O que seria lamentável. 
Em relação à ocorrência da palavra a nos enunciados seguintes, avalie as afirmações que se seguem:

I. Um Secretário de Instrución Pública falava a um grupo de alunos em uma escola e os incentivava a “ler”. II. Depois disso é que surgiu a piada narrada no primeiro parágrafo, uma montagem. III. Observe-se que o fenômeno ocorre nos dois casos, o que favorece a tese dos sociolinguistas. 
Alternativas
Q1390853 Português

UM EXEMPLO 

Sírio Possenti 

Publicado em 25 de novembro de 2016

Ref.: https://blogdosirioblog.wordpress.com/ [adaptado] 


    Uma amiga mexicana me mandou uma imagem: dois homens de terno (o terno indica uma classe social que não é a popular) conversam. Um diz: – Me corrigieran “Ler”. O outro responde: – No lo puedo “Crer”. 
    Não me dei conta, imediatamente, do que estava em jogo (tratando-se de outra língua, a presteza nunca é muito grande). Perguntei detalhes (não vou me imolar aqui…). Ela me deu o contexto, que é o seguinte: 
    Um Secretário de Instrución Pública falava a um grupo de alunos em uma escola e os incentivava a “ler” (ele disse “ler” mais de uma vez). Ao final, uma menina o chamou de lado e lhe informou que não se diz “ler”, “pero ‘leer’”. Ele achou graça, elogiou a aluna etc.
    Depois disso é que surgiu a piada narrada no primeiro parágrafo, uma montagem. A graça está no fato de que, na resposta (no lo puedo “crer”), ocorre o mesmo fenômeno que ocorre em “ler”. 
    Que é o seguinte: em espanhol “culto”, as formas do infinitivo destes dois verbos são “leer” e “creer”. O fato de o Secretário dizer “ler” indica, evidentemente, que esta pronúncia está desaparecendo: “ler” e “crer”.
    Observe-se que o fenômeno ocorre nos dois casos, o que favorece a tese dos sociolinguistas que defendem que, nos mesmos contextos, ocorrem as mesmas variações (ou mudanças).
    Observe-se, também, que esta mudança em curso no espanhol (do México, pelo menos), como o indica a fala do secretário, e depois, a montagem com “crer”, já ocorreu no português.
    Mesmo quem não conhece linguística histórica ou não tem um manual que descreva as mudanças ocorridas pode ver o registro em dicionários como o Houaiss, que fornece uma etimologia mínima (eu grifo leer e creer): 
    ler: cf. esp. leer, it. lèggere, fr. lire; ver le- e leg- e as remissivas aí citadas; f.hist. 1258-1261 leer, sXIII liia, sXIII leer, sXIV leendo, sXIV lyi, sXV le, sXV leese, sXV lia
    crer: pelo lat. vulg. *credére > port. arc. creer; ver cred-; f.hist. sXIII creer, sXIII creo, sXIV creyo, sXV crer, sXV creio

    O fato histórico pode ser atestado. E a variação no espanhol deve ser bem óbvia, pelo menos para muitos falantes. Se não fosse, a piada não funcionaria (como não funcionou comigo). 
    Observe-se, também, por muito relevante, que uma aluna de uma escola modesta aprendeu que se deve dizer “leer”.
   É um fato conhecido que instituições diversas (a escola, a imprensa, a própria escrita) retardam mudanças linguísticas. Pode-se apostar que, se essas instituições não existissem, ou se sua política fosse outra, ninguém mais saberia que as formas verbais em questão são (?) “leer” e “creer”. Aliás, para os falantes menos letrados, e mesmo para letrados em situação informal, já não são essas. 
    A piada seria impossível.
    O que seria lamentável. 
Em “Aliás, para os falantes menos letrados, e mesmo para letrados em situação informal, já não são essas.”, o pronome essas tem valor:  
Alternativas
Respostas
561: C
562: B
563: B
564: A
565: C
566: C
567: B
568: D
569: C
570: D
571: B
572: C
573: D
574: A
575: B
576: A
577: B
578: A
579: D
580: A