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O desmatamento não compensa. O que já era um mau negócio para o meio ambiente está se revelando também um péssimo negócio do ponto de vista socioeconômico para a Amazônia. Um levantamento mostra que os indicadores de qualidade de vida nas regiões desmatadas não são melhores do que nas áreas em que a floresta foi preservada — em muitos casos chegam a ser piores. Ou seja: sai a floresta, fica a pobreza.
O Estado de S. Paulo, 12/8/2007, p. A24 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando a abrangência do tema que ele aborda, julgue o item que se segue.
O desmatamento não compensa. O que já era um mau negócio para o meio ambiente está se revelando também um péssimo negócio do ponto de vista socioeconômico para a Amazônia. Um levantamento mostra que os indicadores de qualidade de vida nas regiões desmatadas não são melhores do que nas áreas em que a floresta foi preservada — em muitos casos chegam a ser piores. Ou seja: sai a floresta, fica a pobreza.
O Estado de S. Paulo, 12/8/2007, p. A24 (com adaptações).
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O desmatamento não compensa. O que já era um mau negócio para o meio ambiente está se revelando também um péssimo negócio do ponto de vista socioeconômico para a Amazônia. Um levantamento mostra que os indicadores de qualidade de vida nas regiões desmatadas não são melhores do que nas áreas em que a floresta foi preservada — em muitos casos chegam a ser piores. Ou seja: sai a floresta, fica a pobreza.
O Estado de S. Paulo, 12/8/2007, p. A24 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando a abrangência do tema que ele aborda, julgue o item que se segue.
O desmatamento não compensa. O que já era um mau negócio para o meio ambiente está se revelando também um péssimo negócio do ponto de vista socioeconômico para a Amazônia. Um levantamento mostra que os indicadores de qualidade de vida nas regiões desmatadas não são melhores do que nas áreas em que a floresta foi preservada — em muitos casos chegam a ser piores. Ou seja: sai a floresta, fica a pobreza.
O Estado de S. Paulo, 12/8/2007, p. A24 (com adaptações).
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O desmatamento não compensa. O que já era um mau negócio para o meio ambiente está se revelando também um péssimo negócio do ponto de vista socioeconômico para a Amazônia. Um levantamento mostra que os indicadores de qualidade de vida nas regiões desmatadas não são melhores do que nas áreas em que a floresta foi preservada — em muitos casos chegam a ser piores. Ou seja: sai a floresta, fica a pobreza.
O Estado de S. Paulo, 12/8/2007, p. A24 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando a abrangência do tema que ele aborda, julgue o item que se segue.
O desmatamento não compensa. O que já era um mau negócio para o meio ambiente está se revelando também um péssimo negócio do ponto de vista socioeconômico para a Amazônia. Um levantamento mostra que os indicadores de qualidade de vida nas regiões desmatadas não são melhores do que nas áreas em que a floresta foi preservada — em muitos casos chegam a ser piores. Ou seja: sai a floresta, fica a pobreza.
O Estado de S. Paulo, 12/8/2007, p. A24 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando a abrangência do tema que ele aborda, julgue o item que se segue.
O desmatamento não compensa. O que já era um mau negócio para o meio ambiente está se revelando também um péssimo negócio do ponto de vista socioeconômico para a Amazônia. Um levantamento mostra que os indicadores de qualidade de vida nas regiões desmatadas não são melhores do que nas áreas em que a floresta foi preservada — em muitos casos chegam a ser piores. Ou seja: sai a floresta, fica a pobreza.
O Estado de S. Paulo, 12/8/2007, p. A24 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando a abrangência do tema que ele aborda, julgue o item que se segue.
Depois de quase oito anos de estudo, o governo federal vai começar a implementação da segunda fase do Programa de Desenvolvimento do Ecoturismo na Amazônia (PROECOTUR), coordenado pelos Ministérios do Meio Ambiente e do Turismo. O objetivo é melhorar a infra-estrutura dos nove estados da Amazônia Legal para receber turistas, com a preservação da mata. São previstas obras em portos fluviais e aeroportos, além de treinamento de moradores para trabalharem como guias de turismo ou funcionários de hotel e de empresas de viagem. Há ainda planos de saneamento e urbanização.
Jornal do Brasil, 7/6/2007, p. A23.
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando os vários aspectos relativos ao tema e à região nele abordados, julgue o item seguinte.
Depois de quase oito anos de estudo, o governo federal vai começar a implementação da segunda fase do Programa de Desenvolvimento do Ecoturismo na Amazônia (PROECOTUR), coordenado pelos Ministérios do Meio Ambiente e do Turismo. O objetivo é melhorar a infra-estrutura dos nove estados da Amazônia Legal para receber turistas, com a preservação da mata. São previstas obras em portos fluviais e aeroportos, além de treinamento de moradores para trabalharem como guias de turismo ou funcionários de hotel e de empresas de viagem. Há ainda planos de saneamento e urbanização.
Jornal do Brasil, 7/6/2007, p. A23.
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Depois de quase oito anos de estudo, o governo federal vai começar a implementação da segunda fase do Programa de Desenvolvimento do Ecoturismo na Amazônia (PROECOTUR), coordenado pelos Ministérios do Meio Ambiente e do Turismo. O objetivo é melhorar a infra-estrutura dos nove estados da Amazônia Legal para receber turistas, com a preservação da mata. São previstas obras em portos fluviais e aeroportos, além de treinamento de moradores para trabalharem como guias de turismo ou funcionários de hotel e de empresas de viagem. Há ainda planos de saneamento e urbanização.
Jornal do Brasil, 7/6/2007, p. A23.
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Depois de quase oito anos de estudo, o governo federal vai começar a implementação da segunda fase do Programa de Desenvolvimento do Ecoturismo na Amazônia (PROECOTUR), coordenado pelos Ministérios do Meio Ambiente e do Turismo. O objetivo é melhorar a infra-estrutura dos nove estados da Amazônia Legal para receber turistas, com a preservação da mata. São previstas obras em portos fluviais e aeroportos, além de treinamento de moradores para trabalharem como guias de turismo ou funcionários de hotel e de empresas de viagem. Há ainda planos de saneamento e urbanização.
Jornal do Brasil, 7/6/2007, p. A23.
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Depois de quase oito anos de estudo, o governo federal vai começar a implementação da segunda fase do Programa de Desenvolvimento do Ecoturismo na Amazônia (PROECOTUR), coordenado pelos Ministérios do Meio Ambiente e do Turismo. O objetivo é melhorar a infra-estrutura dos nove estados da Amazônia Legal para receber turistas, com a preservação da mata. São previstas obras em portos fluviais e aeroportos, além de treinamento de moradores para trabalharem como guias de turismo ou funcionários de hotel e de empresas de viagem. Há ainda planos de saneamento e urbanização.
Jornal do Brasil, 7/6/2007, p. A23.
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Depois de quase oito anos de estudo, o governo federal vai começar a implementação da segunda fase do Programa de Desenvolvimento do Ecoturismo na Amazônia (PROECOTUR), coordenado pelos Ministérios do Meio Ambiente e do Turismo. O objetivo é melhorar a infra-estrutura dos nove estados da Amazônia Legal para receber turistas, com a preservação da mata. São previstas obras em portos fluviais e aeroportos, além de treinamento de moradores para trabalharem como guias de turismo ou funcionários de hotel e de empresas de viagem. Há ainda planos de saneamento e urbanização.
Jornal do Brasil, 7/6/2007, p. A23.
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Depois de quase oito anos de estudo, o governo federal vai começar a implementação da segunda fase do Programa de Desenvolvimento do Ecoturismo na Amazônia (PROECOTUR), coordenado pelos Ministérios do Meio Ambiente e do Turismo. O objetivo é melhorar a infra-estrutura dos nove estados da Amazônia Legal para receber turistas, com a preservação da mata. São previstas obras em portos fluviais e aeroportos, além de treinamento de moradores para trabalharem como guias de turismo ou funcionários de hotel e de empresas de viagem. Há ainda planos de saneamento e urbanização.
Jornal do Brasil, 7/6/2007, p. A23.
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Depois de quase oito anos de estudo, o governo federal vai começar a implementação da segunda fase do Programa de Desenvolvimento do Ecoturismo na Amazônia (PROECOTUR), coordenado pelos Ministérios do Meio Ambiente e do Turismo. O objetivo é melhorar a infra-estrutura dos nove estados da Amazônia Legal para receber turistas, com a preservação da mata. São previstas obras em portos fluviais e aeroportos, além de treinamento de moradores para trabalharem como guias de turismo ou funcionários de hotel e de empresas de viagem. Há ainda planos de saneamento e urbanização.
Jornal do Brasil, 7/6/2007, p. A23.
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Depois de quase oito anos de estudo, o governo federal vai começar a implementação da segunda fase do Programa de Desenvolvimento do Ecoturismo na Amazônia (PROECOTUR), coordenado pelos Ministérios do Meio Ambiente e do Turismo. O objetivo é melhorar a infra-estrutura dos nove estados da Amazônia Legal para receber turistas, com a preservação da mata. São previstas obras em portos fluviais e aeroportos, além de treinamento de moradores para trabalharem como guias de turismo ou funcionários de hotel e de empresas de viagem. Há ainda planos de saneamento e urbanização.
Jornal do Brasil, 7/6/2007, p. A23.
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Depois de quase oito anos de estudo, o governo federal vai começar a implementação da segunda fase do Programa de Desenvolvimento do Ecoturismo na Amazônia (PROECOTUR), coordenado pelos Ministérios do Meio Ambiente e do Turismo. O objetivo é melhorar a infra-estrutura dos nove estados da Amazônia Legal para receber turistas, com a preservação da mata. São previstas obras em portos fluviais e aeroportos, além de treinamento de moradores para trabalharem como guias de turismo ou funcionários de hotel e de empresas de viagem. Há ainda planos de saneamento e urbanização.
Jornal do Brasil, 7/6/2007, p. A23.
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Julgue o item a seguir.
Considere que um motorista, dirigindo à velocidade média
de 60 km/h, tenha ido de Rio Branco a Porto Acre em
1 hora. Se a velocidade média do veículo fosse de 80 km/h,
então ele chegaria em Porto Acre em 45 minutos.
Julgue o item a seguir.
Considere que um taxista lave o seu veículo a cada 10 dias
e calibre os pneus a cada 15 dias. Se hoje é dia de ele lavar
seu veículo e calibrar os pneus, então, daqui a 30 dias, ele
realizará novamente essas duas tarefas no mesmo dia.
Dois tipos de ração, A e B, compõem o alimento dos frangos de uma granja, na seguinte proporção: para cada quilograma de ração do tipo A, devem ser acrescentados 250 g de ração do tipo B.
Com base nessas informações e sabendo que cada frango adulto consome 110 g desse alimento diariamente, julgue os itens que se seguem.