Questões de Concurso Para prefeitura de nova mutum - mt

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Q3626651 Artes Cênicas
O ensino do balé clássico, com base no método Vaganova, na faixa etária dos 15 anos, de acordo com a sugestão de Nabinger et al. (2024), deve ter como objetivo central lapidar a técnica, estimulando a sensibilidade de cada aluno, sua singularidade e aptidões. Entre os objetivos específicos para a referida faixa etária apontada enquanto último módulo, os autores elencam: 
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Q3626650 Artes Cênicas
Considerando o ensino do balé clássico para crianças e jovens com base no método Vaganova, Nabinger et al. (2024) declaram que, na faixa etária de 6 anos, o objetivo central deve ser a preparação de uma base sólida para o estudo da técnica clássica, considerando sua construção gradual junto à construção da qualidade artística. Entre os conteúdos listados para a faixa etária em questão, estão:
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Q3626649 Fisioterapia
Desde o período histórico denominado Romantismo (1750-1850), as sapatilhas de ponta ainda têm levado em sua composição cola, cetim, papéis especiais e palmilhas flexíveis, os quais, segundo Sammarco e Miller (1982), são materiais incapazes de oferecer proteção aos pés contra a atuação de forças externas. Um índice alarmante de lesões típicas decorrentes do treinamento do balé clássico utilizando sapatilhas de ponta já se encontra bem documentado pela literatura médica. O tornozelo, frequentemente atingido por lesões crônicas e agudas em função do uso das sapatilhas de ponta, inclui as articulações:
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Q3626648 Artes Cênicas
Discorrendo sobre a história do balé clássico, Ossona (1988, p. 73) comenta que, no período denominado Renascimento, o balé assumiu uma característica de espetáculo dançante, sendo apresentado em um teatro com uma plateia que habitualmente pagava por seu ingresso. Foi, portanto, nesse período que:
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Q3626647 Artes Cênicas
Após o período de surgimento de balés conhecidos como “clássicos de repertório”, como por exemplo, Copélia, Bela Adormecida e Lago dos Cisnes, os quais chegam até nós nos dias de hoje exatamente como foram criados, ganhou destaque o trabalho de Diaglev, Nijinsky e Fokine que trouxeram um balé mais moderno, marcado por: 
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Q3626646 Artes Cênicas
De acordo com Assumpção (2003), ainda hoje, o balé clássico segue um código de normas que, seja ele francês, italiano ou russo, não perde a rigidez, chegando ao ponto de haver correções na angulação do rosto dos(as) bailarinos(as). Esses, pela hierarquia que aprenderam a obedecer desde muito cedo, permitem que modelem até mesmo seus rostos, expressões e olhares, ressaltando, assim, o processo que a autora denomina:
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Q3626645 Artes Cênicas
Segundo Portinari (1989), a dança teve seu primeiro tratado em Milão, entre 1435 e 1436. Além de ter sido escrito para a nobreza, esse código criava diversas minúcias que só eram acessíveis ao entendimento dos mestres de dança; dificilmente classes menos providas tinham acesso a essa técnica ou espetáculo. A partir daí, foram escritos novos documentos sobre a dança, e um deles conceituou o balletto, que passaria a designar um:
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Q3626644 Educação Física
De acordo com Nascimento (2024), os pés são o ponto de apoio, por excelência, do bailarino e, por essa razão, é importante que esses estejam corretamente em contato com o solo e permitam a estabilidade na preparação, execução e finalização dos vários conteúdos técnicos. Segundo a autora, para além da marcha, os pés:
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Q3626643 Educação Física
Na técnica da dança clássica, utilizar, sequencialmente, as direções devant, à la seconde, derrière e à la seconde (en dehors) e no oposto, derrière, à la seconde, devant e à la seconde (en dehors) caracteriza composições denominadas:
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Q3626642 Educação Física
A cintura pélvica, no contexto da dança clássica, recebe atenção especial para a estruturação do movimento. A rotação das pernas para fora, a partir da articulação coxofemoral, culmina no que se denomina:
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Q3626591 Artes Cênicas
Vicente e Souza (2011) discorrem sobre os relatos que demonstram o quanto as aulas de dança se configuram como um campo de disputa entre alunos e um momento de decréscimo de autoestima e desvalorização do próprio corpo. O ensino da dança focado no controle do corpo, com muita facilidade, transforma o corpo em um oponente sobre o qual se deve dominar sua mecânica e sua imagem, e que não deve ser poupado para o alcance desse objetivo. No ensino da dança dentro dessa concepção de controle do corpo, portanto, com base nos autores, as singularidades individuais:
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Q3626590 Educação Física
Para além da posição, na técnica da dança clássica, traduzidos diretamente do francês, os termos en dehors e en dedans são utilizados para definir, respectivamente, todos os movimentos:
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Q3626589 Educação Física
De acordo com Nascimento (2024), a postura correta na dança clássica exige que a coluna vertebral:
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Q3626588 Artes Cênicas
Com relação ao ensino da dança, Fortín (1993) elenca três componentes de conhecimento do conteúdo imprescindíveis para professores de dança quando ensinam:
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Q3626587 Artes Cênicas
Para Silva e Schwartz (2000), diversos são os fatores que interferem sensivelmente no ensino competente da dança, envolvendo, tanto a participação do profissional como as características da população alvo. De acordo com as autoras, o valor educacional da dança está muito além da simples associação desta ao domínio técnico, tendo como elementos importantes a serem considerados:
Alternativas
Q3626586 Educação Física
Versando sobre a postura e o alinhamento do corpo na dança clássica, Nascimento (2024) parte do pressuposto de que o alinhamento é uma relação específica dos ossos do corpo ao plano geométrico. Considerando, portanto, a 6ª posição da dança clássica, com o corpo em alinhamento, os pés encontram-se:
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Q3626585 Educação Física
Para Nascimento (2024), no sentido da sua essência e existencialidade, dançar implica, inevitavelmente, a presença de um corpo que se move num determinado espaço e num determinado tempo e que, ao mover-se, se relaciona com partes desse mesmo corpo, com outros corpos ou com objetos que habitem o espaço onde se desenvolve o movimento. Nesse sentido, é no âmbito da dança enquanto arte contemplativa que:
Alternativas
Q3626584 Artes Cênicas
Ao classificar a dança, busca-se agrupar diferentes manifestações existentes em categorias distintas de características comuns. De acordo com Kiouranis (2014), diferentes formas de classificação de dança podem ser vislumbradas, pode-se organizá-las a partir da quantidade de pessoas que dançam (solo, dupla, grupos) ou a partir do propósito (lúdicas, religiosas, bélicas, espetáculo, entre outros), entre outras formas. Nesse sentido, para a autora, entre as danças da cultura popular brasileira/folclórica, estão: 
Alternativas
Q3626583 Artes Cênicas
Uma dança folclórica, segundo Dantas (2020), pode ser entendida enquanto uma fala que permite aos intérpretes selecionar, reproduzir ou combinar elementos do código de movimentos preexistente, seguindo certos modelos consagrados pela tradição. Nesse sentido, a composição coreográfica no contexto das danças folclóricas assume como tarefa: 
Alternativas
Q3626582 Artes Cênicas
A dança é movimento, contudo, movimento não é fundamentalmente dança. A diferença da dança e do movimento cotidiano é que a primeira ultrapassa o segundo e caminha para um plano poético das ações corporais. A dança reúne gestos e movimentos, construídos culturalmente, formando um sistema de símbolos presentes nas sociedades desde muito tempo. Por meio dela, podem-se expressar mensagens com finalidades variadas ligadas ao âmbito artístico, estético, religioso ou militar. Em quase todas as experiências importantes da vida humana, a dança esteve presente, sendo que inúmeras danças emergiram da vida social, tais como as danças de nascimento ou de morte, de casamento, de fertilidade, de guerra, para curar doenças, entre outros. Nesse sentido, a dança, como produto e fator da cultura do homem, é:
Alternativas
Respostas
141: A
142: C
143: D
144: B
145: C
146: C
147: A
148: D
149: B
150: D
151: C
152: A
153: B
154: A
155: C
156: A
157: D
158: D
159: B
160: A