Questões de Concurso Para prefeitura de santa inês - ma

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Q3625967 Matemática
Uma empresa de logística tinha 1.200 pacotes para entregar em quatro regiões:
Norte, Sul, Leste e Oeste. As regiões Norte e Sul juntas somavam 600 pacotes. Pela manhã: Foram entregues 1/3 dos pacotes da região Norte. Foram entregues 20% dos pacotes da região Sul. À tarde: O restante da região Norte foi totalmente entregue. Foram entregues 48 pacotes da região Sul, totalizando 100% dessa região. As regiões Leste e Oeste somavam os 600 pacotes restantes, e a região Leste possuía três vezes mais pacotes que a Oeste. Somente os pacotes da região Leste foram entregues à noite, totalizando 80% do total dessa região. Ao final do dia, restaram 30 pacotes da região Oeste.
Com base nesses dados, determine quantos pacotes foram entregues durante a noite. 
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Q3625966 Raciocínio Lógico
Cinco lâmpadas numeradas de 1 a 5 podem estar acesas ou apagadas. As pistas são:
Lâmpada 1 está acesa. Se a lâmpada 2 está acesa, então a lâmpada 3 está apagada. A lâmpada 4 está acesa se e somente se a lâmpada 5 está apagada. A lâmpada 3 está acesa.
Qual é o estado da lâmpada 2?
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Q3625965 Matemática
Uma empresa realizou uma pesquisa interna para avaliar a produtividade de seus setores no primeiro semestre do ano. A tabela a seguir mostra a quantidade de projetos concluídos por cada setor, mês a mês, de janeiro a junho:
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Com base nesses dados, foi construído o seguinte gráfico de barras para representar o total de projetos concluídos no semestre por cada setor:
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Com base na tabela e no gráfico, assinale a alternativa correta:
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Q3625964 Matemática
Uma fazenda possui um reservatório retangular com 12 metros de comprimento, 8 metros de largura e 2,5 metros de profundidade, utilizado para armazenar água da chuva. Após uma forte chuva, o reservatório foi preenchido até 80% de sua capacidade total. A água será utilizada para irrigar uma plantação de 1,5 hectares, onde cada metro quadrado da plantação exige 5 litros de água por dia. Considerando que não haverá reposição de água e que toda a água será usada exclusivamente para irrigação, por quantos dias completos será possível irrigar toda a plantação?
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Q3625963 Matemática

Simplifique e calcule o valor da expressão abaixo:


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Q3625962 Matemática

Uma empresa monitora o consumo de energia elétrica em três setores diferentes ao longo de seis meses. A tabela abaixo mostra os dados em kWh:


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Com base nos dados da tabela, qual setor apresentou o maior crescimento percentual no consumo de energia entre Janeiro e Junho? 

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Q3625961 Matemática Financeira
Um investidor aplica R$ 5.000,00 em uma conta que rende juros compostos de 2% ao mês. Após 4 meses, ele faz um aporte adicional de R$ 2.000,00. Considerando que os juros continuam incidindo sobre o montante total, em quantos meses (a partir do início da aplicação) o valor acumulado ultrapassará R$ 8.000,00? 
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Q3625960 Matemática
Um produto teve seu preço aumentado em 20% e, posteriormente, sofreu um desconto de 25% sobre o novo valor. Qual foi a variação percentual total em relação ao preço original?
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Q3625959 Matemática
Uma cooperativa de reciclagem realiza a coleta seletiva em três bairros com diferentes demandas de resíduos. A distribuição dos caminhões para cada bairro segue a proporção 5:3:2, baseada em estudos sobre o volume médio de resíduos recicláveis gerados mensalmente por cada região. No mês de agosto, o bairro B recebeu exatamente 1.200 kg de resíduos, transportados pelos caminhões destinados a ele. Considerando que todos os caminhões têm a mesma capacidade de carga e que essa proporção foi mantida entre os bairros, qual foi o volume total de resíduos recicláveis coletados pela cooperativa nesse mês? 
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Q3625958 Matemática
Em uma empresa, a razão entre o número de funcionários dos setores A e B era de 3 para 2. Após a contratação de 12 funcionários para o setor A e a transferência de 18 funcionários do setor A para o setor B, a nova razão entre os funcionários dos setores A e B passou a ser de 1 para 1.
Qual era o número total de funcionários da empresa antes dessas mudanças?
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Q3625957 Português
De acordo com a ortografia brasileira, todas as palavras estão redigidas corretamente em: 
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Q3625956 Português
Na frase: “Em dado momento, o viúvo teve de levantar-se para atender o telefone”. O termo destacado é um:
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Q3625955 Português

Leia o texto a seguir:


Uma vida inteira pela frente.

O tiro veio por trás.

Cíntia Moscovich, Os cem menores contos brasileiros do século (organização: Marcelino Freire).


Embora seja um texto composto por apenas duas linhas, é possível caracterizá-lo como uma narrativa. Nesse texto, essa caracterização deve-se ao fato de que ele apresenta

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Q3625954 Português
Observe a seguinte frase: “Ele andava triste porque não encontrava a companheira” – os verbos grifados são respectivamente:
Alternativas
Q3625953 Português
Leia o texto a seguir:
“As providências de ordem prática estavam sendo tomadas. Uma hora depois ou pouco mais, apareceram os funcionários da empresa funerária. Armara-se a câmara-ardente na sala de visitas. Em dado momento, o viúvo teve de levantar-se para atender o telefone. Era o cunhado.” (RODRIGUES, Nelson. A coroa de orquídeas. São Paulo: Companhia das Letras, 1993.)
Em “As providências de ordem prática”, o termo destacado é: 
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Q3625952 Português
Leia o texto para responder à questão.

O futuro no passado
(Luís Fernando Veríssimo)
24/07/2016

    Poucas previsões para o futuro feitas no passado se realizaram. O mundo se mudava do campo para as cidades, e era natural que o futuro idealizado então fosse o da cidade perfeita. Mas o helicóptero não substituiu o automóvel particular e só recentemente começou-se a experimentar carros que andam sobre faixas magnéticas nas ruas, liberando seus ocupantes para a leitura, o sono ou o amor no banco de trás. As cidades não se transformaram em laboratórios de convívio civilizado, como previam, e sim na maior prova da impossibilidade da coexistência de desiguais.
    A ciência trouxe avanços espetaculares nas lides de guerra, como os bombardeios com precisão cirúrgica que não poupam civis, mas não trouxe a democratização da prosperidade antevista. Mágicas novas como o cinema prometiam ultrapassar os limites da imaginação. Ultrapassaram, mas para o território da banalidade espetaculosa. A TV foi prevista, e a energia nuclear intuída, mas a revolução da informática não foi nem sonhada. As revoluções na medicina foram notáveis, certo, mas a prevenção do câncer ainda não foi descoberta. Pensando bem, nem a do resfriado. A comida em pílulas não veio — se bem que a nouvelle cuisine chegou perto. Até a colonização do espaço, como previam os roteiristas do “Flash Gordon”, está atrasada. Mal chegamos a Marte, só para descobrir que é um imenso terreno baldio. E os profetas da felicidade universal não contavam com uma coisa: o lixo produzido pela sua visão. Nenhuma previsão incluía a poluição e o aquecimento global.
    Mas assim como os videntes otimistas falharam, talvez o pessimismo de hoje divirta nossos bisnetos. Eles certamente falarão da Aids, por exemplo, como nós hoje falamos da gripe espanhola. A ciência e a técnica ainda nos surpreenderão. Estamos na pré-história da energia magnética e por fusão nuclear fria.
    É verdade que cada salto da ciência corresponderá a um passo atrás, rumo ao irracional. Quanto mais perto a ciência chegar das últimas revelações do Universo, mais as pessoas procurarão respostas no misticismo e refúgio no tribal. E quanto mais a ciência avança por caminhos nunca antes sonhados, mais leigo fica o leigo. A volta ao irracional é a birra do leigo.
Analise a oração: “Quanto mais perto a ciência chegar das últimas revelações do Universo, mais as pessoas procurarão respostas no misticismo e refúgio no tribal” e marque a resposta que NÃO corresponde à interpretação correta:
Alternativas
Q3625951 Português
Leia o texto para responder à questão.

O futuro no passado
(Luís Fernando Veríssimo)
24/07/2016

    Poucas previsões para o futuro feitas no passado se realizaram. O mundo se mudava do campo para as cidades, e era natural que o futuro idealizado então fosse o da cidade perfeita. Mas o helicóptero não substituiu o automóvel particular e só recentemente começou-se a experimentar carros que andam sobre faixas magnéticas nas ruas, liberando seus ocupantes para a leitura, o sono ou o amor no banco de trás. As cidades não se transformaram em laboratórios de convívio civilizado, como previam, e sim na maior prova da impossibilidade da coexistência de desiguais.
    A ciência trouxe avanços espetaculares nas lides de guerra, como os bombardeios com precisão cirúrgica que não poupam civis, mas não trouxe a democratização da prosperidade antevista. Mágicas novas como o cinema prometiam ultrapassar os limites da imaginação. Ultrapassaram, mas para o território da banalidade espetaculosa. A TV foi prevista, e a energia nuclear intuída, mas a revolução da informática não foi nem sonhada. As revoluções na medicina foram notáveis, certo, mas a prevenção do câncer ainda não foi descoberta. Pensando bem, nem a do resfriado. A comida em pílulas não veio — se bem que a nouvelle cuisine chegou perto. Até a colonização do espaço, como previam os roteiristas do “Flash Gordon”, está atrasada. Mal chegamos a Marte, só para descobrir que é um imenso terreno baldio. E os profetas da felicidade universal não contavam com uma coisa: o lixo produzido pela sua visão. Nenhuma previsão incluía a poluição e o aquecimento global.
    Mas assim como os videntes otimistas falharam, talvez o pessimismo de hoje divirta nossos bisnetos. Eles certamente falarão da Aids, por exemplo, como nós hoje falamos da gripe espanhola. A ciência e a técnica ainda nos surpreenderão. Estamos na pré-história da energia magnética e por fusão nuclear fria.
    É verdade que cada salto da ciência corresponderá a um passo atrás, rumo ao irracional. Quanto mais perto a ciência chegar das últimas revelações do Universo, mais as pessoas procurarão respostas no misticismo e refúgio no tribal. E quanto mais a ciência avança por caminhos nunca antes sonhados, mais leigo fica o leigo. A volta ao irracional é a birra do leigo.
No trecho Mal chegamos a Marte, só para descobrir que é um imenso terreno baldio” a parte grifada é uma:
Alternativas
Q3625950 Português
Leia o texto para responder à questão.

O futuro no passado
(Luís Fernando Veríssimo)
24/07/2016

    Poucas previsões para o futuro feitas no passado se realizaram. O mundo se mudava do campo para as cidades, e era natural que o futuro idealizado então fosse o da cidade perfeita. Mas o helicóptero não substituiu o automóvel particular e só recentemente começou-se a experimentar carros que andam sobre faixas magnéticas nas ruas, liberando seus ocupantes para a leitura, o sono ou o amor no banco de trás. As cidades não se transformaram em laboratórios de convívio civilizado, como previam, e sim na maior prova da impossibilidade da coexistência de desiguais.
    A ciência trouxe avanços espetaculares nas lides de guerra, como os bombardeios com precisão cirúrgica que não poupam civis, mas não trouxe a democratização da prosperidade antevista. Mágicas novas como o cinema prometiam ultrapassar os limites da imaginação. Ultrapassaram, mas para o território da banalidade espetaculosa. A TV foi prevista, e a energia nuclear intuída, mas a revolução da informática não foi nem sonhada. As revoluções na medicina foram notáveis, certo, mas a prevenção do câncer ainda não foi descoberta. Pensando bem, nem a do resfriado. A comida em pílulas não veio — se bem que a nouvelle cuisine chegou perto. Até a colonização do espaço, como previam os roteiristas do “Flash Gordon”, está atrasada. Mal chegamos a Marte, só para descobrir que é um imenso terreno baldio. E os profetas da felicidade universal não contavam com uma coisa: o lixo produzido pela sua visão. Nenhuma previsão incluía a poluição e o aquecimento global.
    Mas assim como os videntes otimistas falharam, talvez o pessimismo de hoje divirta nossos bisnetos. Eles certamente falarão da Aids, por exemplo, como nós hoje falamos da gripe espanhola. A ciência e a técnica ainda nos surpreenderão. Estamos na pré-história da energia magnética e por fusão nuclear fria.
    É verdade que cada salto da ciência corresponderá a um passo atrás, rumo ao irracional. Quanto mais perto a ciência chegar das últimas revelações do Universo, mais as pessoas procurarão respostas no misticismo e refúgio no tribal. E quanto mais a ciência avança por caminhos nunca antes sonhados, mais leigo fica o leigo. A volta ao irracional é a birra do leigo.
No texto – “A ciência trouxe avanços espetaculares nas lides de guerra, como os bombardeios com precisão cirúrgica que não poupam civis, mas não trouxe a democratização da prosperidade antevista.”. (l. 8-9) –, a palavra em destaque pode ser substituída, preservando o sentido com que se encontra no contexto, por:
Alternativas
Q3625949 Português
Leia o texto para responder à questão.

O futuro no passado
(Luís Fernando Veríssimo)
24/07/2016

    Poucas previsões para o futuro feitas no passado se realizaram. O mundo se mudava do campo para as cidades, e era natural que o futuro idealizado então fosse o da cidade perfeita. Mas o helicóptero não substituiu o automóvel particular e só recentemente começou-se a experimentar carros que andam sobre faixas magnéticas nas ruas, liberando seus ocupantes para a leitura, o sono ou o amor no banco de trás. As cidades não se transformaram em laboratórios de convívio civilizado, como previam, e sim na maior prova da impossibilidade da coexistência de desiguais.
    A ciência trouxe avanços espetaculares nas lides de guerra, como os bombardeios com precisão cirúrgica que não poupam civis, mas não trouxe a democratização da prosperidade antevista. Mágicas novas como o cinema prometiam ultrapassar os limites da imaginação. Ultrapassaram, mas para o território da banalidade espetaculosa. A TV foi prevista, e a energia nuclear intuída, mas a revolução da informática não foi nem sonhada. As revoluções na medicina foram notáveis, certo, mas a prevenção do câncer ainda não foi descoberta. Pensando bem, nem a do resfriado. A comida em pílulas não veio — se bem que a nouvelle cuisine chegou perto. Até a colonização do espaço, como previam os roteiristas do “Flash Gordon”, está atrasada. Mal chegamos a Marte, só para descobrir que é um imenso terreno baldio. E os profetas da felicidade universal não contavam com uma coisa: o lixo produzido pela sua visão. Nenhuma previsão incluía a poluição e o aquecimento global.
    Mas assim como os videntes otimistas falharam, talvez o pessimismo de hoje divirta nossos bisnetos. Eles certamente falarão da Aids, por exemplo, como nós hoje falamos da gripe espanhola. A ciência e a técnica ainda nos surpreenderão. Estamos na pré-história da energia magnética e por fusão nuclear fria.
    É verdade que cada salto da ciência corresponderá a um passo atrás, rumo ao irracional. Quanto mais perto a ciência chegar das últimas revelações do Universo, mais as pessoas procurarão respostas no misticismo e refúgio no tribal. E quanto mais a ciência avança por caminhos nunca antes sonhados, mais leigo fica o leigo. A volta ao irracional é a birra do leigo.
A partir da leitura, identifique o objetivo do texto: 
Alternativas
Q3625948 Português
Leia o texto para responder à questão.

O futuro no passado
(Luís Fernando Veríssimo)
24/07/2016

    Poucas previsões para o futuro feitas no passado se realizaram. O mundo se mudava do campo para as cidades, e era natural que o futuro idealizado então fosse o da cidade perfeita. Mas o helicóptero não substituiu o automóvel particular e só recentemente começou-se a experimentar carros que andam sobre faixas magnéticas nas ruas, liberando seus ocupantes para a leitura, o sono ou o amor no banco de trás. As cidades não se transformaram em laboratórios de convívio civilizado, como previam, e sim na maior prova da impossibilidade da coexistência de desiguais.
    A ciência trouxe avanços espetaculares nas lides de guerra, como os bombardeios com precisão cirúrgica que não poupam civis, mas não trouxe a democratização da prosperidade antevista. Mágicas novas como o cinema prometiam ultrapassar os limites da imaginação. Ultrapassaram, mas para o território da banalidade espetaculosa. A TV foi prevista, e a energia nuclear intuída, mas a revolução da informática não foi nem sonhada. As revoluções na medicina foram notáveis, certo, mas a prevenção do câncer ainda não foi descoberta. Pensando bem, nem a do resfriado. A comida em pílulas não veio — se bem que a nouvelle cuisine chegou perto. Até a colonização do espaço, como previam os roteiristas do “Flash Gordon”, está atrasada. Mal chegamos a Marte, só para descobrir que é um imenso terreno baldio. E os profetas da felicidade universal não contavam com uma coisa: o lixo produzido pela sua visão. Nenhuma previsão incluía a poluição e o aquecimento global.
    Mas assim como os videntes otimistas falharam, talvez o pessimismo de hoje divirta nossos bisnetos. Eles certamente falarão da Aids, por exemplo, como nós hoje falamos da gripe espanhola. A ciência e a técnica ainda nos surpreenderão. Estamos na pré-história da energia magnética e por fusão nuclear fria.
    É verdade que cada salto da ciência corresponderá a um passo atrás, rumo ao irracional. Quanto mais perto a ciência chegar das últimas revelações do Universo, mais as pessoas procurarão respostas no misticismo e refúgio no tribal. E quanto mais a ciência avança por caminhos nunca antes sonhados, mais leigo fica o leigo. A volta ao irracional é a birra do leigo.
O trecho do texto que mostra a tese o posicionamento do autor em relação ao tema é:
Alternativas
Respostas
21: B
22: A
23: C
24: E
25: A
26: B
27: E
28: C
29: A
30: C
31: D
32: E
33: B
34: X
35: E
36: C
37: A
38: C
39: D
40: A