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Q270965 Inglês
HOW TO INSTALL ADOBE READER 6

1. Uninstall all previous versions of Adobe Reader.
a. Click “Start" > “Control Panel" > “Add/Remove Programs".
b. Select “Adobe Reader X.x", where X.x is a previous version.
c. Click on the “Remove" button and follow all prompts to uninstall.
d. Repeat for each previous version found.

2. Determine your version of Microsoft Windows.
a. Click Start, then right-click on “My Computer".
b. Select “Properties" from the sub-menu.
c. The properties dialog will display your version of Windows, for example:

NOTE: Your computer must have at least Microsoft Windows 98 Second Edition installed to use Adobe Reader 6. If you are using Microsoft Windows 98 or Windows 95, you will not be able to use Adobe Reader 6. In this case, please install Adobe Reader 5, which will automatically be chosen for you in the following steps. Note that you may observe peculiar behavior with Adobe Reader 5 on the NRS website, but without any version of Adobe Reader, you will not be able to open and download NRS forms.

Answer the following question according to the text above: 

Quando temos um texto com instruções, ele será muito provavelmente disposto no Imperativo, que é habitualmente apresentado em forma de comandos. Identifique nas sentenças abaixo a alternativa no “Modo Imperativo":
Alternativas
Q270964 Redação Oficial
Assinale a alternativa correta quanto ao que se afirma a respeito das características do Aviso e do Ofício.
Alternativas
Q270963 Português
Chaplin e Camões na chuva

Eduardo Escorel

1.° Meia hora de chuva moderada foi suficiente para alagar a rua Luís de Camões, no centro do Rio. Para ir a pé até lá, saindo da Rua da Assembleia, foi preciso atravessar a Avenida Rio Branco, seguir pela rua da Carioca, dobrar na Ramalho Ortigão, contornar a igreja São Francisco de Paula, passar em frente ao Real Gabinete Português de Leitura, cruzar a avenida Passos e chegar ao nº 68, sede do Centro Municipal de Arte Helio Oiticica, instalado em um edifício neoclássico, onde foi aberta em 6 de março a exposição Chaplin e sua imagem. 
2.° No caminho, além do aguaceiro, pessoas vindo em sentido contrário, ou seguindo na mesma direção, mas andando devagar – muitas com dificuldade de seguir em linha reta, tornaram o percurso ainda mais difícil. Isso sem falar das barracas dos ambulantes ocupando a maior parte das calçadas, e dos vendedores apregoando guarda-chuvas chineses por dez reais. 
3.° Não ficar encharcado de todo, nem molhar demais os pés, requereu paciência – uma parada de meia-hora na entrada de uma farmácia no Largo de São Francisco – e perícia, buscando proteção debaixo de um pequeno guarda-chuva em decomposição. E na chegada, antes de poder subir os degraus de entrada do Centro Municipal de Arte Helio Oiticica, foi necessário atravessar a estreita e alagada Luís de Camões na ponta dos pés. 
4.° Logo na entrada, a falta de sinalização levou a perguntar por onde seguir a uma guarda desabada numa cadeira. Em tom incompreensível à primeira escuta, ela indicou com má vontade, e certo ar de desprezo pela desorientação do visitante, a porta em frente como a de acesso à exposição e fez a caridade de informar que ocupa salas do primeiro e segundo andar. 
5.° Uma primeira suposição provou ser infundada – não há interdição para entrar com guarda-chuva e pasta molhados, circunstância inédita em locais do gênero mundo afora. Outra, ainda menos auspiciosa, também caiu por terra. Ao contrário do que imaginara durante a travessia aquática do centro da cidade, havia algumas pessoas vendo a exposição, por volta de meio-dia, nas amplas salas, na pequena rua fora de mão, numa sexta-feira chuvosa. 
6.° Não eram muitas, mas pareciam interessadas, dando impressão de estarem vendo pela primeira vez painéis fotográficos e trechos de filmes de Chaplin projetados em monitores. 
7.° A modesta exposição não passa disso – uma série de painéis e alguns trechos de filmes exibidos em monitores –, sendo surpreendente que instituições tão respeitáveis, como a Cinemateca de Bologna, por exemplo, difundam pelo mundo mostra tão pobre, muito aquém, por exemplo, do que é possível ver nas duas horas e meia do documentário O Chaplin que Ninguém Viu (Unknown Chaplin), de 1983, realizado por Kevin Brownlow e David Gill para ser exibido na televisão, e disponível em DVD desde 2005. Como introdução a Chaplin, mais valeria promover em praça pública sessões gratuitas desse documentário. 
8.° O Chaplin que Ninguém Viu inclui imagens da coleção particular de Chaplin e demonstra seu perfeccionismo através das filmagens dos exaustivos ensaios para chegar à gag perfeita, e das várias tomadas feitas de uma mesma cena até obter a encenação mais eficaz. Nessa época, o custo de produção e do filme virgem ainda não haviam tornado proibitivo descobrir filmando o que se queria fazer. 
9.° Percorrida a exposição, com decepção crescente a cada sala, eis que uma risada distante se fez ouvir, parecendo vir do primeiro andar. Voltando sobre os próprios passos, descendo a sinuosa escadaria monumental com corrimão de madeira envernizada, numa das primeiras salas, lá estava a origem do riso: um rapaz de fones nos ouvidos, postado diante de um monitor, divertindo-se à grande
10.° O motivo da alegria era a sequência da luta de boxe de Luzes da cidade (1931). Disponível no Youtube, é possível comprovar a perenidade do humor chapliniano, sem correr o risco de se molhar. 
11.° A exposição Chaplin e sua imagem estará aberta, até 29 de abril, no Centro Municipal de Arte Helio Oiticica. Para quem não tiver acesso ao Youtube ou não puder ver O Chaplin que Ninguém Viu, pode valer a pena. As risadas do rapaz comprovam que ressalvas feitas à exposição talvez não façam sentido. 
12.° Evitem apenas dias de chuva para não ficarem com os pés encharcados. 

  Revista Piauí, edição 66.

Assinale a alternativa INCORRETA quanto à função sintática desempenhada pelas expressões abaixo (em destaque no texto).
Alternativas
Q270962 Português
Chaplin e Camões na chuva

Eduardo Escorel

1.° Meia hora de chuva moderada foi suficiente para alagar a rua Luís de Camões, no centro do Rio. Para ir a pé até lá, saindo da Rua da Assembleia, foi preciso atravessar a Avenida Rio Branco, seguir pela rua da Carioca, dobrar na Ramalho Ortigão, contornar a igreja São Francisco de Paula, passar em frente ao Real Gabinete Português de Leitura, cruzar a avenida Passos e chegar ao nº 68, sede do Centro Municipal de Arte Helio Oiticica, instalado em um edifício neoclássico, onde foi aberta em 6 de março a exposição Chaplin e sua imagem. 
2.° No caminho, além do aguaceiro, pessoas vindo em sentido contrário, ou seguindo na mesma direção, mas andando devagar – muitas com dificuldade de seguir em linha reta, tornaram o percurso ainda mais difícil. Isso sem falar das barracas dos ambulantes ocupando a maior parte das calçadas, e dos vendedores apregoando guarda-chuvas chineses por dez reais. 
3.° Não ficar encharcado de todo, nem molhar demais os pés, requereu paciência – uma parada de meia-hora na entrada de uma farmácia no Largo de São Francisco – e perícia, buscando proteção debaixo de um pequeno guarda-chuva em decomposição. E na chegada, antes de poder subir os degraus de entrada do Centro Municipal de Arte Helio Oiticica, foi necessário atravessar a estreita e alagada Luís de Camões na ponta dos pés. 
4.° Logo na entrada, a falta de sinalização levou a perguntar por onde seguir a uma guarda desabada numa cadeira. Em tom incompreensível à primeira escuta, ela indicou com má vontade, e certo ar de desprezo pela desorientação do visitante, a porta em frente como a de acesso à exposição e fez a caridade de informar que ocupa salas do primeiro e segundo andar. 
5.° Uma primeira suposição provou ser infundada – não há interdição para entrar com guarda-chuva e pasta molhados, circunstância inédita em locais do gênero mundo afora. Outra, ainda menos auspiciosa, também caiu por terra. Ao contrário do que imaginara durante a travessia aquática do centro da cidade, havia algumas pessoas vendo a exposição, por volta de meio-dia, nas amplas salas, na pequena rua fora de mão, numa sexta-feira chuvosa. 
6.° Não eram muitas, mas pareciam interessadas, dando impressão de estarem vendo pela primeira vez painéis fotográficos e trechos de filmes de Chaplin projetados em monitores. 
7.° A modesta exposição não passa disso – uma série de painéis e alguns trechos de filmes exibidos em monitores –, sendo surpreendente que instituições tão respeitáveis, como a Cinemateca de Bologna, por exemplo, difundam pelo mundo mostra tão pobre, muito aquém, por exemplo, do que é possível ver nas duas horas e meia do documentário O Chaplin que Ninguém Viu (Unknown Chaplin), de 1983, realizado por Kevin Brownlow e David Gill para ser exibido na televisão, e disponível em DVD desde 2005. Como introdução a Chaplin, mais valeria promover em praça pública sessões gratuitas desse documentário. 
8.° O Chaplin que Ninguém Viu inclui imagens da coleção particular de Chaplin e demonstra seu perfeccionismo através das filmagens dos exaustivos ensaios para chegar à gag perfeita, e das várias tomadas feitas de uma mesma cena até obter a encenação mais eficaz. Nessa época, o custo de produção e do filme virgem ainda não haviam tornado proibitivo descobrir filmando o que se queria fazer. 
9.° Percorrida a exposição, com decepção crescente a cada sala, eis que uma risada distante se fez ouvir, parecendo vir do primeiro andar. Voltando sobre os próprios passos, descendo a sinuosa escadaria monumental com corrimão de madeira envernizada, numa das primeiras salas, lá estava a origem do riso: um rapaz de fones nos ouvidos, postado diante de um monitor, divertindo-se à grande
10.° O motivo da alegria era a sequência da luta de boxe de Luzes da cidade (1931). Disponível no Youtube, é possível comprovar a perenidade do humor chapliniano, sem correr o risco de se molhar. 
11.° A exposição Chaplin e sua imagem estará aberta, até 29 de abril, no Centro Municipal de Arte Helio Oiticica. Para quem não tiver acesso ao Youtube ou não puder ver O Chaplin que Ninguém Viu, pode valer a pena. As risadas do rapaz comprovam que ressalvas feitas à exposição talvez não façam sentido. 
12.° Evitem apenas dias de chuva para não ficarem com os pés encharcados. 

  Revista Piauí, edição 66.

As orações reduzidas de gerúndio (em destaque no texto, parágrafo 2.° e 6.°) são, na ordem em que aparecem,
Alternativas
Q270961 Engenharia Elétrica
Toda edificação deve dispor de uma infraestrutura de aterramento, denominada “eletrodo de aterramento”, que segundo a ABNT-NBR 5410, pode ser

Alternativas
Q270960 Engenharia Civil
Em um circuito de iluminação cujos condutores e os cabos estejam isolados, qual a seção mínima que o condutor de cobre deve ter segundo a ABNT- NBR 5410?

Alternativas
Q270959 Engenharia Civil
De acordo com a ABNT-NBR 5410, quais tipos de condutores devem ser utilizados para linhas elétricas?

Alternativas
Q270957 Engenharia Civil
De acordo com a ABNT-NBR 5410, em halls de serviço, salas de manutenção e salas de equipamentos devem ser previsto, no mínimo, quantos pontos de tomada de uso geral para previsão de carga da instalação?

Alternativas
Q270956 Auditoria de Obras Públicas
Quanto à localização, os portos podem ser classificados em

Alternativas
Q270955 Engenharia Civil
Qual o diâmetro mínimo das tubulações de recalque da estação elevatória de lodo?

Alternativas
Q270954 Engenharia Civil
Para o dimensionamento das unidades de tratamento de esgoto e órgãos auxiliares, quais os parâmetros básicos que devem ser previamente obtidos?

Alternativas
Q270953 Engenharia Civil
As unidades de tratamento de uma ETA devem ser dispostas de modo que

Alternativas
Q270952 Engenharia Civil
Qual o tratamento mínimo necessário para águas subterrâneas ou superficiais, provenientes de bacias não-protegidas, e que possam enquadrar-se nos padrões de portabilidade mediante processo de tratamento que não exija coagulação?

Alternativas
Q270951 Engenharia Civil
Qual a distância máxima entre os hidrantes ao longo do eixo das ruas?

Alternativas
Q270950 Auditoria de Obras Públicas
Qual o diâmetro mínimo que os condutos secundários da rede de distribuição de água para abastecimento devem ter, segundo a ABNT-NBR 12218?

Alternativas
Q270949 Auditoria de Obras Públicas
No projeto de rede de distribuição de água para abastecimento, segundo a ABNT-NBR 12218, qual a pressão estática máxima e a pressão dinâmica mínima que deve ser considerada nas tubulações distribuidoras?

Alternativas
Q270948 Engenharia Civil
Se uma hidroelétrica tiver a potência instalada de 20 MW, ela será considerada uma

Alternativas
Q270947 Engenharia Civil
Quais os principais parâmetros utilizados para avaliação do potencial hidráulico de uma bacia hidrográfica?

Alternativas
Q270946 Engenharia Civil
Os canais para transporte de água são condutos livres onde o escoamento se processa por

Alternativas
Q270945 Engenharia Civil
Para uma barragem de terra construída com solo argiloso, com altura da barragem igual a 10m, largura da crista igual a 8m, inclinação do talude a montante igual a 2,75 e inclinação do talude a jusante igual a 2,25. Determine a largura da base da barragem de terra.

Alternativas
Respostas
4321: C
4322: C
4323: E
4324: B
4325: C
4326: E
4327: A
4328: D
4329: A
4330: E
4331: E
4332: D
4333: E
4334: E
4335: A
4336: E
4337: D
4338: B
4339: E
4340: D