Foram encontradas 3.323 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
O comportamento do indivíduo é determinado tanto pelas diferenças individuais quanto pela interação entre o indivíduo e o ambiente no qual ele está inserido. Apesar das características das pessoas não se alterarem em ambientes distintos, suas reações podem sofrer alterações de acordo com o local onde se encontram.
A composição das equipes é fundamental para o processo de produção de ideias criativas, sendo imprescindíveis para esse processo aspectos como abordagens variadas do trabalho, combinação única de ideias, identificação com as metas da equipe e estilos semelhantes de solução de problemas.
São características de uma equipe nas organizações o pequeno número de pessoas, o vínculo interpessoal, o engajamento pessoal, a formação de uma unidade particular, a intencionalidade comum dirigida para um objetivo coletivo, o estabelecimento de normas e obrigações, os papéis bem definidos e a distribuição do trabalho.
De acordo com a teoria de estágios de desenvolvimento de equipes, no estágio de tempestade, a equipe provavelmente passará por incertezas quanto a sua forma de funcionamento, ao passo que, no estágio de formação, ocorrerá, entre os membros da equipe, a coesão, o sentido de identidade, o companheirismo e a definição de comportamentos aceitos.
Nos grupos, os membros têm tarefas mais intercambiáveis e trabalham juntos por um objetivo preciso, entretanto, nas equipes, os membros têm funções mais bem estabelecidas e, juntos, constroem uma história e um futuro direcionado aos ambientes sociais e organizacionais.
De acordo com a teoria situacional, o líder deverá adotar um comportamento em função das condições ambientais em que estão inseridas as pessoas que ele deseja influenciar.
Por meio da teoria contingencial, busca-se relacionar os estilos de liderança voltados para a tarefa e para o relacionamento, levando em consideração as relações entre líder e liderados, a estrutura da tarefa e o poder de posição.
A liderança transacional diz respeito ao carisma, à visão, à inspiração motivada por altas expectativas e ao estímulo intelectual, ao passo que a liderança transformacional diz respeito às recompensas atribuídas aos seguidores, a depender de seu desempenho nas tarefas.
Segundo a teoria caminho-meta, para não gerar frustrações futuras, o líder deve motivar seus liderados, estimulando-os com expectativas positivas no que se refere aos objetivos da organização. Entretanto, é necessário que os subordinados confiem nos caminhos pelos quais os líderes os guiam, de modo que tais objetivos sejam alcançados.
Joana, servidora pública de trinta e nove anos de idade, perdeu subitamente seu cônjuge devido a um acidente de trânsito. Após o retorno às atividades de trabalho, encontrava-se impaciente e agressiva com os colegas, além de sentir, diariamente, fortes dores de cabeça, o que afetou sua produtividade no trabalho. Orientada por seu diretor, procurou auxílio de um psicólogo, que lhe explicou os estágios do luto e informou-lhe que ela se encontrava na fase da raiva. Nesse caso clínico, a abordagem terapêutica foi adequada, pois, de acordo com Kubler Ross, o fornecimento de informações a respeito da situação vivida transmite maior segurança no enfrentamento da perda.
Miguel, sessenta e oito anos de idade, divorciado, pai de três filhos, encontra-se prestes a adquirir aposentadoria compulsória, o que implicará diminuição da sua renda e a perda do status que o trabalho lhe confere. Há dois anos, encontra-se em processo terapêutico, iniciado após o casamento de sua ex-esposa. Relata que se sente derrotado e desonrado, sem ver sentido na vida, além de apresentar ideações suicidas. Ao perceber sintomas de depressão, o psicólogo o encaminhou para tratamento medicamentoso com psiquiatra e iniciou uma intervenção terapêutica denominada autópsia psicológica de Schneidman. Nesse caso clínico, a intervenção terapêutica foi bem empregada, uma vez que, por meio dela, utiliza-se a reconstrução narrativa e exalta-se o contexto sócio-histórico das pessoas com comportamentos depressivos e tendências suicidas, de modo a direcioná-las ao restabelecimento da saúde física e mental.
O psicólogo institucional deve investigar o papel das instituições no desenvolvimento da personalidade dos indivíduos que nelas atuam.
Na psicologia institucional, o trabalho é concebido como um fator etiológico importante no processo de saúde mental, haja vista que alguns problemas de saúde devem ser compreendidos à luz das condições e dos contextos do ambiente de trabalho.
As práticas socioassistencias corroboram com a perspectiva da tutela, haja vista que a proteção direcionada aos usuários de álcool e outras drogas, bem como aos seus familiares, é a melhor ação a ser realizada a curto prazo.
Por intermédio do modelo de atuação psicoeducativo, busca-se promover a compreensão do comportamento disfuncional do indivíduo, além de capacitar seus familiares para a identificação dos pródromos de um evento adverso.
A estratégia da redução de danos constitui prática emancipatória, uma vez que estimula o protagonismo e a autonomia do usuário para o resgate de sua condição de sujeito.
Práticas religiosas podem configurar estratégias de enfrentamento orientadas para o problema ou para a emoção, assim como podem influenciar positiva ou negativamente o tratamento de doenças crônicas.
O repasse de informações relacionado a fatores biológicos, psicológicos, sociais e culturais do processo de adoecimento auxilia na desmistificação de crenças errôneas difundidas pela cultura em que o indivíduo está inserido e que podem impactar no sucesso do tratamento das doenças crônicas não transmissíveis.
Nas teorias recentes do estresse, a dimensão microssocial do adoecimento é enfatizada, dado o entendimento de que os principais aspectos que interferem no enfrentamento de doenças crônicas dizem respeito às características individuais do sujeito.
Uma das políticas de saúde promovidas pelo Ministério da Saúde que fornecem informações importantes para a atuação dos psicólogos no atendimento aos pacientes crônicos, é o Plano de Ações Estratégicas para o Enfrentamento das Doenças Crônicas Não Transmissíveis, que aborda doenças circulatórias, doenças respiratórias crônicas, câncer e diabetes, além de seus fatores de risco em comum.