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Q4203707 Português
Leia o Texto 3 para responder à questão.

Texto 3


Era uma vez...

Rosely Sayão

Desde que conheci uma história de Eduardo Galeano, nunca mais me esqueci dela. E um dos motivos é que, entre tantas possibilidades que oferece, ela mostra, principalmente, que são as histórias que nos ajudam a olhar o mundo, a ver e entender melhor a vida como ela é. Para crianças, é uma oportunidade incrível a de ouvir histórias, tanto em casa quanto na escola, e aprender com elas. Você, certamente, já teve a chance de contar histórias para seu filho ou alunos.

Antes de a criança ter aprendido a ler nossas letras e saber o significado de muitas palavras, ela consegue absorver a narrativa da história que ouve. E essas histórias falam diretamente ao coração: ela lê imagens no livro, a postura dos pais, a sonoridade de sua voz e emoções que eles imprimem à história. Ela se identifica, positiva ou negativamente com personagens, e vive intensamente muitas das experiências que eles transmitem. Como alguém já disse, ler é viajar sem sair do lugar, viagem essa que não é apenas para conhecer lugares, mas também – e principalmente – para se conhecer e aos outros.

Se você tiver a oportunidade de observar uma criança – ou um grupo delas – ouvindo alguém contar uma história, você vai ver, nas expressões faciais dela e na linguagem corporal, o universo de emoções que a assaltam.

A leitura de histórias para crianças é tão importante que astronautas na Estação Espacial Internacional encontram um tempo para ler livros para as crianças. Imagine o valor dado pela criança à leitura ao saber que astronautas dedicam tempo para ler para ela.

Precisamos valorizar o ato de contar histórias aos mais novos e, aos poucos, estimular também que eles nos contem as suas. Se a criança pequena adora ouvir histórias, certamente tem potencial para gostar de ler. Mas não sabemos como colocar esse prazer em ato; ao contrário, muitas vezes desestimulamos a leitura. O modo como muitas escolas tratam o livro e a leitura com seus alunos é um exemplo. Vamos, como astronautas, buscar encantar os mais novos pela leitura. É possível! E nem precisamos estar na estação espacial. Basta iniciarmos a narrativa com uma frase mágica que, na infância, é: “Era uma vez...”.

Disponível em: <https://educacao.estadao.com.br/noticias/geral,era-uma-vez,70003190822>. Acesso em: 14 jul. 2020. (Adaptado). 
Nos enunciado “você vai ver, nas expressões faciais dela e na linguagem corporal, o universo de emoções que a assaltam” existe uma figura de linguagem denominada de: 
Alternativas
Q4203706 Português
Leia o Texto 3 para responder à questão.

Texto 3


Era uma vez...

Rosely Sayão

Desde que conheci uma história de Eduardo Galeano, nunca mais me esqueci dela. E um dos motivos é que, entre tantas possibilidades que oferece, ela mostra, principalmente, que são as histórias que nos ajudam a olhar o mundo, a ver e entender melhor a vida como ela é. Para crianças, é uma oportunidade incrível a de ouvir histórias, tanto em casa quanto na escola, e aprender com elas. Você, certamente, já teve a chance de contar histórias para seu filho ou alunos.

Antes de a criança ter aprendido a ler nossas letras e saber o significado de muitas palavras, ela consegue absorver a narrativa da história que ouve. E essas histórias falam diretamente ao coração: ela lê imagens no livro, a postura dos pais, a sonoridade de sua voz e emoções que eles imprimem à história. Ela se identifica, positiva ou negativamente com personagens, e vive intensamente muitas das experiências que eles transmitem. Como alguém já disse, ler é viajar sem sair do lugar, viagem essa que não é apenas para conhecer lugares, mas também – e principalmente – para se conhecer e aos outros.

Se você tiver a oportunidade de observar uma criança – ou um grupo delas – ouvindo alguém contar uma história, você vai ver, nas expressões faciais dela e na linguagem corporal, o universo de emoções que a assaltam.

A leitura de histórias para crianças é tão importante que astronautas na Estação Espacial Internacional encontram um tempo para ler livros para as crianças. Imagine o valor dado pela criança à leitura ao saber que astronautas dedicam tempo para ler para ela.

Precisamos valorizar o ato de contar histórias aos mais novos e, aos poucos, estimular também que eles nos contem as suas. Se a criança pequena adora ouvir histórias, certamente tem potencial para gostar de ler. Mas não sabemos como colocar esse prazer em ato; ao contrário, muitas vezes desestimulamos a leitura. O modo como muitas escolas tratam o livro e a leitura com seus alunos é um exemplo. Vamos, como astronautas, buscar encantar os mais novos pela leitura. É possível! E nem precisamos estar na estação espacial. Basta iniciarmos a narrativa com uma frase mágica que, na infância, é: “Era uma vez...”.

Disponível em: <https://educacao.estadao.com.br/noticias/geral,era-uma-vez,70003190822>. Acesso em: 14 jul. 2020. (Adaptado). 
Com o título escolhido para o Texto 3, o autor: 
Alternativas
Q4203705 Português
Leia o Texto 3 para responder à questão.

Texto 3


Era uma vez...

Rosely Sayão

Desde que conheci uma história de Eduardo Galeano, nunca mais me esqueci dela. E um dos motivos é que, entre tantas possibilidades que oferece, ela mostra, principalmente, que são as histórias que nos ajudam a olhar o mundo, a ver e entender melhor a vida como ela é. Para crianças, é uma oportunidade incrível a de ouvir histórias, tanto em casa quanto na escola, e aprender com elas. Você, certamente, já teve a chance de contar histórias para seu filho ou alunos.

Antes de a criança ter aprendido a ler nossas letras e saber o significado de muitas palavras, ela consegue absorver a narrativa da história que ouve. E essas histórias falam diretamente ao coração: ela lê imagens no livro, a postura dos pais, a sonoridade de sua voz e emoções que eles imprimem à história. Ela se identifica, positiva ou negativamente com personagens, e vive intensamente muitas das experiências que eles transmitem. Como alguém já disse, ler é viajar sem sair do lugar, viagem essa que não é apenas para conhecer lugares, mas também – e principalmente – para se conhecer e aos outros.

Se você tiver a oportunidade de observar uma criança – ou um grupo delas – ouvindo alguém contar uma história, você vai ver, nas expressões faciais dela e na linguagem corporal, o universo de emoções que a assaltam.

A leitura de histórias para crianças é tão importante que astronautas na Estação Espacial Internacional encontram um tempo para ler livros para as crianças. Imagine o valor dado pela criança à leitura ao saber que astronautas dedicam tempo para ler para ela.

Precisamos valorizar o ato de contar histórias aos mais novos e, aos poucos, estimular também que eles nos contem as suas. Se a criança pequena adora ouvir histórias, certamente tem potencial para gostar de ler. Mas não sabemos como colocar esse prazer em ato; ao contrário, muitas vezes desestimulamos a leitura. O modo como muitas escolas tratam o livro e a leitura com seus alunos é um exemplo. Vamos, como astronautas, buscar encantar os mais novos pela leitura. É possível! E nem precisamos estar na estação espacial. Basta iniciarmos a narrativa com uma frase mágica que, na infância, é: “Era uma vez...”.

Disponível em: <https://educacao.estadao.com.br/noticias/geral,era-uma-vez,70003190822>. Acesso em: 14 jul. 2020. (Adaptado). 
O tema central do Texto 3 é: 
Alternativas
Q4203704 Português

Leia o Texto 2 para responder à questão.


Texto 2


texto_1.png (435×152)


Disponível em: <http://www.willtirando.com.br/>. Acesso em: 14 jul. 2020.

O efeito de humor do quadrinho se dá pela: 
Alternativas
Q4203703 Português
Leia o Texto 1 para responder à questão.


Texto 1

Chomsky completa 90 anos mais atual que nunca

Aos 90 anos, completados em 07/12/2018, o intelectual americano continua a lutar por mudanças e pode olhar em retrospecto para três áreas que ajudou significativamente a moldar desde meados do século 20 até os dias de hoje – como linguista, filósofo e ativista político de esquerda.

Avram Noam Chomsky nasceu em 1928 na Filadélfia, numa família de imigrantes judeus. Seu pai era da Ucrânia e fugiu para os Estados Unidos. A mãe vinha de Belarus. Comprometida com o sionismo de esquerda, a família vivia numa espécie de gueto judeu. Aos dez anos de idade, Chomsky escreveu um primeiro artigo sobre a ameaça do fascismo e, na adolescência, começou a se identificar com a política anarquista.

Ele estudou Linguística, Matemática e Filosofia, fazendo mestrado em 1951 na área de linguística. As principais teses de seu doutorado Análise Transformacional resultaram mais tarde num livro que revolucionaria a linguística: sua monografia inovadora Estruturas Sintáticas, publicada em 1957.

Com esse livro, Chomsky definiu seu próprio tema de vida científico: as origens e os limites das habilidades cognitivas humanas. Sua pergunta inicial parece simples: como uma criança pode aprender a falar em tão pouco tempo, formar frases gramaticalmente corretas em sua língua materna depois de alguns anos, talvez até mesmo em outra língua? Em sua pesquisa, ele chegou à conclusão de que o aprendizado da linguagem é uma competência inata.

Não é a imitação do que a criança escuta em seu entorno que a transforma num ser falante. De acordo com sua tese central, há uma estrutura geneticamente impressa no cérebro humano que lhe permite perceber as coisas do mundo, pensar sobre elas – e formar um número infinito de sentenças com um número finito de regras. Guiada pelo pensamento matemático, a sua doutrina de que as estruturas básicas de todas as línguas são iguais e que a linguagem humana segue regras complexas e lógicas – uma "gramática universal" – não influenciou somente a linguística.

Ela também implicou uma tomada de posição dentro de uma disputa filosófica que remontava ao início do Iluminismo. No início do século 17, René Descartes argumentou que a capacidade de pensar em conceitos seria inata. Chomsky catapultou esse "racionalismo cartesiano" para o século 20.

A sua teoria não permaneceu sem discordância – cientistas da comunicação do século 21, por exemplo, não aceitam mais a sua distinção fundamental entre humanos e animais, já que atualmente habilidades cognitivas também são atribuídas aos animais.

Disponível em: <https://www.cartacapital.com.br/cultura/chomsky-completa-90-anos-mais-atual-quenunca/>. Acesso em: 14 jul. 2020. (Adaptado).
No enunciado “Chomsky catapultou esse ‘racionalismo cartesiano’ para o século 20” o efeito de sentido produzido 
Alternativas
Q4203702 Português
Leia o Texto 1 para responder à questão.


Texto 1

Chomsky completa 90 anos mais atual que nunca

Aos 90 anos, completados em 07/12/2018, o intelectual americano continua a lutar por mudanças e pode olhar em retrospecto para três áreas que ajudou significativamente a moldar desde meados do século 20 até os dias de hoje – como linguista, filósofo e ativista político de esquerda.

Avram Noam Chomsky nasceu em 1928 na Filadélfia, numa família de imigrantes judeus. Seu pai era da Ucrânia e fugiu para os Estados Unidos. A mãe vinha de Belarus. Comprometida com o sionismo de esquerda, a família vivia numa espécie de gueto judeu. Aos dez anos de idade, Chomsky escreveu um primeiro artigo sobre a ameaça do fascismo e, na adolescência, começou a se identificar com a política anarquista.

Ele estudou Linguística, Matemática e Filosofia, fazendo mestrado em 1951 na área de linguística. As principais teses de seu doutorado Análise Transformacional resultaram mais tarde num livro que revolucionaria a linguística: sua monografia inovadora Estruturas Sintáticas, publicada em 1957.

Com esse livro, Chomsky definiu seu próprio tema de vida científico: as origens e os limites das habilidades cognitivas humanas. Sua pergunta inicial parece simples: como uma criança pode aprender a falar em tão pouco tempo, formar frases gramaticalmente corretas em sua língua materna depois de alguns anos, talvez até mesmo em outra língua? Em sua pesquisa, ele chegou à conclusão de que o aprendizado da linguagem é uma competência inata.

Não é a imitação do que a criança escuta em seu entorno que a transforma num ser falante. De acordo com sua tese central, há uma estrutura geneticamente impressa no cérebro humano que lhe permite perceber as coisas do mundo, pensar sobre elas – e formar um número infinito de sentenças com um número finito de regras. Guiada pelo pensamento matemático, a sua doutrina de que as estruturas básicas de todas as línguas são iguais e que a linguagem humana segue regras complexas e lógicas – uma "gramática universal" – não influenciou somente a linguística.

Ela também implicou uma tomada de posição dentro de uma disputa filosófica que remontava ao início do Iluminismo. No início do século 17, René Descartes argumentou que a capacidade de pensar em conceitos seria inata. Chomsky catapultou esse "racionalismo cartesiano" para o século 20.

A sua teoria não permaneceu sem discordância – cientistas da comunicação do século 21, por exemplo, não aceitam mais a sua distinção fundamental entre humanos e animais, já que atualmente habilidades cognitivas também são atribuídas aos animais.

Disponível em: <https://www.cartacapital.com.br/cultura/chomsky-completa-90-anos-mais-atual-quenunca/>. Acesso em: 14 jul. 2020. (Adaptado).
Considerando-se a organização estilística e composicional do texto, o Texto 1 configura-se como 
Alternativas
Q4203701 Português
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Texto 1

Chomsky completa 90 anos mais atual que nunca

Aos 90 anos, completados em 07/12/2018, o intelectual americano continua a lutar por mudanças e pode olhar em retrospecto para três áreas que ajudou significativamente a moldar desde meados do século 20 até os dias de hoje – como linguista, filósofo e ativista político de esquerda.

Avram Noam Chomsky nasceu em 1928 na Filadélfia, numa família de imigrantes judeus. Seu pai era da Ucrânia e fugiu para os Estados Unidos. A mãe vinha de Belarus. Comprometida com o sionismo de esquerda, a família vivia numa espécie de gueto judeu. Aos dez anos de idade, Chomsky escreveu um primeiro artigo sobre a ameaça do fascismo e, na adolescência, começou a se identificar com a política anarquista.

Ele estudou Linguística, Matemática e Filosofia, fazendo mestrado em 1951 na área de linguística. As principais teses de seu doutorado Análise Transformacional resultaram mais tarde num livro que revolucionaria a linguística: sua monografia inovadora Estruturas Sintáticas, publicada em 1957.

Com esse livro, Chomsky definiu seu próprio tema de vida científico: as origens e os limites das habilidades cognitivas humanas. Sua pergunta inicial parece simples: como uma criança pode aprender a falar em tão pouco tempo, formar frases gramaticalmente corretas em sua língua materna depois de alguns anos, talvez até mesmo em outra língua? Em sua pesquisa, ele chegou à conclusão de que o aprendizado da linguagem é uma competência inata.

Não é a imitação do que a criança escuta em seu entorno que a transforma num ser falante. De acordo com sua tese central, há uma estrutura geneticamente impressa no cérebro humano que lhe permite perceber as coisas do mundo, pensar sobre elas – e formar um número infinito de sentenças com um número finito de regras. Guiada pelo pensamento matemático, a sua doutrina de que as estruturas básicas de todas as línguas são iguais e que a linguagem humana segue regras complexas e lógicas – uma "gramática universal" – não influenciou somente a linguística.

Ela também implicou uma tomada de posição dentro de uma disputa filosófica que remontava ao início do Iluminismo. No início do século 17, René Descartes argumentou que a capacidade de pensar em conceitos seria inata. Chomsky catapultou esse "racionalismo cartesiano" para o século 20.

A sua teoria não permaneceu sem discordância – cientistas da comunicação do século 21, por exemplo, não aceitam mais a sua distinção fundamental entre humanos e animais, já que atualmente habilidades cognitivas também são atribuídas aos animais.

Disponível em: <https://www.cartacapital.com.br/cultura/chomsky-completa-90-anos-mais-atual-quenunca/>. Acesso em: 14 jul. 2020. (Adaptado).
No que diz respeito à progressão discursiva entre o segundo e o terceiro parágrafos, eles estão interligados por meio de 
Alternativas
Q4203700 Português
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Texto 1

Chomsky completa 90 anos mais atual que nunca

Aos 90 anos, completados em 07/12/2018, o intelectual americano continua a lutar por mudanças e pode olhar em retrospecto para três áreas que ajudou significativamente a moldar desde meados do século 20 até os dias de hoje – como linguista, filósofo e ativista político de esquerda.

Avram Noam Chomsky nasceu em 1928 na Filadélfia, numa família de imigrantes judeus. Seu pai era da Ucrânia e fugiu para os Estados Unidos. A mãe vinha de Belarus. Comprometida com o sionismo de esquerda, a família vivia numa espécie de gueto judeu. Aos dez anos de idade, Chomsky escreveu um primeiro artigo sobre a ameaça do fascismo e, na adolescência, começou a se identificar com a política anarquista.

Ele estudou Linguística, Matemática e Filosofia, fazendo mestrado em 1951 na área de linguística. As principais teses de seu doutorado Análise Transformacional resultaram mais tarde num livro que revolucionaria a linguística: sua monografia inovadora Estruturas Sintáticas, publicada em 1957.

Com esse livro, Chomsky definiu seu próprio tema de vida científico: as origens e os limites das habilidades cognitivas humanas. Sua pergunta inicial parece simples: como uma criança pode aprender a falar em tão pouco tempo, formar frases gramaticalmente corretas em sua língua materna depois de alguns anos, talvez até mesmo em outra língua? Em sua pesquisa, ele chegou à conclusão de que o aprendizado da linguagem é uma competência inata.

Não é a imitação do que a criança escuta em seu entorno que a transforma num ser falante. De acordo com sua tese central, há uma estrutura geneticamente impressa no cérebro humano que lhe permite perceber as coisas do mundo, pensar sobre elas – e formar um número infinito de sentenças com um número finito de regras. Guiada pelo pensamento matemático, a sua doutrina de que as estruturas básicas de todas as línguas são iguais e que a linguagem humana segue regras complexas e lógicas – uma "gramática universal" – não influenciou somente a linguística.

Ela também implicou uma tomada de posição dentro de uma disputa filosófica que remontava ao início do Iluminismo. No início do século 17, René Descartes argumentou que a capacidade de pensar em conceitos seria inata. Chomsky catapultou esse "racionalismo cartesiano" para o século 20.

A sua teoria não permaneceu sem discordância – cientistas da comunicação do século 21, por exemplo, não aceitam mais a sua distinção fundamental entre humanos e animais, já que atualmente habilidades cognitivas também são atribuídas aos animais.

Disponível em: <https://www.cartacapital.com.br/cultura/chomsky-completa-90-anos-mais-atual-quenunca/>. Acesso em: 14 jul. 2020. (Adaptado).
O segundo parágrafo é encerrado com o enunciado “Aos dez anos de idade, Chomsky escreveu um primeiro artigo sobre a ameaça do fascismo e, na adolescência, começou a se identificar com a política anarquista”, levando o leitor à conclusão de que neste período: 
Alternativas
Q4203699 Português
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Texto 1

Chomsky completa 90 anos mais atual que nunca

Aos 90 anos, completados em 07/12/2018, o intelectual americano continua a lutar por mudanças e pode olhar em retrospecto para três áreas que ajudou significativamente a moldar desde meados do século 20 até os dias de hoje – como linguista, filósofo e ativista político de esquerda.

Avram Noam Chomsky nasceu em 1928 na Filadélfia, numa família de imigrantes judeus. Seu pai era da Ucrânia e fugiu para os Estados Unidos. A mãe vinha de Belarus. Comprometida com o sionismo de esquerda, a família vivia numa espécie de gueto judeu. Aos dez anos de idade, Chomsky escreveu um primeiro artigo sobre a ameaça do fascismo e, na adolescência, começou a se identificar com a política anarquista.

Ele estudou Linguística, Matemática e Filosofia, fazendo mestrado em 1951 na área de linguística. As principais teses de seu doutorado Análise Transformacional resultaram mais tarde num livro que revolucionaria a linguística: sua monografia inovadora Estruturas Sintáticas, publicada em 1957.

Com esse livro, Chomsky definiu seu próprio tema de vida científico: as origens e os limites das habilidades cognitivas humanas. Sua pergunta inicial parece simples: como uma criança pode aprender a falar em tão pouco tempo, formar frases gramaticalmente corretas em sua língua materna depois de alguns anos, talvez até mesmo em outra língua? Em sua pesquisa, ele chegou à conclusão de que o aprendizado da linguagem é uma competência inata.

Não é a imitação do que a criança escuta em seu entorno que a transforma num ser falante. De acordo com sua tese central, há uma estrutura geneticamente impressa no cérebro humano que lhe permite perceber as coisas do mundo, pensar sobre elas – e formar um número infinito de sentenças com um número finito de regras. Guiada pelo pensamento matemático, a sua doutrina de que as estruturas básicas de todas as línguas são iguais e que a linguagem humana segue regras complexas e lógicas – uma "gramática universal" – não influenciou somente a linguística.

Ela também implicou uma tomada de posição dentro de uma disputa filosófica que remontava ao início do Iluminismo. No início do século 17, René Descartes argumentou que a capacidade de pensar em conceitos seria inata. Chomsky catapultou esse "racionalismo cartesiano" para o século 20.

A sua teoria não permaneceu sem discordância – cientistas da comunicação do século 21, por exemplo, não aceitam mais a sua distinção fundamental entre humanos e animais, já que atualmente habilidades cognitivas também são atribuídas aos animais.

Disponível em: <https://www.cartacapital.com.br/cultura/chomsky-completa-90-anos-mais-atual-quenunca/>. Acesso em: 14 jul. 2020. (Adaptado).
A partir das ideias do Texto 1, na visão chomskyana, conclui-se que a 
Alternativas
Q4203698 Música
Observe a melodia da canção popular Luar do Sertão, a seguir.
50.png (713×161)
Nessa melodia, 
Alternativas
Q4203696 Música
Observe a redução para piano dos oito primeiros compassos de Allegro energico e passionato, quarto movimento da Sinfonia n. 4 do compositor Johannes Brahms.
48.png (707×153)
A análise harmônica corresponde a: 
Alternativas
Q4203695 Música
Observe os acordes assinalados com retângulo no trecho do Coral nº 7 de J. S. Bach.
47.png (726×190)
A partir da análise harmônica, tem-se que: 
Alternativas
Q4203694 Música
Um professor de música de uma escola pública fez um arranjo da melodia Noite Feliz para suas atividades de canto coral para uma turma do 8º ano. Ele dividiu seu arranjo colocando a melodia principal na voz inferior e escrevendo um contraponto na voz superior. Qual contraponto obedece aos princípios de independência melódica, da harmonia tonal e de movimentação das vozes? 
Alternativas
Q4203693 Música
Observe os seguintes trechos de partituras.
45.png (635×445) 45b.png (632×505)
A qual período corresponde cada trecho apresentado? 
Alternativas
Q4203692 Música
Observe a partitura do Prelúdio nº 3 para violão do compositor brasileiro Heitor Villa-Lobos, apresentada a seguir.
44.png (722×263)
VILLA-LOBOS, Heitor. Cinq préludes. Max Eschig: Paris, 2006. Édités par Frédéric Zigante.

Considerando Dó Maior a tonalidade inicial do trecho, tem-se que: 
Alternativas
Q4203691 Música
Observe os trechos a seguir do Mikrokosmos, importante obra para piano do compositor húngaro Béla Bártok.
43.png (727×722)
Quais são as escalas empregadas nesses trechos? 
Alternativas
Q4203690 Música
Observe o arranjo a seguir de Asa Branca para Trio de Metais.
42.png (790×237)
Nesse arranjo, tem-se que: 
Alternativas
Q4203689 Música
Ao construir a série harmônica de Dó e considerar o som fundamental como primeiro harmônico, sabe-se que: 
Alternativas
Q4203688 Física
Sobre as propriedades do som, define-se que: 
Alternativas
Q4203687 Música
Leia o texto a seguir:
O século XX trouxe uma série de transformações políticas, econômicas, sociais e culturais para todo o mundo. [...] Este, então, passa a ser um momento em que o artista parte à procura de novas sensações, de novas linguagens; há a necessidade de inovação de ir de encontro ao estabelecido e desafiar a autoridade, propondo o rompimento com o que é tradicional. Esse espírito beligerante, que luta contra a arte instituída, em prol da união entre a vida e a arte e em favor do novo, é o que chamamos de vanguarda. E é dentro desta concepção artística e ideológica que encontramos o grupo Música Viva.
RAMOS, R. A. Música Viva e a nova fase da modernidade musical brasileira. ANPUH – XXV Simpósio Nacional de História. Fortaleza, 2009. Disponível em: <http://www.snh2011.anpuh.org/resources/anais/anpuhnacional/S.25/ANPUH.S25.1151.pdf>. Acesso em 13 ago. 2020.

No contexto apresentado, qual é o princípio defendido pelo grupo? 
Alternativas
Respostas
181: D
182: C
183: A
184: C
185: A
186: X
187: B
188: B
189: C
190: D
191: A
192: D
193: C
194: C
195: B
196: D
197: D
198: A
199: D
200: C