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Q3829752 Noções de Informática
Julgue as seguintes afirmações como Verdadeiras (V) ou Falsas (F):
( )Toda fórmula no Excel deve começar com o sinal de igual (=).
( )É possível criar gráficos (de barras, pizza, linha, etc.) a partir dos dados de uma planilha.
( )O atalho Ctrl + C copia o conteúdo da célula selecionada, e o Ctrl + V cola o conteúdo na célula de destino.
( )Uma pasta de trabalho do Excel pode conter apenas uma planilha.
A sequência correta é:
Alternativas
Q3829751 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão. 

A 'quase-lua' da Terra escondida há décadas — e que não está sozinha

Astrônomos descobriram que a Terra ganhou um novo companheiro: uma quase-lua que deverá permanecer próxima até cerca de 2083. Esses objetos não são luas de fato, pois não orbitam diretamente o planeta, mas acompanham sua trajetória ao redor do Sol, mantendo-se nas proximidades por longos períodos.

O asteroide, com cerca de vinte metros de comprimento, viaja em sintonia com a Terra há décadas e deve continuar assim por mais alguns anos, segundo cálculos baseados em sua órbita. Ele foi identificado por telescópios dedicados à observação de objetos próximos da Terra. Com essa descoberta, já são várias as quase-luas conhecidas, além de algumas miniluas e possíveis luas-fantasma.

As quase-luas parecem, do ponto de vista terrestre, girar em torno do planeta, mas na verdade orbitam o Sol em trajetórias muito semelhantes à da Terra. Durante esse percurso, sofrem leve influência da gravidade terrestre, que as faz se aproximar ou se afastar periodicamente. Todas são temporárias e podem permanecer nessa condição por décadas ou até mais de um século.

As miniluas, por sua vez, são pequenos asteroides que chegam a ficar realmente em órbita da Terra por curtos períodos, geralmente inferiores a um ano. São difíceis de detectar por seu tamanho reduzido. A última observada tinha cerca de dez metros e permaneceu apenas alguns meses nas proximidades, antes de retornar a uma órbita ao redor do Sol. Há indícios de que alguns desses objetos sejam fragmentos desprendidos da própria Lua após antigos impactos.

As chamadas luas-fantasma seriam nuvens de poeira que acompanham a órbita terrestre, posicionadas em pontos relativamente estáveis à frente ou atrás do planeta. Sua existência, porém, ainda não é consenso na ciência, embora seja considerada possível devido à presença abundante de poeira no espaço.

Apesar de sua proximidade em termos astronômicos, esses objetos não representam risco para a Terra. Mesmo no ponto mais próximo, permanecem bem mais distantes do que a Lua. E, caso se aproximassem mais, isso ocorreria de forma lenta, permitindo monitoramento e resposta.

Quase-luas também já foram identificadas em outros planetas do sistema solar. Seu estudo só se tornou possível recentemente, graças ao avanço dos telescópios e da modelagem computacional, que permitiram detectar objetos muito tênues e compreender melhor seus movimentos.

Essas descobertas reforçam a noção de que o sistema solar é um ambiente ativo e dinâmico, em constante transformação, longe de ser um espaço imóvel ou estático.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly4179rkgko.adaptado.
Sua existência, porém, ainda não é consenso na ciência, embora seja considerada possível devido à presença abundante de poeira no espaço.
Assinale a alternativa correta quanto à nova pontuação, sem alteração do sentido original da frase.
Alternativas
Q3829750 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão. 

A 'quase-lua' da Terra escondida há décadas — e que não está sozinha

Astrônomos descobriram que a Terra ganhou um novo companheiro: uma quase-lua que deverá permanecer próxima até cerca de 2083. Esses objetos não são luas de fato, pois não orbitam diretamente o planeta, mas acompanham sua trajetória ao redor do Sol, mantendo-se nas proximidades por longos períodos.

O asteroide, com cerca de vinte metros de comprimento, viaja em sintonia com a Terra há décadas e deve continuar assim por mais alguns anos, segundo cálculos baseados em sua órbita. Ele foi identificado por telescópios dedicados à observação de objetos próximos da Terra. Com essa descoberta, já são várias as quase-luas conhecidas, além de algumas miniluas e possíveis luas-fantasma.

As quase-luas parecem, do ponto de vista terrestre, girar em torno do planeta, mas na verdade orbitam o Sol em trajetórias muito semelhantes à da Terra. Durante esse percurso, sofrem leve influência da gravidade terrestre, que as faz se aproximar ou se afastar periodicamente. Todas são temporárias e podem permanecer nessa condição por décadas ou até mais de um século.

As miniluas, por sua vez, são pequenos asteroides que chegam a ficar realmente em órbita da Terra por curtos períodos, geralmente inferiores a um ano. São difíceis de detectar por seu tamanho reduzido. A última observada tinha cerca de dez metros e permaneceu apenas alguns meses nas proximidades, antes de retornar a uma órbita ao redor do Sol. Há indícios de que alguns desses objetos sejam fragmentos desprendidos da própria Lua após antigos impactos.

As chamadas luas-fantasma seriam nuvens de poeira que acompanham a órbita terrestre, posicionadas em pontos relativamente estáveis à frente ou atrás do planeta. Sua existência, porém, ainda não é consenso na ciência, embora seja considerada possível devido à presença abundante de poeira no espaço.

Apesar de sua proximidade em termos astronômicos, esses objetos não representam risco para a Terra. Mesmo no ponto mais próximo, permanecem bem mais distantes do que a Lua. E, caso se aproximassem mais, isso ocorreria de forma lenta, permitindo monitoramento e resposta.

Quase-luas também já foram identificadas em outros planetas do sistema solar. Seu estudo só se tornou possível recentemente, graças ao avanço dos telescópios e da modelagem computacional, que permitiram detectar objetos muito tênues e compreender melhor seus movimentos.

Essas descobertas reforçam a noção de que o sistema solar é um ambiente ativo e dinâmico, em constante transformação, longe de ser um espaço imóvel ou estático.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly4179rkgko.adaptado.

As quase-luas parecem, do ponto de vista terrestre, girar em torno do planeta, mas na verdade orbitam o Sol em trajetórias "muito semelhantes à da Terra".


Em relação ao sinal indicativo de crase na expressão destacada, é correto afirmar que: 


Alternativas
Q3829749 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão. 

A 'quase-lua' da Terra escondida há décadas — e que não está sozinha

Astrônomos descobriram que a Terra ganhou um novo companheiro: uma quase-lua que deverá permanecer próxima até cerca de 2083. Esses objetos não são luas de fato, pois não orbitam diretamente o planeta, mas acompanham sua trajetória ao redor do Sol, mantendo-se nas proximidades por longos períodos.

O asteroide, com cerca de vinte metros de comprimento, viaja em sintonia com a Terra há décadas e deve continuar assim por mais alguns anos, segundo cálculos baseados em sua órbita. Ele foi identificado por telescópios dedicados à observação de objetos próximos da Terra. Com essa descoberta, já são várias as quase-luas conhecidas, além de algumas miniluas e possíveis luas-fantasma.

As quase-luas parecem, do ponto de vista terrestre, girar em torno do planeta, mas na verdade orbitam o Sol em trajetórias muito semelhantes à da Terra. Durante esse percurso, sofrem leve influência da gravidade terrestre, que as faz se aproximar ou se afastar periodicamente. Todas são temporárias e podem permanecer nessa condição por décadas ou até mais de um século.

As miniluas, por sua vez, são pequenos asteroides que chegam a ficar realmente em órbita da Terra por curtos períodos, geralmente inferiores a um ano. São difíceis de detectar por seu tamanho reduzido. A última observada tinha cerca de dez metros e permaneceu apenas alguns meses nas proximidades, antes de retornar a uma órbita ao redor do Sol. Há indícios de que alguns desses objetos sejam fragmentos desprendidos da própria Lua após antigos impactos.

As chamadas luas-fantasma seriam nuvens de poeira que acompanham a órbita terrestre, posicionadas em pontos relativamente estáveis à frente ou atrás do planeta. Sua existência, porém, ainda não é consenso na ciência, embora seja considerada possível devido à presença abundante de poeira no espaço.

Apesar de sua proximidade em termos astronômicos, esses objetos não representam risco para a Terra. Mesmo no ponto mais próximo, permanecem bem mais distantes do que a Lua. E, caso se aproximassem mais, isso ocorreria de forma lenta, permitindo monitoramento e resposta.

Quase-luas também já foram identificadas em outros planetas do sistema solar. Seu estudo só se tornou possível recentemente, graças ao avanço dos telescópios e da modelagem computacional, que permitiram detectar objetos muito tênues e compreender melhor seus movimentos.

Essas descobertas reforçam a noção de que o sistema solar é um ambiente ativo e dinâmico, em constante transformação, longe de ser um espaço imóvel ou estático.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly4179rkgko.adaptado.
O asteroide, com cerca de vinte metros de comprimento, "viaja" em sintonia com a Terra há décadas.
De acordo com as regras de regência verbal, o verbo destacado nesta frase funciona como:
Alternativas
Q3829748 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão. 

A 'quase-lua' da Terra escondida há décadas — e que não está sozinha

Astrônomos descobriram que a Terra ganhou um novo companheiro: uma quase-lua que deverá permanecer próxima até cerca de 2083. Esses objetos não são luas de fato, pois não orbitam diretamente o planeta, mas acompanham sua trajetória ao redor do Sol, mantendo-se nas proximidades por longos períodos.

O asteroide, com cerca de vinte metros de comprimento, viaja em sintonia com a Terra há décadas e deve continuar assim por mais alguns anos, segundo cálculos baseados em sua órbita. Ele foi identificado por telescópios dedicados à observação de objetos próximos da Terra. Com essa descoberta, já são várias as quase-luas conhecidas, além de algumas miniluas e possíveis luas-fantasma.

As quase-luas parecem, do ponto de vista terrestre, girar em torno do planeta, mas na verdade orbitam o Sol em trajetórias muito semelhantes à da Terra. Durante esse percurso, sofrem leve influência da gravidade terrestre, que as faz se aproximar ou se afastar periodicamente. Todas são temporárias e podem permanecer nessa condição por décadas ou até mais de um século.

As miniluas, por sua vez, são pequenos asteroides que chegam a ficar realmente em órbita da Terra por curtos períodos, geralmente inferiores a um ano. São difíceis de detectar por seu tamanho reduzido. A última observada tinha cerca de dez metros e permaneceu apenas alguns meses nas proximidades, antes de retornar a uma órbita ao redor do Sol. Há indícios de que alguns desses objetos sejam fragmentos desprendidos da própria Lua após antigos impactos.

As chamadas luas-fantasma seriam nuvens de poeira que acompanham a órbita terrestre, posicionadas em pontos relativamente estáveis à frente ou atrás do planeta. Sua existência, porém, ainda não é consenso na ciência, embora seja considerada possível devido à presença abundante de poeira no espaço.

Apesar de sua proximidade em termos astronômicos, esses objetos não representam risco para a Terra. Mesmo no ponto mais próximo, permanecem bem mais distantes do que a Lua. E, caso se aproximassem mais, isso ocorreria de forma lenta, permitindo monitoramento e resposta.

Quase-luas também já foram identificadas em outros planetas do sistema solar. Seu estudo só se tornou possível recentemente, graças ao avanço dos telescópios e da modelagem computacional, que permitiram detectar objetos muito tênues e compreender melhor seus movimentos.

Essas descobertas reforçam a noção de que o sistema solar é um ambiente ativo e dinâmico, em constante transformação, longe de ser um espaço imóvel ou estático.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly4179rkgko.adaptado.
"A última observada tinha cerca de dez metros" e permaneceu apenas alguns meses nas proximidades, antes de retornar a uma órbita ao redor do Sol.
Sintaticamente, é correto afirmar que, na oração destacada,
Alternativas
Q3829747 Astronomia
O texto seguinte servirá de base para responder à questão. 

A 'quase-lua' da Terra escondida há décadas — e que não está sozinha

Astrônomos descobriram que a Terra ganhou um novo companheiro: uma quase-lua que deverá permanecer próxima até cerca de 2083. Esses objetos não são luas de fato, pois não orbitam diretamente o planeta, mas acompanham sua trajetória ao redor do Sol, mantendo-se nas proximidades por longos períodos.

O asteroide, com cerca de vinte metros de comprimento, viaja em sintonia com a Terra há décadas e deve continuar assim por mais alguns anos, segundo cálculos baseados em sua órbita. Ele foi identificado por telescópios dedicados à observação de objetos próximos da Terra. Com essa descoberta, já são várias as quase-luas conhecidas, além de algumas miniluas e possíveis luas-fantasma.

As quase-luas parecem, do ponto de vista terrestre, girar em torno do planeta, mas na verdade orbitam o Sol em trajetórias muito semelhantes à da Terra. Durante esse percurso, sofrem leve influência da gravidade terrestre, que as faz se aproximar ou se afastar periodicamente. Todas são temporárias e podem permanecer nessa condição por décadas ou até mais de um século.

As miniluas, por sua vez, são pequenos asteroides que chegam a ficar realmente em órbita da Terra por curtos períodos, geralmente inferiores a um ano. São difíceis de detectar por seu tamanho reduzido. A última observada tinha cerca de dez metros e permaneceu apenas alguns meses nas proximidades, antes de retornar a uma órbita ao redor do Sol. Há indícios de que alguns desses objetos sejam fragmentos desprendidos da própria Lua após antigos impactos.

As chamadas luas-fantasma seriam nuvens de poeira que acompanham a órbita terrestre, posicionadas em pontos relativamente estáveis à frente ou atrás do planeta. Sua existência, porém, ainda não é consenso na ciência, embora seja considerada possível devido à presença abundante de poeira no espaço.

Apesar de sua proximidade em termos astronômicos, esses objetos não representam risco para a Terra. Mesmo no ponto mais próximo, permanecem bem mais distantes do que a Lua. E, caso se aproximassem mais, isso ocorreria de forma lenta, permitindo monitoramento e resposta.

Quase-luas também já foram identificadas em outros planetas do sistema solar. Seu estudo só se tornou possível recentemente, graças ao avanço dos telescópios e da modelagem computacional, que permitiram detectar objetos muito tênues e compreender melhor seus movimentos.

Essas descobertas reforçam a noção de que o sistema solar é um ambiente ativo e dinâmico, em constante transformação, longe de ser um espaço imóvel ou estático.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly4179rkgko.adaptado.
Em estudos sobre a dinâmica do sistema solar, distingue-se um conjunto de corpos celestes que interagem com a Terra de maneiras distintas, variando quanto ao vínculo gravitacional, ao tipo de órbita e ao tempo de permanência em suas proximidades.
De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3829746 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão. 

A 'quase-lua' da Terra escondida há décadas — e que não está sozinha

Astrônomos descobriram que a Terra ganhou um novo companheiro: uma quase-lua que deverá permanecer próxima até cerca de 2083. Esses objetos não são luas de fato, pois não orbitam diretamente o planeta, mas acompanham sua trajetória ao redor do Sol, mantendo-se nas proximidades por longos períodos.

O asteroide, com cerca de vinte metros de comprimento, viaja em sintonia com a Terra há décadas e deve continuar assim por mais alguns anos, segundo cálculos baseados em sua órbita. Ele foi identificado por telescópios dedicados à observação de objetos próximos da Terra. Com essa descoberta, já são várias as quase-luas conhecidas, além de algumas miniluas e possíveis luas-fantasma.

As quase-luas parecem, do ponto de vista terrestre, girar em torno do planeta, mas na verdade orbitam o Sol em trajetórias muito semelhantes à da Terra. Durante esse percurso, sofrem leve influência da gravidade terrestre, que as faz se aproximar ou se afastar periodicamente. Todas são temporárias e podem permanecer nessa condição por décadas ou até mais de um século.

As miniluas, por sua vez, são pequenos asteroides que chegam a ficar realmente em órbita da Terra por curtos períodos, geralmente inferiores a um ano. São difíceis de detectar por seu tamanho reduzido. A última observada tinha cerca de dez metros e permaneceu apenas alguns meses nas proximidades, antes de retornar a uma órbita ao redor do Sol. Há indícios de que alguns desses objetos sejam fragmentos desprendidos da própria Lua após antigos impactos.

As chamadas luas-fantasma seriam nuvens de poeira que acompanham a órbita terrestre, posicionadas em pontos relativamente estáveis à frente ou atrás do planeta. Sua existência, porém, ainda não é consenso na ciência, embora seja considerada possível devido à presença abundante de poeira no espaço.

Apesar de sua proximidade em termos astronômicos, esses objetos não representam risco para a Terra. Mesmo no ponto mais próximo, permanecem bem mais distantes do que a Lua. E, caso se aproximassem mais, isso ocorreria de forma lenta, permitindo monitoramento e resposta.

Quase-luas também já foram identificadas em outros planetas do sistema solar. Seu estudo só se tornou possível recentemente, graças ao avanço dos telescópios e da modelagem computacional, que permitiram detectar objetos muito tênues e compreender melhor seus movimentos.

Essas descobertas reforçam a noção de que o sistema solar é um ambiente ativo e dinâmico, em constante transformação, longe de ser um espaço imóvel ou estático.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly4179rkgko.adaptado.
Em textos de divulgação científica, é comum que a linguagem priorize a apresentação objetiva de dados, conceitos e explicações, ainda que, em alguns momentos, recorra a termos expressivos para facilitar a aproximação com o leitor.
De acordo com o texto-base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3829745 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão. 

A 'quase-lua' da Terra escondida há décadas — e que não está sozinha

Astrônomos descobriram que a Terra ganhou um novo companheiro: uma quase-lua que deverá permanecer próxima até cerca de 2083. Esses objetos não são luas de fato, pois não orbitam diretamente o planeta, mas acompanham sua trajetória ao redor do Sol, mantendo-se nas proximidades por longos períodos.

O asteroide, com cerca de vinte metros de comprimento, viaja em sintonia com a Terra há décadas e deve continuar assim por mais alguns anos, segundo cálculos baseados em sua órbita. Ele foi identificado por telescópios dedicados à observação de objetos próximos da Terra. Com essa descoberta, já são várias as quase-luas conhecidas, além de algumas miniluas e possíveis luas-fantasma.

As quase-luas parecem, do ponto de vista terrestre, girar em torno do planeta, mas na verdade orbitam o Sol em trajetórias muito semelhantes à da Terra. Durante esse percurso, sofrem leve influência da gravidade terrestre, que as faz se aproximar ou se afastar periodicamente. Todas são temporárias e podem permanecer nessa condição por décadas ou até mais de um século.

As miniluas, por sua vez, são pequenos asteroides que chegam a ficar realmente em órbita da Terra por curtos períodos, geralmente inferiores a um ano. São difíceis de detectar por seu tamanho reduzido. A última observada tinha cerca de dez metros e permaneceu apenas alguns meses nas proximidades, antes de retornar a uma órbita ao redor do Sol. Há indícios de que alguns desses objetos sejam fragmentos desprendidos da própria Lua após antigos impactos.

As chamadas luas-fantasma seriam nuvens de poeira que acompanham a órbita terrestre, posicionadas em pontos relativamente estáveis à frente ou atrás do planeta. Sua existência, porém, ainda não é consenso na ciência, embora seja considerada possível devido à presença abundante de poeira no espaço.

Apesar de sua proximidade em termos astronômicos, esses objetos não representam risco para a Terra. Mesmo no ponto mais próximo, permanecem bem mais distantes do que a Lua. E, caso se aproximassem mais, isso ocorreria de forma lenta, permitindo monitoramento e resposta.

Quase-luas também já foram identificadas em outros planetas do sistema solar. Seu estudo só se tornou possível recentemente, graças ao avanço dos telescópios e da modelagem computacional, que permitiram detectar objetos muito tênues e compreender melhor seus movimentos.

Essas descobertas reforçam a noção de que o sistema solar é um ambiente ativo e dinâmico, em constante transformação, longe de ser um espaço imóvel ou estático.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly4179rkgko.adaptado.
Com essa descoberta, já são várias as "quase-luas" conhecidas, além de algumas miniluas e possíveis "luas-fantasma".
Os termos destacados constituem substantivos compostos e, considerando os processos envolvidos em sua concepção, são formados por: 
Alternativas
Q3829744 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão. 

A 'quase-lua' da Terra escondida há décadas — e que não está sozinha

Astrônomos descobriram que a Terra ganhou um novo companheiro: uma quase-lua que deverá permanecer próxima até cerca de 2083. Esses objetos não são luas de fato, pois não orbitam diretamente o planeta, mas acompanham sua trajetória ao redor do Sol, mantendo-se nas proximidades por longos períodos.

O asteroide, com cerca de vinte metros de comprimento, viaja em sintonia com a Terra há décadas e deve continuar assim por mais alguns anos, segundo cálculos baseados em sua órbita. Ele foi identificado por telescópios dedicados à observação de objetos próximos da Terra. Com essa descoberta, já são várias as quase-luas conhecidas, além de algumas miniluas e possíveis luas-fantasma.

As quase-luas parecem, do ponto de vista terrestre, girar em torno do planeta, mas na verdade orbitam o Sol em trajetórias muito semelhantes à da Terra. Durante esse percurso, sofrem leve influência da gravidade terrestre, que as faz se aproximar ou se afastar periodicamente. Todas são temporárias e podem permanecer nessa condição por décadas ou até mais de um século.

As miniluas, por sua vez, são pequenos asteroides que chegam a ficar realmente em órbita da Terra por curtos períodos, geralmente inferiores a um ano. São difíceis de detectar por seu tamanho reduzido. A última observada tinha cerca de dez metros e permaneceu apenas alguns meses nas proximidades, antes de retornar a uma órbita ao redor do Sol. Há indícios de que alguns desses objetos sejam fragmentos desprendidos da própria Lua após antigos impactos.

As chamadas luas-fantasma seriam nuvens de poeira que acompanham a órbita terrestre, posicionadas em pontos relativamente estáveis à frente ou atrás do planeta. Sua existência, porém, ainda não é consenso na ciência, embora seja considerada possível devido à presença abundante de poeira no espaço.

Apesar de sua proximidade em termos astronômicos, esses objetos não representam risco para a Terra. Mesmo no ponto mais próximo, permanecem bem mais distantes do que a Lua. E, caso se aproximassem mais, isso ocorreria de forma lenta, permitindo monitoramento e resposta.

Quase-luas também já foram identificadas em outros planetas do sistema solar. Seu estudo só se tornou possível recentemente, graças ao avanço dos telescópios e da modelagem computacional, que permitiram detectar objetos muito tênues e compreender melhor seus movimentos.

Essas descobertas reforçam a noção de que o sistema solar é um ambiente ativo e dinâmico, em constante transformação, longe de ser um espaço imóvel ou estático.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly4179rkgko.adaptado.
E, caso se "aproximassem" mais, isso "ocorreria" de forma lenta, permitindo monitoramento e resposta.
Os verbos destacados na frase encontram-se conjugados, respectivamente, no: 
Alternativas
Q3827591 Pedagogia
A inserção dos jogos e brincadeiras no currículo escolar não deve ter caráter meramente recreativo, mas sim pedagógico e cultural. Tizuko Kishimoto destaca a importância do jogo como promotor de aprendizagem e desenvolvimento. Assinale a alternativa que descreve corretamente a abordagem metodológica do jogo como conteúdo da cultura corporal.
Alternativas
Q3827590 Música
A Capoeira é uma expressão cultural complexa que envolve luta, dança, jogo e música. Na "Roda de Capoeira", a música comanda o ritmo e o estilo do jogo. Entre os instrumentos utilizados, o Berimbau exerce a função de comando. Existem variações de Berimbau de acordo com o tamanho da cabaça e o som produzido. Assinale a alternativa que descreve corretamente a função do "Berimbau Gunga" (ou Berra-boi) na hierarquia da bateria de Capoeira Angola. 
Alternativas
Q3827589 Pedagogia
A avaliação na Educação Física escolar, sob a ótica das abordagens pedagógicas críticas e pós-críticas, deve superar a verificação métrica da aptidão física e a mera execução técnica dos gestos esportivos. Cipriano Luckesi e Suraya Darido defendem uma avaliação que esteja a serviço da aprendizagem, integrando as dimensões conceitual, procedimental e atitudinal. Nesse contexto complexo, assinale a alternativa correta sobre a avaliação formativa.
Alternativas
Q3827588 Educação Física
A Educação Física Inclusiva baseia-se no conceito de Desenho Universal para a Aprendizagem e na adaptação de tarefas. Segundo o modelo de adaptação de Sherrill ou Winnick, para incluir um aluno com deficiência visual severa em uma atividade de corrida de velocidade, qual a estratégia metodológica adequada e segura que preserva a essência da atividade? 
Alternativas
Q3827587 Pedagogia
O debate epistemológico da Educação Física brasileira a partir da década de 1980 gerou diversas abordagens pedagógicas que buscaram romper com o modelo tecnicista. Acerca das características dessas abordagens, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:
( )A abordagem Crítico-Superadora (Coletivo de Autores) fundamenta-se no materialismo histórico-dialético, defendendo que o ensino deve tratar pedagogicamente o conhecimento da cultura corporal (jogo, esporte, dança, luta, ginástica) através do método do "trato com o conhecimento".
( )A abordagem Sistêmica, atribuída a Mauro Betti, nega a Educação Física como componente curricular específico, rejeita a vivência corporal como elemento pedagógico central e defende que a chamada "cultura corporal de movimento".
( )A abordagem Desenvolvimentista (Go Tani) foca na crítica social e política, negligenciando a aprendizagem motora e o desenvolvimento das habilidades físicas, pois considera que o movimento é secundário em relação à consciência de classe.
( )A abordagem da Saúde Renovada (ou Aptidão Física relacionada à Saúde) propõe o ensino de conceitos fisiológicos e a vivência de práticas que promovam a autonomia do aluno no gerenciamento de sua própria atividade física, distanciando-se do higienismo eugenista.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo.
Alternativas
Q3827586 Educação Física
No ensino do Judô escolar, é fundamental compreender os princípios filosóficos e biomecânicos da modalidade. O princípio do "Seiryoku Zenyo" (Máxima Eficiência com Mínimo Esforço) deve guiar o ensino das técnicas de projeção (Nage-waza). Assinale a alternativa que descreve a sequência pedagógica e biomecânica correta para a execução de uma técnica de projeção no Judô.
Alternativas
Q3827585 Educação Física
O Caratê-Do, como conteúdo escolar, deve ser ensinado além da luta, valorizando seus aspectos formativos (Do = caminho). Uma das formas de competição e treinamento é o "Kata". Assinale a alternativa que define corretamente o conceito e a função pedagógica do Kata no contexto escolar.
Alternativas
Q3827584 Educação Física
O modelo "Teaching Games for Understanding" (TGfU), ou Ensino dos Jogos pela Compreensão, propõe uma ruptura com o modelo técnico-analítico tradicional. Analise as afirmativas a seguir sobre os princípios pedagógicos do TGfU aplicados ao esporte escolar:
I.O modelo propõe que o ensino deve iniciar pelo jogo (formas jogadas ou reduzidas), onde a tática (o "que fazer") precede a técnica (o "como fazer"), gerando uma necessidade autêntica de aprendizado do gesto motor.
II.A modificação das regras e do espaço (exaggeration) é uma estratégia central para enfatizar problemas táticos específicos, permitindo que o aluno compreenda a estrutura do jogo antes de dominar a técnica complexa.
III.O TGfU defende que a técnica deve ser ensinada primeiramente através de exercícios repetitivos e descontextualizados (drills) até a automatização, para somente depois introduzir o aluno ao jogo formal.
Está CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3827583 Educação Física
A Dança Criativa na escola, fundamentada nos estudos de Rudolf Laban, busca explorar a expressividade e a diversidade de movimentos, afastando-se da reprodução mecânica de gestos codificados (como no balé clássico estrito). Laban propôs a análise do movimento através de quatro fatores do "Esforço". Assinale a alternativa que identifica corretamente esses quatro fatores utilizados na pedagogia da dança. 
Alternativas
Q3827582 Educação Física
Durante o "Estirão do Crescimento" na puberdade, ocorre um rápido aumento na estatura que pode afetar temporariamente a coordenação motora dos adolescentes. Esse fenômeno, conhecido como "desajeitamento adolescente" (adolescent awkwardness), tem implicações diretas para o planejamento das aulas. Assinale a alternativa correta sobre a relação entre o Pico de Velocidade de Crescimento (PVC) e o desempenho motor.
Alternativas
Q3827581 Pedagogia
A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) estrutura-se em torno do conceito de competência, rompendo com a primazia da mera transmissão de conteúdos disciplinares isolados para focar no desenvolvimento de capacidades complexas. Essa mudança paradigmática exige que as práticas pedagógicas articulem conhecimentos cognitivos com habilidades socioemocionais, visando à formação integral do sujeito. Considerando a definição explicita de "competência" adotada no texto introdutório da BNCC, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Respostas
341: C
342: B
343: B
344: A
345: C
346: C
347: D
348: C
349: C
350: D
351: B
352: D
353: D
354: C
355: C
356: B
357: B
358: B
359: A
360: A