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Leia o caso a seguir.
Em uma situação de rotina para a realização de um VDRL, o profissional realizou o preparo da amostra por meio da centrifugação do tubo de coleta de tampa vermelha. Após a separação da amostra, o soro foi devidamente separado em um tubo de ensaio de vidro. Em seguida, separou-se outros 10 tubos de ensaio. No primeiro tubo (tubo 1), foi colocado 200 microlitros de soro do paciente. Nos tubos 2,3,4,5,6,7,8,9 e 10 foram colocados 100 microlitros de solução fisiológica. Em seguida, pipetou-se 100 microlitros do conteúdo do tubo 1 para o tubo 2. Procedeu-se a homogeneização no tubo 2, e, pipetouse 100 microlitros do conteúdo do tubo 2 para o tubo 3. Em seguida, homogeneizou-se o conteúdo do tubo 3 e pipetou-se 100 microlitros do conteúdo do tubo 3 para o tubo 4, seguido da homogeneização e transferência de 100 microlitros do conteúdo do tubo 4 para o tubo 5, seguido da homogeneização e transferência de 100 microlitros do conteúdo do tubo 5 para o tubo 6, seguido da homogeneização e transferência de 100 microlitros do conteúdo do tubo 6 para o tubo 7, seguido da homogeneização e transferência de 100 microlitros do conteúdo do tubo 7 para o tubo 8, seguido da homogeneização e transferência de 100 microlitros do conteúdo do tubo 8 para o tubo 9, seguido da homogeneização e transferência de 100 microlitros do conteúdo do tubo 9 para o tubo 10. Após a realização desse preparo, pegou-se a placa de Kline (escavada). No primeiro poço da placa, pipetou-se 50 microlitros do tubo 1, no segundo poço, 50 microlitros do tubo 2, no terceiro poço, 50 microlitros do tubo 3, no quarto poço, 50 microlitros do tubo 4, no quinto poço, 50 microlitros do tubo 5, no sexto poço, 50 microlitros do tubo 6, no sétimo poço, 50 microlitros do tubo 7, no oitavo poço, 50 microlitros do tubo 8, no nono poço, 50 microlitros do tubo 9, no décimo poço, 50 microlitros do tubo 10, no décimo primeiro poço, 50 microlitros do reagente controle negativo e, no décimo segundo poço, 50 microlitros do reagente controle positivo. Terminado esse processo, foram colocados 20 microlitros de suspensão antigênica nos poços de 1 a 12 (em todos os poços relatados anteriormente). Em seguida, a placa de Kline foi colocada em um agitador mecânico a 180 rpm por 4 minutos, sendo, por fim, levada para análise em microscopia (aumento de 100x). Foram observadas aglutinações nos poços 5,6,7,8 e 12.
A conclusão quanto a essa situação seria
Leia o caso clínico a seguir.
J.S.R., sexo feminino, 40 anos de idade, procura o laboratório com visível sinal de icterícia, sem dores abdominais ou febre. O pedido de realização de exames era para EAS; EPF; Hemograma; Enzimas hepáticas; Bilirrubina total e frações; e Marcadores virais para hepatites A, B e C. No dia seguinte, a paciente entrega os materiais de fezes e urina no laboratório e segue para a realização da punção venosa. As fezes apresentavam aspecto esbranquiçado (acólicas) e a urina escura, com formação de espuma amarelada ao movimento de homogeneização. Na parte química do EAS, foi reportado bilirrubina na urina. No hemograma, J.S.R. apresentou hemoglobina de 13,5 g/dL. Hematócrito de 40% e 4,2 milhões de hemácias por microlitro. VCM de 95 fl, HCM 32,14 pg e CHCM 33,75%. Os leucócitos estavam com 5.600 células por microlitro, 48% deles neutrófilos, 36% linfócitos, 10% monócitos, 5% eosinófilos e 1% de basófilos. As plaquetas estavam em 320.000 por microlitro. Na análise microscópica do hemograma não foi relatada presença de bastões, células jovens ou eritroblastos. Os marcadores hepáticos e virais estão apresentados na tabela abaixo.

Testes realizados, resultados e valores de referência das enzimas hepáticas, bilirrubina total e frações e marcadores virais para hepatites A, B e C.
Leia o caso clínico a seguir.
Para a realização de uma tipagem sanguínea, foi adotado o método de tipagem em tubo seguido da confirmação com a tipagem reversa. A amostra, em tubo de EDTA, foi submetida a centrifugação e, em seguida, foi separado o plasma em um tubo de ensaio à parte. Uma alíquota da papa de hemácias foi pipetada em outro tubo de ensaio e foi diluída em 5% com solução fisiológica (T5%). Em seguida, foram preparados 5 tubos de ensaio. Nos três primeiros tubos, destinados à prova direta, foi feita a identificação do primeiro tubo como A, o segundo, B e o terceiro, D. No primeiro tubo foi colocado 100 microlitros da amostra T5% e duas gotas de reagente anti-A. No segundo tubo, 100 microlitros de T5% e duas gotas de reagente anti-B e no terceiro tubo, 100 microlitros de T5% e duas gotas de reagente anti-D. Em seguida, foi realizada a centrifugação dos tubos a 1.200 rpm com 1 minuto e feita a leitura. Não foi observada aglutinação nos tubos A e B, apenas no tubo D foi observada aglutinação de hemácias. Em seguida, encaminhou-se a realização da confirmação por prova reversa. Para isso, os outros dois tubos de ensaio foram identificados, o primeiro como RA e o segundo, como RB. No primeiro tubo, RA, foram pipetados 100 microlitros do plasma da amostra teste (TP) e duas gotas do reagente para prova reversa A (hemácias tipo A purificadas) e, no segundo tubo, RB, 100 microlitros de TP e duas gotas do reagente para prova reversa B (hemácias tipo B purificadas). Em seguida, os dois tubos foram encaminhados para a centrifugação a 1.200 rpm por 1 minuto e feita a leitura. Não foi observada aglutinação de hemácias nem no tubo RA nem no tubo RB.
Face aos resultados apresentados, deve-se
Leia o caso clínico a seguir.
Em um atendimento prestado por um laboratório de análises clínicas a um cliente ambulatorial foi observado a seguinte situação. O referido cliente tinha uma solicitação de hemograma, dosagem de glicemia em jejum, lipidograma, EAS e EPF. Um dia depois, o cliente volta ao laboratório, às oito horas da manhã. Ao ser questionado sob as condições da amostra de urina, ele refere que colheu a primeira amostra da manhã, às 07h30 e que a amostra de fezes foi colhida logo em seguida à amostra de urina, pouco antes de vir ao laboratório. Quanto ao horário da última refeição, foi registrado que o cliente tivera sua última refeição às 19h30 do dia anterior. O paciente foi convidado a adentrar a sala de coleta às 08h30. Para a coleta de sangue, foram separados 3 tubos, um tubo de EDTA e 2 tubos sem anticoagulante com ativador de coágulo (tampa vermelha). A coleta foi realizada utilizando o sistema a vácuo. Inicialmente, foi feita a antissepsia do local de coleta, seguido da aplicação do garrote (torniquete). Levou-se cerca de 45 segundos para a visualização e puncionamento da veia, tempo esse em que o membro permaneceu garroteado. Havendo o puncionamento, o garrote foi retirado e foram conectados, em sequência, os tubos para o soro e, por fim, o tubo de EDTA. Terminado o processo, as amostras foram encaminhadas para as respectivas seções de trabalho onde, às 14h, foram centrifugadas (quando for o caso) e analisadas.
Quanto às diversas etapas do processo,
Analise o gráfico a seguir.

Disponível em:
<https://www.qualichart.com.br/as-regras-de-westgard-como-reconhecer-diferentes-comportamentos-do-seu-sistema-de-controle/>.Acesso em: 13 ago. 2024.
As regras múltiplas de Westgard são uma poderosa ferramenta de acompanhamento do controle interno de qualidade de um laboratório de análises clínicas. A partir da leitura do gráfico apresentado, pode-se concluir que
Leia o caso a seguir.
Para a realização de um exame de urina (EAS) de urgência, o laboratorista tinha à sua disposição 5 ml de urina. Ele transferiu todo o conteúdo da amostra para um tubo cônico, procedeu normalmente à realização do exame físico e químico da urina e, em seguida, centrifugou a urina disponível e descartou 4 ml do sobrenadante, fazendo a ressuspensão do depósito em 1 ml de urina restante. Na etapa referente à contagem dos elementos de sedimentoscopia, foram contados 150 piócitos e 25 hemácias em um quadrante lateral da câmara de Neubauer (quadrante A, vide figura a seguir).

Disponível em:
Leia o texto a seguir.
O princípio da universalidade nos impulsiona a construir o acesso para todos, o da equidade nos exige pactuar com todos o que cada um necessita, mas a integralidade nos desafia a saber e fazer o ‘quê’ e ‘como’ pode ser realizado em saúde para responder universalmente às necessidades de cada um.
PINHEIRO, Roseni. MATTOS, Rubem Araújo de (orgs.). Os sentidos da integralidade na atenção e no cuidado à saúde. 6.ed. Rio de Janeiro: IMS/UERJ – CEPESC – ABRASCO, 2006. 180p. ISBN 85-89737-34-9.
A integralidade é tida como um desafio permanente, pois a
Leia o texto a seguir.
Letramento digital: a educação como estratégia de combate à desinformação
"Big Data", "fake news" e desinformação são expressões amplamente discutidas nos últimos anos, em que a questão se tornou mais evidente e necessária por conta do avanço da tecnologia e da facilidade de acesso à informação. Cada vez mais pessoas estão expostas a uma quantidade enorme de dados - o que pode se tornar um problema quando essas informações são falsas ou distorcidas.
Nesse contexto, a importância do letramento digital se torna fundamental para que as pessoas saibam identificar e combater a desinformação. Mas é importante lembrar-se sempre de que, apesar de não ser um fenômeno recente, a desinformação, com a disseminação das fake news através da internet e das redes sociais, ganhou uma proporção ainda maior. Em campanhas eleitorais, por exemplo, o uso de notícias falsas e informações distorcidas pode influenciar o resultado do pleito, manipulando a opinião pública. Essas táticas têm sido muito utilizadas, pois é mais fácil disseminar informações falsas do que corrigi-las.
É nesse contexto que o letramento digital se mostra essencial. O termo "letramento" refere-se à capacidade de entender, interpretar e utilizar informações escritas. No caso do letramento digital, a ideia é capacitar as pessoas a compreender e utilizar as tecnologias digitais de forma crítica e reflexiva, especialmente no que diz respeito à verificação e identificação de informações falsas.
O letramento digital pode ocorrer através da educação, desde a infância, com a inclusão de disciplinas específicas ou a organização de seminários e palestras para ensinar os menores a usar a internet de forma segura e responsável. Essas disciplinas podem abordar desde o funcionamento básico do sistema de buscas até a importância de checar a veracidade das informações antes de compartilhá-las. Além disso, é importante ensinar aos alunos sobre a importância de fontes confiáveis e como reconhecê-las. Relevante lembrar que, embora seja interessante criar na nova geração esse senso de responsabilidade com a informação, o letramento digital não só pode como deve continuar ao longo da vida.
Disponível em:
<https://www.terra.com.br/noticias/brasil/politica/letramento-digital-a-educacao-como-estrategia-de-combate-a-desinformacao,66280cbdb3170bc9d5a2f3452d460001n1csnfqn.html>.Acesso em: 16 ago. 2024. [Adaptado].
O texto acima destaca a importância de desenvolver habilidades de letramento digital, incluindo ensinar “[…] o funcionamento básico do sistema de buscas”. Além disso, é importante saber realizar buscas de forma eficiente em mecanismos disseminados como o Google. Caso alguém queira apurar a origem de uma notícia publicada em alguma plataforma de mídia digital, para pesquisar uma correspondência exata do título ou trecho de uma notícia qualquer no Google, deve-se inserir aquele trecho de texto na busca
Leia o trecho a seguir.
Em 2023, 8,7% das pessoas de 10 anos ou mais de idade no estado [de Goiás] referiram ter utilizado internet através do acesso gratuito em escola/universidade pública ou biblioteca pública, contra 7,5% referido em 2022. O mesmo percentual (8,7%) disse utilizar a internet através do acesso gratuito em posto de saúde, hospital público ou outra unidade de saúde pública; [...] em 2022, apenas 4,3% relataram esse acesso.
Disponível em:
<https://www.dmanapolis.com.br/noticia/61885/pesquisa-aponta-goias-como-o-estado-com-o-maior-percentual-de-pessoas-com-10-anos-ou-mais-que-utilizam-internet>.Acesso em: 13 set. 2024.
Nesse contexto, o avanço mais significativo, que passou de 3,6%, em 2022, para 8,6%, em 2023, foi no acesso gratuito à internet em
Leia o texto a seguir.
A produção de ouro em Goiás foi subindo de modo gradativo desde o descobrimento das primeiras minas até o ano de 1753, ano mais elevado, com uma produção estimada de 3.000 kg. Após esse período começou a decair lentamente até 1778, resultando num total de 1.000 kg, em decorrência das formas de extração existentes na época. Depois de 1750, muito embora os preços já começassem a diminuir, o rendimento do escravo tinha decaído e a mineração podia ser já um empreendimento bastante arriscado.
Disponível em:
<https://www.agbbauru.org.br/publicacoes/revista/anoXXIII_2/agb_xxiii_2_web/>.Acesso em: 8 set. 2024.
A maior concentração aurífera goiana esteve localizada, nesse período, em torno dos Pireneus e