Questões de Concurso Para prefeitura de itarumã - go

Foram encontradas 320 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q4386238 Não definido
A média dos salários de 4 funcionários de uma padaria é R$ 2.100,00. A média dos salários dos dois funcionários mais novos de casa é R$ 1.800,00. O funcionário mais velho de casa ganha R$ 300,00 a mais que o terceiro. Assim, o salário do funcionário mais velho de casa é igual a: 
Alternativas
Q4386237 Não definido
Quando Paulo era mais jovem entregava 125 correspondências em 1h e 20 min. Agora ele está mais velho e entrega 75 correspondências em 60 minutos. Para entregar cinco correspondências quando for idoso, comparando com a época que era jovem, Paulo precisa de mais:
Alternativas
Q4386236 Não definido
Ao somar os gastos que teve durante o mês, por descuido Rogério somou duas vezes o valor da conta de energia. Isso resultou num gasto total mensal de R$ 2.830,00. Porém, se não tivesse somado a conta de energia o valor mensal seria R$ 2.550,00. Então, o valor correto dos gastos que Rogério teve no mês foi de
Alternativas
Q4386235 Não definido
Em um colégio há um professor para cada vinte e dois alunos; e dois funcionários administrativos para cada 8 professores. O número de alunos por funcionário administrativo é:
Alternativas
Q4386234 Não definido
Uma avenida de 1.000 metros de comprimento ao ser representada em uma planta possui 100 centímetros. Então, a escala é de:
Alternativas
Q4386233 Não definido
Considerando a frase, a seguir, assinale a alternativa em que a “concordância nominal” está correta.
Não achei __________ aquela demissão que lhe deram, pois você foi o que __________ faltas cometeu; podiam ter aplicado outras penas, porém, ____________.
Alternativas
Q4386232 Não definido
Assinale a alternativa em que a “concordância verbal” está incorreta. 
Alternativas
Q4386231 Não definido
Os livros como paixão


         Ninguém compreende minha paixão por livros, suspirava ele. E era uma grande paixão: o pequeno apartamento em que vivia estava literalmente atulhado de romances, livros de contos, obras de autoajuda, textos médicos etc. Não que ele os lesse. Ler era secundário. O importante era possuir os livros, saber que toda aquela riqueza cultural do passado estava ali, ao alcance de sua mão. A mão que acariciava as lombadas, que folheava cuidadosamente as páginas. O problema é que os livros custam dinheiro. E dinheiro lhe faltava. Aos 85 anos, vivendo de uma modesta aposentadoria, o ancião não podia dispender muito em livrarias. Por isso roubava. “Roubo”, aliás, era uma expressão que lhe desagradava; preferia falar em algo como “redistribuição da riqueza intelectual”. Mas o eufemismo não o ajudava muito. Nem as mãos trêmulas, nem a lentidão.

         Cada vez que ia roubar um livro, deixava cair uma pilha inteira no chão. Mais do que isso, não sabia disfarçar: os bibliotecários sabiam quando ele estava roubando. Pediam-lhe as obras furtadas de volta e, justiça seja feita, ele nunca se negou a fazê-lo. Era parte de um jogo, um jogo que ele adorava, e cujas regras sempre respeitou.

         Infelizmente, porém, os bibliotecários cansaram deste jogo. E um acordo entre eles resultou em uma decisão: o homem agora está proibido de entrar na biblioteca. Não adianta ele dizer que quer apenas consultar os jornais. Não adianta também dispor-se a ser revistado. A paciência dos responsáveis simplesmente terminou.

        Resta-lhe refugiar-se em seu sonho. E que sonho é este? Ele sonha que um dia vai ganhar muito dinheiro – num cassino ou numa loteria. E aí comprará uma antiga e grande biblioteca – que será só dele. Ninguém mais poderá frequentá-la. Só ele, ali irá todos os dias.

        Belo sonho, consolador sonho. O único inimigo desse sonho é o tempo. Com 85 anos, quanto mais ele poderá esperar pelo cassino ou pela loteria? O tempo é um implacável ladrão. E não tem nenhuma paixão pelos livros.


(Moacyr Scliar – Adaptado) 
As palavras: “paixão” – “livros” – “passado” apresentam, respectivamente:
Alternativas
Q4386230 Não definido
Os livros como paixão


         Ninguém compreende minha paixão por livros, suspirava ele. E era uma grande paixão: o pequeno apartamento em que vivia estava literalmente atulhado de romances, livros de contos, obras de autoajuda, textos médicos etc. Não que ele os lesse. Ler era secundário. O importante era possuir os livros, saber que toda aquela riqueza cultural do passado estava ali, ao alcance de sua mão. A mão que acariciava as lombadas, que folheava cuidadosamente as páginas. O problema é que os livros custam dinheiro. E dinheiro lhe faltava. Aos 85 anos, vivendo de uma modesta aposentadoria, o ancião não podia dispender muito em livrarias. Por isso roubava. “Roubo”, aliás, era uma expressão que lhe desagradava; preferia falar em algo como “redistribuição da riqueza intelectual”. Mas o eufemismo não o ajudava muito. Nem as mãos trêmulas, nem a lentidão.

         Cada vez que ia roubar um livro, deixava cair uma pilha inteira no chão. Mais do que isso, não sabia disfarçar: os bibliotecários sabiam quando ele estava roubando. Pediam-lhe as obras furtadas de volta e, justiça seja feita, ele nunca se negou a fazê-lo. Era parte de um jogo, um jogo que ele adorava, e cujas regras sempre respeitou.

         Infelizmente, porém, os bibliotecários cansaram deste jogo. E um acordo entre eles resultou em uma decisão: o homem agora está proibido de entrar na biblioteca. Não adianta ele dizer que quer apenas consultar os jornais. Não adianta também dispor-se a ser revistado. A paciência dos responsáveis simplesmente terminou.

        Resta-lhe refugiar-se em seu sonho. E que sonho é este? Ele sonha que um dia vai ganhar muito dinheiro – num cassino ou numa loteria. E aí comprará uma antiga e grande biblioteca – que será só dele. Ninguém mais poderá frequentá-la. Só ele, ali irá todos os dias.

        Belo sonho, consolador sonho. O único inimigo desse sonho é o tempo. Com 85 anos, quanto mais ele poderá esperar pelo cassino ou pela loteria? O tempo é um implacável ladrão. E não tem nenhuma paixão pelos livros.


(Moacyr Scliar – Adaptado) 
Em: “A mão que acariciava as lombadas, que folheava cuidadosamente as páginas.” As palavras destacadas são, respectivamente: 
Alternativas
Q4386229 Não definido
Os livros como paixão


         Ninguém compreende minha paixão por livros, suspirava ele. E era uma grande paixão: o pequeno apartamento em que vivia estava literalmente atulhado de romances, livros de contos, obras de autoajuda, textos médicos etc. Não que ele os lesse. Ler era secundário. O importante era possuir os livros, saber que toda aquela riqueza cultural do passado estava ali, ao alcance de sua mão. A mão que acariciava as lombadas, que folheava cuidadosamente as páginas. O problema é que os livros custam dinheiro. E dinheiro lhe faltava. Aos 85 anos, vivendo de uma modesta aposentadoria, o ancião não podia dispender muito em livrarias. Por isso roubava. “Roubo”, aliás, era uma expressão que lhe desagradava; preferia falar em algo como “redistribuição da riqueza intelectual”. Mas o eufemismo não o ajudava muito. Nem as mãos trêmulas, nem a lentidão.

         Cada vez que ia roubar um livro, deixava cair uma pilha inteira no chão. Mais do que isso, não sabia disfarçar: os bibliotecários sabiam quando ele estava roubando. Pediam-lhe as obras furtadas de volta e, justiça seja feita, ele nunca se negou a fazê-lo. Era parte de um jogo, um jogo que ele adorava, e cujas regras sempre respeitou.

         Infelizmente, porém, os bibliotecários cansaram deste jogo. E um acordo entre eles resultou em uma decisão: o homem agora está proibido de entrar na biblioteca. Não adianta ele dizer que quer apenas consultar os jornais. Não adianta também dispor-se a ser revistado. A paciência dos responsáveis simplesmente terminou.

        Resta-lhe refugiar-se em seu sonho. E que sonho é este? Ele sonha que um dia vai ganhar muito dinheiro – num cassino ou numa loteria. E aí comprará uma antiga e grande biblioteca – que será só dele. Ninguém mais poderá frequentá-la. Só ele, ali irá todos os dias.

        Belo sonho, consolador sonho. O único inimigo desse sonho é o tempo. Com 85 anos, quanto mais ele poderá esperar pelo cassino ou pela loteria? O tempo é um implacável ladrão. E não tem nenhuma paixão pelos livros.


(Moacyr Scliar – Adaptado) 
No fragmento: “O tempo é um implacável ladrão.” Qual é a figura de linguagem predominante? 
Alternativas
Q4386228 Não definido
Os livros como paixão


         Ninguém compreende minha paixão por livros, suspirava ele. E era uma grande paixão: o pequeno apartamento em que vivia estava literalmente atulhado de romances, livros de contos, obras de autoajuda, textos médicos etc. Não que ele os lesse. Ler era secundário. O importante era possuir os livros, saber que toda aquela riqueza cultural do passado estava ali, ao alcance de sua mão. A mão que acariciava as lombadas, que folheava cuidadosamente as páginas. O problema é que os livros custam dinheiro. E dinheiro lhe faltava. Aos 85 anos, vivendo de uma modesta aposentadoria, o ancião não podia dispender muito em livrarias. Por isso roubava. “Roubo”, aliás, era uma expressão que lhe desagradava; preferia falar em algo como “redistribuição da riqueza intelectual”. Mas o eufemismo não o ajudava muito. Nem as mãos trêmulas, nem a lentidão.

         Cada vez que ia roubar um livro, deixava cair uma pilha inteira no chão. Mais do que isso, não sabia disfarçar: os bibliotecários sabiam quando ele estava roubando. Pediam-lhe as obras furtadas de volta e, justiça seja feita, ele nunca se negou a fazê-lo. Era parte de um jogo, um jogo que ele adorava, e cujas regras sempre respeitou.

         Infelizmente, porém, os bibliotecários cansaram deste jogo. E um acordo entre eles resultou em uma decisão: o homem agora está proibido de entrar na biblioteca. Não adianta ele dizer que quer apenas consultar os jornais. Não adianta também dispor-se a ser revistado. A paciência dos responsáveis simplesmente terminou.

        Resta-lhe refugiar-se em seu sonho. E que sonho é este? Ele sonha que um dia vai ganhar muito dinheiro – num cassino ou numa loteria. E aí comprará uma antiga e grande biblioteca – que será só dele. Ninguém mais poderá frequentá-la. Só ele, ali irá todos os dias.

        Belo sonho, consolador sonho. O único inimigo desse sonho é o tempo. Com 85 anos, quanto mais ele poderá esperar pelo cassino ou pela loteria? O tempo é um implacável ladrão. E não tem nenhuma paixão pelos livros.


(Moacyr Scliar – Adaptado) 
 No fragmento: “E um acordo entre eles resultou em uma decisão: o homem agora está proibido de entrar na biblioteca. Não adianta ele dizer que quer apenas consultar os jornais.” Há a predominância do nível de linguagem?
Alternativas
Q4386227 Não definido
Os livros como paixão


         Ninguém compreende minha paixão por livros, suspirava ele. E era uma grande paixão: o pequeno apartamento em que vivia estava literalmente atulhado de romances, livros de contos, obras de autoajuda, textos médicos etc. Não que ele os lesse. Ler era secundário. O importante era possuir os livros, saber que toda aquela riqueza cultural do passado estava ali, ao alcance de sua mão. A mão que acariciava as lombadas, que folheava cuidadosamente as páginas. O problema é que os livros custam dinheiro. E dinheiro lhe faltava. Aos 85 anos, vivendo de uma modesta aposentadoria, o ancião não podia dispender muito em livrarias. Por isso roubava. “Roubo”, aliás, era uma expressão que lhe desagradava; preferia falar em algo como “redistribuição da riqueza intelectual”. Mas o eufemismo não o ajudava muito. Nem as mãos trêmulas, nem a lentidão.

         Cada vez que ia roubar um livro, deixava cair uma pilha inteira no chão. Mais do que isso, não sabia disfarçar: os bibliotecários sabiam quando ele estava roubando. Pediam-lhe as obras furtadas de volta e, justiça seja feita, ele nunca se negou a fazê-lo. Era parte de um jogo, um jogo que ele adorava, e cujas regras sempre respeitou.

         Infelizmente, porém, os bibliotecários cansaram deste jogo. E um acordo entre eles resultou em uma decisão: o homem agora está proibido de entrar na biblioteca. Não adianta ele dizer que quer apenas consultar os jornais. Não adianta também dispor-se a ser revistado. A paciência dos responsáveis simplesmente terminou.

        Resta-lhe refugiar-se em seu sonho. E que sonho é este? Ele sonha que um dia vai ganhar muito dinheiro – num cassino ou numa loteria. E aí comprará uma antiga e grande biblioteca – que será só dele. Ninguém mais poderá frequentá-la. Só ele, ali irá todos os dias.

        Belo sonho, consolador sonho. O único inimigo desse sonho é o tempo. Com 85 anos, quanto mais ele poderá esperar pelo cassino ou pela loteria? O tempo é um implacável ladrão. E não tem nenhuma paixão pelos livros.


(Moacyr Scliar – Adaptado) 
Considerando coesão e coerência, as palavras destacadas no fragmento a seguir, podem ser respectivamente, substituídas por:
“Infelizmente, porém, os bibliotecários cansaram deste jogo.”
Alternativas
Q4386226 Não definido
Os livros como paixão


         Ninguém compreende minha paixão por livros, suspirava ele. E era uma grande paixão: o pequeno apartamento em que vivia estava literalmente atulhado de romances, livros de contos, obras de autoajuda, textos médicos etc. Não que ele os lesse. Ler era secundário. O importante era possuir os livros, saber que toda aquela riqueza cultural do passado estava ali, ao alcance de sua mão. A mão que acariciava as lombadas, que folheava cuidadosamente as páginas. O problema é que os livros custam dinheiro. E dinheiro lhe faltava. Aos 85 anos, vivendo de uma modesta aposentadoria, o ancião não podia dispender muito em livrarias. Por isso roubava. “Roubo”, aliás, era uma expressão que lhe desagradava; preferia falar em algo como “redistribuição da riqueza intelectual”. Mas o eufemismo não o ajudava muito. Nem as mãos trêmulas, nem a lentidão.

         Cada vez que ia roubar um livro, deixava cair uma pilha inteira no chão. Mais do que isso, não sabia disfarçar: os bibliotecários sabiam quando ele estava roubando. Pediam-lhe as obras furtadas de volta e, justiça seja feita, ele nunca se negou a fazê-lo. Era parte de um jogo, um jogo que ele adorava, e cujas regras sempre respeitou.

         Infelizmente, porém, os bibliotecários cansaram deste jogo. E um acordo entre eles resultou em uma decisão: o homem agora está proibido de entrar na biblioteca. Não adianta ele dizer que quer apenas consultar os jornais. Não adianta também dispor-se a ser revistado. A paciência dos responsáveis simplesmente terminou.

        Resta-lhe refugiar-se em seu sonho. E que sonho é este? Ele sonha que um dia vai ganhar muito dinheiro – num cassino ou numa loteria. E aí comprará uma antiga e grande biblioteca – que será só dele. Ninguém mais poderá frequentá-la. Só ele, ali irá todos os dias.

        Belo sonho, consolador sonho. O único inimigo desse sonho é o tempo. Com 85 anos, quanto mais ele poderá esperar pelo cassino ou pela loteria? O tempo é um implacável ladrão. E não tem nenhuma paixão pelos livros.


(Moacyr Scliar – Adaptado) 
Assinale a alternativa que apresenta a melhor interpretação para o fragmento: “Roubo”, aliás, era uma expressão que lhe desagradava; preferia falar em algo como “redistribuição da riqueza intelectual”.
Alternativas
Q4386225 Não definido
Os livros como paixão


         Ninguém compreende minha paixão por livros, suspirava ele. E era uma grande paixão: o pequeno apartamento em que vivia estava literalmente atulhado de romances, livros de contos, obras de autoajuda, textos médicos etc. Não que ele os lesse. Ler era secundário. O importante era possuir os livros, saber que toda aquela riqueza cultural do passado estava ali, ao alcance de sua mão. A mão que acariciava as lombadas, que folheava cuidadosamente as páginas. O problema é que os livros custam dinheiro. E dinheiro lhe faltava. Aos 85 anos, vivendo de uma modesta aposentadoria, o ancião não podia dispender muito em livrarias. Por isso roubava. “Roubo”, aliás, era uma expressão que lhe desagradava; preferia falar em algo como “redistribuição da riqueza intelectual”. Mas o eufemismo não o ajudava muito. Nem as mãos trêmulas, nem a lentidão.

         Cada vez que ia roubar um livro, deixava cair uma pilha inteira no chão. Mais do que isso, não sabia disfarçar: os bibliotecários sabiam quando ele estava roubando. Pediam-lhe as obras furtadas de volta e, justiça seja feita, ele nunca se negou a fazê-lo. Era parte de um jogo, um jogo que ele adorava, e cujas regras sempre respeitou.

         Infelizmente, porém, os bibliotecários cansaram deste jogo. E um acordo entre eles resultou em uma decisão: o homem agora está proibido de entrar na biblioteca. Não adianta ele dizer que quer apenas consultar os jornais. Não adianta também dispor-se a ser revistado. A paciência dos responsáveis simplesmente terminou.

        Resta-lhe refugiar-se em seu sonho. E que sonho é este? Ele sonha que um dia vai ganhar muito dinheiro – num cassino ou numa loteria. E aí comprará uma antiga e grande biblioteca – que será só dele. Ninguém mais poderá frequentá-la. Só ele, ali irá todos os dias.

        Belo sonho, consolador sonho. O único inimigo desse sonho é o tempo. Com 85 anos, quanto mais ele poderá esperar pelo cassino ou pela loteria? O tempo é um implacável ladrão. E não tem nenhuma paixão pelos livros.


(Moacyr Scliar – Adaptado) 
O que há de extravagante na notícia que inspirou o escritor? 
Alternativas
Q4386224 Não definido
Os livros como paixão


         Ninguém compreende minha paixão por livros, suspirava ele. E era uma grande paixão: o pequeno apartamento em que vivia estava literalmente atulhado de romances, livros de contos, obras de autoajuda, textos médicos etc. Não que ele os lesse. Ler era secundário. O importante era possuir os livros, saber que toda aquela riqueza cultural do passado estava ali, ao alcance de sua mão. A mão que acariciava as lombadas, que folheava cuidadosamente as páginas. O problema é que os livros custam dinheiro. E dinheiro lhe faltava. Aos 85 anos, vivendo de uma modesta aposentadoria, o ancião não podia dispender muito em livrarias. Por isso roubava. “Roubo”, aliás, era uma expressão que lhe desagradava; preferia falar em algo como “redistribuição da riqueza intelectual”. Mas o eufemismo não o ajudava muito. Nem as mãos trêmulas, nem a lentidão.

         Cada vez que ia roubar um livro, deixava cair uma pilha inteira no chão. Mais do que isso, não sabia disfarçar: os bibliotecários sabiam quando ele estava roubando. Pediam-lhe as obras furtadas de volta e, justiça seja feita, ele nunca se negou a fazê-lo. Era parte de um jogo, um jogo que ele adorava, e cujas regras sempre respeitou.

         Infelizmente, porém, os bibliotecários cansaram deste jogo. E um acordo entre eles resultou em uma decisão: o homem agora está proibido de entrar na biblioteca. Não adianta ele dizer que quer apenas consultar os jornais. Não adianta também dispor-se a ser revistado. A paciência dos responsáveis simplesmente terminou.

        Resta-lhe refugiar-se em seu sonho. E que sonho é este? Ele sonha que um dia vai ganhar muito dinheiro – num cassino ou numa loteria. E aí comprará uma antiga e grande biblioteca – que será só dele. Ninguém mais poderá frequentá-la. Só ele, ali irá todos os dias.

        Belo sonho, consolador sonho. O único inimigo desse sonho é o tempo. Com 85 anos, quanto mais ele poderá esperar pelo cassino ou pela loteria? O tempo é um implacável ladrão. E não tem nenhuma paixão pelos livros.


(Moacyr Scliar – Adaptado) 
O escritor Moacyr Scliar para construir esse gênero textual teve como base uma/um 
Alternativas
Q4386203 Não definido
“Queridinho do torcedor brasileiro, Douglas explodiu no número de seguidores em suas redes sociais com vídeos do dia a dia na Vila Olímpica, dos treinamentos da seleção (..) e muito carisma, sempre que possível levantando a bandeira LGBTQIA+. Nos jogos do Brasil, por exemplo, seus pontos normalmente têm a trilha sonora de Pablo Vittar” 
Adaptado: Disponível em: https://ge.globo.com/olimpiadas/noticia/rayssa-rebeca-biles-douglas-quem-foi-o-maior-personagemdas-olimpiadas-2020.ghtml

O texto faz menção ao atleta que competiu nos jogos Olímpicos de Tóquio na modalidade
Alternativas
Q4386202 Não definido
Ainda no final do século XIX, teve início o povoado que deu origem à cidade de Itarumã. Seu primeiro nome foi 
Alternativas
Q4386201 Não definido
Para operar máquinas de terraplenagem, tratores, retroescavadeiras e pás-carregadeiras o Código de Trânsito Brasileiro determina que o motorista deve ter a 4ª série do ensino fundamental e CNH (Carteira Nacional de Habilitação) correspondente a:
Alternativas
Q4386200 Não definido

Visando maior segurança na operação de trator de esteiras. Analise as afirmativas abaixo: 

(I) Para estacionar e parar uma máquina deve-se engatar o freio de serviço, mover o controle de transmissão para a posição neutra, e o controle de velocidade para a posição marcha lenta.

(II) O eletrólito presente na bateria é um ácido, por isso, ao manusear a bateria devem-se usar luvas e óculos de proteção.

(III) Usa-se graxa ou óleo sobre pressão nos sistemas de ajustes das esteiras para mantê-las sobre tensão.

(IV) Considerando que o escape de motores a Diesel contém produtos de combustão, a partida e operação do motor deve ser executada em área ventilada.


Marque a alternativa correta.

Alternativas
Q4386199 Não definido
 Sobre o líquido arrefecedor das máquinas, marque a alternativa correta.
Alternativas
Respostas
281: A
282: D
283: C
284: C
285: D
286: B
287: A
288: B
289: C
290: B
291: A
292: D
293: D
294: B
295: A
296: C
297: A
298: B
299: A
300: D