Questões de Concurso
Para autarquia municipal de saúde
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Sobre a segurança no armazenamento de materiais, analise as afirmativas a seguir e marque V para Verdadeiro ou F para Falso.
(___) O armazenamento deverá obedecer aos requisitos de segurança especiais a cada tipo de material.
(___) Material empilhado deverá ficar afastado das estruturas laterais do prédio a uma distância de pelo menos 0,50m.
(___) O material pesado deverá ser empilhado junto ao teto, liberando o piso para a circulação.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA.

DUKE. Disponível em <https://www.significados.com.br/charge-e-cartum/>.
A conjunção “mas”, empregada na fala da personagem da charge acima, supõe uma ideia:
Preencha os parênteses abaixo com C ou E de acordo com o emprego da palavra destacada na sentença respectivamente certo ou errado. A seguir, assinale a sequência obtida.
(___) Estive há apenas duzentos metros da praia.
(___) Daqui a alguns anos, vamos nos lembrar deste momento com risadas.
(___) Enquanto a vida, existe esperança!
(___) Por enquanto vou ficar há espera de um milagre.
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Bolinhas de gude
Eu era garoto e amava aquelas bolinhas de vidro transparentes, lindas e multicoloridas. Meu Tio Gustavo me dera uma caixa de sapatos cheia delas no meu aniversário de 7 anos. As tais “paulistinhas” tinham em seu interior uma espécie de folha tridimensional com três ou quatro cores, outras vinham sem transparência, mas com listas vermelhas, azuis, amarelas e brancas.
A molecada se matava por elas no jogo de embocar. O jogo de embocar era assim: fazíamos 6 buracos na terra (acreditem, ainda era possível brincar na terra!), dispostos em “L” e usando tampinhas de garrafas. Girávamos a tampinha em seu eixo no chão, cavando até formar uma pequena cova que serviria pra “embocar” as bolinhas de gude lançadas pelos jogadores.
O competidor acomodava uma bolinha entre os dedos médio e polegar, e com a ponta do indicador a estabilizava. Nisso, o polegar meio escondido sob o dedo médio catapultava a bolinha apoiada no indicador. Esta bolinha tinha como destino o próximo buraco no chão. (...)
Os muros baixos das casas cederam espaço às grades, e as moradias viraram prisões. A violência atemoriza as famílias, transformando nossas crianças em criaturas melindrosas, reféns do medo. Sabem o que eu faria se tivesse algum poder? Criaria uma máquina do tempo para transportar nossas crianças para a época da minha infância, cujas brincadeiras eram simples, mas muito divertidas.
GREGO. Bolinhas de gude. Recanto das letras Disponível em <https://www.recantodasletras.com.br/cronicas/6379264>.
“Sabem o que eu faria se tivesse algum poder?”
As formas verbais destacadas no trecho acima expressam, nessa mesma ordem, os sentidos de uma ação:
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Bolinhas de gude
Eu era garoto e amava aquelas bolinhas de vidro transparentes, lindas e multicoloridas. Meu Tio Gustavo me dera uma caixa de sapatos cheia delas no meu aniversário de 7 anos. As tais “paulistinhas” tinham em seu interior uma espécie de folha tridimensional com três ou quatro cores, outras vinham sem transparência, mas com listas vermelhas, azuis, amarelas e brancas.
A molecada se matava por elas no jogo de embocar. O jogo de embocar era assim: fazíamos 6 buracos na terra (acreditem, ainda era possível brincar na terra!), dispostos em “L” e usando tampinhas de garrafas. Girávamos a tampinha em seu eixo no chão, cavando até formar uma pequena cova que serviria pra “embocar” as bolinhas de gude lançadas pelos jogadores.
O competidor acomodava uma bolinha entre os dedos médio e polegar, e com a ponta do indicador a estabilizava. Nisso, o polegar meio escondido sob o dedo médio catapultava a bolinha apoiada no indicador. Esta bolinha tinha como destino o próximo buraco no chão. (...)
Os muros baixos das casas cederam espaço às grades, e as moradias viraram prisões. A violência atemoriza as famílias, transformando nossas crianças em criaturas melindrosas, reféns do medo. Sabem o que eu faria se tivesse algum poder? Criaria uma máquina do tempo para transportar nossas crianças para a época da minha infância, cujas brincadeiras eram simples, mas muito divertidas.
GREGO. Bolinhas de gude. Recanto das letras Disponível em <https://www.recantodasletras.com.br/cronicas/6379264>.
“A violência atemoriza as famílias, transformando nossas crianças em criaturas melindrosas, reféns do medo.”
As palavras destacadas no trecho acima, na mesma ordem, são sinônimas de:
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Bolinhas de gude
Eu era garoto e amava aquelas bolinhas de vidro transparentes, lindas e multicoloridas. Meu Tio Gustavo me dera uma caixa de sapatos cheia delas no meu aniversário de 7 anos. As tais “paulistinhas” tinham em seu interior uma espécie de folha tridimensional com três ou quatro cores, outras vinham sem transparência, mas com listas vermelhas, azuis, amarelas e brancas.
A molecada se matava por elas no jogo de embocar. O jogo de embocar era assim: fazíamos 6 buracos na terra (acreditem, ainda era possível brincar na terra!), dispostos em “L” e usando tampinhas de garrafas. Girávamos a tampinha em seu eixo no chão, cavando até formar uma pequena cova que serviria pra “embocar” as bolinhas de gude lançadas pelos jogadores.
O competidor acomodava uma bolinha entre os dedos médio e polegar, e com a ponta do indicador a estabilizava. Nisso, o polegar meio escondido sob o dedo médio catapultava a bolinha apoiada no indicador. Esta bolinha tinha como destino o próximo buraco no chão. (...)
Os muros baixos das casas cederam espaço às grades, e as moradias viraram prisões. A violência atemoriza as famílias, transformando nossas crianças em criaturas melindrosas, reféns do medo. Sabem o que eu faria se tivesse algum poder? Criaria uma máquina do tempo para transportar nossas crianças para a época da minha infância, cujas brincadeiras eram simples, mas muito divertidas.
GREGO. Bolinhas de gude. Recanto das letras Disponível em <https://www.recantodasletras.com.br/cronicas/6379264>.