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Neste contexto, em relação aos critérios diagnósticos da hipertensão arterial (HA), assinale a afirmativa incorreta.
[PAS: Pressão arterial sistólica; PAD: Pressão arterial diastólica.]
No cenário da cardiologia preventiva, existem três níveis principais de prevenção que atuam conjuntamente para reduzir o risco de eventos cardiovasculares: primordial, primária e secundária.
A respeito do tema, assinale a afirmativa correta.
Dois importantes mecanismos de desestabilização da placa aterosclerótica coronariana estão associados às síndromes coronarianas agudas (SCA): ruptura da capa fibrosa e erosão superficial da íntima.
Nesse contexto, as seguintes afirmativas estão corretas, exceto uma. Assinale-a.
Atenção: use o enunciado a seguir para responder à questão
A imagem a seguir apresenta as curvas de variação pressórica nas cavidades esquerdas ao longo do ciclo cardíaco.


Após o atendimento inicial, o paciente foi submetido a uma radiografia de tórax (abaixo).

A melhor conduta, neste momento, para evitar novos episódios de síncope, seria
Considere a imagem a seguir, de uma coronariografia na incidência oblíqua anterior esquerda caudal.

Nos casos de probabilidade intermediária, o seguinte fator favorece a realização de angiotomografia coronariana, em vez de um exame funcional, para avaliação de isquemia:
Atenção: use o caso a seguir para responder à próxima questão
Homem de 62 anos, com hipertensão arterial, diabetes insulinodependente e dislipidemia, relata desconforto torácico precordial sem relação bem definida com esforço físico, mas que é desencadeado por estresse emocional, há cerca de 6 meses. Nega tabagismo, dispneia ou história familiar de doença cardiovascular. No momento, está em uso de insulina glargina, rosuvastatina, dapagliflozina, metformina e valsartana.
Ao exame, mostra-se corado, acianótico, eupneico em repouso. FC: 78 bpm, PA: 128x64 mmHg. Ausculta respiratória sem ruídos adventícios, ritmo cardíaco regular, em 2 tempos, sem sopros. Abdome e membros inferiores sem alterações. Eletrocardiograma de repouso em ritmo sinusal, sem alterações. Na avaliação inicial do quadro descrito, foi realizado um ecocardiograma transtorácico, que mostrou uma fração de ejeção do ventrículo esquerdo de 33%, com hipocinesia difusa. Em seguida foi realizado o exame de imagem abaixo.

O melhor tratamento para reduzir o risco de morte a longo prazo, considerando o perfil clínico do paciente, seria
Atenção: use o caso a seguir para responder à próxima questão
Homem de 62 anos, com hipertensão arterial, diabetes insulinodependente e dislipidemia, relata desconforto torácico precordial sem relação bem definida com esforço físico, mas que é desencadeado por estresse emocional, há cerca de 6 meses. Nega tabagismo, dispneia ou história familiar de doença cardiovascular. No momento, está em uso de insulina glargina, rosuvastatina, dapagliflozina, metformina e valsartana.
Ao exame, mostra-se corado, acianótico, eupneico em repouso. FC: 78 bpm, PA: 128x64 mmHg. Ausculta respiratória sem ruídos adventícios, ritmo cardíaco regular, em 2 tempos, sem sopros. Abdome e membros inferiores sem alterações. Eletrocardiograma de repouso em ritmo sinusal, sem alterações. Na avaliação inicial do quadro descrito, foi realizado um ecocardiograma transtorácico, que mostrou uma fração de ejeção do ventrículo esquerdo de 33%, com hipocinesia difusa. Em seguida foi realizado o exame de imagem abaixo.

No contexto de pacientes com fibrilação atrial (FA) candidatos a cardioversão elétrica, a seguinte situação representa a indicação mais apropriada para a realização do ETE antes do procedimento:
Considere o traçado abaixo.

A localização aproximada do eixo elétrico médio do QRS no plano frontal está entre
Atenção: use o caso a seguir para responder à questão
Mulher de 48 anos refere aumento do volume abdominal e dispneia progressiva, há cerca de 3 meses, associado a hiporexia e perda ponderal. Nega tosse, febre ou dor torácica. Relata tratamento irregular para tuberculose durante 6 meses com RHZE, prescrito há cerca de 1 ano devido a “acúmulo de líquido em volta do coração”, diagnosticado na ocasião. Desconhece se também apresentava algum acometimento pulmonar concomitante. No momento, nega uso de qualquer medicamento.
Ao exame: Lúcida, orientada, com taquipneia leve em ar ambiente, sem esforço, porém não tolera o decúbito dorsal, hipocorada, acianótica, afebril. FC: 110 bpm, PA: 96 × 60 mmHg, SatO2: 95% em ar ambiente. Ausculta respiratória sem alterações. Ictus do ventrículo esquerdo palpável no 5º espaço intercostal esquerdo a 2 cm da linha hemiclavicular, sem mudança de posição em decúbito lateral esquerdo. Ritmo cardíaco regular, em 2T, sem sopros, porém com som diastólico precoce, logo após B2, de alta frequência mais audível no foco tricúspide. Abdome com aumento volumétrico sugestivo de ascite. MMII com edema bilateral 2+/4+ com cacifo. A radiografia de tórax encontra-se a seguir.

“Sopro diastólico precoce, agudo e em decrescendo, mais bem auscultado ao longo da borda esternal esquerda, que aumenta com a manobra de preensão manual isométrica (hand grip).”
Assumindo que a valvulopatia subjacente é crônica, outro achado de exame físico que poderia estar associado a essa condição seria
I. O pulso alternante é definido pela variação da amplitude do pulso de um batimento para outro, independentemente do ciclo respiratório.
II. É um achado classicamente associado à insuficiência cardíaca com fração de ejeção preservada.
III. Sua fisiopatologia é atribuída a alterações cíclicas do cálcio intracelular e da duração do potencial de ação.
Está correto apenas o que se afirma em
Diversos parâmetros básicos devem ser respeitados para garantir a aferição adequada da pressão arterial, pois medidas realizadas fora dos padrões técnicos podem levar a condutas potencialmente prejudiciais.
Nesse contexto, assinale a afirmativa incorreta.
Assinale a opção que apresenta a característica mais compatível com o pulso venoso jugular.
A figura abaixo apresenta cinco situações hipotéticas da via fisiopatológica de uma doença até seu desfecho clínico real.
A situação em que o biomarcador teria maior validade como desfecho substituto para avaliar o efeito de uma intervenção sobre o desfecho clínico real seria a