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Nesse caso, é correto afirmar que
A seguinte alteração molecular está mais diretamente associada à predisposição genética para esse quadro:
A principal hipótese diagnóstica e o manejo imediato indicados são, respectivamente,
Os exames laboratoriais revelam fator reumatoide positivo e anticorpo antinuclear (ANA) reagente com padrão pontilhado grosso em altos títulos. A pesquisa de anticorpos específicos demonstra positividade em altos títulos para anti-U1RNP, com resultados negativos para anti-Sm, anti-dsDNA e anti-Ro/SSA.
O quadro clínico e o perfil sorológico estruturam o diagnóstico de
A análise dos indicadores apresentados permite concluir que ocorre
A gravidade desse quadro clínico-patológico exige, como conduta terapêutica inicial,
No 8º dia de internação, apesar da melhora da febre, apresenta edema de membros inferiores, oligúria e pressão arterial de 168 × 96 mmHg. A creatinina sérica, previamente 1,0 mg/dL, eleva-se para 2,8 mg/dL. Os exames mostram: ureia: 92 mg/dL; potássio: 5,1 mEq/L; albumina: 3,0 g/dL; C3: 48 mg/dL (VR: 90–180); C4: 22 mg/dL (VR: 10–40); FAN: negativo; ANCA: negativo; proteinúria: 1,8 g/24 h; EAS: hematúria dismórfica, proteinúria e cilindros hemáticos.
Diante da piora da função renal, realiza-se biópsia renal, que demonstra glomerulonefrite proliferativa difusa, com depósitos granulares de imunoglobulinas e C3 no mesângio e ao longo das paredes capilares à imunofluorescência.
Considerando o diagnóstico, o mecanismo fisiopatológico da lesão glomerular e a estratégia terapêutica mais adequada, assinale a alternativa CORRETA.
Ao exame, encontra-se hemodinamicamente estável, com edema assimétrico e dor à palpação da panturrilha esquerda. A ultrassonografia com Doppler demonstra nova TVP envolvendo as veias femoral e poplítea.
Os exames laboratoriais mostram: hemoglobina: 12,6 g/dL; leucócitos: 7.800/mm³; plaquetas: 108.000/mm³; creatinina: 0,8 mg/dL; TP/INR: 1,0; TTPa: 58 segundos (controle: 30 segundos); anticoagulante lúpico: positivo; anticardiolipina IgG: 92 GPL; antiβ2-glicoproteína I IgG: fortemente positivo; FAN: negativo; antiDNA de dupla hélice: negativo.
Os anticorpos antifosfolípides permanecem positivos em nova determinação realizada 12 semanas depois.
Após o tratamento da fase aguda do evento trombótico com anticoagulação parenteral, deve-se definir a estratégia de prevenção secundária em longo prazo.
Considerando o diagnóstico mais provável, o significado dos achados laboratoriais e o mecanismo farmacológico do tratamento, assinale a alternativa correta.
Ao exame, encontra-se consciente, orientado e bem perfundido, com pressão arterial de 126 × 74 mmHg, frequência cardíaca de 148 bpm, frequência respiratória de 18 irpm e SpO₂ de 97% em ar ambiente. A ausculta cardíaca revela ritmo regular e taquicárdico, sem sopros. Não há sinais de congestão pulmonar ou periférica.
O eletrocardiograma demonstra taquicardia regular de QRS estreito, frequência ventricular de aproximadamente 150 bpm e atividade atrial regular próxima de 300 bpm, com ondas em “dente de serra” mais evidentes nas derivações II, III e aVF, compatível com flutter atrial típico com condução atrioventricular 2:1.
Exames laboratoriais mostram: hemoglobina 14,0 g/dL; plaquetas 224.000/mm³; creatinina 0,9 mg/dL; sódio 139 mEq/L; potássio 4,2 mEq/L; magnésio 2,0 mg/dL; TSH 2,1 mUI/L e troponina cardíaca sem elevação significativa.
O ecocardiograma transtorácico mostra fração de ejeção do ventrículo esquerdo de 58%, sem valvopatia significativa.
Considerando que a arritmia persiste há aproximadamente cinco dias e que se planeja estratégia de restauração do ritmo sinusal, assinale a alternativa que apresenta a conduta mais apropriada e o mecanismo de ação do tratamento farmacológico relacionado à prevenção do principal evento adverso associado à cardioversão.
Na reavaliação, apresenta temperatura de 38,7 °C, frequência cardíaca de 106 bpm, pressão arterial de 108 × 68 mmHg e mucosas discretamente secas. O abdome é doloroso difusamente à palpação, sem sinais de irritação peritoneal.
Exames laboratoriais mostram: hemoglobina 14,1 g/dL; leucócitos 15.800/mm³, com 84% de neutrófilos; plaquetas 238.000/mm³; creatinina 1,0 mg/dL; ureia 31 mg/dL; sódio 136 mEq/L; potássio 3,4 mEq/L e proteína C reativa 96 mg/L. Não há evidências laboratoriais de hemólise ou disfunção renal.
A cultura das fezes coletada no atendimento anterior, realizada em meio seletivo sob condições de microaerofilia, encontra-se agora disponível e identifica Campylobacter jejuni.
Considerando a persistência e a intensidade do quadro, o agente identificado e os princípios de uso racional de antimicrobianos, além da manutenção da reposição hidroeletrolítica, assinale a opção que indica a conduta farmacológica mais apropriada e o respectivo mecanismo de ação.
Ao exame, apresenta duas perfurações puntiformes profundas no dorso da mão, uma delas com discreto sangramento, sem secreção purulenta, flutuação ou crepitação. Há dor local leve, sem limitação dos movimentos dos dedos e sem dor à mobilização passiva. Temperatura 36,7 C, frequência cardíaca 78 bpm e pressão arterial 124 × 76 mmHg.
Radiografia da mão não demonstra fratura, gás em partes moles ou corpo estranho.
Exames laboratoriais mostram: leucócitos: 7.900/mm³; neutrófilos: 62%; hemoglobina: 14,6 g/dL; plaquetas: 248.000/mm³; proteína C reativa: 2,1 mg/L; creatinina: 0,9 mg/dL.
O paciente informa ter recebido esquema básico completo contra o tétano, com última dose há 3 anos, e nega alergias medicamentosas.
Considerando a localização e as características da lesão, a microbiologia das infecções relacionadas a mordeduras e os mecanismos farmacológicos dos antimicrobianos disponíveis, assinale a opção que indica a conduta mais adequada neste momento.
Tem hipertensão arterial controlada com losartana e dislipidemia. Nega diabetes mellitus, pancreatite prévia, colelitíase sintomática, doença cardiovascular estabelecida, transtorno convulsivo e história pessoal ou familiar de carcinoma medular da tireoide ou neoplasia endócrina múltipla tipo 2. Não utiliza opioides.
Ao exame: peso 101 kg; altura 1,66 m; IMC 36,7 kg/m²; circunferência abdominal 111 cm; PA 132 × 82 mmHg; FC 78 bpm.
Exames laboratoriais: glicemia de jejum: 112 mg/dL; HbA1c: 6,1%; triglicerídeos: 236 mg/dL; LDL-c: 146 mg/dL; HDL-c: 38 mg/dL; ALT: 48 U/L; AST: 32 U/L; creatinina: 0,81 mg/dL; TSH: 1,9 mUI/L.
A paciente deseja tratamento farmacológico e afirma que sua principal meta é obter perda ponderal clinicamente expressiva e sustentada, além de reduzir seu risco cardiometabólico.
Considerando as intervenções farmacológicas disponíveis para tratamento da obesidade, seus mecanismos de ação, eficácia relativa e o perfil clínico apresentado, assinale a opção que indica a conduta mais adequada para esse caso.
A pessoa-fonte vive com HIV há 8 anos, encontra-se clinicamente estável, em uso regular de terapia antirretroviral e apresenta carga viral do HIV < 40 cópias/mL, de forma sustentada nos últimos 24 meses, sem registro de falha virológica recente.
Na avaliação inicial, o teste rápido para HIV da profissional exposta é não reagente. Os exames mostram: creatinina 0,72 mg/dL, taxa de filtração glomerular estimada > 90 mL/min/1,73 m², AST 21 U/L e ALT 19 U/L. Não há gestação nem uso de medicamentos com interações relevantes.
Considerando o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para Profilaxia Pós-Exposição de Risco à Infecção pelo HIV, IST e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, assinale a opção que indica a conduta mais adequada e o respectivo fundamento farmacológico.
Ao exame: consciente e cooperativo, frequência respiratória de 32 irpm, frequência cardíaca de 108 bpm, pressão arterial de 138 × 82 mmHg, temperatura de 36,8 °C e SpO₂ de 84% em ar ambiente. Apresenta uso de musculatura acessória, tempo expiratório prolongado e sibilos difusos bilateralmente. Não há edema periférico.
Radiografia de tórax demonstra hiperinsuflação pulmonar, sem consolidações ou pneumotórax. Exames laboratoriais mostram: leucócitos 12.800/mm³, hemoglobina 15,1 g/dL, creatinina 0,9 mg/dL, sódio 138 mEq/L e potássio 4,0 mEq/L.
Após início de oxigenoterapia controlada, com SpO₂ de 90%, a gasometria arterial revela: pH 7,28 | PaCO₂ 68 mmHg | PaO₂ 61 mmHg | HCO₃⁻ 31 mEq/L
Considerando o diagnóstico mais provável, os achados clínicos e gasométricos e os mecanismos farmacológicos envolvidos, assinale a opção que apresenta a conduta inicial mais adequada.
Assinale a opção que identifica a associação patológica esperada nesse caso.
Exame físico: peso = 12 kg, comprimento = 90 cm; FR = 36 IRPM, tiragem intercostal baixa, sibilos e estertores grossos difusos. Ecocardiograma: normal. TC de tórax: em ambos os pulmões, áreas de atenuação em mosaico alternando com áreas de parênquima normal, com espessamento das paredes brônquicas e bronquiectasias cilíndricas bilaterais. Nas imagens em expiração, observam-se áreas compatíveis com aprisionamento aéreo. Não são vistas consolidações parenquimatosas ou massas.
O diagnóstico mais provável é
Com relação à principal hipótese diagnóstica, é correto afirmar que
Em relação ao tema, assinale a afirmativa correta.
Com base na faixa etária e no quadro clínico, assinale a associação correta.
Ao exame: dor à rotação interna do quadril direito. O médico explica a necessidade de realização de exames para avaliação da necessidade de internação e procedimento cirúrgico.
Em elação ao caso, assinale a afirmativa correta.