Questões de Concurso Para hu brasil

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Q4313308 Medicina
Paciente de 58 anos com adenocarcinoma de esôfago distal é estadiado como T3N1M0 (estádio III) após EUS, PET/CT e biópsia. Não há evidência de doença metastática a distância. O tumor é considerado localmente avançado, porém potencialmente ressecável. A estratégia terapêutica de escolha para esse paciente é 
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Q4313307 Medicina
Durante endoscopia de vigilância de esôfago de Barrett, é identificada uma lesão nodular de 1,2 cm. A ressecção endoscópica de mucosa (EMR) é realizada, e o exame histopatológico revela adenocarcinoma limitado à lâmina própria (T1a), bem diferenciado, sem invasão linfovascular. Com base nesses achados histopatológicos, a conduta terapêutica mais apropriada é 
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Q4313306 Medicina
Paciente de 62 anos com DRGE confirmada por pHmetria é avaliado para cirurgia antirrefluxo laparoscópica. A manometria esofágica de alta resolução pré-operatória revela peristalse ineficaz do corpo esofágico, com múltiplas ondas de baixa amplitude e falhas de progressão peristáltica em 80% das deglutições, sem critérios para acalasia. Diante desse achado manométrico, a conduta cirúrgica mais apropriada em relação ao tipo de fundoplicatura a ser realizada é 
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Q4313305 Medicina
Paciente de 55 anos, com sintomas típicos de DRGE refratários ao uso de inibidor de bomba de prótons (IBP) por 8 semanas, é encaminhado para avaliação pré-operatória de cirurgia antirrefluxo. O cirurgião solicita um exame para quantificar objetivamente a exposição ácida do esôfago distal antes de indicar a fundoplicatura. Assinale a opção que indica o exame considerado “padrão-ouro” para o diagnóstico objetivo de DRGE e o valor do escore utilizado que define exposição ácida anormal. 
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Q4313304 Medicina
Paciente de 40 anos procura atendimento ambulatorial relatando episódios frequentes de sensação de queimação retroesternal/epigástrica, sem irradiação para o dorso, que pioram após refeições copiosas e ao deitar-se. Relata também, ocasionalmente, sentir um gosto ácido na boca ao se curvar para frente. Os dois sintomas típicos mais prevalentes da Doença do Refluxo Gastroesofágico (DRGE), descritos nesse caso, são: 
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Q4313303 Medicina
Durante uma colecistectomia videolaparoscópica eletiva por colelitíase sintomática, para que a visão crítica de segurança seja considerada adequadamente obtida, o seguinte critério deve ser satisfeito: 
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Q4313302 Medicina
Um paciente de 68 anos, com diagnóstico confirmado de coledocolitíase por colangiopancreatografia por ressonância magnética (CPRM), sem sinais de colangite, pancreatite biliar ou comorbidades graves, é encaminhado para tratamento definitivo antes da colecistectomia programada. A conduta terapêutica de primeira linha mais adequada nesse cenário é a 
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Q4313301 Medicina
Paciente de 52 anos, sexo feminino, é atendida no pronto socorro com dor em cólica no hipocôndrio direito há 2 dias, associada a colúria, icterícia escleral e leve acolia fecal. Nega febre. Ao exame laboratorial, apresenta elevação de bilirrubinas e fosfatase alcalina. A ultrassonografia abdominal evidencia colelitíase e dilatação do colédoco (10 mm), sem sinais de complicação adicional. Diante desse quadro clínico e ultrassonográfico, a principal hipótese diagnóstica é 
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Q4313300 Medicina
Paciente de 60 anos é submetido a uma hepatectomia direita por colangiocarcinoma hilar (tumor de Klatskin). Durante o procedimento, o cirurgião necessita expor a bifurcação dos ductos hepáticos direito e esquerdo para realizar a ressecção biliar proximal. Para isso, realiza uma incisão na base do segmento IV, elevando o fígado das estruturas biliares sobrejacentes – técnica conhecida como "rebaixamento da placa hilar". Com base na anatomia descrita, o fundamento anatômico que torna essa técnica segura e viável nessa região específica se deve ao fato de que 
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Q4313299 Medicina
Sua equipe médica presta atendimento a um homem de 29 anos, que é admitido no serviço de emergência após colisão frontal entre dois automóveis em alta velocidade. O resgate informa deformidade importante do veículo e necessidade de desencarceramento. Quando da admissão, encontra-se consciente, ansioso e pálido, referindo dor abdominal difusa e intensa. Ao exame físico apresenta: Frequência cardíaca: 118 bpm; Pressão arterial: 102/68 mmHg; Frequência respiratória: 28 irpm; Saturação de O₂: 96% com máscara facial; Tempo de enchimento capilar: 3 segundos; Extremidades frias; Escore de Glasgow: 15; Abdome distendido, com equimose em faixa compatível com sinal do cinto de segurança, dor difusa à palpação, defesa involuntária e dor à descompressão brusca; Pelve estável; Sem sinais de traumatismo craniano grave. Após acesso venoso calibroso e início da reposição com concentrado de hemácias, o protocolo ATLS é seguido. O exame FAST mostra grande quantidade de líquido livre nos quatro quadrantes. Em seguida, realiza-se tomografia computadorizada contrastada porque o paciente apresenta resposta hemodinâmica transitória à reposição volêmica, demonstrando: Laceração hepática grau IV com extravasamento ativo de contraste; Laceração esplênica grau V com grande hematoma periesplênico; Contusão renal esquerda grau III sem extravasamento urinário; Grande quantidade de hemoperitônio.; Ausência de pneumoperitônio. Durante a realização do exame, o paciente mantém taquicardia persistente e necessita de transfusão contínua. Com base no quadro clínico e nos achados de imagem, assinale a opção que apresenta a melhor interpretação diagnóstica e a conduta definitiva mais adequada. 
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Q4313298 Medicina
Você atende a uma paciente de 74 anos, que procurou o serviço de emergência com história de dor progressiva na região femoral direita há três dias. Refere náuseas, redução da eliminação de fezes e gases, mas nega interrupção completa do trânsito intestinal. Relata episódios de vômitos esporádicos e desconforto abdominal difuso. Possui antecedente de perda ponderal recente e hipertensão arterial controlada. Ao exame físico: Estado geral discretamente comprometido; Temperatura: 37,8°C; Frequência cardíaca: 104 bpm; Pressão arterial: 108/68 mmHg; Abdome discretamente distendido; Ruídos hidroaéreos diminuídos; Dor difusa leve à palpação; Ausência de sinais de irritação peritoneal; Pequena tumoração dolorosa, endurecida e irredutível abaixo do ligamento inguinal direito; Pele sem hiperemia significativa. Exames laboratoriais: Leucócitos: 14.800/mm³; PCR elevada; Lactato discretamente aumentado. A tomografia computadorizada demonstra hérnia femoral encarcerada contendo apenas parte da circunferência antimesentérica de uma alça ileal, com espessamento parietal, edema mural e dilatação discreta das alças proximais. Considerando os princípios descritos na literatura atualizada, a melhor interpretação diagnóstica, propedêutica e tratamento para o caso, será 
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Q4313297 Medicina
Homem de 38 anos procura atendimento no ambulatório de cirurgia devido a dor anal intensa há quatro semanas. Refere início após evacuação de fezes endurecidas, seguida de sangramento vivo em pequena quantidade no papel higiênico. Desde então passou a evitar evacuar devido à dor, evoluindo com piora da constipação. Relata que a dor inicia durante a evacuação e persiste por várias horas após o ato evacuatório. Nega febre, perda ponderal ou drenagem purulenta. Ao exame físico: Estado geral preservado; Sinais vitais normais; Inspeção anal evidenciando plicoma sentinela posterior; Espasmo importante do esfíncter anal interno; Dor intensa à tentativa de afastamento das nádegas; Toque retal prejudicado pela dor; Anuscopia não tolerada adequadamente. A melhor interpretação diagnóstica, propedêutica e tratamento para o caso, será: 
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Q4313296 Medicina
Na sessão clínica do seu Serviço de Cirurgia, discutiu-se o caso de um paciente de 67 anos, que procurou atendimento por alteração progressiva do hábito intestinal há oito meses. Ele relata episódios alternados de constipação e evacuações em pequeno volume, associadas a sensação de evacuação incompleta. Nos últimos três meses observou exteriorização de sangue misturado às fezes e perda ponderal de 9 kg. Refere ainda distensão abdominal intermitente e cólicas em flanco esquerdo. Ao exame físico: Estado geral regular; IMC: 22 kg/m²; Frequência cardíaca: 94 bpm; Pressão arterial: 118/70 mmHg; Abdome discretamente distendido; Dor leve à palpação profunda do quadrante inferior esquerdo; Sem sinais de irritação peritoneal; Toque retal sem lesão palpável. Exames laboratoriais: Hemoglobina: 9,9 g/dL; Ferritina reduzida; CEA: 12 ng/mL. Uma colonoscopia identifica lesão estenosante e ulcerada localizada no cólon descendente distal, cuja biópsia demonstra adenocarcinoma moderadamente diferenciado. A tomografia computadorizada de tórax, abdome e pelve não evidencia metástases à distância nem invasão de órgãos adjacentes. Considerando os princípios atuais da prática cirúrgica, a melhor interpretação diagnóstica, propedêutica e tratamento para o caso, será: 
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Q4313295 Patologia
Seu paciente é um homem de 23 anos, que procurou atendimento especializado por episódios recorrentes de sangramento retal de pequeno volume há aproximadamente um ano. Refere alteração do hábito intestinal, com períodos alternados de diarreia e evacuações normais. Nega dor abdominal intensa, mas relata fadiga progressiva. Informa que seu pai faleceu aos 38 anos por câncer colorretal e que um tio paterno foi submetido a cirurgia intestinal extensa ainda jovem. Ao exame físico: Estado geral bom; Frequência cardíaca: 88 bpm; Pressão arterial: 118/72 mmHg; Abdome flácido e indolor; Sem massas palpáveis; Toque retal sem lesões palpáveis; Sem sinais de irritação peritoneal. Exames laboratoriais: Hemoglobina: 10,8 g/dL; Ferritina reduzida; Função hepática normal; CEA normal. Uma colonoscopia mostra mais de 400 pólipos adenomatosos distribuídos por todo o cólon e reto. A endoscopia digestiva alta evidencia múltiplos adenomas duodenais pequenos. A tomografia de abdome não demonstra metástases ou lesões invasivas. Considerando os conhecimentos atuais, a melhor interpretação diagnóstica, propedêutica complementar e de tratamento para o caso, é 
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Q4313294 Medicina
Você é chamado ao Serviço de Obstetrícia para responder a um parecer de uma paciente de 31 anos, gestante de 26 semanas, com história de dor contínua em hipocôndrio direito há 24 horas, iniciada após refeição rica em gordura. Relata náuseas, vômitos e febre nas últimas 12 horas. Refere episódios semelhantes de menor intensidade durante os primeiros meses da gestação, com melhora espontânea. Nega contrações uterinas, sangramento vaginal ou perda de líquido amniótico. Ao exame físico: Temperatura: 38,2°C; Frequência cardíaca: 104 bpm; Pressão arterial: 116/70 mmHg; Útero compatível com a idade gestacional; Dor importante à palpação do hipocôndrio direito; Interrupção inspiratória dolorosa à palpação profunda subcostal direita; Sem sinais de irritação peritoneal; Ausência de sofrimento fetal na avaliação obstétrica inicial. Exames laboratoriais: Leucócitos: 15.200/mm³; PCR elevada; Bilirrubina total: 1,0 mg/dL; Fosfatase alcalina discretamente elevada; Lipase normal. Considerando os princípios e as diretrizes atuais para doenças biliares durante a gestação, a melhor sequência de propedêutica e tratamento para esta paciente é 
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Q4313293 Medicina
Seu paciente é um homem de 54 anos, que procurou atendimento devido a episódios recorrentes de dor abdominal vaga na região periumbilical há aproximadamente 10 meses, associados a anemia ferropriva progressiva e dois episódios de melena de pequeno volume nos últimos quatro meses. Refere discreta perda ponderal de 4 kg no período, atribuída à redução do apetite. Nega febre, sudorese noturna ou antecedentes familiares de neoplasias gastrointestinais. Quando do exame físico observou-se: Estado geral preservado; Pressão arterial: 122/78 mmHg; Frequência cardíaca: 84 bpm; Abdome flácido e indolor; Sem massas palpáveis; Sem visceromegalias; Toque retal sem alterações. Os exames laboratoriais mostram: Hemoglobina: 9,8 g/dL; Ferritina reduzida; Leucograma normal; Função hepática normal. Uma endoscopia digestiva alta e a colonoscopia não identificam a origem do sangramento. É realizada enterografia por tomografia computadorizada, que demonstra lesão submucosa bem delimitada de 3,8 cm no jejuno proximal, sem adenomegalias regionais, invasão mesentérica ou metástases. Realizou-se uma enteroscopia que evidencia lesão subepitelial ulcerada, e a ecoendoscopia demonstra tumor originado da camada muscular própria. Considerando os princípios descritos, a melhor sequência de hipótese diagnóstica, propedêutica complementar e tratamento, será: 
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Q4313292 Medicina
Homem de 65 anos apresenta icterícia progressiva, colúria, hipocolia fecal e perda ponderal de 10 kg nos últimos três meses. A tomografia computadorizada trifásica demonstra adenocarcinoma da cabeça do pâncreas sem invasão vascular significativa e sem metástases à distância. Após discussão multidisciplinar, o paciente é considerado candidato à duodenopancreatectomia cefálica com intenção curativa. Durante a cirurgia, um residente é questionado pelo cirurgião chefe sobre a sequência técnica fundamental da operação de Whipple clássica, segundo os princípios descritos nos tratados médicos. Os principais tempos operatórios da duodenopancreatectomia cefálica são  
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Q4313291 Patologia
Na sua enfermaria está um homem de 47 anos, trabalhador rural, residente em região de criação de ovinos e cães. Ele procura atendimento por desconforto progressivo em hipocôndrio direito há aproximadamente 8 meses. Refere sensação de peso abdominal, plenitude pós-prandial e fadiga inespecífica. Nega febre, icterícia ou perda ponderal importante. Relata contato frequente com cães de pastoreio e participação habitual em atividades pecuárias. Nega hepatopatias prévias. Ao exame físico: Estado geral preservado; Afebril; Pressão arterial: 126/78 mmHg; Frequência cardíaca: 76 bpm; Abdome flácido; Fígado palpável a 3 cm do rebordo costal direito; Discreta dor à palpação profunda do hipocôndrio direito; Ausência de sinais de irritação peritoneal. Exames laboratoriais: Hemoglobina: 13,8 g/dL; Leucócitos: 8.200/mm³; Eosinofilia discreta; Bilirrubinas normais; Transaminases normais. Uma ultrassonografia evidencia lesão cística hepática de 11 cm localizada nos segmentos V e VI, contendo múltiplas vesículas internas e membranas destacadas. Não há dilatação das vias biliares. Considerando a principal hipótese diagnóstica, a melhor sequência de propedêutica diagnóstica e tratamento, será  
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Q4313290 Medicina
Homem de 68 anos procura atendimento por icterícia progressiva há três meses. Relata colúria intensa, hipocolia fecal, prurido generalizado incapacitante e perda ponderal de 12 kg. Nega episódios prévios de colelitíase ou pancreatite. Refere fadiga importante, porém pouca dor abdominal. Ao exame físico: Estado geral regular; Icterícia cutaneomucosa (+++/4+); Escoriações cutâneas difusas pelo prurido; Frequência cardíaca: 86 bpm; Pressão arterial: 128/78 mmHg; Abdome flácido e indolor; Ausência de massa palpável; Vesícula biliar não palpável. Exames laboratoriais: Bilirrubina total: 18,4 mg/dL; Bilirrubina direta: 15,7 mg/dL; Fosfatase alcalina de 1.120 U/L; Gama-GT: 1.380 U/L; CA 19-9 elevado; Alfafetoproteína normal. Uma ultrassonografia evidencia dilatação importante das vias biliares intra-hepáticas, sem dilatação significativa do colédoco distal. A melhor sequência de propedêutica diagnóstica, para classificação anatômica e tratamento potencialmente curativo, será:
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Q4313289 Medicina
No seu ambulatório, dá entrada uma paciente de 36 anos, que foi encaminhada após achado incidental de lesão hepática durante investigação de nefrolitíase. Refere apenas discreto desconforto intermitente em hipocôndrio direito, sem relação com alimentação. Não há história de perda ponderal, febre, icterícia ou de hepatites. Como antecedentes, relata uso contínuo de anticoncepcional oral combinado há 18 anos. Nega etilismo e não apresenta história familiar de neoplasias hepáticas. Ao exame físico: Bom estado geral; IMC: 25 kg/m²; afebril; sem icterícia; abdome flácido e indolor; fígado não é palpável e não tem ascite. Os exames laboratoriais apresentam bilirrubinas, transaminases, fosfatase alcalina e alfafetoproteínas normais, assim como sorologias para hepatites negativas. Realizou-se a pesquisa por imagem com: ultrassonografia que mostra lesão hepática sólida de 6 cm no segmento VI; A tomografia computadorizada trifásica evidencia lesão hipervascular bem delimitada e a ressonância magnética mostra captação arterial intensa, sem cicatriz central evidente, em paciente usuária crônica de estrogênios. Considerando os principais tumores benignos hepáticos e seus respectivos métodos diagnósticos e tratamentos, a melhor interpretação do caso e a conduta mais apropriada são
Alternativas
Respostas
2581: E
2582: A
2583: B
2584: C
2585: B
2586: D
2587: C
2588: B
2589: C
2590: C
2591: C
2592: A
2593: D
2594: C
2595: A
2596: E
2597: B
2598: A
2599: E
2600: E