Foram encontradas 1.426 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
A abordagem de fatores de risco deve considerar tanto a análise do risco absoluto quanto a análise da vulnerabilidade (social, programática) do indivíduo, pois a mesma exposição ao risco pode gerar impactos diferentes conforme o contexto.
A classificação de riscos é dispensável quando o usuário realiza agendamento prévio da consulta, já que, nessa situação, a gravidade e a urgência do atendimento são descritas pelo paciente no momento em que ele realiza o agendamento.
A anamnese farmacoterapêutica detalhada promove a segurança do paciente e a eficácia do tratamento.
A necessidade de paradas em locais potencialmente insalubres relacionase à insegurança das rotas e tem efeito mais evidente sobre a ocorrência de doenças infecciosas do que sobre condições de saúde mental da população caminhoneira.
A irregularidade do sono e a dessincronização circadiana associadas à jornada de trabalho noturno atuam como determinantes intermediários que amplificam tanto o risco de eventos no trânsito quanto o de desfechos cardiometabólicos na população caminhoneira.
NO QUE SE REFERE AO ACOLHIMENTO, JULGUE O ITEM ABAIXO.
O acolhimento não se reduz à recepção do usuário e deve ser entendido como uma postura ética e uma diretriz operacional que implica na garantia de resposta às necessidades do usuário.
Considera-se concluída a etapa de planejamento no processo de enfermagem quando as intervenções a serem feitas estiverem devidamente descritas, sendo opcional a definição de resultados esperados e dos critérios de avaliação.
O dimensionamento e a distribuição de pessoal devem considerar a complexidade dos pacientes e o perfil assistencial da unidade.
A criação de conselhos locais de saúde, dentro de cada unidade básica, fortalece a governança e aproxima a gestão das demandas específicas de cada microterritório.
O matriciamento, estratégia de coordenação técnica entre especialistas e equipes de referência, funciona como uma ferramenta de articulação entre diferentes níveis de atenção.
Lideranças comunitárias devem ser vistas pelo gestor de saúde como receptores passivos de informações, devendo ser consultadas somente após a implementação de uma nova unidade de saúde.
O Ministério da Saúde exerce um papel de coordenação normativa e financiamento indutor: o repasse de recursos funciona como ferramenta de adesão dos municípios às políticas nacionais.
Na organização logística de capacitação, deve-se considerar carga horária compatível com a rotina de trabalho dos participantes, com vistas à redução de ausências, saídas antecipadas ou baixa adesão.
A promoção da saúde em áreas vulneráveis inclui ações coletivas como educação em saúde em escolas, espaços comunitários e associações locais.
Na formulação de estratégias de atenção primária, devem ser consideradas a mobilidade social e a informalidade laboral, adaptando-se horários e formatos de atendimento às rotinas da população.
A vigilância em saúde interligada à atenção primária permite a identificação precoce de mudanças no perfil epidemiológico e a reorganização das intervenções locais.
A equidade na atenção especializada dispensa integração com a atenção primária, pois cada nível de atenção à saúde possui responsabilidades independentes.
A priorização de casos graves na fila de espera por serviços de saúde configura privilégio indevido e fere o princípio da equidade.
A incorporação de práticas tradicionais em políticas públicas de saúde requer mediação intercultural, de forma a se evitar a descaracterização dos sentidos originais dessas práticas.
Sistemas médicos tradicionais podem coexistir com serviços biomédicos, produzindo itinerários terapêuticos híbridos que combinam diferentes técnicas de cuidado.