Questões de Concurso Para pnd

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Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: PND Prova: INEP - 2025 - PND - LETRAS - INGLÊS - Licenciatura |
Q3711740 Inglês
One could imagine that using digital tools was an additional learning experience for the students in itself. Recent literature has also shown that being able to recognize what can be improved requires being trained to do so. As such, students watching themselves on video could not yield possible improvements that could be made, because noticing them also requires a learning process. It could also be hypothesized that compared to university students, elementary school students are less able to seize the benefit of video recording as a peer and self-evaluation tool. In addition, they had to manage their image, which was an extra effort as well, due to intimidation and possible lack of confidence in front of the camera, although students may have a positive attitude toward videos. One could therefore claim, but obviously without being certain, that a related form of learning took place: the management of technologies for learning, and the management of one’s image.


BOBKINA, J.; DOMÍNGUEZ ROMERO, E. The Role of Video Technology in Supporting Young Learners’

Oral Skills in English as Foreign Language Classrooms. Computers and Education, 2023.
A public school teacher wants to develop students’ oral communication skills using digital oral genres that include video. Based on the excerpt, which of the following classroom strategies reflects a theoretically grounded approach?
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Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: PND Prova: INEP - 2025 - PND - LETRAS - INGLÊS - Licenciatura |
Q3711733 Literatura

TEXT 1


“The Wolves are a free people,” said Father Wolf. “They take orders from the Head of the Pack, and not from any striped cattle-killer. The man’s cub is ours — to kill if we choose.”


“Ye choose and ye do not choose! What talk is this of choosing? By the bull that I killed, am I to stand nosing into your dog’s den for my fair dues? It is I, Shere Khan, who speak!”



KIPLING, R. The Jungle Book. S.l.: Project Gutenberg, 1894


TEXT 2


 KIPLING, R.; CHAN, C. S. The Jungle Book.


Toronto: UDON Entertainment, s.d.

When comparing Text 1 and Text 2, which observation illustrates a key feature of literary language in Text 1?
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Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: PND Prova: INEP - 2025 - PND - LETRAS - INGLÊS - Licenciatura |
Q3711730 Inglês
 It is impossible to talk about the single story without talking about power. There is a word, an Igbo word, that I think about whenever I think about the power structures of the world, and it is nkali. It’s a noun that loosely translates to “to be greater than another.” Like our economic and political worlds, stories too are defined by the principle of nkali: How they are told, who tells them, when they’re told, how many stories are told, are really dependent on power. Power is the ability not just to tell the story of another person, but to make it the definitive story of that person.

Stories matter. Many stories matter. Stories have been used to dispossess and to malign, but stories can also be used to empower and to humanize. Stories can break the dignity of a people, but stories can also repair that broken dignity.

When we reject the single story, when we realize that there is never a single story about any place, we regain a kind of paradise.


ADICHIE, C. N. The Danger of a Single Story. New York: Anchor Books, 2019 (adapted).
A high school English teacher decides to foster a debate on social justice with her students based on the situation described in the text. The goal of such activity is
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Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: PND Prova: INEP - 2025 - PND - LETRAS - INGLÊS - Licenciatura |
Q3711716 Inglês
 In a high school EFL 50-minute lesson, the teacher selects a short authentic news article on climate change to introduce some reading strategies. The teacher begins by activating students’ background knowledge through a quick discussion in English about environmental issues. Then, she explains two key reading strategies — skimming and scanning — using visual aids and simple English definitions.


Students are first asked to skim the text in pairs to get the main idea, take some notes, and discuss the overall topic. Then, they scan the article to answer questions such as “What year was the article published?” or “Which countries are mentioned?”. The teacher monitors the group work, encouraging students to interact in English and supporting them when needed. Afterwards, the class discusses the purpose of each strategy and how they help understand texts more efficiently.
The teacher’s approach reveals a concept of language as
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Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: PND Prova: INEP - 2025 - PND - HISTÓRIA - Licenciatura |
Q3711555 História
        


 Mulheres combatentes do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), em treinamento militar.

MAZRUI, A. A.; WONDJI, C. (Ed.). História geral da África, VIII: África desde 1935. Brasília: Unesco, 2010.
Na intenção de aprofundar as reflexões sobre gênero, poder e representação, as professoras de História e Arte de uma escola de Ensino Médio envolveram seus estudantes na organização de uma exposição com imagens de mulheres africanas que atuaram em movimentos de resistência anticolonial. Entre as imagens escolhidas, estava essa foto das combatentes do PAIGC. Durante a semana da exposição, o pai de um estudante procurou a direção da escola para expressar sua insatisfação. Ele alegou que a atividade promovia a violência ao exibir imagens de mulheres com armas, o que, segundo ele, seria inadequado para o ambiente escolar. Em resposta, as professoras elaboraram uma justificativa para explicar a escolha da foto, argumentando que a atividade
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Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: PND Prova: INEP - 2025 - PND - HISTÓRIA - Licenciatura |
Q3711554 História
        


 Mulheres combatentes do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), em treinamento militar.

MAZRUI, A. A.; WONDJI, C. (Ed.). História geral da África, VIII: África desde 1935. Brasília: Unesco, 2010.
Essa figura das combatentes do PAIGC, que participaram ativamente da luta de libertação contra os colonizadores portugueses nos anos 1960 e 1970, circulou em diversos jornais e revistas. Ela pode ser vista como um exemplo da presença ativa das mulheres na história e contribuiu na construção de uma memória social sobre a resistência anticolonial por parte das suas populações. Para abordar, em sala de aula, o papel das mulheres nos movimentos de libertação e na história africana, é necessário considerar que elas
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Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: PND Prova: INEP - 2025 - PND - HISTÓRIA - Licenciatura |
Q3711553 Pedagogia
Quantos de nós podemos imaginar alguma população não europeia sem o pano de fundo de uma dominação global, que agora nos parece predeterminada? E como poderão o Haiti ou a escravidão ou o racismo ser mais do que meras notas descabidas no rodapé dessa ordem narrativa?
TROUILLOT, M.-R. Silenciando o passado: poder e a produção da história. Curitiba: Huya, 2016.

A Revolução do Haiti (1791-1804) é considerada a primeira rebelião vitoriosa de pessoas escravizadas nas Américas, culminando na emancipação do país e na extinção da escravidão. Sob a liderança de Toussaint Louverture, o movimento destacou-se pela atuação central dos africanos e afrodescendentes na formação de um Estado soberano. O historiador Michel-Rolph Trouillot investiga como as narrativas históricas eurocêntricas e coloniais frequentemente invisibilizam esse movimento, seus agentes e suas contribuições para a trajetória global. Em uma aula, o professor propôs um debate sobre a Revolução do Haiti. Com base no texto, ele solicitou aos estudantes uma reflexão sobre o teor das narrativas. Essa proposta didática objetivou
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Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: PND Prova: INEP - 2025 - PND - HISTÓRIA - Licenciatura |
Q3711552 Pedagogia
 

ASSIS, L.; OLIVEIRA, T. Folha de São Paulo, 6 out. 202
Para problematizar o tema abordado pela charge e dialogar com a história da escravidão transatlântica moderna, uma proposta de intervenção para os Anos Finais do Ensino Fundamental deve
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Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: PND Prova: INEP - 2025 - PND - HISTÓRIA - Licenciatura |
Q3711551 História
 

ASSIS, L.; OLIVEIRA, T. Folha de São Paulo, 6 out. 202
Uma professora, ao propor aos estudantes uma atividade de leitura e análise crítica de fontes imagéticas, utiliza a charge que demonstra ironia por meio da propagação de
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Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: PND Prova: INEP - 2025 - PND - HISTÓRIA - Licenciatura |
Q3711550 Pedagogia
Nos currículos escolares brasileiros – inclusive nos cursos de Licenciatura em História –, a História do Brasil frequentemente ocupa pouco espaço. As questões nacionais são negligenciadas, e as explicações históricas centradas na Europa ganham maior relevância do que a história nacional e local, tornando a história do Brasil apenas um apêndice periférico da história global. Nos últimos anos, tem-se observado um esforço no debate e nas discussões sobre o pressuposto eurocêntrico no ensino e na pesquisa. No entanto, a base epistemológica de formação dos professores de História pouco se alterou. O que existe são iniciativas individuais ou de grupos isolados que vêm repensando o ensino e a pesquisa, ampliando o leque de possibilidades por meio da contextualização da vida em sociedade e da articulação entre a história individual e a história coletiva a partir de uma perspectiva regional e local. Esse movimento, fundamentado na relação entre passado e presente, busca considerar as contribuições europeias, indígenas e africanas no processo de construção, compreensão e reinterpretação da história do Brasil.

BITTENCOURT, C. M. F. Ensino de História: fundamentos e métodos.

São Paulo: Cortez, 2004 (adaptado
Dentre as abordagens teóricas que podem ser aplicadas em sala de aula para promover interconexões entre história global, nacional e local, identifica-se a história
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Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: PND Prova: INEP - 2025 - PND - HISTÓRIA - Licenciatura |
Q3711549 História
Nos currículos escolares brasileiros – inclusive nos cursos de Licenciatura em História –, a História do Brasil frequentemente ocupa pouco espaço. As questões nacionais são negligenciadas, e as explicações históricas centradas na Europa ganham maior relevância do que a história nacional e local, tornando a história do Brasil apenas um apêndice periférico da história global. Nos últimos anos, tem-se observado um esforço no debate e nas discussões sobre o pressuposto eurocêntrico no ensino e na pesquisa. No entanto, a base epistemológica de formação dos professores de História pouco se alterou. O que existe são iniciativas individuais ou de grupos isolados que vêm repensando o ensino e a pesquisa, ampliando o leque de possibilidades por meio da contextualização da vida em sociedade e da articulação entre a história individual e a história coletiva a partir de uma perspectiva regional e local. Esse movimento, fundamentado na relação entre passado e presente, busca considerar as contribuições europeias, indígenas e africanas no processo de construção, compreensão e reinterpretação da história do Brasil.

BITTENCOURT, C. M. F. Ensino de História: fundamentos e métodos.

São Paulo: Cortez, 2004 (adaptado
Na década de 1990, um grupo de intelectuais latino-americanos propôs uma nova leitura, escrita e interpretação do passado, que teve repercussão na historiografia da América Latina e ficou conhecida como:
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Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: PND Prova: INEP - 2025 - PND - HISTÓRIA - Licenciatura |
Q3711548 Pedagogia
Ensinar História é ensinar o seu próprio método, e eu achava isso exagerado. Sempre pensei que essa frase era muito restritiva, mas, se a entendermos como o mínimo do ensino de História — ou seja, como a necessidade de aprender o método histórico e aplicá-lo na vida —, então faz sentido. Se eu me encontrasse em uma situação especial, de emergência ou urgência, e só pudesse escolher uma única coisa de História para ensinar aos alunos, eu não ensinaria a Independência do Brasil, o Descobrimento ou a Revolução Francesa. Em vez disso, ensinaria: como se faz História? Como os historiadores produzem história, e como podemos praticar isso? Essa é a grande contribuição da história para a cidadania — embora não seja a única. O essencial é trabalhar com o método, aprender a lidar com ele. Basicamente, o método histórico consiste em nos perguntarmos: isso que tenho aqui é real ou inventado? Quem disse isso? Quando foi dito? Por quê? Qual foi o motivo para que isso se tornasse um documento?

BONETE JR., W.; MANKE, L. S.; SZLACHTA JR., A. M. Ensino de história:
disputas de narrativas, negacionismos e consciência histórica.
Ponta de Lança: Revista Eletrônica de História,
Memória & Cultura, n. 32, 2025 (adaptado).

Um professor de História, ao ministrar uma aula sobre a Segunda Guerra Mundial, foi interpelado por alguns estudantes sobre uma informação de um perfil de uma rede social que nega os dados históricos acerca do holocausto judaico. Diante do negacionismo, dialogando com os desafios e dilemas do ensino e da pesquisa em História do tempo presente, apontados no texto, o professor precisa
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Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: PND Prova: INEP - 2025 - PND - HISTÓRIA - Licenciatura |
Q3711547 História
Imagem associada para resolução da questão
 Em comemoração ao Dia Nacional de Tereza de Benguela e da Mulher Negra (25 de julho), as professoras de História e de Arte de uma escola de Ensino Médio se juntaram para propor uma atividade interdisciplinar que convidava as turmas da 2ª série a refletir criticamente sobre imagens atribuídas à líder quilombola. Sobre a Figura 1, as professoras informaram que o artista nunca esteve no Brasil e não tinha qualquer relação com a história de Tereza; em relação à Figura 2, revelaram que a fotografia retrata uma mulher negra no Brasil do século XIX, quase cem anos após a morte de Tereza. Durante a atividade, surgiram comentários como: “A primeira imagem é a verdadeira porque é muito usada nos livros didáticos.”; “Acho que qualquer imagem serve, desde que mostre que ela era uma mulher negra”. Considerando o protagonismo de Tereza de Benguela, as trajetórias de lutas de mulheres por direitos na história do Brasil e o conceito de política, é correto afirmar que
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Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: PND Prova: INEP - 2025 - PND - HISTÓRIA - Licenciatura |
Q3711546 Sociologia
No século XX, Chica da Silva já era um mito. Fazia parte do conjunto dos raros indivíduos do século XVIII que se tornaram personagens históricas, a despeito de não pertencer à elite branca portuguesa. Além de parda e ex-escrava, era mulher. E por meio dessas exceções era compreendida. Em Diamantina, tornou-se lendária, alvo de inúmeras histórias. Chica da Silva teria entre 18 e 22 anos quando João Fernandes, então com 26 anos, a conheceu. A jovem possuía a beleza das mulheres oriundas da Costa da Mina, com frequência elogiadas pelos europeus. Os documentos da época a designam como parda, termo com que se descrevia a tonalidade de pele mais clara entre os mestiços. Somente em meados do século XIX, quando se assistia à consolidação da família patriarcal nas Minas Gerais, a existência de uma Chica da Silva passou a ser digna de registro, como única mulher do século XVIII elevada, por Joaquim Felício, à categoria de personagem histórica. Localizado no século XIX, o autor baseou-se em cenas de seu cotidiano social, em que a mulher e a família deviam regrar-se pela moral cristã e onde imperavam os preconceitos contra ex-escravos, mulheres de cor e uniões consensuais. Para os homens da época, as escravas eram sensuais e licenciosas, mulheres com as quais era impossível manter laços afetivos estáveis. A vida de Chica, similar à de um sem-número de negras forras que viveram em concubinato com homens brancos, decerto não era peculiar nem pitoresca. A alforria precoce, a promoção para que ela acumulasse patrimônio, o uso que Chica fez do sobrenome Oliveira, o número elevado de filhos (treze), cujos nomes se ancoraram nas tradições familiares dos pais, e a longevidade do relacionamento contestam essa imagem. A média de um parto a cada treze meses faz desmoronar o mito da figura sensual e lasciva, devoradora de homens ao qual Chica esteve sempre ligada. João Fernandes jamais teve dúvidas sobre a paternidade dos rebentos, pois os legitimou e lhes legou todo o seu patrimônio.

FURTADO, J. F. Chica da Silva e o contratador de diamantes – do outro lado do mito.

São Paulo: Cia. das Letras, 2003 (adaptado).
A fim de desenvolver e reforçar a prática da cidadania e valorizar as experiências de participação dos indivíduos e dos grupos sociais na construção coletiva da sociedade e da democracia, uma professora e os estudantes da 1ª série do Ensino Médio focalizaram os obstáculos ao longo da história na qual imperaram a redução dos direitos do cidadão e especialmente das mulheres. Após a leitura desse texto, foram discutidas as representações de poder e o lugar da mulher. Sobre esse tema, foi solicitado aos estudantes que formassem uma nuvem de palavras. Na tarefa proposta, a professora buscou que os estudantes fossem capazes de perceber o(a)
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Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: PND Prova: INEP - 2025 - PND - HISTÓRIA - Licenciatura |
Q3711545 Sociologia
No século XX, Chica da Silva já era um mito. Fazia parte do conjunto dos raros indivíduos do século XVIII que se tornaram personagens históricas, a despeito de não pertencer à elite branca portuguesa. Além de parda e ex-escrava, era mulher. E por meio dessas exceções era compreendida. Em Diamantina, tornou-se lendária, alvo de inúmeras histórias. Chica da Silva teria entre 18 e 22 anos quando João Fernandes, então com 26 anos, a conheceu. A jovem possuía a beleza das mulheres oriundas da Costa da Mina, com frequência elogiadas pelos europeus. Os documentos da época a designam como parda, termo com que se descrevia a tonalidade de pele mais clara entre os mestiços. Somente em meados do século XIX, quando se assistia à consolidação da família patriarcal nas Minas Gerais, a existência de uma Chica da Silva passou a ser digna de registro, como única mulher do século XVIII elevada, por Joaquim Felício, à categoria de personagem histórica. Localizado no século XIX, o autor baseou-se em cenas de seu cotidiano social, em que a mulher e a família deviam regrar-se pela moral cristã e onde imperavam os preconceitos contra ex-escravos, mulheres de cor e uniões consensuais. Para os homens da época, as escravas eram sensuais e licenciosas, mulheres com as quais era impossível manter laços afetivos estáveis. A vida de Chica, similar à de um sem-número de negras forras que viveram em concubinato com homens brancos, decerto não era peculiar nem pitoresca. A alforria precoce, a promoção para que ela acumulasse patrimônio, o uso que Chica fez do sobrenome Oliveira, o número elevado de filhos (treze), cujos nomes se ancoraram nas tradições familiares dos pais, e a longevidade do relacionamento contestam essa imagem. A média de um parto a cada treze meses faz desmoronar o mito da figura sensual e lasciva, devoradora de homens ao qual Chica esteve sempre ligada. João Fernandes jamais teve dúvidas sobre a paternidade dos rebentos, pois os legitimou e lhes legou todo o seu patrimônio.

FURTADO, J. F. Chica da Silva e o contratador de diamantes – do outro lado do mito.

São Paulo: Cia. das Letras, 2003 (adaptado).
Ao abordar o tema, sob a atual análise das organizações dos movimentos feministas em defesa dos direitos das mulheres, aponta-se que
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Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: PND Prova: INEP - 2025 - PND - HISTÓRIA - Licenciatura |
Q3711544 História
Não surpreendentemente, os velhos sistemas coloniais ruíram primeiro na Ásia. A Síria e Líbano (antes franceses) se tornaram independentes em 1945; a Índia e o Paquistão em 1947; Birmânia, Ceilão (Sri Lanka), Palestina (Israel) e as Índias Orientais holandesas (Indonésia) em 1948. Em 1946, os EUA concederam status formal de independência às Filipinas, que haviam ocupado desde 1898. O império japonês, claro, desaparecera em 1945. O Norte da África islâmico já estava abalado, mas ainda se segurava. A maior parte da África Central e Setentrional, e as ilhas do Caribe e Pacífico permaneciam relativamente calmas. Só em partes do Sudeste Asiático essa descolonização política sofreu séria resistência, notadamente na Indochina francesa (atuais Vietnã, Camboja e Laos), onde a resistência comunista declarara independência após a libertação, sob a liderança do nobre Ho Chi Minh. Os franceses, apoiados pelos britânicos e depois pelos EUA, realizaram uma desesperada ação para reconquistar e manter o país contra a revolução vitoriosa. Foram derrotados e obrigados a se retirar em 1954, mas os EUA impediram a unificação do país e mantiveram um regime satélite na parte Sul do Vietnã dividido. Depois que este, por sua vez, pareceu à beira do colapso, os EUA travaram dez anos de uma grande guerra, até serem por fim derrotados e obrigados a retirar-se em 1975, depois de lançar sobre o infeliz país um volume de explosivos maior do que o empregado em toda a Segunda Guerra Mundial.

HOBSBAWN, E. Era dos extremos: o breve século XX: 1914-1991. São Paulo: Cia. das Letras, 199
Com base no texto apresentado, qual proposta articula uma avaliação processual com a compreensão sobre a independência da Índia?
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Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: PND Prova: INEP - 2025 - PND - HISTÓRIA - Licenciatura |
Q3711543 História
Não surpreendentemente, os velhos sistemas coloniais ruíram primeiro na Ásia. A Síria e Líbano (antes franceses) se tornaram independentes em 1945; a Índia e o Paquistão em 1947; Birmânia, Ceilão (Sri Lanka), Palestina (Israel) e as Índias Orientais holandesas (Indonésia) em 1948. Em 1946, os EUA concederam status formal de independência às Filipinas, que haviam ocupado desde 1898. O império japonês, claro, desaparecera em 1945. O Norte da África islâmico já estava abalado, mas ainda se segurava. A maior parte da África Central e Setentrional, e as ilhas do Caribe e Pacífico permaneciam relativamente calmas. Só em partes do Sudeste Asiático essa descolonização política sofreu séria resistência, notadamente na Indochina francesa (atuais Vietnã, Camboja e Laos), onde a resistência comunista declarara independência após a libertação, sob a liderança do nobre Ho Chi Minh. Os franceses, apoiados pelos britânicos e depois pelos EUA, realizaram uma desesperada ação para reconquistar e manter o país contra a revolução vitoriosa. Foram derrotados e obrigados a se retirar em 1954, mas os EUA impediram a unificação do país e mantiveram um regime satélite na parte Sul do Vietnã dividido. Depois que este, por sua vez, pareceu à beira do colapso, os EUA travaram dez anos de uma grande guerra, até serem por fim derrotados e obrigados a retirar-se em 1975, depois de lançar sobre o infeliz país um volume de explosivos maior do que o empregado em toda a Segunda Guerra Mundial.

HOBSBAWN, E. Era dos extremos: o breve século XX: 1914-1991. São Paulo: Cia. das Letras, 199
Um professor de História, do Ensino Médio, apresentou esse texto para discutir com os estudantes os desdobramentos globais após a Segunda Guerra Mundial, como o acirramento das lutas anticoloniais, que resultaram em independências de países da África e da Ásia, a exemplo da Guerra do Vietnã, que
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Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: PND Prova: INEP - 2025 - PND - HISTÓRIA - Licenciatura |
Q3711542 História
Não surpreendentemente, os velhos sistemas coloniais ruíram primeiro na Ásia. A Síria e Líbano (antes franceses) se tornaram independentes em 1945; a Índia e o Paquistão em 1947; Birmânia, Ceilão (Sri Lanka), Palestina (Israel) e as Índias Orientais holandesas (Indonésia) em 1948. Em 1946, os EUA concederam status formal de independência às Filipinas, que haviam ocupado desde 1898. O império japonês, claro, desaparecera em 1945. O Norte da África islâmico já estava abalado, mas ainda se segurava. A maior parte da África Central e Setentrional, e as ilhas do Caribe e Pacífico permaneciam relativamente calmas. Só em partes do Sudeste Asiático essa descolonização política sofreu séria resistência, notadamente na Indochina francesa (atuais Vietnã, Camboja e Laos), onde a resistência comunista declarara independência após a libertação, sob a liderança do nobre Ho Chi Minh. Os franceses, apoiados pelos britânicos e depois pelos EUA, realizaram uma desesperada ação para reconquistar e manter o país contra a revolução vitoriosa. Foram derrotados e obrigados a se retirar em 1954, mas os EUA impediram a unificação do país e mantiveram um regime satélite na parte Sul do Vietnã dividido. Depois que este, por sua vez, pareceu à beira do colapso, os EUA travaram dez anos de uma grande guerra, até serem por fim derrotados e obrigados a retirar-se em 1975, depois de lançar sobre o infeliz país um volume de explosivos maior do que o empregado em toda a Segunda Guerra Mundial.

HOBSBAWN, E. Era dos extremos: o breve século XX: 1914-1991. São Paulo: Cia. das Letras, 199
Após abordar em suas aulas o imperialismo na Ásia entre os séculos XIX e XX, um professor de História de Ensino Médio realizou uma atividade para estimular uma postura crítica e investigativa. Com base no texto, o objetivo e a metodologia da atividade foram, respectivamente,
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Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: PND Prova: INEP - 2025 - PND - HISTÓRIA - Licenciatura |
Q3711541 Pedagogia
As produções audiovisuais Ms. Marvel (2022) e Star Wars (1977-1983) exemplificam como as mídias estadunidenses e ocidentais interpretam processos históricos asiáticos, destacando a resistência de povos com recursos limitados diante de grandes impérios. Em Ms. Marvel, a partição da Índia é apresentada como uma tragédia derivada do imperialismo britânico, revelando as lutas de populações deslocadas e fragmentadas que resistiram com aquilo que tinham: identidade, memória e redes comunitárias. Já Star Wars adapta, em chave ficcional, a experiência de povos como os vietnamitas que, com armas mais simples, enfrentaram uma potência imperial altamente tecnologizada. A Aliança Rebelde pode ser interpretada como uma metáfora dos vietcongues: grupos organizados que, apesar da precariedade material, utilizaram estratégias de guerrilha e resistência popular contra um império opressor. A cultura midiática ocidental frequentemente projeta esses conflitos em narrativas que reforçam certos valores e perspectivas hegemônicas, transformando resistências históricas reais em metáforas adaptadas aos imaginários do público ocidental.
Com base na análise das fontes audiovisuais citadas, uma professora de História, do Ensino Médio da Educação de Jovens e Adultos (EJA), solicitou aos estudantes que produzissem um podcast acerca da resistência vietnamita. A atividade teve como objetivo identificar o(a)
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Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: PND Prova: INEP - 2025 - PND - HISTÓRIA - Licenciatura |
Q3711540 História
As produções audiovisuais Ms. Marvel (2022) e Star Wars (1977-1983) exemplificam como as mídias estadunidenses e ocidentais interpretam processos históricos asiáticos, destacando a resistência de povos com recursos limitados diante de grandes impérios. Em Ms. Marvel, a partição da Índia é apresentada como uma tragédia derivada do imperialismo britânico, revelando as lutas de populações deslocadas e fragmentadas que resistiram com aquilo que tinham: identidade, memória e redes comunitárias. Já Star Wars adapta, em chave ficcional, a experiência de povos como os vietnamitas que, com armas mais simples, enfrentaram uma potência imperial altamente tecnologizada. A Aliança Rebelde pode ser interpretada como uma metáfora dos vietcongues: grupos organizados que, apesar da precariedade material, utilizaram estratégias de guerrilha e resistência popular contra um império opressor. A cultura midiática ocidental frequentemente projeta esses conflitos em narrativas que reforçam certos valores e perspectivas hegemônicas, transformando resistências históricas reais em metáforas adaptadas aos imaginários do público ocidental.
Um professor de História, do Ensino Médio, planejou uma aula sobre o imperialismo inglês na Índia, com base nas produções audiovisuais citadas no texto. Para estimular uma postura investigativa e científica, valorizando o protagonismo do estudante, a atividade deve
Alternativas
Respostas
21: D
22: A
23: B
24: A
25: B
26: D
27: D
28: A
29: C
30: C
31: B
32: C
33: A
34: D
35: B
36: D
37: A
38: A
39: B
40: B