Questões de Concurso
Para câmara de porangatu - go
Foram encontradas 127 questões
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Leia o Texto 3 para responder à questão.
Texto 3
O grupo Racionais MC’s recebeu o título de Doutor Honoris Causa da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) como reconhecimento pela sua importância social, intelectual, histórica e estética. A cerimônia de entrega do título coletivo aos integrantes Mano Brown, lce Blue, Edi Rock e KL Jay ocorreu em março/2025, em Campinas (SP).
Essa é a primeira vez que o título é entregue a um grupo em vez de uma única personalidade. A honraria foi proposta pelas professoras Jaqueline Lima Santos e Daniela Vieira dos Santos e pelo professor Omar Ribeiro Thomaz, do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Unicamp (IFCH), e aprovada pelo Conselho Universitário em novembro de 2023.
O título é a distinção máxima prevista no estatuto da Unicamp e é concedido a “pessoas que tenham contribuído, de maneira notável, para o progresso das ciências, das letras ou das artes e/ou que tenham beneficiado, de forma excepcional, a humanidade ou tenham prestado relevantes serviços à universidade”.
Criado em 1988 na periferia de São Paulo (SP), o grupo se consolidou como o maior representante do rap brasileiro por suas músicas discutirem problemas estruturais da sociedade, como racismo, desigualdade e violência policial.
Disponível em: <https://educacaoeterritorio.org.br/reportagens/ecoando-a-lutapor-direitos-racionais-mcs-recebem-titulo-coletivo-de-doutor-honoris-causa-daunicamp/>. Acesso em: 5 jun. 2025. [Adaptado].
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Texto 3
O grupo Racionais MC’s recebeu o título de Doutor Honoris Causa da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) como reconhecimento pela sua importância social, intelectual, histórica e estética. A cerimônia de entrega do título coletivo aos integrantes Mano Brown, lce Blue, Edi Rock e KL Jay ocorreu em março/2025, em Campinas (SP).
Essa é a primeira vez que o título é entregue a um grupo em vez de uma única personalidade. A honraria foi proposta pelas professoras Jaqueline Lima Santos e Daniela Vieira dos Santos e pelo professor Omar Ribeiro Thomaz, do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Unicamp (IFCH), e aprovada pelo Conselho Universitário em novembro de 2023.
O título é a distinção máxima prevista no estatuto da Unicamp e é concedido a “pessoas que tenham contribuído, de maneira notável, para o progresso das ciências, das letras ou das artes e/ou que tenham beneficiado, de forma excepcional, a humanidade ou tenham prestado relevantes serviços à universidade”.
Criado em 1988 na periferia de São Paulo (SP), o grupo se consolidou como o maior representante do rap brasileiro por suas músicas discutirem problemas estruturais da sociedade, como racismo, desigualdade e violência policial.
Disponível em: <https://educacaoeterritorio.org.br/reportagens/ecoando-a-lutapor-direitos-racionais-mcs-recebem-titulo-coletivo-de-doutor-honoris-causa-daunicamp/>. Acesso em: 5 jun. 2025. [Adaptado].
Leia o Texto 2 para responder à questão.
Texto 2
Uma metáfora do poder e também da ideia de que certos corpos pertencem a determinados lugares é a da rainha que pertence naturalmente ao palácio real, ao contrário da plebe, que não pode jamais alcançar uma posição de majestade. Tal hierarquia introduz uma dinâmica na qual a negritude significa não somente "inferioridade", mas também “estar fora do lugar" enquanto a branquitude significa "estar no lugar" e, portanto, "superioridade". No racismo, corpos negros são construídos como corpos impróprios, como corpos que estão “fora do lugar” e, por essa razão, corpos que não podem pertencer. Corpos brancos, ao contrário, são construídos como próprios, são corpos que estão “no lugar'', “em casa”, corpos que sempre pertencem. Eles pertencem a todos os lugares: Europa, África; norte, sul, leste, oeste; o centro, bem como a periferia.
KILOMBA, Grada. Memórias da plantação: episódios de racismo cotidiano.
Rio de Janeiro: Cobogó, 2019. p. 56. [Adaptado].
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Texto 2
Uma metáfora do poder e também da ideia de que certos corpos pertencem a determinados lugares é a da rainha que pertence naturalmente ao palácio real, ao contrário da plebe, que não pode jamais alcançar uma posição de majestade. Tal hierarquia introduz uma dinâmica na qual a negritude significa não somente "inferioridade", mas também “estar fora do lugar" enquanto a branquitude significa "estar no lugar" e, portanto, "superioridade". No racismo, corpos negros são construídos como corpos impróprios, como corpos que estão “fora do lugar” e, por essa razão, corpos que não podem pertencer. Corpos brancos, ao contrário, são construídos como próprios, são corpos que estão “no lugar'', “em casa”, corpos que sempre pertencem. Eles pertencem a todos os lugares: Europa, África; norte, sul, leste, oeste; o centro, bem como a periferia.
KILOMBA, Grada. Memórias da plantação: episódios de racismo cotidiano.
Rio de Janeiro: Cobogó, 2019. p. 56. [Adaptado].
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Texto 2
Uma metáfora do poder e também da ideia de que certos corpos pertencem a determinados lugares é a da rainha que pertence naturalmente ao palácio real, ao contrário da plebe, que não pode jamais alcançar uma posição de majestade. Tal hierarquia introduz uma dinâmica na qual a negritude significa não somente "inferioridade", mas também “estar fora do lugar" enquanto a branquitude significa "estar no lugar" e, portanto, "superioridade". No racismo, corpos negros são construídos como corpos impróprios, como corpos que estão “fora do lugar” e, por essa razão, corpos que não podem pertencer. Corpos brancos, ao contrário, são construídos como próprios, são corpos que estão “no lugar'', “em casa”, corpos que sempre pertencem. Eles pertencem a todos os lugares: Europa, África; norte, sul, leste, oeste; o centro, bem como a periferia.
KILOMBA, Grada. Memórias da plantação: episódios de racismo cotidiano.
Rio de Janeiro: Cobogó, 2019. p. 56. [Adaptado].
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Texto 2
Uma metáfora do poder e também da ideia de que certos corpos pertencem a determinados lugares é a da rainha que pertence naturalmente ao palácio real, ao contrário da plebe, que não pode jamais alcançar uma posição de majestade. Tal hierarquia introduz uma dinâmica na qual a negritude significa não somente "inferioridade", mas também “estar fora do lugar" enquanto a branquitude significa "estar no lugar" e, portanto, "superioridade". No racismo, corpos negros são construídos como corpos impróprios, como corpos que estão “fora do lugar” e, por essa razão, corpos que não podem pertencer. Corpos brancos, ao contrário, são construídos como próprios, são corpos que estão “no lugar'', “em casa”, corpos que sempre pertencem. Eles pertencem a todos os lugares: Europa, África; norte, sul, leste, oeste; o centro, bem como a periferia.
KILOMBA, Grada. Memórias da plantação: episódios de racismo cotidiano.
Rio de Janeiro: Cobogó, 2019. p. 56. [Adaptado].
Leia o Texto 1 para responder à questão.
Texto 1
Um conhecido navio escravagista, o norte-americano Camargo, foi um dos últimos a trazer ilegalmente africanos escravizados para o Brasil. Após 170 anos de seu naufrágio, o Camargo está sendo buscado a partir de um projeto de pesquisa que envolve arqueólogos, historiadores e quilombolas.
Em dezembro de 1852, a correspondência do ministro dos Negócios da Justiça do então Império do Brasil revelava que o brigue Camargo havia afundado em Angra dos Reis (RJ). Desde 1850, o tráfico havia sido, mais uma vez, proibido no Brasil, mas, no litoral sul fluminense, os senhores do negócio e de escravizados continuaram tentando burlar a lei.
Segundo autoridades do governo imperial, Camargo era comandado pelo norte-americano Nathaniel Gordon e conseguiu trazer aproximadamente 500 africanos escravizados vindos de Quelimane e Moçambique. Os africanos escravizados teriam desembarcado próximo à foz do rio Bracuí, na fazenda Santa Rita, em frente às águas de Angra dos Reis, suficientemente distantes do Rio de Janeiro para as atividades ilegais e estrategicamente próximas das plantações de café do vale do Paraíba paulista e fluminense.
Para fugir das autoridades brasileiras, Gordon teria incendiado o navio escravagista e a tripulação, quase totalmente estrangeira (dois norte-americanos, um espanhol e outro inglês), teria procurado fugir, chegando ao porto de Santos ou de Paranaguá.
Disponível em: <https://cienciahoje.org.br/artigo/um-navio-escravagista-emangra-dos-reis/>. Acesso em: 6 jun. 2025. [Adaptado].
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Texto 1
Um conhecido navio escravagista, o norte-americano Camargo, foi um dos últimos a trazer ilegalmente africanos escravizados para o Brasil. Após 170 anos de seu naufrágio, o Camargo está sendo buscado a partir de um projeto de pesquisa que envolve arqueólogos, historiadores e quilombolas.
Em dezembro de 1852, a correspondência do ministro dos Negócios da Justiça do então Império do Brasil revelava que o brigue Camargo havia afundado em Angra dos Reis (RJ). Desde 1850, o tráfico havia sido, mais uma vez, proibido no Brasil, mas, no litoral sul fluminense, os senhores do negócio e de escravizados continuaram tentando burlar a lei.
Segundo autoridades do governo imperial, Camargo era comandado pelo norte-americano Nathaniel Gordon e conseguiu trazer aproximadamente 500 africanos escravizados vindos de Quelimane e Moçambique. Os africanos escravizados teriam desembarcado próximo à foz do rio Bracuí, na fazenda Santa Rita, em frente às águas de Angra dos Reis, suficientemente distantes do Rio de Janeiro para as atividades ilegais e estrategicamente próximas das plantações de café do vale do Paraíba paulista e fluminense.
Para fugir das autoridades brasileiras, Gordon teria incendiado o navio escravagista e a tripulação, quase totalmente estrangeira (dois norte-americanos, um espanhol e outro inglês), teria procurado fugir, chegando ao porto de Santos ou de Paranaguá.
Disponível em: <https://cienciahoje.org.br/artigo/um-navio-escravagista-emangra-dos-reis/>. Acesso em: 6 jun. 2025. [Adaptado].
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Texto 1
Um conhecido navio escravagista, o norte-americano Camargo, foi um dos últimos a trazer ilegalmente africanos escravizados para o Brasil. Após 170 anos de seu naufrágio, o Camargo está sendo buscado a partir de um projeto de pesquisa que envolve arqueólogos, historiadores e quilombolas.
Em dezembro de 1852, a correspondência do ministro dos Negócios da Justiça do então Império do Brasil revelava que o brigue Camargo havia afundado em Angra dos Reis (RJ). Desde 1850, o tráfico havia sido, mais uma vez, proibido no Brasil, mas, no litoral sul fluminense, os senhores do negócio e de escravizados continuaram tentando burlar a lei.
Segundo autoridades do governo imperial, Camargo era comandado pelo norte-americano Nathaniel Gordon e conseguiu trazer aproximadamente 500 africanos escravizados vindos de Quelimane e Moçambique. Os africanos escravizados teriam desembarcado próximo à foz do rio Bracuí, na fazenda Santa Rita, em frente às águas de Angra dos Reis, suficientemente distantes do Rio de Janeiro para as atividades ilegais e estrategicamente próximas das plantações de café do vale do Paraíba paulista e fluminense.
Para fugir das autoridades brasileiras, Gordon teria incendiado o navio escravagista e a tripulação, quase totalmente estrangeira (dois norte-americanos, um espanhol e outro inglês), teria procurado fugir, chegando ao porto de Santos ou de Paranaguá.
Disponível em: <https://cienciahoje.org.br/artigo/um-navio-escravagista-emangra-dos-reis/>. Acesso em: 6 jun. 2025. [Adaptado].
Mineradora que teve suas origens em Minas Gerais e cujo nome está ligado ao rompimento de duas barragens com centenas de vítimas fatais em Mariana/MG e Brumadinho/MG. A qual empresa de mineração se refere a descrição acima?
No final de fevereiro deste ano, a cidade de Porangatu viveu um momento histórico com a assinatura do termo de início de execução para a construção de uma obra em uma área de 2,2 alqueires desmembrada da Fazenda Aeroporto Gleba A. O evento, promovido pela Prefeitura de Porangatu e um órgão federal contou com a presença de autoridades federais, estaduais e municipais, além de representantes da comunidade acadêmica e da população local. O que será construído no local citado acima?
Fontes oficiais indicam que o Brasil possui mais de 50 facções criminosas atuando em todo o nosso território. Além disso, existem ainda as milícias, que em alguns locais dividem o território com as facções. Qual das facções a seguir é a mais antiga em atividade no Brasil?
Dos meios de comunicação listados a seguir, qual deles é o mais recente e foi inventado nos anos 1920 do século passado?
Se há 5 bolas vermelhas, 3 verdes e 2 azuis em uma urna, qual é a probabilidade de tirarmos uma verde?