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Texto 2

De acordo com a argumentação do autor, “paternalismo e assistencialismo” (L.14) “não enchem a barriga de ninguém” (L.1).
Texto I

No singular, os vocábulos “fóruns” e “juízes” têm, respectivamente, a seguinte grafia: fórum e juiz.
Texto I

Tradicionalmente usada em português, a vírgula que aparece antes da abreviação latina “etc.” (L.28) é, de fato, facultativa
Texto I

No segmento “nem sempre há a necessidade de o atendimento ser efetuado dentro da embarcação”, os vocábulos sublinhados podem, sem se incorrer em erro, ser contraídos da seguintes forma: do.
Texto I

O fragmento “deles usufruir” (L.17) pode, sem se incorrer em erro, ser assim redigido como usufruí-los.
Texto I

O pronome “Esta” (L.7) tem como referente “Justiça Itinerante Fluvial” (L.2).
Texto I

As idéias e a correção gramatical do texto serão mantidas, caso o trecho na voz passiva “as jornadas (...) de família” (L.43-46) seja reescrito na voz ativa como juízes, promotores, escrivães e policiais, bem como toda a infra-estrutura para a realização de audiências cíveis, criminais e de família, compõem as jornadas itinerantes.
Texto I

A justiça praticada pela Justiça Itinerante Fluvial é, segundo o texto, qualitativamente pior do que a praticada nos fóruns do Juizado Especial do Estado do Amapá.
Texto I

Um dos principais objetivos dos juizados especiais é agilizar a justiça brasileira.
Texto I

Ao pôr em prática a Lei n.º 9.099/1995, que instituiu os juizados especiais, a Justiça do Estado do Amapá levou em consideração as peculiaridades da região amazônica.
Texto I

Quando necessário, a Justiça Itinerante Fluvial pode atender as comunidades ribeirinhas em terra firme.