Questões de Concurso Para prefeitura de vila pavão - es

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Q3573763 Matemática
Kátia tem 28 garrafas de vinho, 36 caixas de biscoitos finos, 16 jarrinhos de flor e 20 caixas de bombons para montar cestas e dar de presente no Natal. Quantas cestas iguais ela consegue fazer com o número máximo de cada item?
Alternativas
Q3573760 Matemática
A imagem abaixo representa um pote de vidro e a superfície de sua tampa, que Ana vai forrar com um pedaço de pano.

Imagem associada para resolução da questão
Qual será a área (A) desse pano? (faça π = 3,14)
Alternativas
Q3573759 Raciocínio Lógico
Em uma conferência, a primeira fileira de cadeiras do auditório foi reservada para os 7 palestrantes. De quantas maneiras diferentes eles poderão ser alocados?
Alternativas
Q3573757 Noções de Informática

No Excel trata-se da unidade de armazenamento da informação. Corresponde à interseção de uma linha com uma coluna e são representadas pela letra da coluna, seguido pelo número da linha. Exemplos: A1, M23, AZZ1543.


Fonte: https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/413/2018/ 12/arte_informatica_basica.pdf


Marque a alternativa CORRETA que corresponde ao contexto acima.

Alternativas
Q3573756 Noções de Informática

São______as marcações usadas para deslocamento do texto em colunas previamente definidas.


Fonte: https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/413/2018/ 12/arte_informatica_basica.pdf


Marque a alternativa CORRETA que completa a lacuna acima.

Alternativas
Q3573755 Noções de Informática

Nessa opção, é possível localizar arquivos e pastas por intervalos de datas, tamanho e por outros atributos. Este recurso, também, é encontrado acionando o botão Iniciar do Windows.


Fonte: https://www.ufsm.br/app/uploads/sites/413/2018/ 12/arte_informatica_basica.pdf


Marque a alternativa CORRETA que corresponde ao contexto acima no Windows. 

Alternativas
Q3573751 Português

Leia com atenção os gêneros textuais abaixo:


I. Ata.

II. Enciclopédia.

III. Ensaio.

IV. Entrevista.

V. Resenha.


Quais destes gêneros textuais são entendidos como textos expositivos?

Alternativas
Q3573749 Português

Leia com atenção as afirmativas abaixo:


I.As novas políticas da firma visam ao consenso dos funcionários.

II.César aspira o cargo de governador.

III.Todos assistimos o novo filme do Batman.

IV.As testemunhas precisaram o local do crime.


Quais das afirmativas lidas possuem erros de regência? 

Alternativas
Q3573747 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O poder do "não" para a nossa saúde mental


Vivemos em um mundo em que ficou mais difícil dizer não. São tantas coisas bacanas pululando ao nosso redor, são tantas as demandas na vida e no trabalho que o "sim" acaba se impondo. É como se o que está fora − as redes sociais, os amigos, os colegas de trabalho, o parceiro ou parceira, a família − importasse mais. E se aquela pessoa ficar com raiva? E se nossa relação ficar abalada? E se eu ficar desatualizado, ficar de fora, perder o emprego, ficar marcado no trabalho? Dirigimos o olhar primeiro para o outro, esquecendo de olhar para nós mesmos.


Não por acaso, muita gente acaba dizendo sim quando queria mesmo era dizer não. Não por acaso, muita gente anda se sentindo sobrecarregada, ansiosa, esgotada ou, no caso do ambiente de trabalho, sofrendo com burnout. Responder apenas com o sim nos custa mental, física e emocionalmente. É cansativo.


Aprender a dizer não é um exercício diário e que começa conosco. Se uma pessoa não consegue falar não a si mesma, não conseguirá dizer não aos outros. É como aprender uma nova competência. Eventualmente, erraremos. Mas, com uma certa insistência, aprenderemos.


O segredo está em colocar na balança os nossos valores e prioridades na vida. Também está em estabelecer o que é mais importante, essencial no dia a dia. Isso vai permitir que você se mantenha mais focado, em vez de querer responder a tudo e a todos. Cada escolha implica em uma renúncia. Não se pode ter tudo.



Estamos mal acostumados a usar a palavra "egoísta". Colocar as nossas necessidades no topo da lista não tem nada de egoísmo. Ao contrário: é determinar que dá para fazer algo apenas quando se pode. Aprender a fazer escolhas, afinal, não só nos define como também define a vida que levamos. É preciso respeitar os nossos limites. Acrescentar essa palavra tão pequena ao nosso vocabulário diário é uma das grandes formas de autocuidado.


https://forbes.com.br/forbessaude/2023/10/arthur-guerra-o-poder-do-nao-para-a-nossa-saude-mental/

Qual é a importância de aprender a dizer "não" de acordo com o texto?
Alternativas
Q3573745 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


'Empresas já leem nossas mentes e vão saber ainda mais com neurotecnologia', diz pesquisadora


Alguns anos atrás, a ideia de "ameaça à privacidade de pensamento" estava mais para 1984, de George Orwell, e para o terreno da ficção científica distópica.


Para Nita Farahany, professora da Universidade Duke (EUA) que se especializou em pesquisar as consequências das novas tecnologias e suas implicações éticas, essa ameaça já é presente hoje e deve ser levada a sério.


A iraniana-americana lançou neste ano o livro The Battle for your Brain: Defending the Right to Think Freely in the Age of Neurotechnology ("A Batalha pelo seu Cérebro: Defendendo o Direito de Pensar Livremente na Era da Neurotecnologia", em tradução livre, sem edição brasileira).


Mas como é possível ler o nosso cérebro? Bem, de fato ainda não existe — como na ficção — uma supermáquina que entra na cabeça de uma pessoa e entrega uma lista completa de ideias e conceitos.


Na verdade, explica Farahany, as defesas da nossa privacidade de pensamento começaram a ser derrubadas sem a necessidade de examinar diretamente o cérebro.


Isso foi possível com a vasta quantidade de dados pessoais compartilhada em redes sociais e outros apps, que é analisada por algoritmos e depois monetizada.



Hoje as companhias de tecnologia detêm informações importantes sobre nós: quem são nossos amigos, qual conteúdo gera emoção (e, importante, que tipo de emoção), as preferências políticas, em quais produtos clicamos, por onde circulamos ao longo do dia e algumas das transações financeiras.


"Tudo isso está sendo usado por empresas para criar perfis muito precisos sobre quem somos e assim entender nossas preferências e nossos desejos", diz Farahany em entrevista à BBC News Brasil.


"É importante as pessoas entenderem que elas já estão em um mundo onde mentes são lidas."


Outra fronteira do nosso funcionamento interno começa a ser explorada com a popularização de smartwatches (relógios inteligentes), que reúnem dados sobre batimento cardíaco, níveis de estresse, qualidade do sono e muito mais.


Mas o avanço da neurotecnologia, com equipamentos em contato direto com a cabeça, leva tudo isso a um novo patamar, com mais dados e mais precisão.


Ela explica que sensores cerebrais são justamente parecidos com sensores de frequência cardíaca encontrados nos smartwatches ou em anéis que medem a temperatura do corpo quando captam a atividade elétrica no cérebro.


"E toda vez que você pensa, ou toda vez que sente algo, os neurônios disparam em seu cérebro, emitindo pequenas descargas elétricas. Padrões característicos podem ser usados para tirar conclusões", afirma.


"Por exemplo, se você vê uma propaganda e sente alegria ou estresse ou raiva, tédio, envolvimento... todas essas reações podem ser captadas por meio da atividade elétrica em seu cérebro e decodificadas com a inteligência artificial mais avançada."


Ou seja, esses sinais cerebrais transmitem o que sentimos, observamos, imaginamos ou pensamos.


Farahany afirma que as pessoas precisam compreender e aceitar que o cérebro "não é interiamente delas".


Essa situação leva a própria filosofia a questionar o conceito de livre arbítrio, ou seja, o poder de um indivíduo de optar por suas ações.


 "Imagine que você se proponha no começo da semana a não passar mais de uma hora por dia nas redes sociais. Aí você descobre no final que você gastou quatro horas por dia. O que aconteceu?", pondera a professora de Direito e Filosofia na Duke.


"Se existem algoritmos projetados para te capturar quando você quer se desconectar, se existem notificações quando você fica muito tempo fora do celular, se você quer assistir a só um episódio da série e o próximo começa automaticamente, você usou seu livre arbítrio? São ferramentas e técnicas projetadas para prejudicar aquilo com que você se comprometeu."


 'Tecnologia em si raramente é o problema'


Farahany, ao contrário do que se possa pensar, é uma grande entusiasta dos avanços da neurotecnologia.


Ela enumera ao longo de The Battle for Your Brain uma longa lista de contextos em que o monitoramento cerebral poderia melhorar a humanidade e salvar vidas.


"O que eu proponho é um equilíbrio. É tanto uma forma de as pessoas enxergarem os aspectos positivos da tecnologia, mas também de estarem protegidas contra os riscos mais significativos", diz.


"Para chegar lá, é necessário mudar a forma como pensamos a nossa relação com a tecnologia. A tecnologia raramente é o problema. Quase sempre é o mau uso."


"Não se trata de encampar posições absolutas do tipo 'tudo isso é ruim' ou 'tudo isso é ótimo', mas tentar definir quais são as funcionalidades dessa tecnologia para o bem comum e quais são os riscos de uso indevido."


Esses cenários de um futuro não tão distante, no entanto, são complexos, cheios de facas de dois gumes.


A neurotecnologia poderá reduzir o número de acidentes fatais ao acompanhar os graus de desatenção e, principalmente, de fadiga que atingem caminhoneiros e condutores de trem/metrô, por exemplo.


Essa mesma funcionalidade pode ser abusada por uma empresa ou escola em busca da produtividade total, em que momentos de distração de um empregado ou aluno são vigiados, registrados e eventualmente punidos.


Uma pulseira que capta ondas eletromagnéticas enviadas pelo cérebro para movimentar braços e mãos poderá transformar esses impulsos em sinais eletrônicos e tornar experiências digitais ou de realidade virtual muito mais intuitivas e integradas.


E há um potencial ainda mais importante nesse dispositivo: o de detectar os estágios iniciais de uma doença neurodegenerativa. A análise das atividades cerebrais como um todo poderá representar um salto imenso para a medicina e a longevidade.


Por outro lado, escreve Farahany no livro, a mesma pulseira também perceberá "se você está envolvido em uma atividade íntima usando suas mãos em seu quarto".


E todos esses dados nas mãos de governos? 


Mas para a professora iraniana-americana a grande preocupação em relação à privacidade individual está em governos de posse de uma gama cada mais ampla de dados pessoais.


Ela relata que o Departamento de Defesa dos EUA financiou uma empresa que desenvolveu um sistema biométrico que combina dados de ondas cerebrais, estados cognitivos, reconhecimento facial, análise das pupilas dos olhos e mudanças na quantidade de suor produzido.


Já na China, uma reportagem de 2018 do jornal South China Morning Post contava que trabalhadores de diversos ramos e integrantes de forças militares do país já usavam monitores de ondas cerebrais para detectar picos emocionais como depressão, ansiedade ou raiva.


Além do uso para melhorar performances e assim o resultado financeiro de empresas, a reportagem dizia que outro objetivo era "manter a estabilidade social" chinesa.


Farahany afirma que, na maioria dos países, as leis sobre privacidade não contemplam explicitamente o direito à privacidade mental.


"Acredito que as Nações Unidas precisam avançar no sentido de reconhecer o que chamo de 'direito à liberdade cognitiva'. Um direito universal que nos direcionaria a uma atualização da privacidade, que diga explicitamente que há direito à privacidade mental, um direito de estar protegido contra interferências na maneira como pensamos e sentimos."


 Ela diz que "liberdade de pensamento" é hoje aplicada e entendida como sendo estritamente a respeito de liberdade de religião e de crença.


"Acho que precisamos expandir esse entendimento para haver uma proteção contra a interferência, a manipulação e a punição contra o pensamento."


 O problema é que a tecnologia se desenvolve sempre mais rápido que o debate e a aprovação de uma legislação, e empresas e governos se aproveitam dos vazios de legalidade.


"Trata-se realmente de tentar descobrir o quanto antes, e também conforme a tecnologia evolui, quais são seus benefícios e riscos. E depois esclarecer o que está em jogo e desenvolver um regime regulatório que aborde isso. Nem sempre é fácil de fazer", reconhece Farahany.



 https://www.bbc.com/portuguese/articles/c88jmpl902lo

Qual é a principal preocupação da professora Nita Farahany em relação à privacidade individual? 
Alternativas
Q3573744 Noções de Informática

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


'Empresas já leem nossas mentes e vão saber ainda mais com neurotecnologia', diz pesquisadora


Alguns anos atrás, a ideia de "ameaça à privacidade de pensamento" estava mais para 1984, de George Orwell, e para o terreno da ficção científica distópica.


Para Nita Farahany, professora da Universidade Duke (EUA) que se especializou em pesquisar as consequências das novas tecnologias e suas implicações éticas, essa ameaça já é presente hoje e deve ser levada a sério.


A iraniana-americana lançou neste ano o livro The Battle for your Brain: Defending the Right to Think Freely in the Age of Neurotechnology ("A Batalha pelo seu Cérebro: Defendendo o Direito de Pensar Livremente na Era da Neurotecnologia", em tradução livre, sem edição brasileira).


Mas como é possível ler o nosso cérebro? Bem, de fato ainda não existe — como na ficção — uma supermáquina que entra na cabeça de uma pessoa e entrega uma lista completa de ideias e conceitos.


Na verdade, explica Farahany, as defesas da nossa privacidade de pensamento começaram a ser derrubadas sem a necessidade de examinar diretamente o cérebro.


Isso foi possível com a vasta quantidade de dados pessoais compartilhada em redes sociais e outros apps, que é analisada por algoritmos e depois monetizada.



Hoje as companhias de tecnologia detêm informações importantes sobre nós: quem são nossos amigos, qual conteúdo gera emoção (e, importante, que tipo de emoção), as preferências políticas, em quais produtos clicamos, por onde circulamos ao longo do dia e algumas das transações financeiras.


"Tudo isso está sendo usado por empresas para criar perfis muito precisos sobre quem somos e assim entender nossas preferências e nossos desejos", diz Farahany em entrevista à BBC News Brasil.


"É importante as pessoas entenderem que elas já estão em um mundo onde mentes são lidas."


Outra fronteira do nosso funcionamento interno começa a ser explorada com a popularização de smartwatches (relógios inteligentes), que reúnem dados sobre batimento cardíaco, níveis de estresse, qualidade do sono e muito mais.


Mas o avanço da neurotecnologia, com equipamentos em contato direto com a cabeça, leva tudo isso a um novo patamar, com mais dados e mais precisão.


Ela explica que sensores cerebrais são justamente parecidos com sensores de frequência cardíaca encontrados nos smartwatches ou em anéis que medem a temperatura do corpo quando captam a atividade elétrica no cérebro.


"E toda vez que você pensa, ou toda vez que sente algo, os neurônios disparam em seu cérebro, emitindo pequenas descargas elétricas. Padrões característicos podem ser usados para tirar conclusões", afirma.


"Por exemplo, se você vê uma propaganda e sente alegria ou estresse ou raiva, tédio, envolvimento... todas essas reações podem ser captadas por meio da atividade elétrica em seu cérebro e decodificadas com a inteligência artificial mais avançada."


Ou seja, esses sinais cerebrais transmitem o que sentimos, observamos, imaginamos ou pensamos.


Farahany afirma que as pessoas precisam compreender e aceitar que o cérebro "não é interiamente delas".


Essa situação leva a própria filosofia a questionar o conceito de livre arbítrio, ou seja, o poder de um indivíduo de optar por suas ações.


 "Imagine que você se proponha no começo da semana a não passar mais de uma hora por dia nas redes sociais. Aí você descobre no final que você gastou quatro horas por dia. O que aconteceu?", pondera a professora de Direito e Filosofia na Duke.


"Se existem algoritmos projetados para te capturar quando você quer se desconectar, se existem notificações quando você fica muito tempo fora do celular, se você quer assistir a só um episódio da série e o próximo começa automaticamente, você usou seu livre arbítrio? São ferramentas e técnicas projetadas para prejudicar aquilo com que você se comprometeu."


 'Tecnologia em si raramente é o problema'


Farahany, ao contrário do que se possa pensar, é uma grande entusiasta dos avanços da neurotecnologia.


Ela enumera ao longo de The Battle for Your Brain uma longa lista de contextos em que o monitoramento cerebral poderia melhorar a humanidade e salvar vidas.


"O que eu proponho é um equilíbrio. É tanto uma forma de as pessoas enxergarem os aspectos positivos da tecnologia, mas também de estarem protegidas contra os riscos mais significativos", diz.


"Para chegar lá, é necessário mudar a forma como pensamos a nossa relação com a tecnologia. A tecnologia raramente é o problema. Quase sempre é o mau uso."


"Não se trata de encampar posições absolutas do tipo 'tudo isso é ruim' ou 'tudo isso é ótimo', mas tentar definir quais são as funcionalidades dessa tecnologia para o bem comum e quais são os riscos de uso indevido."


Esses cenários de um futuro não tão distante, no entanto, são complexos, cheios de facas de dois gumes.


A neurotecnologia poderá reduzir o número de acidentes fatais ao acompanhar os graus de desatenção e, principalmente, de fadiga que atingem caminhoneiros e condutores de trem/metrô, por exemplo.


Essa mesma funcionalidade pode ser abusada por uma empresa ou escola em busca da produtividade total, em que momentos de distração de um empregado ou aluno são vigiados, registrados e eventualmente punidos.


Uma pulseira que capta ondas eletromagnéticas enviadas pelo cérebro para movimentar braços e mãos poderá transformar esses impulsos em sinais eletrônicos e tornar experiências digitais ou de realidade virtual muito mais intuitivas e integradas.


E há um potencial ainda mais importante nesse dispositivo: o de detectar os estágios iniciais de uma doença neurodegenerativa. A análise das atividades cerebrais como um todo poderá representar um salto imenso para a medicina e a longevidade.


Por outro lado, escreve Farahany no livro, a mesma pulseira também perceberá "se você está envolvido em uma atividade íntima usando suas mãos em seu quarto".


E todos esses dados nas mãos de governos? 


Mas para a professora iraniana-americana a grande preocupação em relação à privacidade individual está em governos de posse de uma gama cada mais ampla de dados pessoais.


Ela relata que o Departamento de Defesa dos EUA financiou uma empresa que desenvolveu um sistema biométrico que combina dados de ondas cerebrais, estados cognitivos, reconhecimento facial, análise das pupilas dos olhos e mudanças na quantidade de suor produzido.


Já na China, uma reportagem de 2018 do jornal South China Morning Post contava que trabalhadores de diversos ramos e integrantes de forças militares do país já usavam monitores de ondas cerebrais para detectar picos emocionais como depressão, ansiedade ou raiva.


Além do uso para melhorar performances e assim o resultado financeiro de empresas, a reportagem dizia que outro objetivo era "manter a estabilidade social" chinesa.


Farahany afirma que, na maioria dos países, as leis sobre privacidade não contemplam explicitamente o direito à privacidade mental.


"Acredito que as Nações Unidas precisam avançar no sentido de reconhecer o que chamo de 'direito à liberdade cognitiva'. Um direito universal que nos direcionaria a uma atualização da privacidade, que diga explicitamente que há direito à privacidade mental, um direito de estar protegido contra interferências na maneira como pensamos e sentimos."


 Ela diz que "liberdade de pensamento" é hoje aplicada e entendida como sendo estritamente a respeito de liberdade de religião e de crença.


"Acho que precisamos expandir esse entendimento para haver uma proteção contra a interferência, a manipulação e a punição contra o pensamento."


 O problema é que a tecnologia se desenvolve sempre mais rápido que o debate e a aprovação de uma legislação, e empresas e governos se aproveitam dos vazios de legalidade.


"Trata-se realmente de tentar descobrir o quanto antes, e também conforme a tecnologia evolui, quais são seus benefícios e riscos. E depois esclarecer o que está em jogo e desenvolver um regime regulatório que aborde isso. Nem sempre é fácil de fazer", reconhece Farahany.



 https://www.bbc.com/portuguese/articles/c88jmpl902lo

De acordo com a professora Nita Farahany, como as empresas de tecnologia estão coletando informações sobre as pessoas para entender suas preferências e desejos?
Alternativas
Q3573723 Biologia

Na determinação dos tipos de gametas formados de acordo com a Segunda Lei de Mendel, quais são os tipos de gametas formados por um indivíduo AaBb? Marque a alternativa CORRETA.

Alternativas
Q3573722 Astronomia

Analise as asserções abaixo:


I.Embora estejamos acostumados a considerar apenas quatro fases da Lua (lua cheia, quarto minguante, lua nova e quarto crescente), existem na realidade, infinitas fases. A fase é o aspecto que um planeta ou satélite natural apresenta em determinado momento para o observador.


Portanto,


II.As fases da Lua estão relacionadas com a posição do observador em relação à Lua e ao Sol, que é a fonte de luz.



Fonte: Bueno, R.; Macedo T. Inspire Ciências 8. São Paulo: Editora FTD, 2018.



A partir da análise dessas asserções, é possível AFIRMAR que:

Alternativas
Q3573721 Biologia

Em referência à histologia animal, julgue as assertivas a seguir:


I.Em função dos capilares sanguíneos serem de pequeno calibre nos tecidos epiteliais, apenas o oxigênio e os nutrientes chegam nas células por osmose, ao passo que a saída das excretas segue por outra via.


II.Dessa forma, os resíduos do metabolismo das células epiteliais passam para o tecido conjuntivo adjacente e são removidos pelos vasos sanguíneos.



Fonte: Lopes, Sônia. Bio: volume único. São Paulo: Saraiva, 2004 (modificado).



A partir da análise dessas asserções, é possível AFIRMAR que: 

Alternativas
Q3573720 Meteorologia

A/O (X) é um tipo de ocorrência meteorológica que consiste no resultado de precipitação de flocos, decorrente do congelamento do vapor de água, que se encontra suspenso na atmosfera, tem a capacidade de refletir a luz, tornando-se translúcida e de coloração branca, ocorrendo nas áreas de médias e altas latitudes.



Fonte: OLIVEIRA, Evaldo Vieira de. Meteorologia Aplicada / Evaldo Vieira de Oliveira. Recife: IFPE, 2014.


Substitua corretamente o (X) do texto pela alternativa CORRETA.

Alternativas
Q3573719 Patologia

Existem inúmeras doenças que podem afetar diretamente o sistema genital masculino e feminino, entretanto, algumas que embora adquiridas pela via sexual, podem afetar todo o organismo. Abaixo estão citadas algumas Doenças Sexualmente Transmissíveis ou Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST), causadas por bactérias, EXCETO:

Alternativas
Q3573718 Biologia

No que se refere aos ciclos biogeoquímicos, no do fósforo (P), tem-se que a disponibilidade desse elemento controla muitos aspectos do funcionamento dos ecossistemas em escala local e a química global. Assim, o fósforo é um elemento que a sua presença, é condição indispensável para a manutenção da vida em qualquer ecossistema.


Fonte: Aduan, R.E.; Vilela, M.F.; Reis Júnior, F.B. Os grandes ciclos biogeoquímicos do planeta. Planaltina, DF: Embrapa Cerrados, 2004.


Devido a sua importância, identifique abaixo, o local com o principal estoque de fósforo em escala global? Marque a alternativa CORRETA. 

Alternativas
Q3573717 Física

O conceito de temperatura de um sistema pode ser explicado em termos de comportamento de seus átomos e moléculas por meio do modelo cinético-molecular, segundo o qual os materiais são constituídos por partículas e espaços vazios. Essas partículas são infinitamente pequenas e se movimentam continuamente nesses espaços.


Fonte: Mortimer E. et al. Matéria, energia e vida, uma abordagem interdisciplinar − transformações e conservação. São Paulo: Editora Scipione, 2020.



Portanto, como a temperatura expressa o grau de agitação térmica dos átomos e das moléculas de um corpo, identifique a alternativa que contenha a informação CORRETA. 

Alternativas
Q3573716 Biologia

No que se refere as características gerais dos seres vivos tem-se que os organismos cordados são animais de simetria bilateral, segmentados, triblásticos, e deuterostômios.


Fonte: César; Sezar e Caldini. Biologia. Volume 2. São Paulo: Editora Saraiva, 2010.



Os mesmos apresentam características que são fundamentais e exclusivas, que estão descritas abaixo, EXCETO: 

Alternativas
Q3573715 Ciências

Dentre as propriedades gerais da matéria, julgue os itens a seguir, sobre qual(is)


I.Divisibilidade.

II.Inércia.

III.Impenetrabilidade.

IV.Compressibilidade.

V.Elasticidade.


 É CORRETO o que se afirma em:

Alternativas
Respostas
861: D
862: C
863: D
864: D
865: B
866: A
867: D
868: D
869: D
870: A
871: B
872: A
873: A
874: B
875: C
876: B
877: B
878: B
879: B
880: B