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Exames complementares relevantes:
• Ecocardiograma: hipertrofia concêntrica moderada de VE; cavidade normal; FEVE: 65%; disfunção diastólica grau 2; E/e’ médio: 15; índice de volume de átrio esquerdo: 39 mL/m2 (normal < 34);
• BNP: 78 pg/mL (VR < 100);
• Cateterismo direito: PCP: 25 mmHg.
Qual característica do paciente mais provavelmente explica o BNP normal?
Ecocardiograma: hipertrofia ventricular esquerda; disfunção diastólica grave; pressão sistólica do VD: 41 mmHg.
As imagens a seguir (ECG + Speckle Tracking) mostram espessamento biventricular; aumento biatrial; sem lesões valvares correspondentes.
Qual dos seguintes exames tem maior probabilidade de confirmar o diagnóstico correto?
Exame físico: Trabalho respiratório aumentado, diaforético; Pressão venosa jugular: 12 cm H2 O; Estertores pulmonares crepitantes difusos; Exame cardíaco: B1, B2 e B3 presentes, sopro sistólico apical suave; Abdome distendido, edema maleolar 1+.
Qual é o exame diagnóstico mais urgente?
Exame físico:
Em insuficiência respiratória aguda; PA: 92/74 mmHg em ambos os braços; FC: 122 bpm, regular; SpO2 : 84% em ar ambiente.
Exame cardíaco: precórdio hiperdinâmico, presença de B3, sopro sistólico em decrescendo 1+/6 no ápice. Pulmões: estertores difusos. Extremidades frias.
ECG: taquicardia sinusal, sem outras alterações.
Ecocardiograma transtorácico (TTE): janelas ruins; câmaras normais, FEVE 78%, regurgitação mitral/tricúspide leve, VCI normal, integral velocidade-tempo no trato de saída do ventrículo esquerdo (VTI-TSVE) apenas 10 cm (sugere baixo débito).
Qual é o próximo passo mais apropriado na avaliação desse paciente?
Medicações domiciliares: apixabana 5 mg 2x/dia, atorvastatina 40 mg/dia, sacubitril/valsartana 97/103 mg 2x/dia, metoprolol succinato 100 mg/dia, furosemida 20 mg 2x/dia.
Exame físico: FC: 90 bpm, PA: 122/68 mmHg, SpO2 : 95% em O2 : 4 L. Pressão venosa jugular: 14 cm H2 O, estertores bilaterais até metade dos campos pulmonares. Ritmo irregular. Sopro sistólico holossistólico 2+/6 no ápice com B3 presente. Edema até joelhos.
Laboratório de admissão: leucócitos: 5.600/µL, Hb: 9 g/dL, plaquetas: 180.000/µL, sódio: 132 mEq/L, potássio: 3,8 mEq/L, ureia: 52 mg/dL, creatinina: 1,8 mg/dL.
Ecocardiograma: VE moderadamente dilatado, fração de ejeção 32%, VD normal, PSAP 56 mmHg, insuficiência mitral moderada. Sem grandes mudanças em relação ao eco de 2 anos atrás.
Qual dos seguintes parâmetros apresenta o pior significado prognóstico para risco de mortalidade intra-hospitalar nesse paciente?
Exame físico: PA: 90/60 mmHg, FC: 68 bpm. Restante do exame físico normal.
BNP elevado: 300 pg/mL. Outros exames laboratoriais, incluindo função tireoidiana e painel metabólico, são normais.
Ecocardiograma: disfunção sistólica grave de ventrículo esquerdo.
Qual é o próximo passo mais apropriado na avaliação dessa paciente?
Seu eletrocardiograma (ECG) da visita prévia está disponível a seguir:
Qual a medicação mais apropriada no manejo desse paciente?
Qual é o próximo passo que mais provavelmente melhora sintomas e reduz hospitalizações por IC nesse momento?
De acordo com as diretrizes atuais, assinale a alternativa que apresenta o próximo passo mais adequado no tratamento.
Exames complementares:
• Creatinina sérica: 1,8 mg/dL (TFG estimada 48 mL/ min/1,73 m2 );
• Urina: microalbuminúria 350 mg/g creatinina;
• Ecodopplercardiograma: hipertrofia ventricular esquerda concêntrica, FEVE preservada;
• Sem diabetes mellitus ou DCV clínica estabelecida.
Assinale a alternativa que apresenta a conduta mais apropriada nesse caso.
Pensando na principal hipótese diagnóstica nesse cenário, o exame inicial recomendado para a investigação diagnostica é:
A conduta mais adequada nesse caso é:
Exames laboratoriais: potássio sérico normal, função renal preservada.
Ao exame físico: PA: elevada em ambos os braços – 160 x 105 mmHgh, sem sopros abdominais ou carotídeos.
Qual é a principal hipótese diagnóstica e o próximo passo na investigação?
• Troponina ultrassensível elevada.
A paciente foi encaminhada para a hemodinâmica, e realizado cateterismo cardíaco que evidenciou artérias coronárias sem lesões obstrutivas significativas. Foi realizado ecocardiograma que evidenciou: acinesia apical e hipercinesia basal, com fração de ejeção reduzida (35%).
Com base nesse quadro, qual é o diagnóstico mais provável?
Qual a conduta mais apropriada para reduzir o risco de novos episódios de hemorragia digestiva nesse paciente?
O ecocardiograma mostra:
• Área valvar mitral: 1,2 cm2 ; • Pressão sistólica da artéria pulmonar em repouso: 36 mmHg; • Ritmo sinusal; • Função ventricular esquerda preservada; • Sem trombos em AE; • Score ecocardiográfico de Wilkins: 7.
Qual é a conduta mais adequada segundo diretrizes atuais?
Ao exame físico: ritmo irregular, sopro holossistólico em foco mitral irradiado para axila.
O ecocardiograma evidencia:
• Insuficiência mitral grave (jato holossistólico central, vena contracta > 0,7 cm, volume regurgitante 65 mL, orifício regurgitante efetivo 0,45 cm²);
• Átrio esquerdo dilatado (volumeAE indexado: 48 mL/m2 );
• Ventrículo esquerdo com FEVE 60%, diâmetro sistólico final 38 mm;
• Pressão sistólica da artéria pulmonar estimada em 48 mmHg.
ECG: fibrilação atrial.
Considerando que o paciente não apresenta contraindicação cirúrgica, e a anatomia valvar é favorável à plastia, assinale a alternativa que apresenta a conduta mais apropriada nesse caso
Mulher de 45 anos, assintomática, comparece ao consultório após exame de rotina.
O ecocardiograma mostra:
• Valva mitral com espessamento discreto e calcificação leve;
• Área valvar mitral estimada em 2,0 cm2 ;
• Pressão sistólica da artéria pulmonar: 28 mmHg;
• Função ventricular preservada.
Ao exame físico: sopro diastólico suave em foco mitral, sem sinais de congestão.
Qual é a conduta mais adequada nesse caso?
Qual é a conduta inicial mais apropriada?
O hospital dispõe de sala de hemodinâmica, porém a previsão de disponibilidade é apenas em 2 horas.
Qual a conduta inicial mais adequada nesse caso?