Foram encontradas 838 questões

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Q4133343 Não definido

Foi matriculada em uma creche da prefeitura uma criança de 2 anos, recém-diagnosticada com doença celíaca e intolerância à lactose. Dessa forma, a equipe foi orientada a excluir alguns alimentos da dieta dessa criança, por exemplo,

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Q4133342 Não definido

Conforme referenciado no documento Cadernos de Atenção Básica: Carências de Micronutrientes (Ministério da Saúde, 2007), a condição clínica conhecida como cretinismo é o resultado mais grave da deficiência de determinado nutriente no período fetal, levando a danos cerebrais irreversíveis na criança, além de contribuir para o aumento da mortalidade infantil. O nutriente citado no texto é o

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Q4133341 Não definido

Por meio do teste do pezinho, realizado em recém-nascidos, é possível a identificação de algumas condições clínicas, entre elas, a fenilcetonúria. Nesse contexto, a Portaria Conjunta nº 12, de 10 de setembro de 2019, que aprova o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da Fenilcetonúria, cita como um dos alimentos proibidos para o indivíduo com diagnóstico dessa doença

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Q4133340 Não definido

O Guia Alimentar para Crianças Brasileiras Menores de 2 Anos (Ministério da Saúde, 2019) recomenda que, para crianças vegetarianas estritas e veganas, seja dada especial atenção a um importante nutriente que pode estar deficiente em função das restrições desse padrão alimentar. O nutriente referido é

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Q4133339 Não definido

Conforme citado no Guia Alimentar para Crianças Brasileiras Menores de 2 Anos (Ministério da Saúde, 2019), os açúcares, melado, rapadura e mel, que fazem parte do grupo de ingredientes culinários processados, não devem ser oferecidos para crianças menores de

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Q4133338 Não definido

De acordo com a Resolução ANVISA nº 976, de 5 de junho de 2025, que dispõe sobre os requisitos sanitários para fórmulas infantis, fórmulas de nutrientes para recém-nascidos de alto risco, alimentos de transição e alimentos à base de cereais para lactentes e crianças de primeira infância, fórmulas para nutrição enteral e fórmulas dietoterápicas para erros inatos do metabolismo, em relação às fórmulas infantis para lactentes e de seguimento para lactentes e crianças de primeira infância, não é permitida a adição de

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Q4133337 Não definido
De acordo com o Marco de Referência da Vigilância Ali mentar e Nutricional na Atenção Básica (Ministério da Saúde, 2015), é correto afirmar que é um índice ampla mente utilizado para avaliar a desnutrição, porém o déficit indicado por ele, observado pontualmente, não determina se o quadro é recente ou de longo prazo, sendo necessário que a avaliação seja complementada por outro índice antropométrico. Trata-se
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Q4133336 Não definido
De acordo com o Ministério da Saúde (2005), no Manual de Atendimento da Criança com Desnutrição Grave em Nível Hospitalar, crianças com desnutrição grave apresentam deficiências nutricionais que estão associadas a vários sinais e sintomas, por exemplo, diarreia e pneumonia, as quais podem ter sua incidência reduzida com a suplementação, em especial, de
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Q4133335 Não definido
De acordo com o Ministério da Saúde (2005), no Manual de Atendimento da Criança com Desnutrição Grave em Nível Hospitalar, a alimentação correta da criança com desnutrição grave é tão importante quanto qualquer outra medicação que ela receba. Na fase de estabilização (que se inicia no primeiro dia e pode ir até o sétimo dia de internação), os preparados alimentares oferecidos devem fornecer no máximo:
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Q4133334 Não definido
De acordo com o documento Atenção à Saúde do Recém-Nascido: Guia para os Profissionais de Saúde – Cuidados Gerais (Ministério da Saúde, 2014), é considerado como um problema grave de nutrição, perda de peso, na primeira semana de vida, maior que
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Q4133203 Não definido
Homem de 68 anos, com miocardiopatia dilatada não isquêmica, apresenta fadiga persistente. Refere que geralmente segue dieta hipossódica, mas recentemente aumentou o consumo de sal, com discreto ganho de peso e edema de MMII.
Medicações: •  Sacubitril/valsartana: 97/103 mg 2x/dia; •  Furosemida: 40 mg/dia; •  Metoprolol: succinato 100 mg/dia; •  Espironolactona: 25 mg/dia. Exame atual: PA: 100/65 mmHg, FC: 52 bpm.
Ecocardiograma recente: FEVE 35%, insuficiência mitral leve-moderada.
A esposa refere padrão respiratório anormal noturno, sem roncos. Estudo do sono revelou apneia central do sono.
Qual intervenção é recomendada para melhorar desfechos cardiovasculares?
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Q4133202 Não definido
Duas pessoas estão caminhando na rua quando encontram um homem de meia-idade caído no chão. Ele está inconsciente e sem pulso. Um dos indivíduos imediatamente inicia compressões torácicas.
Qual deve ser o próximo passo?
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Q4133201 Não definido
Homem de 62 anos, com histórico de HAS, diabetes mellitus tipo 2, tabagismo e câncer de próstata, é avaliado para risco cardíaco pré-operatório antes de prostatectomia. Capacidade funcional: consegue andar em terreno plano sem limitação e subir 2 lances de escada sem angina (boa capacidade funcional > 4 METs). Exame físico: FC: 80 bpm, PA: 145/90 mmHg, SpO2 : 95%. Ritmo regular com sopro sistólico em crescendo-decrescendo, de pico tardio, 2+/6 em foco aórtico, com A2 diminuída. Pulmões com murmúrio diminuído difusamente, sem estertores. Abdome normal. MMII sem edema, pulsos tibiais 1+/4+.
ECG: ritmo sinusal + hipertrofia de VE.
TC de tórax: calcificação coronária moderada e calcificação valvar aórtica.
Além da cessação do tabagismo, qual o próximo passo mais apropriado?
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Q4133200 Não definido
Mulher, 32 anos, chega ao pronto-socorro com dor torácica em pontada há 1 semana, pior ao deitar. Temperatura: 38,8 °C. Sintomas iniciaram após quadro de diarreia adquirido do filho. Sem outras comorbidades, em uso apenas de anticoncepcional oral.
Exame físico: peso: 65 kg, FC: 105 bpm, PA: 110/75 mmHg, saturação: 99% em ar ambiente. Ausência de pulso paradoxal. Bulhas normais, ausculta cardíaca com atrito pericárdico, pulmões limpos, sem edema de MMII.
Qual opção deve ser incluída no tratamento?
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Q4133199 Não definido
Mulher de 37 anos, previamente hígida, chega ao pronto-socorro com dor torácica em pontada, posicional há 3 dias, pior ao deitar e geralmente em repouso. Nega febre, calafrios, irradiação da dor, palpitações, dispneia ou piora de tolerância ao exercício.
Exame físico: PA: 108/68 mmHg, FC: 76 bpm, T: 37 ºC. Sem turgência jugular, pulmões limpos. Ausculta cardíaca com ritmo regular e ruído “chiado/ranhura” melhor audível com o diafragma. Sem edema periférico. ECG de repouso está ilustrado a seguir. Os exames laboratoriais foram enviados.

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No ecocardiograma transtorácico, qual achado é o mais provável?
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Q4133198 Não definido
Homem de 75 anos procura o consultório após dois episódios de quase-síncope nos últimos 2 meses. Os sintomas ocorreram em repouso: enquanto assistia TV e enquanto dirigia. História médica: hipertensão arterial.
Medicação: anlodipina.
Nega dor torácica, dispneia ou palpitações.
Exame físico:
• PA: 145/80 mmHg; • FC: 49 bpm; • Sem B3 ou B4, ausência de turgência jugular, pulmões limpos, sem edema; • ECG: bradicardia sinusal + BAV de 1o grau, sem alterações de ST ou T; • Ecocardiograma: VE de tamanho normal, FE normal.

Qual é o próximo exame mais adequado para esse paciente?
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Q4133197 Não definido
Homem de 52 anos, com histórico de fibrilação atrial paroxística, procura o pronto-socorro após episódio de síncope enquanto cozinhava. Referiu tontura antes de cair; episódio testemunhado pela esposa, durou, aproximadamente, 10 segundos, e acordou bem. Na chegada, está bem, FC: 80 bpm, PA: 140/76 mmHg.
Medicações domiciliares: propafenona: 150 mg 2x/dia e metoprolol: 50 mg 2x/dia.
O ECG atual (Figura 1) foi comparado ao ECG do ano passado (Figura 2).

Figura 1

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Qual a explicação mais provável para os achados do ECG atual e a síncope?
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Q4133196 Não definido
Homem, 34 anos, chega à emergência na quarta-feira, após final de semana de consumo excessivo de álcool. Refere palpitações iniciadas no sábado pela manhã e persistentes desde então. Avaliação: ritmo irregular, sinais vitais normais. Sem histórico de hipertensão, diabetes, AVC ou doença vascular. Está anticoagulado com enoxaparina. Submetido à ecocardiograma transesofágico: sem trombo em apêndice atrial esquerdo, átrio tamanho normal, sem contraste espontâneo; FEVE normal, apenas regurgitação mitral discreta. Realizada cardioversão elétrica, com sucesso.
Qual é a duração mais apropriada da anticoagulação após a alta?
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Q4133195 Não definido
Homem de 67 anos, com histórico de doença arterial coronariana, hipertensão, fibrilação atrial (FA) e apneia do sono, vem para avaliação de rotina. Há 2 anos, teve o primeiro episódio de FA, tendo sido cardiovertido e iniciados metoprolol e apixabana. Duas semanas atrás, notou palpitações e realizou um ECG, reproduzido a seguir. Desde então, relata palpitações contínuas, com ritmo irregular confirmado pelo relógio/monitor pessoal.

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A arritmia atual desse paciente deve ser caracterizada como
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Q4133194 Não definido
Homem de 75 anos chega ao pronto-socorro com palpitações associadas à tontura. Tem doença arterial coronária e foi submetido à cirurgia de revascularização miocárdica de 3 vasos há 5 anos. No ecocardiograma de 3 meses atrás: FEVE 40%, hipocinesia global e acinesia de parede anterior. No exame, está em leve desconforto, porém orientado. PA: 110/55 mmHg. Foi realizado ECG que está ilustrado a seguir:

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Qual é o mecanismo mais provável da arritmia?
Alternativas
Respostas
121: C
122: A
123: D
124: B
125: E
126: C
127: A
128: D
129: A
130: E
131: E
132: C
133: D
134: D
135: C
136: A
137: D
138: A
139: C
140: C