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Foi matriculada em uma creche da prefeitura uma criança de 2 anos, recém-diagnosticada com doença celíaca e intolerância à lactose. Dessa forma, a equipe foi orientada a excluir alguns alimentos da dieta dessa criança, por exemplo,
Conforme referenciado no documento Cadernos de Atenção Básica: Carências de Micronutrientes (Ministério da Saúde, 2007), a condição clínica conhecida como cretinismo é o resultado mais grave da deficiência de determinado nutriente no período fetal, levando a danos cerebrais irreversíveis na criança, além de contribuir para o aumento da mortalidade infantil. O nutriente citado no texto é o
Por meio do teste do pezinho, realizado em recém-nascidos, é possível a identificação de algumas condições clínicas, entre elas, a fenilcetonúria. Nesse contexto, a Portaria Conjunta nº 12, de 10 de setembro de 2019, que aprova o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da Fenilcetonúria, cita como um dos alimentos proibidos para o indivíduo com diagnóstico dessa doença
O Guia Alimentar para Crianças Brasileiras Menores de 2 Anos (Ministério da Saúde, 2019) recomenda que, para crianças vegetarianas estritas e veganas, seja dada especial atenção a um importante nutriente que pode estar deficiente em função das restrições desse padrão alimentar. O nutriente referido é
Conforme citado no Guia Alimentar para Crianças Brasileiras Menores de 2 Anos (Ministério da Saúde, 2019), os açúcares, melado, rapadura e mel, que fazem parte do grupo de ingredientes culinários processados, não devem ser oferecidos para crianças menores de
De acordo com a Resolução ANVISA nº 976, de 5 de junho de 2025, que dispõe sobre os requisitos sanitários para fórmulas infantis, fórmulas de nutrientes para recém-nascidos de alto risco, alimentos de transição e alimentos à base de cereais para lactentes e crianças de primeira infância, fórmulas para nutrição enteral e fórmulas dietoterápicas para erros inatos do metabolismo, em relação às fórmulas infantis para lactentes e de seguimento para lactentes e crianças de primeira infância, não é permitida a adição de
Medicações: • Sacubitril/valsartana: 97/103 mg 2x/dia; • Furosemida: 40 mg/dia; • Metoprolol: succinato 100 mg/dia; • Espironolactona: 25 mg/dia. Exame atual: PA: 100/65 mmHg, FC: 52 bpm.
Ecocardiograma recente: FEVE 35%, insuficiência mitral leve-moderada.
A esposa refere padrão respiratório anormal noturno, sem roncos. Estudo do sono revelou apneia central do sono.
Qual intervenção é recomendada para melhorar desfechos cardiovasculares?
Qual deve ser o próximo passo?
ECG: ritmo sinusal + hipertrofia de VE.
TC de tórax: calcificação coronária moderada e calcificação valvar aórtica.
Além da cessação do tabagismo, qual o próximo passo mais apropriado?
Exame físico: peso: 65 kg, FC: 105 bpm, PA: 110/75 mmHg, saturação: 99% em ar ambiente. Ausência de pulso paradoxal. Bulhas normais, ausculta cardíaca com atrito pericárdico, pulmões limpos, sem edema de MMII.
Qual opção deve ser incluída no tratamento?
Exame físico: PA: 108/68 mmHg, FC: 76 bpm, T: 37 ºC. Sem turgência jugular, pulmões limpos. Ausculta cardíaca com ritmo regular e ruído “chiado/ranhura” melhor audível com o diafragma. Sem edema periférico. ECG de repouso está ilustrado a seguir. Os exames laboratoriais foram enviados.
No ecocardiograma transtorácico, qual achado é o mais provável?
Medicação: anlodipina.
Nega dor torácica, dispneia ou palpitações.
Exame físico:
• PA: 145/80 mmHg; • FC: 49 bpm; • Sem B3 ou B4, ausência de turgência jugular, pulmões limpos, sem edema; • ECG: bradicardia sinusal + BAV de 1o grau, sem alterações de ST ou T; • Ecocardiograma: VE de tamanho normal, FE normal.
Qual é o próximo exame mais adequado para esse paciente?
Medicações domiciliares: propafenona: 150 mg 2x/dia e metoprolol: 50 mg 2x/dia.
O ECG atual (Figura 1) foi comparado ao ECG do ano passado (Figura 2).
Figura 1
Qual a explicação mais provável para os achados do ECG atual e a síncope?
Qual é a duração mais apropriada da anticoagulação após a alta?
A arritmia atual desse paciente deve ser caracterizada como
Qual é o mecanismo mais provável da arritmia?